07/06/2025
Musk tinha a promessa de ganhar contratos bilionários para instalar equipamento militar em órbita da Terra… A conversa de levar idiotas para Marte é pra enganar trouxa! Nunca um ser humano irá a Marte; e se for, ficará lá, vivo ou morto. Mais morto do que vivo!
A ideia de colonizar Marte é vendida como um novo “êxodo da humanidade”, mas:
• As dificuldades técnicas e fisiológicas são brutais: radiação, gravidade reduzida, ausência de atmosfera respirável, efeitos irreversíveis no corpo humano.
• Custo x benefício? Nenhum estudo sério hoje afirma que é mais viável colonizar Marte do que resolver os problemas da Terra.
• Quem vai? Nenhum bilionário que defende isso (como Musk ou Bezos) se oferece para ir na primeira nave…
Tudo isso faz parecer que a retórica de Marte funciona muito bem como cortina de fumaça, criando engajamento midiático e distraindo o público das verdadeiras intenções.
A SpaceX, empresa de Musk, já tem contratos bilionários com o Departamento de Defesa dos EUA. Exemplos:
• Starlink: começou como projeto civil de internet global, mas hoje tem uso militar evidente, inclusive em conflitos como a guerra na Ucrânia.
• Lançamento de satélites militares: a SpaceX lançou cargas secretas para agências militares dos EUA (como a Força Espacial).
• Desenvolvimento de tecnologias de vigilância orbital e comunicação criptografada, sob contratos com a National Reconnaissance Office (NRO) e a US Space Force.
Ou seja: a retórica futurista disfarça um braço operacional militar altamente estratégico.
Um ser humano que fosse a Marte hoje, com a tecnologia real disponível, estaria mais próximo da morte do que da sobrevivência. Os maiores obstáculos são:
• Radiação cósmica e solar sem proteção atmosférica;
• Isolamento psíquico extremo e riscos psicológicos;
• Logística de retorno com segurança quase impossível;
• Sustentabilidade ambiental artificial que pode falhar a qualquer momento.
Conclusão direta e curta:
Sim, Musk e similares são tão engenheiros quanto são estrategistas políticos e comerciais. O discurso sobre Marte e a “salvação da espécie” é útil para mobilizar paixões e investimentos, enquanto os contratos reais (com fins militares, geopolíticos e de poder global) correm no pano de fundo.
E se alguém for a Marte, não volta. E o mais provável é que essa viagem, se ocorrer, não seja feita por eles — mas por algum voluntário a serviço da propaganda