Camargo & Campos

Como chegar Site Entre em contato com o negócio

Camargo & Campos A Camargo & Campos é uma boutique de Executive Search.

Atuamos em apoio a organizações em nível nacional e internacional, oferecendo resultados diferenciados na captação de talentos.

Quando um profissional importante pede demissão, é natural pensar em uma contraproposta.Mas antes de definir um novo val...
09/10/2026

Quando um profissional importante pede demissão, é natural pensar em uma contraproposta.
Mas antes de definir um novo valor, vale entender o que realmente provocou a decisão de sair.
Se a causa é uma defasagem salarial reconhecida, uma correção pode fazer sentido.
Mas se existem questões de perspectiva, liderança, autonomia, ambiente ou desgaste, aumentar a remuneração pode apenas adiar uma conversa que continuará necessária.
Também vale considerar o impacto sobre o restante da equipe e a coerência da nova proposta com aquilo que a empresa praticava até então.
Por isso, eu evitaria a regra de que contraproposta é sempre boa ou sempre ruim.
A pergunta não é apenas “o que faria essa pessoa ficar?”.
É também:
“Se ela ficar, aquilo que a fez querer sair terá mudado?”
Essa resposta talvez seja mais importante do que o valor da contraproposta.

Descobrir que um concorrente está pagando salários maiores naturalmente acende um alerta.Mas antes de simplesmente acomp...
08/10/2026

Descobrir que um concorrente está pagando salários maiores naturalmente acende um alerta.
Mas antes de simplesmente acompanhar, vale entender o que exatamente estamos comparando.
As posições têm o mesmo escopo? A remuneração total é equivalente? Essa diferença aparece apenas em um caso ou vem se repetindo nas contratações e perdas de profissionais?
Depois, é preciso olhar para dentro.
Onde aquela posição está no plano de cargos e salários? Uma correção isolada pode criar distorções com outros profissionais? Como ficam as faixas e os níveis próximos?
E existem também aspectos trabalhistas que podem precisar da avaliação de RH e Jurídico antes de qualquer mudança.
O mercado é uma fonte importante de informação. Às vezes ele mostra que precisamos rever nossas referências.
Mas saber quanto o concorrente paga é apenas o começo da análise.
A decisão precisa fazer sentido para o mercado e para a estrutura da própria empresa.

Antes de dizer a um gerente “você vai acumular mais uma gerência”, existe uma análise que vale ser feita.Não repor uma p...
06/10/2026

Antes de dizer a um gerente “você vai acumular mais uma gerência”, existe uma análise que vale ser feita.
Não repor uma posição pode ser uma decisão perfeitamente coerente. Mas isso não significa que a responsabilidade deva simplesmente ser transferida para outra liderança.
O novo escopo é viável? O que precisará deixar de ser feito? A mudança é definitiva? O gerente tem condições e interesse em assumir? Que suporte precisará?
E, se houver uma ampliação relevante e permanente de responsabilidade, a empresa já definiu qual contrapartida está preparada para oferecer?
Remuneração é uma possibilidade, mas não a única. Estrutura, autonomia, variável, posição e recursos também podem fazer parte da equação.
Mesmo quando a empresa já decidiu mudar o desenho organizacional, vale transformar a comunicação em uma conversa.
Decidir a estrutura é responsabilidade da empresa. Construir condições para que ela funcione também deveria ser.

É natural que currículo, LinkedIn e presença digital produzam uma primeira impressão sobre um profissional.O cuidado est...
05/10/2026

É natural que currículo, LinkedIn e presença digital produzam uma primeira impressão sobre um profissional.

O cuidado está no que fazemos depois dela.

Quem trabalha com hunting encontra com frequência profissionais que não estavam procurando uma nova oportunidade e, por isso, não têm um currículo preparado para seleção ou um LinkedIn cuidadosamente construído.

Ao mesmo tempo, hoje também encontramos perfis extremamente bem apresentados — inclusive com o apoio de IA.

Nenhuma das situações deveria, sozinha, definir a avaliação.

Um perfil incompleto pode gerar perguntas. Um perfil impecável também.
O importante é não substituir investigação por impressão.

Trajetória, contexto, entregas, entrevista e referências ajudam a construir uma leitura muito mais consistente sobre aquele profissional.

Pesquisar amplia a análise. Concluir cedo demais pode apenas ampliar o viés.

Quanto mais experiência acumulamos, mais referências temos para tomar decisões.Isso é uma enorme vantagem.Mas existe tam...
02/10/2026

Quanto mais experiência acumulamos, mais referências temos para tomar decisões.
Isso é uma enorme vantagem.
Mas existe também um cuidado: experiências anteriores podem nos levar a reconhecer rapidamente uma situação e aplicar uma resposta que já funcionou — quando, na verdade, o contexto mudou.
Empresas crescem, equipes amadurecem, estratégias mudam e novas circunstâncias criam questões diferentes.
Por isso, experiência não precisa significar certeza.
Pode significar justamente a capacidade de reconhecer mais cedo quando aquilo que sabemos já não é suficiente para explicar o que estamos vendo.
Boas respostas importam. Mas perceber quando precisamos formular novas perguntas também é parte da experiência.

Executivos experientes precisam de espaço para decidir.Mas autonomia funciona melhor quando existe clareza sobre seus li...
29/09/2026

Executivos experientes precisam de espaço para decidir.

Mas autonomia funciona melhor quando existe clareza sobre seus limites.
O que está sob a decisão daquele executivo? O que precisa ser comunicado? O que deve ser construído com outras áreas? E quais temas precisam voltar ao CEO?

Quando isso não está suficientemente claro, o problema pode aparecer nos dois extremos: dependência excessiva do CEO ou decisões tomadas além do que se esperava daquela posição.

Por isso, autonomia não deveria depender de descobrir os limites na prática.
Quanto maior a autonomia, mais claro precisa ser o mandato.

Estamos acostumados a pensar em crescimento profissional como movimento para cima: uma promoção, uma nova posição, um pr...
28/09/2026

Estamos acostumados a pensar em crescimento profissional como movimento para cima: uma promoção, uma nova posição, um próximo nível hierárquico.
Mas essa lógica encontra um limite, principalmente em posições executivas.
E isso não significa necessariamente que o desenvolvimento também tenha chegado ao limite.
É possível permanecer no mesmo cargo e ampliar autonomia, assumir decisões mais complexas, participar de novas agendas e aumentar o impacto sobre o negócio.
O cuidado está em não confundir desenvolvimento com simplesmente colocar mais responsabilidades sobre a mesma pessoa.
Para ser crescimento, precisa existir também aprendizado, reconhecimento, espaço e perspectiva.
Nem todo próximo passo precisa significar uma nova cadeira.
Às vezes, o que precisa mudar é o tamanho da atuação dentro dela.

Quando um profissional não funciona em determinada posição, é natural olhar primeiro para a contratação.Mas, se pessoas ...
24/09/2026

Quando um profissional não funciona em determinada posição, é natural olhar primeiro para a contratação.

Mas, se pessoas diferentes passam pela mesma cadeira e encontram dificuldades semelhantes, vale ampliar a análise.

O mandato está claro? Existe autoridade compatível com a responsabilidade? As expectativas estão alinhadas? Há estrutura e recursos para entregar o que se espera?

Isso não significa que o problema nunca esteja no profissional.

Significa apenas que a repetição traz uma informação nova para a decisão.

Trocar novamente a pessoa sem entender o contexto pode fazer a empresa começar outra busca — para, algum tempo depois, encontrar a mesma dificuldade.

Um episódio pede análise da pessoa. A repetição pede análise do sistema também.

23/09/2026

Quando uma empresa diz que precisa de alguém que “venha pronto”, normalmente existe uma razão concreta por trás disso: a posição é importante e o negócio não pode esperar muito tempo pelo resultado.

Experiência ajuda — e muito.

Mas mesmo um excelente executivo precisa aprender a empresa em que está entrando: como as decisões acontecem, qual é sua autonomia real, como as áreas se relacionam e quais particularidades daquela cultura influenciam o trabalho.

Por isso, uma distinção pode ajudar bastante antes da contratação:

O que precisa vir pronto e o que inevitavelmente precisará ser aprendido aqui?

Experiência reduz a curva de aprendizagem. Não elimina a curva de contexto.

“Vou dar mais um tempo.”Essa frase pode representar prudência — e muitas vezes representa.Decisões sobre pessoas não env...
22/09/2026

“Vou dar mais um tempo.”

Essa frase pode representar prudência — e muitas vezes representa.

Decisões sobre pessoas não envolvem apenas desempenho. Há história, confiança, conhecimento acumulado, impacto no time e consequências para o negócio.

Mas existe um momento em que esperar deixa de ajudar na decisão e passa apenas a adiá-la.

Uma boa forma de perceber essa diferença é observar se sabemos o que esperamos que mude, quando vamos reavaliar e o que estamos fazendo enquanto esperamos.

Se nada disso está claro, talvez não estejamos dando tempo à situação.

Estamos apenas dando mais tempo ao problema.

Nem toda decisão precisa ser rápida. Mas toda espera deveria ter um propósito.

Endereço

Rua Marechal Deodoro, 51 Conj 908A
Curitiba, PR
80020-320

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 08:30 - 18:30
Quarta-feira 08:30 - 18:30
Quinta-feira 08:30 - 18:30
Sexta-feira 08:30 - 18:30

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Camargo & Campos publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Camargo & Campos:

Atalhos

Compartilhar