Rurale consultoria e projetos agropecuários

Rurale consultoria e projetos agropecuários A empresa atua na prestação de serviços de consultoria agronômica, em áreas de agricultura e pecuária, focada na otimização dos processos das empresas rurais.

Gestão eficiente - Regularização e assistência técnicaRenato Marcos MateusVanessa Traldi
13/09/2019

Gestão eficiente - Regularização e assistência técnica

Renato Marcos Mateus
Vanessa Traldi

Evento: Diálogo sobre Crédito Rural.Com participação das instituições: Caixa Economica FederalBanco do BrasilSicoob Cred...
13/07/2018

Evento: Diálogo sobre Crédito Rural.

Com participação das instituições:
Caixa Economica Federal
Banco do Brasil
Sicoob Crediguaçu
Santander Brasil
Adriana A. Oliveira Bueno - Casa da agricultura de Descalvado

Esclarecendo o plano safra 2018/2019

Vanessa Traldi, Renato Marcos Mateus, Edson Nilce Baccarin Traldi, Albina Prescinotti, Fernando Bueno

13/03/2018

📈💰Balanço divulgado hoje pelo Mapa mostra o crescimento de 12,4% na contratação do crédito rural. Já foram tomados R$92,1 bilhões de empréstimos por meio desse crédito na atual temporada agrícola. Isso representa 49% dos recursos disponíveis para a safra 2017/2018. Um aumento de 12,4% em relação ao contratado no mesmo período da safra anterior. Leia mais em https://goo.gl/1zj37N

Estamos prontos para atende-los!!! 🌱🌾
12/03/2018

Estamos prontos para atende-los!!! 🌱🌾

Banco do Brasil deve liberar cerca de R$ 12 bi em pré-custeio em fevereiro.O Banco do Brasil (BB), líder na oferta de cr...
28/02/2018

Banco do Brasil deve liberar cerca de R$ 12 bi em pré-custeio em fevereiro.

O Banco do Brasil (BB), líder na oferta de crédito rural no Brasil com cerca de 66% do total, vai liberar em meados de fevereiro cerca de R$ 12 bilhões para pré-custeio da safra 2018/19, disse ao Broadcast Agro, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hubner. “Nossa expectativa é oferecer um valor um pouco acima do anunciado no ano passado, que foi de R$ 12 bilhões. Estamos nos organizando para isso”, informou Hubner.
Caso haja maior demanda, o banco considerará “eventualmente liberar mais do que o anunciado”, segundo Hubner. Ele admite a possibilidade porque as margens de lucro dos produtores estão apertadas e eles tendem a buscar mais as linhas de pré-custeio para adquirir os insumos. O que determinará o apetite pelos recursos, no entanto, será o andamento da colheita, na avaliação do executivo.

“Os trabalhos começaram em alguns lugares, mas se intensificam a partir do meio de fevereiro. Dependendo da produtividade no campo, o produtor aproveitará oportunidades no mercado para adquirir insumos neste período de frete de retorno mais barato”, explicou Hubner, referindo-se aos preços mais baixos pagos pelo transporte de insumos agrícolas dos portos aos centros produtores nesta época, aproveitando os caminhões que levaram a soja para os portos.
Ele destacou que, se o clima contribuir para o desenvolvimento das lavouras, o Brasil colherá sua segunda maior safra de grãos – prevista pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 227,9 milhões de toneladas, atrás da do ano passado, que foi recorde, com 237,7 milhões de t. “A previsão é de que o agronegócio será alavancado e haverá necessidade de recursos, de diversas fontes”. O valor liberado para pré-custeio, acrescentou Hubner, deve ser o maior já liberado pelo BB.

A escolha da data de anúncio está atrelada à redução do prazo de amortização do débito de pré-custeio de 18 para 14 meses, que vigora desde 1º de julho do ano passado. “Quem contratar os recursos em fevereiro terá de pagar até, no máximo, em abril do ano que vem”, reforça Hubner. Em abril, boa parte da colheita de soja costuma estar concluída no País, dando condições aos produtores rurais para quitar dívidas. O prazo menor não deve desestimular a tomada de recursos, na avaliação do executivo do BB. “No momento em que os agricultores negociarem sua safra, pagarão a dívida de pré-custeio e já poderão contratar outras linhas.”

O montante pode vir a ser tomado ainda com o intuito de comprar parte dos insumos para a safrinha deste ano. As indústrias de defensivos e fertilizantes vêm reportando atraso nas vendas para a cultura, decorrente da decisão dos agricultores de postergar a comercialização dos grãos na expectativa de que os preços no mercado interno subam. Hubner relatou ser natural também que parte do pré-custeio seja tomado para complementar a aquisição de insumos para a segunda safra de trigo, o giro da pecuária e lavouras de cana-de-açúcar. “Os ciclos não são mais tão definidos e a demanda por recursos tem sido diluída ao longo do ano”, argumentou.

Carteira
Hubner não informou, entretanto, qual é a meta do BB para sua carteira de crédito rural em 2018, mas disse acreditar “muito no crescimento da oferta de crédito de modo geral”. “O Caffarelli (Paulo Caffarelli, presidente do BB) falou recentemente dessa maior demanda por crédito por todos os setores.”

Hubner espera maior demanda, ao longo do ano, por recursos para investimentos em armazenagem, irrigação, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), instalações para produção de energia solar e, principalmente, máquinas e implementos agrícolas.

Fonte: https://istoe.com.br/bb-deve-liberar-cerca-de-r-12-bi-em-pre-custeio-em-fevereiro/

Venha fazer o seu Cadastro Ambiental Rural com a gente.Governo prorroga para maio prazo de adesão ao CARA inscrição do C...
03/01/2018

Venha fazer o seu Cadastro Ambiental Rural com a gente.

Governo prorroga para maio prazo de adesão ao CAR

A inscrição do CAR preocupa os produtores rurais porque, sem o cadastro, não se pode aderir ao Programa de Recuperação Ambiental (PRA) e sem a recuperação do chamado passivo ambiental, nome pomposo para a recomposição das áreas desmatadas, não se obterá crédito rural.

O novo prazo para adesão vencerá no dia 31 de maio de 2018. No dia 05 de maio, o CAR completará 4 anos de existência.

O CAR é um registro eletrônico obrigatório para os proprietários de imóveis rurais e é um dos mecanismos mais importantes para implementar o Código Florestal. Ele identifica as áreas de reserva legal e as áreas de preservação permanente das propriedades rurais do país. Com o cadastro, os órgãos ambientais saberão quem tem passivo ambiental e quem está seguindo o que determina a lei.

Segundo o Serviço Florestal Brasileiro, até o dia 30 de novembro foram cadastrados mais de 4.5 milhões de imóveis rurais, totalizando uma área de 420.722.670 hectares inseridos na base de dados do sistema. Faltam 397,8 milhões de hectares para ser cadastrados.

O QUE O AGRO ESPERA PARA 2018A economia terá um crescimento moderado no próximo ano, a inflação ficará abaixo do centro ...
03/01/2018

O QUE O AGRO ESPERA PARA 2018

A economia terá um crescimento moderado no próximo ano, a inflação ficará abaixo do centro da meta oficial, a taxa de juros em um dígito e o dólar em média a R$ 3,30. Essas projeções são resultado de enquete feita por Globo Rural com 50 lideranças do setor – executivos de empresas, dirigentes de entidades, consultores, produtores e analistas de mercado.

O PIB deve crescer 1,7%. Entre os mais otimistas, previsões entre 2,5% e 4% de crescimento. Quem aposta em retração falou algo entre -0,5% e -2%. Para a média dos que responderam, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve terminar 2018 em 3,95%.

Na média, a pesquisa apontou uma expectativa de taxa de juros de 7,5% ao ano até o final de 2018. Nas expectativas mais otimistas, a taxa esperada era de 6%. Os mais pessimistas em relação aos juros no Brasil chegaram a apontar 9,5% no ano que vem.

A taxa de câmbio deve ficar em R$ 3,30, conforme a média dos entrevistados. Quem espera dólar mais baixo falou em R$ 3, R$ 3,10. Mas houve quem estimasse um câmbio em até R$ 4,10.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi o mais citado como provável vencedor das eleições presidenciais do próximo ano, seguido do prefeito da capital paulista, João Doria. Também houve citações a Jair Bolsonaro, Marina Silva, Álvaro Dias e João Dionísio Amôedo, do Partido Novo. Alguns dos entrevistados acreditam em um “nome novo”.

Em relação à safra de grãos, a média dos entrevistados prevê a colheita de 238 milhões de toneladas em 2018, volume um pouco abaixo dos números da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra 2016/2017, estimada em 238,2 milhões de toneladas em agosto. Com o plantio em fase inicial, as previsões dos entrevistados variaram entre 190 milhões e 300 milhões de toneladas.

A pesquisa revelou que muitos não acreditam que vão se repetir nesta safra as condições excepcionais do ano passado, que proporcionaram uma produtividade recorde nas lavouras de grãos.

Neste ano, os produtores estão preocupados com a rentabilidade, pois os volumes colhidos nos principais países produtores pressionaram os preços no mercado internacional e também no Brasil.

Para se ter uma ideia, o indicador de soja do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) baseado em Paranaguá (PR) chegou a R$ 69,39 a saca de 60 quilos em 15 de agosto. No mesmo dia, em 2016, o valor era de R$ 81,06.

Lá fora, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou a estimativa da safra americana de soja de 115 milhões para 119 milhões de toneladas. Na divulgação dos dados, em 10 de agosto, o contrato da soja em Chicago caiu para US$ 9,40 por bushel. Em meados de julho, o papel tinha atingido US$ 10,43.

O milho não ficou atrás. Neste ano, até 15 de agosto, o indicador do Cepea apontava queda de 29,75%, de R$ 38,51 para R$ 27,05 a saca. Em Mato Grosso, o Instituto de Economia Agropecuária (Imea) reportou, em 14 de agosto, média de R$ 12,07. Um ano antes, 60 quilos valiam R$ 29,58.

Às vésperas do início do plantio, consultores acreditam em maior área de soja, ganhando espaço, especialmente, do milho. “A soja praticamente não tem concorrência. A compra está atrativa mesmo com os preços mais baixos que no ano passado”, diz Flávio França Junior. “O milho está pior. A princípio, o produtor passa para a soja”, acrescenta.

Carlos Cogo pensa de forma semelhante: “Falta opção. Se o produtor olhar a planilha de custos, o que sobra é a soja. A margem está caindo”, diz ele, enquanto calibra suas estimativas para a próxima safra de grãos.

FONTE: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/noticia/2018/01/o-que-o-agro-espera-para-2018.html

Pesquisadores já estão em campo para o Censo Agropecuário 2017.Pesquisadores já estão em campo para descobrir o que, em ...
08/11/2017

Pesquisadores já estão em campo para o Censo Agropecuário 2017.

Pesquisadores já estão em campo para descobrir o que, em uma década, mudou nas atividades rurais do Brasil. Eles participam do Censo Agropecuário 2017.

O que começa a ser desenhado é um mapa do Brasil rural em números e detalhes. Qual é a produção agrícola do país? Quantos rebanhos? Que tipos de animais são criados? Quem são os agricultores e pecuaristas e como eles trabalham?
Dezenove mil recenseadores do IBGE começaram, no domingo (1º), uma coleta digital dos dados, que vai até fevereiro. O censo vai passar por 5,3 milhões de propriedades agropecuárias.
“É uma atividade da mais alta importância não só para o IBGE, mas principalmente para o país. O agronegócio influencia de maneira definitiva e muito profunda a todo desempenho da economia brasileira”, disse o ministro do Planejamento, Dyogo Henrique de Oliveira.
O IBGE não vai fazer distinção do tamanho da área, pode ser qualquer pedaço de terra. O que importa é a produção agrícola e a criação pecuária, para sustento da família ou para o comércio. E o censo já constatou uma tendência: pequenos sítios, onde pais e filhos plantam e colhem para vender em feiras da região. É o crescimento da agricultura familiar.
José Renato e o filho Ronaldo cuidam das pequenas plantações de frutas e legumes e da produção de mel, na zona rural do Rio. “O IBGE para mim é muito importante. Ele vai nos mostrar que nós existimos, porque é considerado que nós não existimos aqui”, afirmou o agricultor José Renato Ferreira.
O censo também quer descobrir quantos vivem na cidade e trabalham no campo.
O censo vai valorizar e dar visibilidade a brasileiros que nem pensam em tirar as mãos da terra.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/10/pesquisadores-ja-estao-em-campo-para-o-censo-agropecuario-2017.html

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