28/08/2017
O conceito é simples: é o que você paga; é o que você leva. Convém saber, também, que o valor é estabelecido, sobretudo, por um estado mental, fator decisivo na experiência de compra.
As pessoas analisam, obviamente, o preço de um produto, mas também o grau de necessidade, qualidades e atributos.
Portanto, muitas vezes, não é o preço que determina a escolha.
Estudos demonstram que valem mais outros aspectos, divididos em três distintas dimensões.
A primeira delas refere-se ao produto. Além de preço e qualidade, avaliam-se, por exemplo, a disponibilidade da entrega, a assistência técnica, a garantia, a facilidade de manuseio, a estética e a diversidade de modelos.
A segunda dimensão de julgamento considera o fabricante do produto. Aí, entram em jogo a reputação da marca, a tradição e o fator de inovação na linha, entre outros fatores.
Na terceira dimensão, avalia-se o canal de venda. Podemos considerar a loja, seu conceito perante o público, sua localização, a apresentação das mercadorias e, sobretudo, o conhecimento, a competência e a gentileza do vendedor.
Por meio das três dimensões, definidas basicamente por produto, marca e pessoas, compõe-se o chamado composto de valor.
Em épocas de crise, há quem acredite que preço baixo, por si só, é garantia de vendas. Não, não é. Se você deseja comercializar mais, constitua real valor para suas ideias, produtos e serviços.
fonte: https://goo.gl/OLpPP7