30/11/2020
*Opinião: Feliz Dia do Síndico*
Por Paulo Melo
_Em comemoração ao Dia do Síndico, este artigo de opinião procura estimular uma profunda reflexão sobre o verdadeiro papel do síndico e do próprio comportamento na figura do representante do condomínio junto à sociedade_
O dia 30 de novembro é a data em que se comemora o dia do síndico. Conforme convenção de entidades de síndicos do brasil todo e algumas leis municipais, estaduais e distrital. Simbólico e poético! Porém, a simples instituição da lei ainda não foi suficiente para valorizar de fato essa honrosa missão.
Os síndicos são muito importantes para a sociedade, mas acabam não sendo valorizados pelos condôminos e funcionários de condomínios. Os conflitos que o síndico tem que resolver, combinado com os problemas do condomínio, o fazem solitário e desvalorizado.
No entanto, os síndicos e gestores condominiais acabam esquecendo que, assim como em outras missões, o mais importante é ser persistente para conseguir cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia.
A condomínio é a base democrática e participativa de uma sociedade. O que seria dos condôminos sem um síndico para responder civil e criminalmente, assinar contratos, cuidar da conservação e guarda das áreas comuns do condomínio, identificar problemas na infraestrutura ou em equipamentos, elaborar previsão orçamentária anual, realizar a prestação de contas, fiscalizar o pagamento das taxas condominiais buscando evitar a inadimplência, aplicar e cobrar multas ou advertências caso seja necessário, garantir o pagamento de funcionários e outras despesas, e buscar a contratação do seguro do condomínio.
Mas não podemos desanimar, pois em contraponto a falta de respeito histórica ao síndico, estão surgindo entidades que buscam fortalecer as prerrogativas do síndico e valorizar cada vez mais o seu trabalho pelo condomínio. Assim como em qualquer outro trabalho, é necessário ter perseverança e persistência, além de atualizar-se constantemente em cursos e congressos.
Em suma, a valorização da profissão começa pelos próprios síndicos, que devem acreditar e difundir esta ideia. Por exemplo, se recebemos propina de alg