aflora_consultoria

aflora_consultoria A Aflora atua no plano das organizações, apoiando empreendedores a despertarem o seu potencial regenerativo através de consultorias e educação online

Nasci em 1981, durante a segunda grande onda do feminismo no mundo e no Brasil.Em 1988 tivemos uma grande mudança na con...
11/08/2026

Nasci em 1981, durante a segunda grande onda do feminismo no mundo e no Brasil.
Em 1988 tivemos uma grande mudança na constituição brasileira, e assim mulheres tiveram, por lei, garantidos , seus direitos reconhecidos, na sociedade civil, igualmente ao dos homens.

Ufa, que bom que eu nasci nesta época da humanidade, caso contrário, talvez eu tivesse sido queimada nas fogueiras da inquisição.

Eu sou a terceira de quatro filhas mulheres, na minha casa crescemos ouvindo do meu pai e da minha mãe: "vocês vão trabalhar, ganhar o dinheiro de vocês e não depender financeiramente de homem nenhum!"

Hoje, compreendo a importância de ter sido criada assim!

Dinheiro pode não trazer felicidade, mas traz liberdade de escolha. E poder ter liberdade para escolher, é uma dávida!

Liberdade de expressão e autonomia financeira caminham juntas.

Meu maior desejo é que cada vez mais mulheres tenham autonomia financeira e que possam ter liberdade para produzir, nas brechas do sistema atual, mundos mais alinhados a sua essência.

Fomos por muito tempo alienadas por um sistema injusto e opressor.

Se você é mulher e já alcançou autonomia financeira, o que você expressa quando se sente livre?

Em qual produção de mundo você se engaja?

O que faz seu coração bater animado e o foco do olhar brilhar?

Você sabe quanto sua empresa fatura.Mas sabe quanto desse dinheiro é, de fato, seu?Existe uma diferença entre ganhar din...
10/08/2026

Você sabe quanto sua empresa fatura.
Mas sabe quanto desse dinheiro é, de fato, seu?

Existe uma diferença entre ganhar dinheiro e se apropriar financeiramente daquilo que você construiu.

Muitas mulheres trabalham, lideram, empreendem, geram receita, pagam contas, sustentam equipes e famílias — mas continuam mantendo uma relação distante com o próprio dinheiro.

Não olham os números.
Não sabem exatamente quanto podem retirar.
Não definem seu patrimônio.
Não negociam.
Não colocam preço no próprio trabalho.
E, muitas vezes, ainda sentem culpa quando o dinheiro começa a chegar.

Apropriação financeira também é liberdade.

É conhecer seus números.
É saber quanto vale o seu trabalho.
É poder dizer não.
É ter margem para escolher.
É não depender da aprovação de alguém para sustentar as próprias decisões.

E existe uma relação profunda entre apropriação financeira e liberdade de expressão.

Porque quando uma mulher tem autonomia financeira, ela amplia sua capacidade de dizer o que pensa, posicionar-se, discordar, mudar de caminho e sair de lugares que já não fazem sentido.

Dinheiro não compra liberdade.

Mas autonomia financeira pode criar as condições para exercê-la.

Apropriação financeira nos dá a possibilidade de criar mundos. Inscrever dentro do sistema atual realidades mais alinhadas a nossa macro e micro visão.

Quanto da sua liberdade você está disposta a construir através da sua própria autonomia financeira?

Aos 40+, talvez a relação com o dinheiro precise deixar de ser apenas sobre segurança e começar a ser também sobre liberdade.

Não é sobre acumular por acumular.
É sobre ter recursos suficientes para que suas escolhas sejam realmente escolhas.

Negócios liderados por mulheres geralmente tem um fluxo produtivo diferente do fluxo criado e sustentado pelo capitalism...
07/08/2026

Negócios liderados por mulheres geralmente tem um fluxo produtivo diferente do fluxo criado e sustentado pelo capitalismo estrutural.

Negócios liderados por mulheres tendem a crescer, mas não crescer a qualquer custo.

As mulheres, quando chegam ao mundo do empreendedorismo, trazem novas variáveis ao mundo do capital estruturado por homens.

Mulheres, biologicamente, entendem mais sobre ciclos, sobre ciclar.

Antes da colheita, existe preparação. Antes da expansão, existe fortalecimento.

Nem todo momento é de acelerar. Existem fases de organizar, investir, reconstruir e criar raízes.

Quando ignoramos os ciclos, comprometemos a sustentabilidade de qualquer sistema vivo - inclusive o do seu negócio.

Para a Aflora, mulheres empreendedoras não buscam crescimento infinito, buscam vitalidade, consistência e capacidade de florescer no longo prazo.

A magia de ser mulher empreendedora aos 45 anosExiste uma liberdade que só chega com o tempo.Aos 45 anos, percebi que em...
31/07/2026

A magia de ser mulher empreendedora aos 45 anos

Existe uma liberdade que só chega com o tempo.

Aos 45 anos, percebi que empreender deixou de ser sobre provar alguma coisa para alguém.

Já não tenho a urgência de ocupar todos os espaços, de dizer "sim" para todas as oportunidades ou de transformar cada ideia em um projeto.

Hoje, minha maior habilidade é escolher.

Escolher onde colocar minha energia.
Escolher quais clientes fazem sentido.
Escolher quais batalhas não merecem ser travadas.

Durante muitos anos acreditei que sucesso era velocidade.

Hoje entendo que sucesso é profundidade.

Enquanto o mundo jovem acelera, eu, madura cultivo passos mais coerentes e lentos.

Enquanto jovens empreendedoras perseguem crescimento exponencial, eu curiosamente me desconstruo.

Descobri que a maturidade feminina traz um tipo de inteligência que não aparece nas planilhas.

É a capacidade de perceber padrões.
De confiar na própria intuição sem abrir mão da estratégia.
De reconhecer pessoas.
De dizer "não" sem culpa.

Existe uma magia silenciosa em empreender aos 45.

É quando deixamos de buscar validação e começamos a construir legado.

Quando entendemos que liderança não é controle, mas presença.

Quando percebemos que nossa energia vale mais do que nosso tempo.

Talvez o maior ativo de uma mulher de 45 anos não seja sua experiência.

Seja sua capacidade de finalmente fazer negócios do seu próprio jeito.

Ou seja, precisariamos de quase dois planetas terra gerando e regeberando recursos naturais para dar conta do consumo hu...
30/07/2026

Ou seja, precisariamos de quase dois planetas terra gerando e regeberando recursos naturais para dar conta do consumo humano. Seja qualidade do ar, seja qualidade do solo, seja água potável...

Será que se a Terra está sobrecarregada, nós também não estamos?

Será a sobrecarga um sintoma que afeta a todos que habitam este ecossistema?

Se o sistema atual reverbera suas forças através de uma sociedade que usa e consome, e se o problema hoje está no consumo exacerbado, que vem destruindo de forma agressiva as florestas mundiais e devastando ecossistemas inteirinhos…

Por que será que consumimos tanto? Quem está consumindo? Porque estamos passando do ponto? Estamos acumulando o quê pra quem e porquê?

Qual vazio o consumo preenche? E a necessidade de poder? A serviço do que tudo isso está?

Quanto mais distantes ficamos da origem das fontes que nos fornecem energia vital, seja a luz do sol, o oxigênio recém produzido pelas árvores, o alimento recem colhido do solo, o banho de água pura, o vazio aumenta.

A desconexão humano-natureza, a desacralização de algo que jamais deveria deixar de ser sagrado, a nossa conexão com a Terra, a nossa conexão com o cosmos.

O excesso de consumo e o desejo incessável de centralizar poder “como a expressão de uma procura de identidade no vazio étnico e cultural criado com a destruição de todos os valores, exceto daquele que serve os interesses do mercado”

Porque destruímos aquilo que tanto ansiamos?

Produzir novos mundos talvez seja o trabalho mais urgente do nosso tempo.Não porque nos faltem tecnologias ou recursos, ...
26/06/2026

Produzir novos mundos talvez seja o trabalho mais urgente do nosso tempo.
Não porque nos faltem tecnologias ou recursos, mas porque nos faltam metáforas capazes de sustentar futuros diferentes.
A agricultura de monocultura foi muito influenciada pela metáfora da terra como uma fábrica de produção. Pela ótica dos colonizadores, nos primórdios do capitalismo, em terras, espécies e mão de obra assépticas, coopturadas e alienadas...
Já a grofloresta parte de outra metáfora: a terra como um organismo vivo ou uma rede de relações. As práticas resultantes são bastante diferentes porque as imagens fundamentais que orientam o pensamento também são diferentes.
Para investigar a realidade, os seres humanos precisam de modelos, imagens e analogias que funcionam como pontes entre o que já conhecemos e o que estamos tentando compreender. As metáforas não substituem os dados, mas ajudam a tornar os dados inteligíveis.

Durante muito tempo, organizamos a economia a partir da lógica da máquina. Um sistema desenhado para controlar, prever, acelerar e extrair. Nesse imaginário, a terra se torna recurso, o rio se torna insumo e as pessoas se tornam mão de obra.
Não existe realidade desprovida de metáforas.
Toda forma de produzir conhecimento carrega uma imagem sobre como o mundo funciona.
A agrofloresta nos oferece outra imagem.
Numa agrofloresta, não existe monocultura. Não existe crescimento isolado. Não existe prosperidade de uma única espécie.
O que existe é uma teia de relações onde diversidade gera abundância, cooperação produz resiliência e o desenvolvimento de cada elemento fortalece o sistema como um todo.
Talvez a economia regenerativa seja exatamente isso: a capacidade de abandonar a metáfora da máquina e começar a aprender com a floresta.
Não se trata apenas de regenerar solos, rios ou paisagens.
Trata-se de regenerar os imaginários que orientam a forma como produzimos valor, organizamos empresas e desenhamos futuros.
Porque antes de existir no mundo, todo novo sistema precisa existir na imaginação.
E os mundos que precisamos habitar amanhã estão sendo cultivados hoje.
"Quais metáforas orientam a forma como você trabalha, empreende e produz valor? A máquina ou a flores

Mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) global depende da natureza. O ar limpo, a água limpa, os solos saudáveis, ...
22/06/2026

Mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) global depende da natureza. O ar limpo, a água limpa, os solos saudáveis, a infraestrutura natural e outros recursos essenciais produzidos pelos ecossistemas são avaliados em aproximadamente US$ 125 trilhões por ano.
No entanto, as abordagens atuais para financiar a agricultura regenerativa, a conservação ambiental e outros investimentos fundamentais para uma economia positiva para a natureza ainda são insuficientes para fechar a lacuna dos chamados "trilhões ausentes", ou seja, os enormes volumes de investimento necessários para viabilizar a transição para uma economia que regenere e valorize a natureza.
Após anos trabalhando com agrofloresta e negócios regenerativos, percebi a existência de um enorme vazio econômico que ainda precisa ser preenchido para que esses empreendimentos possam ser verdadeiramente escaláveis, lucrativos e regenerativos ao mesmo tempo.
Hoje, o mercado remunera principalmente os produtos gerados pela terra: alimentos, fibras, madeira e commodities. No entanto, raramente remunera os benefícios ecossistêmicos produzidos durante o processo.
Uma agrofloresta implantada em um solo degradado não produz apenas alimentos. Ela regenera funções ecológicas essenciais. Aumenta a matéria orgânica do solo, restaura a biodiversidade, melhora a infiltração e retenção de água, reduz a erosão, sequestra carbono, cria resiliência climática e fortalece economias locais.
Esses benefícios possuem valor real para a sociedade, mas permanecem, em grande parte, invisíveis aos sistemas econômicos atuais.
Enquanto continuarmos remunerando apenas a produção e não a regeneração, estaremos limitando o potencial transformador da agrofloresta e de outros sistemas regenerativos.
A grande oportunidade do nosso tempo é desenvolver mecanismos capazes de medir, reconhecer e remunerar a regeneração.
Precisamos valorizar a capacidade humana de restaurar paisagens degradadas e aumentar sua capacidade de gerar vida.
Acredito que o próximo passo da economia será reconhecer o capital regenerativo: o valor criado quanto um território aumenta sua vitalidade. Assim, estaremos criando uma economia alinhada com a vida!

É fato, somos uma maioria ainda oprimida. A postura crítica ao sistema ao qual somos sujeitas, o capitalismo neoliberal ...
24/05/2026

É fato, somos uma maioria ainda oprimida. A postura crítica ao sistema ao qual somos sujeitas, o capitalismo neoliberal ainda feudal e patriarcal é exatamente sobre isso! Descentralizar poder das mãos de quem o acumulou de forma agressiva e opressiva me parece um excelente caminho a seguir!

Há 7 meses, voltei a estudar, a ler, encontrei minhas semelhantes na linha do tempo.  Encontrei antropólogas e filósofas...
22/05/2026

Há 7 meses, voltei a estudar, a ler, encontrei minhas semelhantes na linha do tempo. Encontrei antropólogas e filósofas feministas ecologistas maravilhosas, que hoje têm por volta dos seus 75 anos e seguem compondo a vida.
Elas nem imaginam o quanto estão preenchendo minha mente e meu coração de ânimo e disposição.
Elas me trouxeram notícias que me reconectaram com a "minha estrada", elas de fato, encantaram novamente a minha alma.
Em um mundo repleto de informações rasas e rápidas ainda bem que eu ofereço intensa resistência e me dedico a leituras lentas e profundas.
Em breve, muitas coisas por aqui neste perfil vão de atualizar e eu estou é bem animada com tudo que está por vir.
A vida é mesmo uma viagem, e ainda bem que eu amo muito viajar!

Eu não sei vocês, mas eu, de tempos em tempos, entro em crises. Percebo elas chegando, resisto para entrar, mas não tem ...
14/05/2026

Eu não sei vocês, mas eu, de tempos em tempos, entro em crises. Percebo elas chegando, resisto para entrar, mas não tem jeito, é inevitável.
Em uma viagem ao Rio de Janeiro, uma vez, visitei o Museu do Amanhã e o outro museu bem pertinho ali.
No museu do amanhã estava tendo aquela exposição da cosmovisão, do mundo, de como estamos vivendo e no final acabava com a contemplação de uma Churinga. Um objeto Aborígene que era usado na contação de histórias para costurar o tempo, presente, passado, futuro.
E no outro museu, estava tendo a exposição "defeito de cor", lindíssima, e na entrada, na subida de uma rampa, estava escrito bem grande na parede: "Se você não sabe para onde ir, olhe para de onde veio."

Enfim, invariavelmente, as crises sempre me fazem voltar para EU MESMA.

Em algum momento dela, volto a estudar, olhar para o que eu gosto, para o que me importa, para o que move minha alma.

Esta última crise foi muito incrível a costura que fiz, agradeço a volta no espiral. Me recordou muito quem sou e o que vim fazer aqui.

Dentre todas as tentativas, de erros e acertos para voltar ao prumo, e o "tempo da corpa" foram de grandíssima utilidade.

Beijos mulherada querida, é muito bom estar devolta, bem mais afiadaaaaa e animadaaaa!!!!

Endereço

Rua Rio Grande Do Sul 295
Garopaba, SC
88495000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando aflora_consultoria posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar