23/08/2022
O gás ozônio já é bem conhecido em diversas áreas da saúde e estética humana (de animais TB) pelos diversos benefícios que ele traz. De uns tempos para cá, esse gás tem tido merecido destaque no tratamento de água e efluentes, pela sua capacidade bactericida, redução da turbidez, resíduos de agrotóxicos, entre outros aspectos.
Na indústria de alimentos tem se tornado alternativa viável para as empresas que buscam atender às exigências dos consumidores quanto a busca por tecnologias "mais verdes"
Natural e barato, o ozônio não deixa resíduos nos alimentos, não altera sua composição nutricional e melhora características organolépticas (cor, sabor e aroma) de diversos produtos alimentícios
Sua capacidade em não não deixar resíduos, se deve ao fato de que a molécula de ozônio é altamente instável e, após curto espaço de tempo, é oxidado resultando em gás oxigênio 🤗
Em países como EUA, Japão, Austrália e França, seu uso já está regulamentado para utilização como aditivo químico em alimentos, devido à sua capacidade de manutenção e aumento da vida de prateleira.
No Brasil, ANVISA e MAPA ainda não regulamentaram seu uso como aditivo. No entanto, o MAPA já permite que seja utilizado como sanitizante em alimentos orgânicos
A expectativa é que, em breve, a utilização do gás ozônio seja popularizada no ramo de alimentação, como alternativa ao uso de saneantes clorados, uma vez que demanda menor concentração durante a sua aplicação, menor tempo de contato com o alimento, além de permitir a redução no número de processos.
Embora o investimento inicial na aquisição dos equipamentos de conversão do gás oxigênio em ozônio demande planejamento financeiro por parte dos empresários, a redução nos custos operacionais e tempo de processos podem ser observados em curto espaço de tempo
Para saber mais, consulte:
www.foodsafetybrazil.org
www.myozone.com.br
www.oxipower.com.br