20/05/2026
Está ai um exemplo claro de um problemão que permeia os trabalhos de eletrorresistividade para prospecção de água subterrânea.
Na foto, está um corte de estrada com basaltos de estrutura maciça, muito fraturado e com decomposição esferoidal muito visível.
Entre as falhas, fratura, diáclases e juntas, é possível ver a presença de água, mas sem saturação suficiente para concetração de fluxos.
Nas seções de eletrorresistividade, essas zonas se apresentam como zonas de "baixa resistividade" e propícias para se indicar uma perfuração. No momento da perfuração vem a surpresa, um poço seco ou praticamente seco.
Para resolver esses problema (ou pelo menos tentar), é importante conhecer todos os aspectos litoestruturais, geomorfológicos e hidrogeológicos da região de estudo. Não é fácil, mas é o caminho!