20/05/2026
O mercado imobiliário de Curitiba tem acompanhado com atenção as mudanças no Plano de Zona de Proteção do Aeroporto do Bacacheri, especialmente após a revisão das superfícies limitadoras de obstáculos e a divulgação de novos limites altimétricos para determinadas regiões da cidade.
Mas existe um ponto essencial que muitos debates públicos não explicam corretamente: o limite de altura não é absoluto.
O Plano Básico de Zona de Proteção de Aeródromo (PBZPA), regulamentado pelo COMAER/DECEA, estabelece superfícies de proteção para garantir a segurança das operações aéreas. Essas regras podem impactar edifícios, torres e grandes empreendimentos próximos às rotas aeronáuticas.
Com a atualização do plano do Aeroporto Bacacheri, alguns projetos passaram a exigir análises técnicas mais detalhadas. Porém, ultrapassar uma superfície aeronáutica não significa, automaticamente, que o empreendimento está proibido.
A própria regulamentação prevê a realização de Estudos Aeronáuticos para avaliar, caso a caso, os impactos reais sobre a segurança e a operação aérea. Fatores como localização, características do aeroporto, critérios técnicos e medidas mitigadoras podem tornar um projeto viável, mesmo quando há penetração das superfícies limitadoras.
Ou seja: muitos empreendimentos ainda podem ser aprovados mediante análise técnica especializada junto ao COMAER/DECEA.
Por isso, antes de concluir que um terreno perdeu potencial construtivo, é fundamental realizar uma avaliação técnica estratégica.
Atuamos com:
• estudos de viabilidade construtiva aeronáutica;
• estudos aeronáuticos;
• análise preliminar de altura máxima viável;
• assessoria técnica junto ao COMAER/DECEA;
• suporte para incorporadoras, arquitetos, engenheiros e investidores.
Quer entender o real potencial do seu empreendimento? Entre em contato e saiba mais.