Primme Consultoria em RH

Primme Consultoria em RH Oferecer soluções em recursos humanos, transformando e acompanhando pessoas e organizações para gerar vantagem competitiva a nossos clientes.

Nossa Visão:

Ser uma consultoria de recursos humanos duradoura, sustentável, a frente de seu tempo e referencial em sua especialidade. Nossos Valores:


Proatividade - Prestamos serviços embasados em pesquisa contínua, análise de informações e estudo de tendências, como resultado, agimos com antecedência e por vezes, influenciamos mudanças que se anunciam em nosso campo de atuação. Diversidade -

Somos comprometidos com a inclusão social, apoiamos processos seletivos que ofereçam oportunidades iguais, independente das diferenças étnicas, físicas, condição sexual e opção religiosa. Relacionamento - Nosso relacionamento é essencialmente empático, embasado no contínuo entendimento da especificidade de cada cliente, suas características culturais únicas e suas necessidades específ**as de atração. Conhecimento - Buscamos a excelencia em nossos serviços fundamentados na aquisição, experimentação e disseminação de conhecimentos. Inovação - Buscamos a sustentabilidade de nosso negócio, para tanto, investimos em soluções inovadoras e renovação estruturada de nossas competências.

Liderança e mudançaPor Mário Fonseca*
29/04/2014

Liderança e mudança
Por Mário Fonseca*

Quando uma empresa passa por uma transformação ou implementação de um projeto, existe uma preocupação de seus dirigentes com a eventual resistência que os colaboradores possam demonstrar em função das mudanças futuras. Atividades de team-buiding são programadas, livros como “Quem mexeu no meu queijo…

12/04/2014

Interação face a face e interação pela internet

Por Willyans Coelho para o RH.com.br

Uma das primeiras coisas que precisamos compreender nas atividades de EAD é que a interação no meio virtual é diferente da interação face a face. Nós já nascemos preparados para a interação presencial com as outras pessoas. Mas precisamos desenvolver essa capacidade de interação na comunicação baseada em tecnologia.

Há quem diga que as crianças hoje em dia parecem nascem já preparadas para a tecnologia. Não penso que isso seja algo "genético", mas acredito que há uma diferença sim, se comparadas com a minha infância. Na realidade, o que tem acontecido hoje é um contato cada vez mais precoce com os recursos tecnológicos, sem medo de "quebrar algo" ou "fazer a coisa errada". Portanto, mais livres para experimentar e fazer acontecer.

Mas isso não signif**a que há restrições para as outras pessoas. Na realidade, o que há é uma diferença. Precisamos compreender que no meio virtual nós não temos todas as pistas sociais disponíveis na comunicação face a face. Quando eu converso com uma pessoa, não é apenas o conteúdo da minha fala que transmite algo. Além daquilo que eu digo, também interessa o "como eu digo". Aspectos como entonação de voz, ritmo, gestos, expressões faciais são tão importantes para manter o relacionamento quanto o conteúdo daquilo que está sendo dito.

Bons oradores sabem disso e se aproveitam desses elementos para transmitir com melhor clareza a sua mensagem. Em cursos de oratória aprendemos muito mais do que produzir o conteúdo do discurso. Aprendemos a dar ritmo à fala, a dar pausas adequadas, a gesticular de maneira congruente e, principalmente, aprendemos que devemos olhar para as pessoas.

Faça uma reflexão a partir da sua experiência. Certamente você já participou de palestras em que o apresentador leu o "discurso" de forma lenta, sentado, sem expressividade, de olhos grudados no papel. E já deve ter participado também com um orador experiente, que fez sua apresentação em pé, com caras e bocas, gestos e pausas. Qual foi a melhor experiência para você?

Agora, pensando novamente no ambiente virtual, como fazemos para transmitir nossos sentimentos, nossa metalinguagem? Bem, uma das formas criativas que encontramos foi através dos emoticons, aquelas carinhas que expressam alegria, tristeza :-), :-(. Outra, muito comum nas redes sociais é o "kkkkk" para passar o sentimento de que levei o comentário na brincadeira. Há quem diga que ninguém ri assim (kkkkk), mas enfim, foi a forma que encontramos para nos fazer entender na comunicação virtual.

Para o gestor da EAD a questão que f**a é "Como podemos transmitir nossa mensagem no ambiente tecnológico com o máximo de riqueza possível?". Garantir o entendimento do conteúdo através da metalinguagem é um aspecto de alto enriquecimento de um curso em EAD. Portanto, pense sempre nisso!

10 razões que levam a empresa a demitir o profissionalAo contrário do que muitos podem imaginar, não é apenas o funcioná...
02/04/2014

10 razões que levam a empresa a demitir o profissional

Ao contrário do que muitos podem imaginar, não é apenas o funcionário que perder quando ocorre um processo de demissão. A empresa também sai prejudicada, pois além dos encargos trabalhistas que estão sob sua responsabilidade, o clima organizacional f**a abalado e quem sai, leva consigo o conhecimento que não está contido nem nos arquivos dos computadores, mas sim dentro de sua mente. Mas, quais as principais razões que costumam levar uma empresa a demitir um colaborador? Vamos a alguns deles?

1 - Zona de conforto - Acreditar que sempre sabe de tudo e dizer não ao processo de aprendizagem é candidatar-se a entrar a lista dos possíveis dispensáveis. Hoje, o velho ditado popular "Não é possível f**ar parado nem no tempo e nem no espaço", vale mais do que nunca, afinal empresas e pessoas estão em constante processo desenvolvimento. Para isso, o indivíduo necessita estar disposto a aprender.
2 - Resistência às mudanças - Existem pessoas que nem sabe aquilo que o processo de inovação irá proporcionar e logo utiliza frases do tipo "Isso não vai dar certo" ou, ainda, "Em time que está ganhando, não se mexe". Dizer não ao novo, é perder espaço dentro da empresa e se mostrar contrário a algo que pode ser uma porta para o crescimento
3 - Geração de conflito - Não há empresa que tenha estímulo de manter em seu quadro um profissional que sempre seja a "mola propulsora" de conflitos internos. Logicamente que ninguém vive em um eterno mar de rosas, mas é preciso saber conviver com os colegas de trabalho e mediar situações conflitantes. Não falo aqui em baixar a cabeça e perder a personalidade, mas sim em ser assertivo, ou seja, saber defender seu ponto de vista com argumentos que façam a outra parte refletir. E quando for preciso, reconhecer que também se pode estar errado e pronto para mudar determinada postura.
4 - Comunicação interpessoal - A comunicação interpessoal tem sido apontada como uma das principais competências que alavancam a carreira de um talento. Contudo, quando a pessoa não consegue colocá-la em prática e tampouco se preocupa em aprimorá-la, cedo ou tarde será mal interpretado e isso pode ser o ponto de partida para um processo de desligamento. Saber comunicar-se bem e ouvir o que o outro tem a dizer, tornou-se indispensável no mundo organizacional.
5 - Comunicação infundada - Uma conversinha aqui, outra ali e a "rádio peão" começa a ganhar força entre os corredores da empresa, disseminando informações infundadas e fofocas que podem prejudicar tanto à organização quanto ao clima interno. O profissional que adere ao clima do "disse me disse" perde credibilidade tanto junto aos seus colegas quanto à liderança. E esse pode se tornar um motivo para desligar a pessoa do quadro funcional.
6 - Presenteísmo - Viver sempre com a cabeça no "mundo da lua", quando se está no posto de trabalho é comprar uma viagem para fora da empresa. Há pessoas que dedicam boa parte do seu tempo a atividades que não estão relacionadas às suas atividades laborais e depois, quando são desligadas, questionam o motivo da demissão. Estar apenas com o corpo presente na empresa, não signif**a que se esteja cumprindo com as responsabilidades e nem atendendo às expectativas do negócio.
7 - Absenteísmo - A ausência física do profissional durante o expediente de trabalho é outro grande problema enfrentado pelas empresas. Muitas vezes, o profissional imagina que uma desculpa aqui, outra ali, fará com que a liderança sempre colocará panos mornos nas suas falhas. Por mais que exista flexibilidade na organização, toda ela sempre espera que o colaborador cumpra seu papel e quando este precise se ausentar, justifique-se e, se possível, através de um documento que comprove sua argumentação como um atestado médico ou uma declaração de que precisou comparecer a determinado órgão para resolver um assunto intransferível (presença ao Tribunal Regional Eleitoral, por exemplo).
8 - Trabalho em equipe - Quando se fala que o trabalho em equipe fortalece uma organização não é por acaso. Não existe profissional que tenha conquistas, isolando-se em uma ostra e f**ando longe dos seus pares. É preciso que exista uma interação constante entre as pessoas, a fim de que as pessoas possam somar esforços e obterem resultados cada vez mais expressivos.
9 - Competência técnica - Esse é sem dúvida alguma um fator óbvio: a falta de competência técnica para o exercício das atribuições leva o profissional a ser desligado da organização. Não adianta dizer que sabe fazer algo que foge ao seu controle, porque as consequências aparecerão e se tornarão visíveis para os pares e a liderança. Se um novo equipamento for adquirido e seja de difícil manuseio, a área de treinamento existe para auxiliar o profissional a desenvolver as competências que necessárias à sua função.
10 - Eu sou o sol! - "Eu sou o sol... Sou eu que brilho", essa parte da estrofe da música ‘O Dia Que O Sol Declarou O Seu Amor Pela Terra", de Jorge Bem Jor, não deve ser levada para o dia a dia corporativo. Isso porque não somos um sistema solar e nada funciona ao redor dos nossos umbigos, pelo contrário. Acreditar que é insubstituível e que a empresa só funciona em torno de si é levar o funcionário ao extremo do egocentrismo fantasioso, porque uma empresa não se faz com uma única pessoa e todos têm o seu valor. Quando o colaborador pensa que é o "astro rei", brilha para a filha dos demissíveis.

FONTE: RH.com.br

02/04/2014

25% dos candidatos rejeitam proposta em processos seletivos, diz pesquisa

As empresas estão enfrentando um verdadeiro “leilão” para atrair novos talentos. É o que revela levantamento realizado pela Page Personnel, empresa global de recrutamento de profissionais técnicos e de suporte à gestão.

De acordo com levantamento, um em cada quatro candidatos tem rejeitado propostas de emprego em processos seletivos. Analistas e coordenadores das áreas de TI, Finanças e Engenharia, onde os salários variam de R$ 4 mil a R$ 8 mil, são os profissionais que mais contribuem para esse cenário.

“Com a falta de talentos no mercado, os candidatos perceberam que conquistaram um poder de negociação. Hoje, os profissionais tem um poder de barganha maior e isso tem impactado nas negociações entre candidatos e empresas. Temos acompanhado muitos processos onde o candidato tem desistido na reta final do processo. Isso acontece muitas vezes em decorrência das contrapropostas que esses profissionais recebem das companhias onde trabalham”, conta Roberto Picino, diretor geral da Page Personnel.

De acordo com o especialista, é preciso ter muito cuidado ao declinar uma proposta em um processo seletivo, especialmente nas etapas finais. “Esse mesmo candidato que declina a oferta numa fase tão importante, tem de ter muito cuidado e saber como e quando fazê-lo. Isso pode impactar diretamente na carreira dele. Ele pode deixar de ser convidado para participar de futuros processos seletivos. Outro aspecto a ser ponderado é em relação ao seu atual momento na companhia que atua. Têm de pesar sua trajetória e ver se realmente vale mesmo à pena aceitar uma proposta financeira mais vantajosa. Nem sempre é o que prevalece na carreira”, alerta.

Fonte: ABRH Nacional

Funcionário vai ganhar hora extra por tempo gasto no trajeto entre casa e trabalhoJustiça entendeu que período no transp...
25/03/2014

Funcionário vai ganhar hora extra por tempo gasto no trajeto entre casa e trabalho

Justiça entendeu que período no transporte da empresa faz parte da jornada de trabalho

Um trabalhador do Ceará vai receber hora extra pelo tempo que perdia no deslocamento entre sua casa e o local do trabalho. A decisão da 2ª Turma do TRT-CE (Tribunal Regional do Trabalho do Ceará) estabelece que, como o funcionário usava o transporte da empresa, o tempo do percurso deve ser incorporado à jornada de trabalho.

O pagamento pelas horas gastas no deslocamento é conhecido como horas in itinere. Há um entendimento na Justiça do Trabalho de que o tempo que o trabalhador passa no percurso, em condução fornecida pelo empregador, deve ser entendido como hora trabalhada.

Se esse tempo exceder a jornada de trabalho firmada em contrato, a empresa também deve pagar o valor referente à hora extra.

O especialista em direito do trabalho, Nelson Câmara, lembra que o benefício vale para os casos em que a empresa fornece transporte para os empregados porque o local de trabalho é de difícil acesso ou não é atendido pelo transporte público.

Segundo o advogado, nesses casos a remuneração extra do trabalhador pode gerar outros reajustes no pagamento.

— A partir do momento em que o funcionário pega o transporte é como se ele estivesse trabalhando. Essas horas devem ser integradas à remuneração, o que gera reflexo também no pagamento de férias e do 13º salário

25/03/2014

Entrevista de emprego: um momento decisivo

Por José Roberto Marques para o RH.com.br

A entrevista de emprego é um momento decisivo para quem está em busca de uma vaga no mercado de trabalho. Ela costuma causar medo em muitos candidatos que, muitas vezes, não conseguem se sair bem devido à ansiedade.

Na realidade, a entrevista não é um "bicho de sete cabeças". Ela é, na verdade, uma grande oportunidade de mostrar o profissional que você é, suas habilidades e suas competências e, ainda, os diferenciais competitivos que te fazem sobressair perante outros concorrentes à vaga em questão.

Para ajudar a passar por esta etapa com mais tranquilidade, confira algumas dicas:

Prepare-se

A primeira dica para se dar bem ao participar de uma seleção é a preparação. Estude a empresa, sua história, o mercado, sua missão e seus valores. Isso demonstrará seu interesse pela organização diante do entrevistador.

Outra dica que pode ajudar é treinar sua entrevista antes, seja com uma pessoa próxima e, até mesmo, em frente ao espelho. Você pode preparar-se pensando em todos os seus pontos positivos, de melhoria, habilidades e talentos que, com certeza, serão abordados durante o processo seletivo.

Confiança é tudo

Mesmo os melhores profissionais podem não se dar bem em uma entrevista devido ao nervosismo. Por isso, a confiança é fundamental. Confie em você mesmo e em seu potencial.

O medo é normal, ele sempre vai existir. O que não pode acontecer é você deixar que ele o domine ao ponto de te prejudicar.

Cuidado com a comunicação

Tome cuidado com a maneira de se portar diante do entrevistador. Comporte-se adequadamente, evite movimentar-se demais, pois isso demonstra nervosismo.
Procure falar corretamente e evite gírias. Uma das habilidades mais almejadas pelas organizações é a comunicação. Por isso, fique atento.

Se vista adequadamente

Outro quesito essencial em uma entrevista de emprego é a vestimenta. Ela pode ser fundamental na escolha final de um candidato, por exemplo. Se vista adequadamente, opte por trajes mais sóbrios e evite chamar atenção. Lembre-se que a vestimenta pode revelar muito sobre a sua personalidade.

LIDERANÇAMais do que simplesmente chefiar, liderar é fazer com que um grupo de pessoas trabalhem em equipe e gerem os re...
25/03/2014

LIDERANÇA

Mais do que simplesmente chefiar, liderar é fazer com que um grupo de pessoas trabalhem em equipe e gerem os resultados desejados pela empresa. Para isto, um líder deve possuir habilidades como capacidade de motivar e influenciar as pessoas que trabalham com ele e qualidades como dedicação, equilíbrio e vocação.

O líder é um agente estratégico dentro da organização. Em grande parte, dele dependem os bons resultados e o crescimento do negócio. No caso das micro e pequenas empresas, geralmente este papel é desenvolvido pelo próprio empreendedor. Se este é o seu caso, é hora de arregaçar as mangas e descobrir formas de aprimorar o relacionamento com os seus colaboradores.

24/03/2014
Liderança e motivaçãoNa visão de Chiavenato (1992, p. 165), a motivação pode ser conceituada como o “[...] esforço e ten...
24/03/2014

Liderança e motivação

Na visão de Chiavenato (1992, p. 165), a motivação pode ser conceituada como o “[...] esforço e tenacidade exercidos pela pessoa para fazer algo ou alcançar algo, é um dos inúmeros fatores que contribuem para o bom desempenho do trabalho, e que a motivação é a mais facilmente influenciável do que as demais características das pessoas”.

Observando a motivação como o estímulo que um indivíduo recebe a fim de realizar alguma atividade, e a liderança como a capacidade de influenciar, destaca-se a relação entre os termos, na qual o líder provoca estímulos que geram motivação nas pessoas.

Para Bergamini (1994, p. 57) “[...] quanto mais se aprofunda o estudo da liderança e da motivação humana relacionada com o trabalho, mais se percebe que esses dois temas se cruzam com frequência cada vez maior. Já se está chegando a um momento no qual falar de um assunto implica necessariamente abordar também o outro”.

O gerente, o chefe ou a pessoa responsável por exercer a liderança têm a responsabilidade de influenciar e motivar seus subordinados continuamente. Porém, isso não é uma tarefa fácil, pois cada indivíduo possui suas aspirações e desejos, e algumas vezes seus objetivos conflitam-se com os objetivos das organizações.

ZONA DE CONFORTO X PROATIVIDADE Para correr riscos, basta estar vivo. Esta frase, na verdade, trata das situações a que ...
24/03/2014

ZONA DE CONFORTO X PROATIVIDADE

Para correr riscos, basta estar vivo. Esta frase, na verdade, trata das situações a que somos submetidos involuntariamente, como os riscos naturais do relacionamento com a sociedade e com o ambiente em que vivemos. Por outro lado, temos aqueles casos de certa forma controláveis, que permeiam nossa vida desde os primeiros anos e nos quais podemos influenciar ativamente.

A capacidade de fazer escolhas ou tomar decisões é um grande instrumento que possuímos e que pode ser usado para moldar o nosso futuro, mas a própria trajetória da vida, marcada por desilusões, frustrações e derrotas, pode inibir nossas atitudes e quando percebemos em um dado momento que alcançamos certa estabilidade, fechamos as janelas para novas visões do mundo, para as inovações.

24/03/2014

5 Dicas Para Organizar Sua Rede De Relacionamentos

Faça uma pesquisa: Pergunte para vendedores qual o seu maior patrimônio profissional. Alguns vão dizer que é sua experiência. Outros dirão que é sua habilidade de comunicação e negociação. A maioria dirá, com certeza, que é sua carteira de clientes ou fre

Faça uma pesquisa: Pergunte para vendedores qual o seu maior patrimônio profissional. Alguns vão dizer que é sua experiência. Outros dirão que é sua habilidade de comunicação e negociação. A maioria dirá, com certeza, que é sua carteira de clientes ou freguesia, como diziam nossos avós.

Tanto é verdade que grandes, e agora também pequenas empresas, têm investido cada vez mais em ferramentas e recursos que tornem as carteiras de clientes em patrimônios cada vez mais lucrativos. É cada vez mais comum encontrar profissionais de vendas trocando informações e impressões sobre softwares de relacionamento, agendas eletrônicas, e-cads, etc...

No meio de tantos modismos e cacarecos tecnológicos acabamos, por conseqüência, criando uma grande confusão entre estratégias e ferramentas. Notebooks, Agendas Eletrônicas, Computadores de Mão, Smartphones, Outlook, Act! e Notes são ferramentas. Networking é estratégia!

Ter o ultimo modelo de Smartphone, com wirelles e bluetooth não transforma você, automaticamente, num Networker. Por outro lado conheço alguns excelentes networkers que ainda preservam a clássica, porem ef**az, agenda de papel.

O vendedor que mantém registros atualizados de todos seus contatos de modo a ter sempre a mão o telefone de gerente de compras da empresa x está apenas inventariando seus clientes. Um esforço tão inútil quanto contar quantos postes tem na sua rua.

A quantidade ou mesmo a qualidade das informações que mantemos registradas numa agenda não é importante. O que realmente faz diferença é a qualidade e intensidade do nosso relacionamento.

Faça rapidamente um pequeno teste: você tem porta-cartão? 99% dos vendedores têm um. Pois bem, pegue seu porta-cartão e dedique alguns minutos analisando cada um dos cartões de visita guardados. O resultado desta breve reflexão pode ser decepcionante. É muito freqüente encontrar cartões de visita de pessoas que nem lembramos de onde ou como conhecemos. Segundo especialistas ao longo da vida fazemos mais ou menos 400 bons amigos, mas mantemos contato apenas com uns 50. O que pensar então dos contatos de negócios?

Praticar networking signif**a muito mais do que apenas comprar um computador de mão e manter registros atualizados. Há quem diga, e eu concordo, que networking é um estilo de vida. Networking é um verbo conjugado no gerúndio!

Veja este outro exemplo: alguns vendedores mantém duas agendas. Uma para amigos e familiares e outra para clientes. A primeira é a agenda da diversão a outra é a agenda dos negócios. Deste modo f**a decretado que clientes não podem ser amigos e que amigos, por conseqüência, não podem ser clientes!? Ligo para os amigos quando fico sabendo do hotel fazenda que esta fazendo uma promoção sensacional no pacote de final de semana. Para meus clientes ligo apenas quando meu CRM dá um alerta sobre a posição do estoque.

O networker praticante tem apenas uma agenda com amigos, familiares e clientes. Seus contatos, todos eles indistintamente, são fonte de prazer, diversão e negócios!

Portanto, da próxima vez que você parar em frente à vitrine da loja de artigos eletrônicos para namorar o ultimo modelo de computador de mão a venda em doze suaves prestações no cartão de crédito considere uma segunda alternativa: mantenha sua antiga e fiel agenda de papel e transforme as doze prestações do cartão de crédito em doze almoços com clientes!

Cinco dicas fundamentais:

1. Comece do começo
Faça um inventário de todos seus amigos e conhecidos atuais. Certifique-se que todos os telefones e endereços estão corretos e atualizados. Em seguida procure restabelecer velhas amizades. Procure pelos amigos perdidos na Internet ou através de outros colegas em comum com os quais você ainda mantém contato.

2. Seja generoso
Não espere ajuda de quem você nunca ajudou. Generosidade e dedicação são palavras chaves no universo do networking. Esteja sempre disposto a ajudar, repassar e indicar oportunidades e informações para seus contatos seja a indicação de uma leitura interessante, um convite para o almoço ou o telefone de um possível novo cliente. Enquanto a maioria das pessoas só se lembra dos amigos quando estão em dificuldades o networker procura pelos amigos justamente quando ele não precisa de ajuda, mas quando ele pode ajudar.

3. Tenha metas definidas
Desenvolva hábitos e atitudes coerentes com o “jeito de ser de um networker”. Dê consistência ao seu esforço de manutenção da sua rede de relacionamento definindo algumas metas tais como: fazer três ligações telefônicas por dia para seus contatos, enviar dois e-mails por dia, agendar um almoço uma vez por semana...

4. Agende o próximo contato
Não permita que seus contatos se tornem vitimas do esquecimento e abandono. Deixe de lado frases vazias como: “a gente se vê”, “eu te ligo” ou a pior de todas: “vamos tomar um chopp um dia desses”. Quantas vezes você disse algo parecido para pessoas que você nunca mais encontrou? Adote o seguinte procedimento: Ao final de cada telefonema ou encontro agende o próximo contato no seu outlook.

5. Participe de Grupos
Procure fazer parte e freqüentar assiduamente um (ou mais) grupos de relacionamento. Existem centenas deles. Desde os tradicionalíssimos Lions e Rotary até os informais “turma do futebol da quinta feira”. Vale também participar de cursos e freqüentar eventos.

Sergio Guimarães
Fhttp://www.rhportal.com.br/artigos/rh.php?rh=5-Dicas-Para-Organizar-Sua-Rede-De-Relacionamentos&idc_cad=0lsht3yqhonte:

24/03/2014

O que é RH:

A sigla RH signif**a Recursos Humanos. Dentro de uma empresa, RH é o departamento que tem a responsabilidade de seleção, contratação, treinamento, remuneração, formação sobre higiene e segurança no trabalho, e estabelecimento de toda a comunicação relativa aos funcionários da organização.

RH também pode se referir à totalidade de empregados e colaboradores que compõem a organização, normalmente referidos como os recursos humanos da empresa.

RH é ainda conjunto de práticas de recursos humanos, constituído por todas as decisões tomadas pela empresa para realizar as atividades inerentes ao setor de RH.

A Gestão de RH é uma área de estudo que forma profissionais capacitados para gerenciar pessoas e lidar com todos os processos relacionados à gestão do quadro de funcionários de uma empresa.

O profissional de RH é encarregado de gerenciar planos de carreira; determinar a política salarial, remunerações, incentivos e benefícios; avaliar a necessidade de contratação de novos colaboradores; elaborar estratégias e planos operacionais para recrutamento e proporcionar a integração de novos funcionários dentro da organização.

Endereço

Goiânia, GO

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