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Pai é aquele que cuida, que ama e que protege.Obrigado por fazer tudo isso e muito mais.Feliz dia dos Pais!
13/08/2017

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"O futuro pertence aqueles que acreditam na beleza de seus sonhos."
20/07/2017

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VAREJO: REINVENÇÃO CONSTANTEPesquisa da Capgemini com 150 empresas brasileiras dos segmentos de varejo, bens de consumo ...
11/07/2017

VAREJO: REINVENÇÃO CONSTANTE

Pesquisa da Capgemini com 150 empresas brasileiras dos segmentos de varejo, bens de consumo e finanças aponta que o conceito de transformação digital está ganhando impulso no país. O movimento é provocado pelo maior poder do consumidor conectado e pela concorrência de novos modelos de negócios de competidores nativos digitais, como o chamado “Gafa” – Google, Apple, Facebook e Amazon -, além de Uber, Airbnb, Netflix, bancos digitais e plataformas e aplicativos para os mais variados fins.

A pesquisa destaca que, embora ainda exista espaço para mudanças nas empresas ouvidas, 47% investem em transformação digital. O tema sensibiliza os executivos mais importantes, o “C level”, mas o envolvimento dos funcionários ainda é deficiente. As tecnologias digitais são utilizadas para entender melhor o mercado e os clientes: 63% usam a internet para esse fim; 57% usam mídias sociais; e 53% adotam serviços móveis, indicando que a abordagem multicanal tem sido importante para suas estratégias de negócio.

Hoje, para as empresas, perder a corrida da transformação digital significa perder sua capacidade de competir, ou, pior, pôr em risco a própria sobrevivência.

“A transformação digital não é um risco de tecnologia, mas sim de negócio, e foi motivada pela internet e pela mobilidade. Essas tecnologias deram origem às redes sociais, à computação na nuvem e ao smartphone, que colocou uma capacidade poderosa na mão do usuário”, diz Sergio Paulo Gallindo, presidente executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

O crescimento contínuo das capacidades de processamento e de armazenamento a custos cada vez menores fez surgir novas tecnologias, como internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e computação cognitiva. Mauro D’Angelo, diretor de soluções de indústria e desenvolvimento de negócios na IBM Brasil, diz que uma das causas é a explosão dos dados – que dobram a cada dois anos – como resultado da combinação da mobilidade com as mídias sociais e da sensorização do mundo físico. “Cerca de 80% são dados não estruturados – texto, áudio, vídeo – e quem souber tirar inteligência disso para tomar decisões vai atender melhor o cliente”, diz.

Laércio Cosentino, CEO da Totvs, diz que a transformação digital está sendo motivada pelo desejo de as pessoas compartilharem informações para colaborar, consumir e se expressar.
“Não basta digitalizar os produtos. No caso da Totvs, temos uma jornada de quatro anos, de 2015 a 2019, com três frentes de trabalho: cultura e ambiente, processos de atendimento, oferta e portfólio. É como fazer com que a companhia volte a ser uma startup, se reinventando a todo momento, pois temos de dar exemplo para nossos clientes.”

Para Cesar Gon, CEO da CI&T, a principal causa não é apenas o impacto das empresas disruptivas, e sim o aumento do poder do consumidor hiperconectado. Marcia Ogawa, sócia e líder de transformação digital da Deloitte, diz que estamos no meio da mudança para um novo ciclo econômico provocado por novas tecnologias, a exemplo de inteligência artificial, IoT, robótica, nuvem, big data e analytics. “A mudança no comportamento do consumidor é uma consequência dessas tecnologias.”

Gon alerta que muitas empresas estão se aproximado de startups ou abrindo escritórios no Vale do Silício, mas que a transformação de uma empresa vai além disso. A CI&T criou o Prisma, um novo ambiente de trabalho com ilhas de inovação para promover a transformação digital de clientes como Natura, Itaú, Dasa e SulAmérica. “A verdadeira transformação implica mexer no modelo de liderança, nos processos e na forma como a empresa resolve problemas e toma decisões”, afirma Gon.

A Accenture vem adquirindo diversas empresas de soluções e criando espaços de inovação como o Recife Innovation Center; o Analytics Innovation Center, no Rio de Janeiro; o Centro de Excelência em Agribusiness, uma garagem de inovação (Accenture Garage), além da agência Accenture Interactive, que abriga projetos de design thinking com a Fjord, todos em São Paulo.

“O mercado hoje é mais atento do que há três anos, mas ainda há um desconhecimento do que seja uma empresa digital. É preciso criar uma experiência integrada fim a fim”, diz Flaviano Faleiro, líder da Accenture Digital para a América Latina.

Marco Stefanini, CEO Global da Stefanini, diz que o serviço de TI tradicional nunca foi inovador, apenas implantava uma ou outra inovação de algum fornecedor de hardware ou de software. Agora mudou o contexto. A Stefanini, por exemplo, passou a ser uma integradora de soluções e muito mais digital. Ele destaca a agência digital, a assistente virtual Sofie, e o core bancário com APIs para integração com o digital.

Os setores mais avançados são os que têm contato com o consumidor como bancos, varejo, saúde, telecomunicações e bens de consumo. As operadoras de telecomunicações têm como ameaça a mudança de comportamento do consumidor e redução das receitas de voz. Nos bancos, em 2016, das 65 bilhões de transações bancárias, 57% foram realizadas no internet banking ou no mobile banking – que já responde por 34% do total.

“A transformação digital dos bancos ocorre diariamente, mas não é só uma questão de TI e sim de cultura, estrutura e, principalmente, de pessoas”, afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de tecnologia da Febraban e diretor de tecnologia do Banco do Brasil.

Empresas de utilities também estão atentas às mudanças. Carlos Zorzoli, country manager da italiana Enel – que controla as concessionárias de energia Ampla e Coelce -, informa que o grupo anunciou investimentos de € 4,7 bilhões em digitalização, sendo 83% na infraestrutura das redes de energia, usinas e instalações; 15% no relacionamento com clientes, e 2% nas pessoas. No Brasil, já são cerca de 800 mil medidores inteligentes instalados.

Fonte: Valor Econômico

11/07/2017

UM PASSEIO PELOS NOVÍSSIMOS MALLS DO CATAR

Grandiosos, luxuosos, inovadores... Embarque conosco nesta viagem pelo Catar e seus malls

O pequeno Catar é conhecido como um dos países mais “mall-friendly” do mundo. Com cerca de dois milhões de habitantes – 75% imigrantes, uma das mais altas taxas do mundo –, o país lidera a lista das nações mais ricas, sendo seguido por Luxemburgo e Singapura. Detém a segunda maior renda per capita do mundo, assim como um dos maiores IDHs. Entrará a partir de agora ainda mais nos holofotes internacionais, já que é lá que vai ocorrer a Copa do Mundo FIFA 2022.

Desde 2004, o país vem investindo numa forte modernização arquitetônica e turística, com a inauguração de hotéis, museus, complexos empresariais e shopping centers por todo lado. A capital, Doha, que abriga mais de 80% da população do país, possui uma profusão de guindastes trabalhando 24 horas por dia.

Mall of Catar
Em abril de 2017, a cidade inaugurou o maior mall e complexo de entretenimento do país, o Mall of Qatar, que pretende tornar-se uma referência em todo o Oriente Médio. Com 500 mil metros quadrados, área equivalente a 50 campos de futebol, o mall abriga 500 lojas, 17 salas de cinema, complexo anunciado como o maior 3D Imax do mundo, uma diversidade de opções em alimentação, programação cultural para todos os gostos, jardins e áreas para famílias e crianças, e um hotel Hilton. Grandioso: em seu núcleo há uma cúpula de vidro do tamanho de três campos de futebol especialmente projetada para trazer luz natural e vegetação ao centro de compras. A expectativa é receber 20 milhões de visitantes no primeiro ano.

A localização é estratégica. Bem perto dali, está o estádio Al Rayyan que será utilizado na Copa do Mundo FIFA 2022. “O centro de compras irá preencher a necessidade de uma área de varejo de luxo junto a opções de entretenimento”, disse Rony Mourani, diretor geral do Qatar Mall.

Villaggio Mall
Antes desta inauguração, o paraíso das compras era o Villaggio Mall. Inspirado na Itália, possui canais para se passear de gôndola – tal como Veneza –, e uma ala semelhante à Galleria Vittorio Emanuele, tal como Milão. Todas as grifes de luxo estão lá, e há ainda um túnel subterrâneo que o conecta ao imponente hotel The Torch Doha.

Mais sobre o Catar e seus novos malls

Conhecido hoje como um destino turístico e de compras, o Catar nem sempre gozou dessa posição privilegiada. Localizado em uma península no golfo Pérsico, limitado pela Arábia Saudita e pelos Emirados Árabes Unidos, o Catar, até o fim dos anos de 1940, era pobre e suas atividades econômicas se limitavam à criação de camelos e pesca de peixes. Com a descoberta e consequente exploração de campos petrolíferos, o país conseguiu grande avanço econômico. Atualmente há investimentos na indústria pesada e na extração de gás natural como alternativa à produção de petróleo, cujas jazidas deverão se esgotar ainda no século XXI.

Como medida econômica preventiva, o governo catariano investiu fortemente seus petrodólares no mercado financeiro mundial, com o intuito de assegurar o seu futuro quando as reservas petrolíferas se esgotarem. O turismo e comércio também se tornaram importantes ferramentas econômicas.

A capital Doha muito se inspira na prima Dubai, misturando tradição e modernidade. Os populares souks, mercados de rua, que tanto agradam os turistas vêm enfrentando cada vez mais a concorrência de malls luxuosos, modernos e completos, com um diferencial desleal: eles oferecem ar-condicionado, um trunfo que faz diferença quando se está diante de temperaturas entre 40°C e 50°C no verão.

Ironicamente, diz-se que esta modernização que o país empreende hoje foi estimulada por Sheikha Mozah, a mais conhecida das três esposas do então emir Hamad – que há pouco abdicou do trono em favor do filho para dar espaço à nova geração, algo inédito na história do mundo árabe, onde até agora nunca um soberano havia renunciado ao poder voluntariamente.

Incentivada ou não por Sheika, a modernização no país vem agitando o setor de shopping centers. Fora os quinze inaugurados entre janeiro e abril, o país espera mais nove inaugurações até 2019. Vamos conhecer alguns deles?

AlHazm
Inspirado na Itália, este shopping de luxo possuirá um domo de vidro como teto para uma autêntica piazza (ou praça, em português) que abrigará oliveiras de 200 anos importadas da Sicília. No chão, o piso de mármore ajudará a manter o clima ameno apesar do calor de mais de 40 graus lá fora. Segundo o jornal local, Doha News, o mall não terá redes franqueadas, nem praça de alimentação, apenas marcas de luxo. O grupo desenvolvedor Al Emadi Enterprises também está de olho no fluxo da Copa do Mundo FIFA 2022 que está por vir. “O projeto vai atrair as famílias de residentes, turistas e visitantes do evento esportivo”, comentou o CEO do grupo, Mohamed Abdulkareem Al Emady.

Tawar Mall
Perto dali, o Tawar Mall também é esperado para abrir as portas até dezembro. Estão previstas 300 lojas e restaurantes, incluindo um souq indoor, uma área de entretenimento desenhada tal como uma fábrica de brinquedos gigante, e a primeira unidade da rede de supermercados europeia Spar.

Place Vendôme
Projeto de uso múltiplo inspirado em Paris, é resultado de um investimento de US$1,25 bilhão de dólares. Após algumas datas de inauguração, agora anuncia como oficial meados de 2018.
A área de um milhão de metros quadrados terá um hipermercado, áreas dedicadas exclusivamente ao entretenimento, dois hotéis cinco estrelas e 500 lojas.

Marina Mall
A ser inaugurado em 2019, este mall de três andares está em frente à Marina e Iate Clube na cidade de Lusail. De uso misto, compreenderá hotéis, centro empresarial, prédios residenciais, e locais voltados exclusivamente para a convivência e entretenimento.

Fonte: Google

NÚMERO DE MARCAS DE FRANQUIAS NO PAÍS DEVE SE MANTER ESTÁVEL EM 2017Após cair o número de marcas de franquias no Brasil,...
06/07/2017

NÚMERO DE MARCAS DE FRANQUIAS NO PAÍS DEVE SE MANTER ESTÁVEL EM 2017

Após cair o número de marcas de franquias no Brasil, o País deve manter, em 2017, a quantidade atuante no mercado nacional. A estimativa é da ABF (Associação Brasileira de Franchising) que prevê ainda aumento na quantidade de unidades franqueadoras e de número de empregos diretos.

A estabilidade é comemorada pela associação que espera manter também o número de 8% de crescimento de faturamento. O crescimento é i mesmo registrado em 2016, quando o setor atingiu a marca de R$ 151.247 bilhões, cerca de 2,4% do PIB.

“Entendemos que a economia deste ano terá uma retomada ainda muito modesta. É importante destacar que os índices começaram a melhorar e que a confiança também deve continuar nesse ritmo. Nos últimos seis meses estão surgindo novas marcas e é natural que algumas não tenham mais condições necessárias para se manter, por isso estimamos que vamos manter o número de marcas até o fim do ano”, disse Altino Cristofoletti Junior, presidente da ABF, durante abertura da ABF Expo, feira de franquias que acontece nesta semana, em São Paulo.

A redução do número de marcas registrada entre 2016 e 2015 é justificada pela associação como um movimento natural. Segundo Cristofoletti, a estruturação e o amadurecimento do mercado de franquias globalmente indicam a redução da quantidade de marcas tornando o modelo mais sustentável.
Apesar disso, o País se mantém na quarta posição dos países com maior número de redes no mundo. Dentre as marcas que atuam no Brasil, 94,8% são nacionais.

“Essa porcentagem é um demonstrativo de como ainda há oportunidades para as marcas no Brasil. Quando a situação econômica do País melhorar, não tenho dúvidas que atrairemos muitas marcas internacionais. Isso é ótimo para o mercado porque atrai diversidade e competitividade”, completa.
Crescimento

O número de unidades de franquias deve continuar crescer entre 4% e 5% este ano, ainda segundo a estimativa da ABF. O principal motivo é a expansão das franquias pelo território brasileiro. Atualmente existem lojas distribuídas em 42% do País.

“Expandir para interior e em cidades menores é uma tendência que vem forte a partir desse ano. Isso porque nos últimos anos, devido ao processo de inovação das próprias empresas, novos produtos e serviços surgiram, assim como outros canais de vendas como food-trucks, home bases entre outros. Essas novas características facilitam a chegada em outras regiões”, completa o presidente da ABF.

O número de empregos também deve crescer timidamente a partir deste ano. Ano passado o País fechou com 1,192 milhões de empregos diretos, mantendo-se estável em relação a 2015.

Fonte: Assessoria de imprensa

06/07/2017

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