01/12/2023
De tempos em tempos me (re)apresento por aqui!
Às vezes penso que será que é para as pessoas novas que estão me seguindo me conhecerem melhor ou será que sou eu mesma que preciso me (re)conhecer novamente?
Às vezes, a gente se perde.
Eu, nos últimos dois anos e meio me perdi “gravemente”.
Foi difícil me (re)encontrar, me escondi bem escondida!
Assim como a Rosa - tentei bravamente, várias vezes, florescer. Acúmulei espinhos...
Há pouco tempo me (re)conheci escritora. Veja só, aos 38 anos comecei a escrever poemas.
Justo eu, que até então, era boa nos números e planilhas.
Acredito que a alma é imortal, portanto a minha não sei quantos anos tem.
Acredito também que o corpo é mortal, e a vida na terra uma passagem interessante para a alma.
Portanto, se a minha alma é velha, tenho conhecimentos acumulados dentro do meu ser. Basta eu os reconhecer.
Talvez por isso, sempre me considerei auto-didata.
Livros me encantam a alma.
Em uma ano pós pandêmico, onde minha mãe morreu de COVID - estava realmente aguardando ansiosamente a vida se (me) encantar.
Este texto vem de encontro ao encanto...
Se chegou até aqui e quer continuar lendo, clique no link tree na bio e clique em "os espinhos da rosa são todas as tentativas dela ser".
Afinal de contas: "o texto escrito é o palco de um possível encontro. O autor tem a palavra, mas é com o leitor que ela sonha. Embora pertençam a quem escreve, as palavras apenas se entregam a quem as lê. O texto semeia, a leitura - insemina!" Gianetti