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Continuamos com a pesquisa em nosso DNA, mas hoje nos consideramos uma empresa que busca resolver problemas de marketing usando dados.

Uma maioria parlamentar pode acelerar decisões. Mas o número de cadeiras, isoladamente, não explica como o poder será ex...
15/10/2026

Uma maioria parlamentar pode acelerar decisões. Mas o número de cadeiras, isoladamente, não explica como o poder será exercido.

Para compreender um cenário político, é necessário observar mais do que a composição do Legislativo: como se formam as alianças, como as propostas são debatidas, quais mecanismos de fiscalização permanecem ativos e como as instituições respondem às decisões tomadas.

Governabilidade e controle institucional não são conceitos incompatíveis. A capacidade de executar uma agenda pública pode coexistir com a transparência, a fiscalização e o respeito às regras democráticas.

O desafio está em distinguir força política de funcionamento institucional. Uma coisa é medir o apoio disponível para aprovar propostas. Outra é compreender as condições, os limites e os efeitos do exercício desse poder.

É nessa perspectiva que a GRUPOM trabalha: transformar dados em compreensão do cenário, identificando relações, interpretando evidências e oferecendo subsídios para decisões mais bem fundamentadas.

Essa visão também orienta o pensamento de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política, pesquisador do comportamento do brasileiro e diretor da GRUPOM: números são apenas o ponto de partida de uma análise política. Interpretar o cenário exige contexto, evidências e método.

Porque, na política, medir forças é importante. Compreender o que elas representam é essencial para tomar decisões.

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E se os seus clientes estivessem escolhendo o concorrente por motivos que você nem imagina? 🤔O consumidor nem sempre diz...
12/10/2026

E se os seus clientes estivessem escolhendo o concorrente por motivos que você nem imagina? 🤔

O consumidor nem sempre diz o que espera, valoriza ou procura. Muitas vezes, suas escolhas revelam o que nenhuma conversa consegue mostrar.

Entender esse comportamento exige mais do que experiência e intuição. Exige pesquisa e inteligência de mercado para transformar informações em decisões melhores.

Há décadas a GRUPOM ajuda empresas a compreender seus consumidores, identificar oportunidades e tomar decisões com mais segurança.

Quem conhece melhor o mercado tem mais chances de conquistar espaço.

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Reduzir a abstenção pode mudar uma eleição. Mas não necessariamente da maneira que muitos imaginam.Em seu artigo “A redu...
09/10/2026

Reduzir a abstenção pode mudar uma eleição. Mas não necessariamente da maneira que muitos imaginam.

Em seu artigo “A redução da abstenção é a solução?”, Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro, chama a atenção para uma diferença fundamental: estimular o eleitor a comparecer não garante que ele vá votar — e muito menos indica em quem votará.

A ausência tem causas distintas. Pode envolver desinteresse, falta de identificação com as alternativas, problemas de saúde, mobilidade ou dificuldade de deslocamento. Cada situação exige uma leitura diferente.

Para a inteligência eleitoral, o desafio não é apenas olhar para o percentual de abstenção, mas compreender o que os dados permitem concluir — e o que ainda permanece incerto.

Este conteúdo é baseado no artigo de Leandro Rodrigues. A análise reforça uma premissa importante para a GRUPOM: dados eleitorais precisam ser interpretados com método, contexto e responsabilidade.

Pesquisa revela. Inteligência interpreta.

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As urnas não confirmaram exatamente o que as pesquisas estavam dizendo na véspera do 1º turno.📊As pesquisas realizadas n...
05/10/2026

As urnas não confirmaram exatamente o que as pesquisas estavam dizendo na véspera do 1º turno.📊

As pesquisas realizadas nos últimos dias antes do 1º turno mostravam uma disputa extremamente apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro. Levantamentos como Quaest, Datafolha, AtlasIntel, CNT/MDA, PoderData e Gerp registravam diferenças pequenas e, em alguns casos, empate técnico.

Mas a urna apresentou uma fotografia diferente: Flávio terminou o 1º turno com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Isso não significa, automaticamente, que “as pesquisas erraram” — e muito menos que exista uma única explicação para o desvio. Uma pesquisa mede a intenção declarada no momento em que a entrevista é realizada. O resultado eleitoral acontece depois, quando milhões de pessoas ainda podem mudar de opinião, concentrar sua escolha, não responder a uma pesquisa ou simplesmente não comparecer.

É justamente aí que começa a análise que interessa.

O que aconteceu entre a última entrevista e a urna?

Essa é uma pergunta mais produtiva do que simplesmente procurar um culpado para o resultado. Porque entender um desvio eleitoral exige investigar quando ele aconteceu, em quais segmentos ocorreu, quais movimentos foram captados — e quais ficaram fora do radar.

Pesquisa revela. Inteligência interpreta.

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E se uma parte importante da eleição estiver justamente onde a pesquisa consegue enxergar menos?🤔Uma pesquisa registra u...
02/10/2026

E se uma parte importante da eleição estiver justamente onde a pesquisa consegue enxergar menos?🤔

Uma pesquisa registra uma resposta em determinado momento. A urna, porém, aparece dias depois. Entre esses dois momentos, escolhas podem mudar, votos podem ser reorganizados e alguns eleitores podem simplesmente não aparecer nas entrevistas.

No artigo “O eleitor fora do radar de 2026”, Leandro Rodrigues chama atenção para quatro movimentos que merecem ser observados na reta final: o eleitor tardio, o voto útil, o chamado voto envergonhado e o eleitor que não responde, recusa ou não é alcançado pelas pesquisas.

O ponto central é que nenhuma dessas possibilidades, isoladamente, explica tudo. Diferenças entre pesquisas e resultados eleitorais podem ter múltiplas causas — e precisam ser investigadas com cuidado.

É aí que a pesquisa deixa de ser apenas uma fotografia e passa a ser uma ferramenta para investigar quem está visível, quem está mudando e quem pode estar ficando fora do radar.

Para a GRUPOM, medir o eleitorado é apenas o começo. Interpretar os movimentos por trás dos números é o que transforma dado em inteligência.

Conteúdo baseado no artigo “O eleitor fora do radar de 2026”, de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro.

Na GRUPOM, pesquisa revela. Inteligência interpreta.

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Você pode ter um voto. Mas vai chegar até a urna?É uma pergunta simples, mas que pode mudar a maneira de interpretar uma...
01/10/2026

Você pode ter um voto. Mas vai chegar até a urna?

É uma pergunta simples, mas que pode mudar a maneira de interpretar uma pesquisa eleitoral.

Uma pesquisa registra a intenção de voto de quem respondeu naquele momento. A eleição, porém, exige uma ação concreta alguns dias depois: comparecer, votar e transformar a intenção em voto.

Nas eleições presidenciais de 2022, 20,95% dos eleitores aptos não compareceram ao primeiro turno — 32,8 milhões de pessoas.

E existe outra dimensão importante: em 2026, 1 ponto percentual do eleitorado representa aproximadamente 1,59 milhão de pessoas. Uma variação aparentemente pequena na abstenção pode, portanto, representar milhões de eleitores.

Por isso, intenção de voto, interesse, entusiasmo e disposição para comparecer não são exatamente a mesma coisa.

Existem ainda grupos que costumam aparecer pouco: quem não responde às pesquisas, quem está distante da campanha e quem pode chegar à reta final ainda pouco mobilizado.

Para a pesquisa, isso abre uma questão importante: não basta perguntar quem o eleitor escolhe. É preciso compreender a distância entre essa escolha e a presença na urna.

Esse carrossel é baseado no artigo “A eleição se decide no comparecimento”, de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro, publicado em 28 de setembro de 2026.

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O que faz uma escolha parecer boa o suficiente para ser tomada?Nem sempre uma decisão nasce de uma comparação completa e...
29/09/2026

O que faz uma escolha parecer boa o suficiente para ser tomada?

Nem sempre uma decisão nasce de uma comparação completa entre todas as alternativas. Existe um ponto em que continuar procurando custa mais tempo e atenção do que parece valer a pena.

Na eleição, isso pode ajudar a entender o chamado eleitor tardio. Ele pode não ter uma preferência pronta, mas já carregar rejeições, simpatias, avaliações, lembranças e informações suficientes para construir uma escolha quando chegar o momento.

É importante olhar para duas dimensões: quanto esforço o eleitor está disposto a fazer e o que considera suficiente para decidir.

Isso ajuda a explicar uma aparente contradição: alguém pode demorar muito para decidir e, ainda assim, decidir rapidamente.

Para 2026, o autor levanta uma hipótese: talvez parte do eleitorado esteja chegando à decisão com um teto de esforço menor e um limiar de suficiência também menor. Mas ele próprio ressalta que ainda não existe uma série histórica capaz de demonstrar essa tendência. Trata-se, portanto, de uma hipótese a ser investigada.

E é justamente aí que a pesquisa ganha outra dimensão.

Não basta perguntar “em quem você vota?”. É preciso entender quando, como e com quais informações essa escolha se tornou suficiente para o eleitor.

Nosso texto é baseado no artigo “O que faz uma escolha parecer boa”, de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro.

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A eleição chegou. O entusiasmo, não.Uma pesquisa da RTBD divulgada em 24 de setembro mostra que 55% dos entrevistados nã...
27/09/2026

A eleição chegou. O entusiasmo, não.

Uma pesquisa da RTBD divulgada em 24 de setembro mostra que 55% dos entrevistados não estão animados com a eleição presidencial; 29% disseram estar animados e 16% ficaram no “mais ou menos”.

O dado ganha outra dimensão quando colocado ao lado de um fenômeno que Leandro Rodrigues vem analisando: parte do eleitorado entrou tarde no processo de decisão e pode não estar disposta a dedicar muito mais esforço à escolha.

Ter uma preferência não significa necessariamente acompanhar a eleição de perto. Entre notícias, redes sociais, pesquisas, propaganda e outras demandas da vida cotidiana, a política disputa uma atenção que é limitada.

O artigo não afirma que os 55% estejam “cansados da política”. A pesquisa, sozinha, não permite concluir isso. Mas o dado ajuda a formular uma pergunta relevante: quando o eleitor finalmente decide que já sabe o suficiente, o que pesa nessa escolha?

É nesse ponto que a pesquisa precisa ir além do percentual. Não basta saber o que o eleitor responde. É preciso compreender o contexto, o nível de atenção e o estágio em que essa decisão se encontra.

Este carrossel é baseado no artigo “A eleição chegou. O entusiasmo, não”, de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro, publicado em 24 de setembro de 2026.

Na GRUPOM, pesquisa revela. Inteligência interpreta.

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25/09/2026

👀 GRUPOM NA MÍDIA
——
MÉTODOS DIFERENTES PODEM PRODUZIR RESULTADOS DIFERENTES

Mario Rodrigues Neto explica por que levantamentos pela internet, por telefone e presenciais podem registrar padrões distintos sem que isso signifique erro metodológico. Domingos Ketelbey destaca a importância de informar como cada pesquisa foi feita.

LINK NA BIO
O episódio 86 do Domingos Conversa, com a participação de Mario Rodrigues Neto, Diretor da GRUPOM, está disponível no YouTube, Spotify e no seu tocador de podcast favorito.

Nem todo movimento na reta final de uma eleição é troca de voto.Parte dele pode ser algo menos visível: a formação de es...
23/09/2026

Nem todo movimento na reta final de uma eleição é troca de voto.

Parte dele pode ser algo menos visível: a formação de escolhas que ainda não estavam completamente construídas.

Um eleitor pode ter uma preferência presidencial bastante consolidada e, ao mesmo tempo, ainda não ter decidido seu segundo voto para o Senado. Pode reconhecer um candidato quando vê seu nome, mas não conseguir citá-lo espontaneamente. Pode acompanhar intensamente a eleição e continuar avaliando alternativas.

É por isso que “decidido” e “indeciso” nem sempre contam toda a história.

O artigo de Leandro Rodrigues propõe olhar para três dimensões: acessibilidade, cristalização e extensão da decisão. Em outras palavras: o eleitor consegue recuperar aquela preferência? Ela está estável? E quantas das escolhas que precisa fazer já entraram, de fato, no seu processo de decisão?

Os dados analisados pelo autor mostram que essa dinâmica pode variar entre cargos e até entre a primeira e a segunda escolha para o Senado. Em Goiás, por exemplo, a diferença entre a disponibilidade espontânea de uma preferência para governador e para o Senado chama atenção.

O desafio, portanto, não é apenas descobrir quem está na frente. É entender o estágio em que cada escolha se encontra.

Nosso texto é baseado no artigo “O eleitor tardio e a construção do voto”, de Leandro Rodrigues, doutor em Ciência Política e pesquisador do comportamento do brasileiro, publicado em 21 de setembro de 2026.

Na GRUPOM, pesquisa é ponto de partida. Inteligência é interpretar o que os números estão realmente mostrando.

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