30/08/2021
Começando pelo fim e caminhando para trás
O bom funcionamento de uma organização como unidade competitiva é muitas vezes comprovado por seu desempenho nas negociações. É importante compreender esse princípio com o intuito de descobrir por que os negociadores de sucesso vencem, como identif**ar e adotar estratégias e táticas e como incluir seus recursos vitoriosos em sua cultura corporativa.
Todos assumimos o papel de negociador, uma vez ou outra. Quer esteja negociando melhor preço para um produto de sua empresa ou esteja solicitando um aumento salarial, você está negociando. Qualquer que seja o prêmio em disputa, você provavelmente irá negociar em função do que deseja e estará determinado a convencer seus adversários de que você o merece.
Essa é uma abordagem comum, mas não é a maneira como Bill Gates, Donald Trump e Henry Kissinger negociam. Evitando a abordagem de atirar primeiro em proveito próprio, eles transferem seus pontos de vista para o outro lado da mesa. Inicialmente eles se perguntam o que seus adversários desejam obter. Assim eles põem em ação uma estratégia que cria a ilusão de que seus oponentes estão ganhando a negociação, mas na realidade eles levam a melhor.
Nesse contexto, o ponto e contraponto que se discute na mesa de negociação é uma questão secundária que distrai os despreparados o os deixa vulneráveis ao plano mestre elaborado por um estrategista experiente.
A primeira lição a ser aprendida é que, quando utilizado com discernimento, o compromisso é uma força, não uma fraqueza.
A segunda lição consiste em reconhecer os pontos sobre os quais o compromisso é igualmente essencial.
Na maioria das negociações, as decisões difíceis acompanham uma linha de falhas repletas de conseqüências financeiras para ambos os lados, enfim a MENTE é mais poderosa que a ESPADA.