01/02/2013
PEGADA ECOLÓGICA NA REFORMADORA DE PNEUS
Nós vivemos em um planeta onde os recursos enérgicos são findáveis, o homem evoluiu somente depois que descobriu o fogo, uma fonte de energia onde a geração de calor melhorou suas condições de sobrevivência.
Com o fogo, o frio passou a ser controlado, com a luz gerada espantou os predadores, com o fogo descobriu-se que os alimentos mudavam de textura e f**avam mais saborosos e fáceis de digerir, com o fogo se pode fazer ferramentas, todo este beneficio fez com que o homem evoluísse em relação às outras espécies.
Para gerar calor o homem precisa de três elementos, combustível, ignição e oxigênio.
Oxigênio é disponível na atmosfera, faísca para fazer a ignição, o mais difícil é o combustível já que precisa de volume e uma quantidade suficiente para gerar o calor que necessitamos.
Para nós brasileiros o mais fácil e mais abundante é a madeira, já que é renovável o petróleo e seus derivados é mais caro, temos o carvão que pode ser mineral ou vegetal, a energia elétrica que pode ser obtida de várias formas, ainda outros materiais em que sua composição química tenha o elemento carbono.
Quando geramos calor, geramos uma energia e esta energia se dispersa em função do deslocamento da sua fonte, quanto mais longe menos calor, mesmo ela sendo contida de alguma forma por qualquer barreira física ela irá se dispersar, por mais que tentemos com aparatos para conserva-la, quando a fonte de calor cessar está energia se dispersará.
O reformador de pneus no seu processo de transformação de pneu gasto em pneu novo necessita de calor, então no processo de reforma o mais importante e esta fonte de energia, e tem um alto custo.
Para gerar esta energia o reformador necessita obrigatoriamente de um gerador de calor, pode ser uma caldeira, um digestor, resistência elétrica, etc. e por consequência terá um custo que obrigatoriamente será incorporado ao preço do pneu.
Se existe uma perda de energia, ou calor este pneu terá um preço maior e alguém será prejudicado ou o consumidor que pagará mais caro ou o reformador que diminuirá sua margem de lucro, mas podemos dizer com certeza que quem sempre perderá é a natureza.
Então como medir e controlar e aproveitar ao máximo esta matéria prima tão essencial que não é possível estocar depois de gerada.
O reformador tem os parâmetros para utilizar e gastar esta energia, o fabricante de matéria prima para reformar o pneu determina o tempo de vulcanização e a temperatura de trabalho, mas em qualquer geração de calor a sua condução será por ondas e estas ondas geram oscilações, o vaso de armazenamento desta energia também funciona com limites de capacidade, máxima e mínima, quando chega à capacidade máxima a temperatura estará mais alta e na mínima será mais baixa, então como o material necessita de uma determinada temperatura para ser transformado sempre teremos mais temperatura do que necessitamos como garantia de não perdemos a matéria prima utilizada, ou seja, sempre estaremos no limite superior.
O controle de vulcanização é sempre feito no gerador de temperatura, já que ele é o responsável pelo processo, porem o material a ser transformado f**a longe da fonte e ele é conduzido de alguma forma até o produtor.
Neste trajeto como vimos anteriormente existe uma pequena perda de energia, que é compensada por uma faixa de trabalho determinada, e esta temperatura naturalmente chega um pouco mais elevada do que realmente é necessário para a vulcanização do pneu, então este excesso de energia é desperdiçada, já que o tempo de máquina é fixo.
Se considerarmos que não houvesse nenhum desperdício de energia e a temperatura não variasse nenhum grau e mantivéssemos sempre a variável de tempo idêntica, não teríamos oscilações de qualidade do produto e teríamos o perfeito balanço energético.
O camelvulk foi desenvolvido exatamente para fazer este balanço energético, uma CLP Central lógica de processamento toma estas medidas de temperatura em tempo real e faz a compensação do gasto energético já aplicado ao processo evitando o desperdício de energia.
Com o monitoramento do balanço energético, este calor a mais não é desperdiçado ele é computado no processo e foi aplicado na peça, tornando-o mais dinâmico, isto se traduz em aumento de produtividade, ou redução de tempo para produzir uma peça, como o equipamento faz o balanço energético também monitora quando cada peça demora em ser produzida, e assim é possível monitorar também o intervalo de ociosidade do equipamento, promovendo um processo administrativo para auxiliar na tomada de decisões.
Finalizando o monitoramento do processo gera informações que proporciona ao gestor uma visão ampla e detalhada da fabrica, identif**ando onde podem ser melhorados os métodos de produção.