Psicóloga Maria Tereza Rosa

Psicóloga Maria Tereza Rosa Atendimento Clínico e Orientação Profissional

07/08/2020

HOJE TEM LIVE DO CFP

A partir das 18h, você confere um papo especial com o tema "Papel da Psicologia no Combate à Violência de Gênero”. Assista ao vivo no Facebook, Youtube ou Twitter do CFP.

Saiba mais aqui: https://bit.ly/2DunGtM

Card com fundo marrom, imagem de um punho fechado composto por várias fotos de mulheres negras e logotipo do CFP. Texto da imagem: Live Papel da Psicologia no combate à violência de gênero. Lançamento da Resolução CFP nº 8/2020 sobre exercício profissional em relação à violência de gênero. Hoje, 18h.

 #180
07/08/2020

#180

LEI MARIA DA PENHA

No marco dos 14 anos da Lei Maria da Penha, comemorados neste 7 de agosto, o Conselho Federal de Psicologia reforça a divulgação da sua recém publicada Resolução CFP nº 08/2020, que estabelece normas de atuação do exercício profissional em relação à violência de gênero.

Assim como a Lei Maria da Penha conferiu importante e inegável avanço no arcabouço jurídico protetivo, acreditamos que a nova Resolução do CFP configura indispensável contribuição para que psicólogas e psicólogos consigam cumprir seu papel tanto no cuidado às vítimas quanto no enfrentamento a todas as formas de violência. Acesse a Resolução: https://bit.ly/2DtbiKP

Toda e qualquer forma de violência precisa ser denunciada. Ligue 180. Ligue 100. Ou faça a denúncia pelo aplicativo do Governo Federal "Direitos Humanos BR", que permite também o atendimento em LIBRAS. Ajude a interromper o ciclo da impunidade.

Card com imagem de uma mulher negra. Em seu rosto, uma mão vermelha pintada sobre a boca, como uma tentativa de calar sua voz. Logotipo do CFP. Texto da imagem: Viver sem violência é um direito das mulheres. Lei Maria da Penha (11.340/2006). Ligue 180.

03/08/2020

Agosto chegou e, com ele, aproxima-se o Dia das Psicólogas e dos Psicólogos. Neste ano, as comemorações serão online, como quase tudo nestes tempos de pandemia e (necessário) distanciamento social.

Que Psi você quer? Esta pergunta requer reflexões tão plurais quanto a nossa profissão, e é a partir delas que queremos avançar ainda mais na construção de Psicologias efetivamente acessíveis, comprometidas com a promoção de humanidades libertas, de saúde e qualidade de vida. Como a própria Psicologia nos ensina, é tempo de analisarmos as variáveis e, juntas(os), construirmos novos possíveis.

Assim, começamos o mês convidando você a ler a Revista Contato edição julho/agosto, que traz o início deste diálogo que queremos ter com a categoria, além de diversos conteúdos como as políticas de saúde e assistência social, os 30 anos do ECA, debates sobre racismo e capacitismo, e muito mais!

Acompanhe nossas redes sociais e saiba mais sobre as ações para o Dia das Psicólogas e dos Psicólogos!

Leia a revista em: www.crppr.org.br/quepsivocequer



Descrição da imagem: fundo salmão no qual, ao centro, está uma ilustração da Revista Contato aberta e mostrando um texto (à esquerda) e fechada (à direita), mostrando a capa salmão com a ilustração de uma aba de site dentro da qual se lê o título “CRP-PR quer saber. Que Psi você quer?”. Abaixo da ilustração aparece o texto: “Agosto 27 | Dia das Psicólogas e dos Psicólogos”. A logo da revista está centralizada no topo. A revista conta ainda com uma tarja salmão escuro, horizontal, em sua extremidade inferior, na qual aparecem alguns dos títulos de textos do interior da publicação. A arte possui ainda com uma moldura salmão escuro sobreposta ao fundo salmão claro, em cima da qual, na cor salmão, está escrito topo esquerdo da imagem “Edição 130”. A logo da revista está centralizada no topo. Na parte inferior esquerda da imagem aparece uma xícara de café branca e ao centro inferior da imagem está a logo do CRP-PR.

03/08/2020
08/05/2020

FICAR EM CASA É DEFENDER A VIDA

A pandemia da Covid-19 continua causando sérias preocupações em todo Brasil. Desde o final de abril a Organização Mundial da Saúde aponta para as Américas como novo epicentro mundial da doença, e as autoridades sanitárias afirmam que não é hora de flexibilizar o isolamento. Diante deste cenário, o Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR) vem percebendo, a partir das inúmeras demandas da categoria, a necessidade não apenas de orientar para a prática profissional, mas também de refletir sobre as contribuições sociais da Psicologia neste momento tão delicado.

Cenário ainda é de agravamento

Os números de contágio e óbitos vêm aumentando em todo país. O boletim epidemiológico do Ministério da Saúde de 07 de maio informa que mais de 125 mil pessoas já foram contaminadas no Brasil, com mais de 8,5 mil óbitos confirmados. Desta forma, o país torna-se um dos mais afetados pela pandemia no mundo, mesmo com uma das menores taxas de testagem por habitante.

No Paraná, o cenário não é diferente: o número de diagnósticos e óbitos continuam crescentes. Já são 1627 casos e 101 óbitos, segundo dados da SESA (Secretaria de Saúde do Paraná), também em 07 de maio. O cenário torna-se ainda mais preocupante considerando que a taxa de isolamento no Paraná está abaixo da média nacional e vem caindo sucessivamente, chegando a apenas 45% no início de maio (22ª colocação entre as unidades da federação). A indicação da OMS é de no mínimo 70%, para evitar a sobrecarga do sistema de saúde.

Outros fatores contribuem para a gravidade do cenário. Um deles é a facilidade de contágio característica dessa doença. O outro é a possibilidade de contágio entre pessoas assintomáticas, ou seja, uma pessoa pode ser infectada sem perceber e, antes que possa sentir os efeitos da doença, pode transmiti-la a muitas outras. E, ainda, há um grande déficit na quantidade disponível de te**es no Brasil, o que faz com que só casos mais graves e de profissionais de saúde sejam testados.

A situação se torna ainda mais difícil nas periferias brasileiras, seja pela precariedade das condições de moradia, ausência de ações efetivas do Estado e dificuldades no acesso a informações. Sendo assim, os riscos de contágio e óbitos se tornam ainda mais expressivos nestas regiões, sendo absolutamente necessárias políticas específ**as de proteção.

Esgotamento do sistema de saúde

Diante destes fatores, o Sistema de Saúde já vem dando sinais de esgotamento. Diversas prefeituras no Estado já vêm noticiando a escassez ou falta de leitos e respiradores disponíveis. Além disso, várias(os) profissionais de saúde se encontram estafadas(os), exaustas(os) e muitas(os) já contaminadas(os), afastadas(os), dificultando ainda mais o atendimento. Portanto, estas(es) profissionais – assim como outras(os) trabalhadoras(es) que não podem atuar de forma remota, nem suspender suas atividades – precisam muito da compreensão e colaboração de toda sociedade: o distanciamento social é um ato de solidariedade!

Em contrapartida, começamos a ter notícias de países que estão retomando gradativamente suas atividades presenciais. Contudo, verif**a-se que esta retomada só é possível após isolamento severo e consequente redução do contágio – cenário que não atingimos, nem sequer é tendência (os números continuam indicando agravamento da crise).

Aprofundamento das medidas preventivas

Frente a tantos desafios, a única medida que, até o momento, se mostra eficiente é o distanciamento social, ou seja, a permanência de todas(os) em suas casas o máximo de tempo possível, evitando o contato com outras pessoas.

É importante frisar que sair para passear, ir a parques ou praias, fazer exercícios físicos ao ar livre, visitar outras pessoas, fazer compras não essenciais, promover celebrações e reuniões com pessoas que não moram juntas não são atividades compatíveis com o isolamento necessário para contenção do vírus. Medidas de prevenção (tais como o uso de máscaras, a constante higienização das mãos e uso de álcool em gel, limpeza e ventilação dos ambientes), embora muito necessárias para minimizar o risco de contágio, não são garantias de segurança – todos estes procedimentos são passíveis de falhas.

Quando não há colaboração social para que o isolamento ocorra voluntariamente, diversos governos ao redor do mundo lançaram mão da estratégia do lockdown, ou seja, a imposição de um bloqueio, a proibição de circulação das pessoas nas vias públicas e obrigatoriedade do fechamento de todos os estabelecimentos considerados não essenciais, sob repressão policial e aplicação de multas. A medida começa a ser cogitada e implantada também em alguns municípios brasileiros.

Trabalho e renda frente ao isolamento

Desde as primeiras sinalizações pela necessidade das medidas de isolamento no Brasil, muitos questionamentos surgiram em relação à manutenção da economia e setores da sociedade passaram a pressionar governos e opinião pública pela reabertura precipitada do comércio e de serviços não essenciais.

Contudo, trata-se de uma falsa contraposição entre vida e economia. Primeiro porque a flexibilização do isolamento, ao que indicam as evidências científ**as e experiências de outros países, provoca maior contaminação e, com mais pessoas doentes, o dano à economia é ainda maior.

Além disso, esta falsa dicotomia esconde a necessidade da ação do Estado no provimento às condições de subsistência à população frente ao cenário de pandemia. De acordo com o pacto federativo vigente, cabe ao Estado a manutenção das garantias trabalhistas e o aporte material à população em casos de necessidade – e isto não apenas em situações de emergência como a que vivenciamos atualmente. Sendo assim, f**a evidente a importância do Poder Público, não só para a coordenação de esforços em saúde, mas também para proteção do trabalho, concessão de créditos e benefícios com eficiência, promoção de serviços públicos condizentes com as necessidades da população.

Não é, portanto, o vírus responsável pelos problemas econômicos que atingem a população durante pandemia, mas a forma de organização social do trabalho e da renda que favorece a desigualdade e a exclusão, sem uma resposta pública compatível.

Na ausência de uma ação governamental efetiva, verif**a-se a importância das redes de solidariedade e apoio, que se estabelecem em vários níveis para o suporte e promoção de cuidados a quem necessita.

Atuação profissional de Psicólogas(os)

Em relação à atuação profissional de Psicólogas(os), o Sistema Conselhos de Psicologia recomenda que todas as atividades passíveis de atendimento remoto sejam realizadas nessa modalidade, considerando o compromisso coletivo com a proteção à saúde pública. Deste modo, compete à autonomia e responsabilidade profissional, não obstante o diálogo entre equipes multiprofissionais, a definição quanto à continuidade, remanejamento, encaminhamento ou suspensão de atendimentos, tendo em mente a integridade e o menor prejuízo à pessoa atendida, às(aos) profissionais envolvidas(os) e à sociedade, sob o princípio fundamental de preservação da vida.

É sabido que parte signif**ativa da categoria atua de maneira autônoma – pesquisa do CFP e Dieese em 2016 apontava para um percentual de 42% das(os) Psicólogas(os) nesta condição. Sendo assim, o cenário econômico recessivo representa risco para estas(es) profissionais. Mesmo Psicólogas(os) que atuam com carteira assinada têm enfrentado dificuldades para manutenção de seus proventos e servidoras(es) públicas(os) também têm se deparado com ameaças de reduções salariais e demais perdas de direitos.

Nesse sentido, os Conselhos Federal e Regionais de Psicologia têm realizado contatos, videoconferências e enviado ofícios às(aos) gestoras(es), empregadoras(es), associações, de abrangência ao setor público e privado, ressaltando as atribuições e a importância das equipes de Psicólogas(os) e recomendando sua manutenção, mesmo diante dos desafios contextuais. Também têm recebido e encaminhado denúncias em diversas situações.

Outro questionamento recorrente neste contexto diz respeito ao pagamento de anuidades. Na impossibilidade da renúncia de receitas frente às obrigações financeiras da autarquia (manutenção das equipes, das estruturas físicas, das contas que também não tiveram abatimento), ao aumento de demandas de orientação e à necessidade de adaptação das estruturas para atendimento remoto, o que se pôde fazer foi a prorrogação de prazos para pagamento, sem juros, bastando a solicitação via formulário. Também foi prorrogado o prazo para solicitação de cancelamento de inscrição sem o pagamento da anuidade 2020, elegível apenas a Psicólogas(os) que não estejam exercendo a profissão.

Contribuições da Psicologia

O necessário isolamento para contenção da pandemia cobra um preço alto de toda a sociedade. Além das perdas materiais e dos riscos de perdas humanas, as consequências emocionais são percebidas em vários lugares do mundo que enfrentam este cenário há mais tempo do que nós. A sensação de confinamento, de insegurança, de privação, o sentimento de estar abrindo mão de várias atividades que nos são caras: tudo isso pode acarretar danos para nossa saúde mental e das nossas relações.
Esses males potenciais não desmerecem a necessidade do distanciamento como forma de proteção à saúde e à vida, mas confirmam a relevância da atuação das(os) Psicólogas(os) para que se promovam possibilidades de vivência de afeto apesar das privações. Para evitar e superar estes danos, é papel da Psicologia contribuir com sua ética e técnicas para que prevaleçam o senso de coletividade, de colaboração e de proteção à vida. É preciso que atuemos para a ampliação dos repertórios de cuidado e solidariedade da população, contra o individualismo, o descaso e a violência nas relações.
Defenda a vida, fique em casa!

Confira o texto completo, com links e demais orientações do CRP-PR em: https://crppr.org.br/f**aremcasaedefenderavida/

Descrição da imagem: A imagem é uma foto de um pai com uma criança sobre os ombros, sentado no sofá de casa. O menino está segurando no pescoço do pai, que segura os pés descalços do filho. Ambos sorriem discretamente. Ao fundo, uma estante com livros. Sobre a imagem está a frase: Ficar em casa é defender a vida. A foto está sob uma moldura verde, com a logomarca do CRP-PR no canto inferior direito.

Mais do que necessário.
17/03/2020

Mais do que necessário.

CORONAVÍRUS: ATENDIMENTO ON-LINE

Em função das recomendações sobre eventuais possibilidades de quarentena, resguardo e isolamento a fim de evitar o alastramento da pandemia do novo coronavírus, o Sistema Conselhos de Psicologia comunica à categoria que temporariamente, para os meses de março e abril, não será necessário aguardar a confirmação do cadastro no e-Psi para começar o atendimento on-line.

Leia o comunicado completo: http://bit.ly/2TWmfu3

Card com fundo verde e a logo do Sistema Conselhos. Texto da imagem: Coronavírus. Comunicado sobre atendimento on-line. Profissional poderá fazer temporariamente atendimento on-line sem aguardar aprovação do cadastro no E-PSI.

Vamos conversar? # façaterapiaAgenda aberta.Marque seu horário!
21/01/2020

Vamos conversar?
# façaterapia
Agenda aberta.
Marque seu horário!

Vamos dar apoio Psicológico para as vítimas.
20/01/2020

Vamos dar apoio Psicológico para as vítimas.

REFERÊNCIAS TÉCNICAS - RACIAIS

Mais do que uma Referência Técnica, esse documento é uma das respostas da Psicologia para contribuir com a superação do racismo, do preconceito e das diferentes formas discriminação. Acesse aqui: site.cfp.org.br/publicacoes

Arte com imagem da capa da Relações Raciais, Referências Técnicas para atuação de Psicólogas(os). Texto da imagem: Documento inédito busca contribuir com a superação do racismo, do preconceito e das diferentes formas de discriminação. Logotipos do CFP e Crepop.

Vamos debater?
10/01/2020

Vamos debater?

VAMOS DEBATER SAÚDE MENTAL

Dia 16 o CFP fará um bate papo sobre saúde mental e a importância de tratar do tema o ano inteiro!

O debate será transmitido on-line e você pode participar enviando suas perguntas nos comentários, que responderemos durante o Diálogo Digital.

Card em tons de azul com nuvem de palavras ligadas à temática da saúde mental. Texto da imagem: Diálogo Digital. Saúde Mental: de janeiro a janeiro. 16 de janeiro às 16 horas.

21/12/2019

COMBATE AO RACISMO

Hoje (20), nos 17 anos da Resolução 18/2002, que define a atuação profissional da Psicologia na reflexão sobre o preconceito e para eliminar o racismo, o CFP divulga a sua Referência Técnica sobre relações raciais.

Acesse aqui: http://bit.ly/2EBftS4

Endereço

Curitiba, PR

Telefone

41 9683-6787

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