Vértice Ambiental

Vértice Ambiental Somos uma empresa que fornece soluções ambientais na área industrial, equipamentos, sistemas, pes

"Fazer da gestão de resíduos, um instrumento de facilitação e satisfação dos clientes, que podem concentrar sua atenção e recursos no seu negócio principal." Gestão de Resíduos
Dever de cada um
Responsabilidade de todos
Compromisso permanente com as gerações futuras

Estamos literalmente alçando voos  mais altos agora na especialização, licenciamento e certificação de Aeródromos São Pa...
07/09/2025

Estamos literalmente alçando voos mais altos agora na especialização, licenciamento e certificação de Aeródromos São Paulo e Brasil.
(IBAMA, CETESB, ANAC, DECEA, COMAER)

Uma declaração ambiental de Tipo IIIUma declaração ambiental ou rótulo ambiental é a afirmação que indica os aspectos am...
26/09/2019

Uma declaração ambiental de Tipo III

Uma declaração ambiental ou rótulo ambiental é a afirmação que indica os aspectos ambientais de um produto. Um rótulo ou declaração ambiental pode aparecer sob a forma de um texto, um símbolo ou elemento gráfico no rótulo de um produto ou em uma embalagem, na literatura sobre o produto, em boletins técnicos, em propaganda ou publicidade, entre outras coisas. O termo produto inclui bens e serviços.

Uma declaração ambiental de Tipo III é aquela que fornece dados ambientais quantificados, usando parâmetros predeterminados e, quando pertinente, informações ambientais adicionais. Os parâmetros predeterminados são baseados na série NBR ISO 14040, que é composta pelas NBR ISO 14044 e NBR ISO 14040. As informações ambientais adicionais podem ser quantitativas ou qualitativas.

As normas internacionais para comunicação ambiental relacionadas a produtos, com base na ACV, requerem o uso de regras de categoria de produto (RCP). Os operadores das comunicações de declaração ambiental de produto e de pegada de Tipo III, bem como de outras organizações, adquiriram diferentes níveis de experiência no desenvolvimento e uso de RCP.

A qualidade da RCP disponível no mercado varia, e a de baixa qualidade corrobora o risco de minar a utilidade e a credibilidade da RCP em geral. Uma abordagem internacional comum para o desenvolvimento da RCP também pode facilitar o envolvimento de todas as partes interessadas, incluindo as dos países em desenvolvimento, o que pode aumentar a qualidade e a consistência da RCP em geral.

Este documento destina-se a assegurar certo nível de qualidade da RCP, fornecendo princípios, requisitos e diretrizes para o seu desenvolvimento, incluindo análise crítica, registro e atualização. Destina-se a beneficiar organizações, governos, comunidades e outras partes interessadas: fornecendo procedimentos eficientes e consistentes para o desenvolvimento de RCP de boa qualidade; permitindo a harmonização da RCP ou o reconhecimento da equivalência de medidas, quando pertinente; proporcionando uma melhor compreensão da RCP, especialmente entre as partes interessadas e regiões.

Boa parte das empresas do Brasil omitem ou forjam as informações para obter o Licenciamento Ambiental.O Tema é sério e v...
07/08/2019

Boa parte das empresas do Brasil omitem ou forjam as informações para obter o Licenciamento Ambiental.

O Tema é sério e verídico, o grau de verificação e análise é quase nenhum ou nenhum apenas na acreditação por vistas grossas.

O Ministério do Meio Ambiente por sua vez vai afrouxando as regras e estados e municípios vão descentralizando a seriedade do evento em troca das taxas financeiras que não são pequenas.

Triste história de um país chamado Brasil.

Planeta Terra atinge em 2019 o esgotamento de recursos naturais mais cedo da históriaA partir desta segunda-feira (29), ...
30/07/2019

Planeta Terra atinge em 2019 o esgotamento de recursos naturais mais cedo da história

A partir desta segunda-feira (29), humanidade estará usando mais do que a Terra consegue repor

O Planeta Terra atinge nesta segunda-feira (29) o ponto máximo de uso de recursos naturais que poderiam ser renovados sem ônus ao meio ambiente. Em 2019, a humanidade atingiu a data limite três dias antes que em 2018 – e mais cedo do que em toda a série histórica, medida desde 1970.

Isso significa que, a partir de agora, todos os recursos usados para a sobrevivência (água, mineração, extração de petróleo, consumo de animais, plantio de alimentos com esgotamento do solo, entre outros pontos) entrarão em uma espécie de "crédito negativo" para a humanidade

O que muda com o novo marco regulatório de agrotóxicos da Anvisa
30/07/2019

O que muda com o novo marco regulatório de agrotóxicos da Anvisa

As propostas de mudar o licenciamento ambiental. E as críticas a elas.Projeto que avança no Congresso pode ter impacto e...
25/07/2019

As propostas de mudar o licenciamento ambiental. E as críticas a elas.

Projeto que avança no Congresso pode ter impacto em áreas de floresta, comunidades tradicionais e patrimônios histórico e arqueológico

INDÚSTRIA, AGRONEGÓCIO, MINERAÇÃO E INFRAESTRUTURA SÃO SEGMENTOS DA ECONOMIA QUE TÊM ESPECIAL INTERESSE NA MUDANÇA DAS REGRAS DE LICENCIAMENTO

pelo deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), integrante da Frente Parlamentar Agropecuária. Kataguiri apresentou um texto substitutivo à proposta de 2004, elaborado pela Frente e por representantes da indústria. O licenciamento ambiental é um tema quente no cenário político. A qualquer momento, o Congresso tem diversos projetos que tratam do assunto. O embate em torno dessa questão costuma se dar entre setores que acreditam que o licenciamento como está restringe o desenvolvimento econômico, impondo entraves a diversas atividades, e os que veem nele uma importante proteção a áreas como meio ambiente, qualidade de vida, planejamento urbano e patrimônio histórico e cultural. “Simplificar este processo pode gerar ainda mais riscos de morte às pessoas e danos irreversíveis ao meio ambiente. As tragédias de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, estão aí para dirimir dúvidas” Jorge Eremites de Oliveira Presidente da SAB (Sociedade de Arqueologia Brasileira) Indústria, agronegócio, mineração e infraestrutura são segmentos da economia que têm especial interesse na questão do licenciamento ambiental. Em 2014, um documento da CNI (Confederação Nacional da Indústria) afirmou que existem 27 mil regras federais e estaduais relacionadas ao meio ambiente. Uma das conclusões do levantamento é que se trata de um emaranhado regulatório que inviabilizaria muitos empreendimentos. Do lado ambientalista, muitos atores reconhecem a importância de simplificar o processo de licenciamento ambiental. Entretanto, alertam que igualmente essencial é investir nos órgãos ambientais, em aspectos como capacitação e contratação de pessoal e buscar maior eficiência dos estudos de impacto. “O grande problema hoje é menos de regra e mais de operacionalização”, disse Raul do Vale, diretor de Justiça Socioambiental do WWF-Brasil.

Resíduo industrial é ainda o grande vilão do meio ambienteApesar da constante evolução tecnológica, a classificação de r...
24/07/2019

Resíduo industrial é ainda o grande vilão do meio ambiente

Apesar da constante evolução tecnológica, a classificação de resíduos ainda é um grande desafio no mercado industrial brasileiro. De acordo com o engenheiro ambiental e suporte técnico do Freitag Laboratórios, Richard L. Vailati, o descarte de forma incorreta dos resíduos industriais é um dos grandes responsáveis pelas maiores agressões ao meio ambiente.

Em razão da intensa atividade industrial, o volume de ‘sobras’ da produção também se torna expressivo. Mas esse não seria um grande problema se houvesse uma devida classificação dos resíduos. “Na maioria das vezes, essas ‘sobras’ não são descartadas de maneira adequada, o que traz consequências desastrosas, não só para o meio ambiente, mas também para a saúde pública”, explica Richard.

Outro fator importante é que grande parte da indústria não se atém a algumas exigências técnicas para que essa classificação seja realizada devidamente. “Há de se levar em consideração que as pessoas que manipulam de alguma maneira estes resíduos necessitam de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) adequados ao seu grau de periculosidade, sendo extremamente necessária nestes casos uma avaliação completa”, afirma.

A classificação dos resíduos pode ser feita diretamente pelo gerador, através da identificação do processo produtivo, enquadrando o resíduo nas listagens dos anexos A ou B da Norma ABNT NBR 10004:2004. Basta um responsável técnico habilitado pela empresa declarar tal informação em laudo. No entanto, segundo o especialista do Freitag, o mais recomendado é que ela seja realizada e monitorada por um laboratório de análises ambientais, pois sem esse suporte é grande a possibilidade de ocorrerem falhas, já que ela funciona de forma empírica e é somente através de uma análise laboratorial detalhada que se pode determinar com exatidão a composição e, consequentemente, a classificação de um resíduo.

O que muitas empresas brasileiras ainda não se deram conta é que destinar essas ‘sobras’ de forma consciente e eficiente também pode ser uma oportunidade de gerar mais economia na atividade industrial.

Professor comenta sobre a responsabilidade da indústria com o meio ambienteCerca de 200 empresas europeias devem perder ...
24/07/2019

Professor comenta sobre a responsabilidade da indústria com o meio ambiente

Cerca de 200 empresas europeias devem perder até US$ 1 trilhão por causa do clima

O Acordo de Paris prevê mudanças na produção industrial para que ocorram avanços e uma readequação de empresas na geração de energia limpa para diminuir a emissão de gases do efeito estufa na atmosfera. Na Europa muitas são as empresas que realizam investimentos na economia verde, mas o Brasil ainda está muito longe disso.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Um Olhar sobre o Mundo.

Um Olhar sobre o Mundo
A coluna Um Olhar sobre o Mundo, com o professor Alberto Amaral, vai ao ar toda segunda-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

Política ambiental acirra embate ideológico ao redor do mundoDebate sobre como lidar com aquecimento global está se tran...
23/07/2019

Política ambiental acirra embate ideológico ao redor do mundo

Debate sobre como lidar com aquecimento global está se transformando em campo de batalha entre antiglobalistas e progressistas, com altos riscos para o Brasil

OLIVER STUENKEL

12 JUL 2019 - 14:47 BRT

Em cada vez mais países, o debate público sobre como enfrentar a mudança global do clima está virando tema central do embate entre a extrema-direita e o campo progressista. Nos Estados Unidos, Alexandria Ocasio-Cortez, a nova estrela da esquerda, escolheu o combate contra o aquecimento global como peça-chave da sua mensagem, e o clima é prioridade dos candidatos do Partido Democrata ao desafiar o presidente Donald Trump, que rejeita as evidências científicas sobre as mudanças climáticas. Durante a recente campanha na Dinamarca, os social-democratas priorizaram o debate sobre o tema, escolha considerada decisiva para sua vitória apertada nas eleições contra o Partido do Povo Dinamarquês, da direita. Na Alemanha, o Partido Verde, que privilegia o combate contra o aquecimento global, está em franca ascensão e atualmente em segundo lugar nas pesquisas, enquanto a Alternativa para a Alemanha (AfD), de extrema-direita, apresenta a ameaça da mudança do clima como parte de uma "conspiração globalista".

Entre os progressistas, padrões sociais aceitáveis estão mudando de maneira inimaginável alguns anos atrás. Nos centros urbanos europeus, dominados pelo eleitorado cosmopolita, os donos de SUVs que consomem muita gasolina estão cada vez mais sujeitos ao ostracismo social. Em Berlim, por exemplo, ações de ativistas do movimento se tornaram frequentes no trânsito. Na Europa, postar fotos no Instagram de viagens aéreas intercontinentais para lazer gera cada vez mais comentários negativos. Na Suécia, já existe um termo específico, “Flygskam” (vergonha de voar, em tradução livre), reflexo de uma tendência de só viajar de avião quando for absolutamente inevitável.

Para onde vai o A68, o maior iceberg do mundo, que se desprendeu da Antártida?Faz dois anos que um bloco monstruoso de g...
23/07/2019

Para onde vai o A68, o maior iceberg do mundo, que se desprendeu da Antártida?

Faz dois anos que um bloco monstruoso de gelo conhecido como A68 se desprendeu da Antártida.

Imagens de satélite mostram que o iceberg – o maior do mundo – girou nas água do Mar de Weddell e agora está se movendo para o norte ao longo de uma península da Antártida.

Polícia montada investiga sumiço de água de iceberg que seria usada para fazer vodca no Canadá

O gigantesco iceberg que está se separando da Antártida – e por que o aquecimento global é inocente neste caso

Por um tempo, pareceu que a massa de água congelada de 160 km de comprimento tinha ficado presa em uma área onde o mar é mais raso. O A68 corria o risco de se tornar a maior ilha de gelo do mundo.

Mas o iceberg voltou a se movimentar – e aumentou sua velocidade.

"Para um objeto que pesa cerca de um trilhão de toneladas, o iceberg A68 parece ser um tanto quanto ágil", diz o professor de geologia Adrian Luckman, glaciologista da Universidade de Swansea, no Reino Unido.

"Depois de um ano ficando próximo ao bloco de gelo do qual se desprendeu, em meados de 2018 o A68 foi atingido pela Weddell Gyre, uma corrente oceânica que o girou em 270 graus e o carregou 250 km ao norte", diz Luckman à BBC News.

"O iceberg tem 160km de comprimento e apenas 200 metros de grossura – proporção equivalente à de um cartão de crédito – então é surpreendente que ele tenha sofrido tão pouco dano em sua viagem até agora."

O A68 se desprendeu da beirada da plataforma de gelo conhecida como Larsen C em julho de 2017. Luckman faz parte do projeto Midas, que acompanha o Larsen C, e também tem seguido o progresso do A68 desde então, usando os satélites europeus Sentinel-1.

Os dois satélites Sentinel-1 passam sobre a região onde está o iceberg de pouco em pouco tempo. Eles são equipados com sensores de radar que conseguem ver a superfície da Terra independentemente das condições do tempo ou de iluminação. No momento, a Antártida está em meio à escuridão do inverno.

Quem acompanha o A68 se pergunta: será esse seu destino, ancorar da Geórgia do Sul e derreter no seu "cemitério de icebergs"?

Endereço

Rua SÃO LUCAS, 60
Diadema, SP
09913060

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Vértice Ambiental posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Vértice Ambiental:

Compartilhar