04/02/2026
O que começa como uma brincadeira na internet pode acabar virando um grande negócio.
Memes nascem espontaneamente, viralizam rápido e, quando menos se espera, estão estampados em camisetas, canecas, perfumes, cursos e até nomes de marcas.
Mas nem tudo que viraliza é “terra de ninguém”.
Quando um meme passa a ser explorado comercialmente, seja por uma empresa, influencer ou marca, entram em cena questões importantes de direito autoral, marca e concorrência desleal. Frases icônicas, bordões famosos e personagens criados na internet podem, sim, ter dono.
Se o criador original consegue provar autoria e uso comercial indevido, a brincadeira pode virar dor de cabeça jurídica. Em alguns casos, essas expressões acabam sendo registradas como marca, o que impede terceiros de usá-las para vender produtos ou serviços.
O problema surge quando empresas se apropriam de memes sem autorização, acreditando que, por estarem na internet, são de uso livre. Spoiler: não são.
A cultura digital é rápida, criativa e colaborativa, mas isso não elimina direitos.
No mundo dos negócios, meme que vende deixa de ser só humor e passa a ser ativo comercial.
No fim das contas, a pergunta que f**a é simples:
quem está lucrando com a piada… e quem deveria?