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27/07/2015

Como utilizar o livro de reclamações e sugestões nos condomínios?

O livro de reclamações e sugestões é um importante canal de comunicação entre o síndico e os moradores. Sua principal função é relatar ao responsável pelo condomínio, o síndico, ocorrências cotidianas que demandem providências, bem como reclamações de moradores e informações sobre o eventual desrespeito às normas internas, buscando contribuir para uma gestão condominial mais eficiente. Além disso, o livro evita o contato direto entre condôminos, no caso de queixas e reclamações.

O Diretor de Condomínios da Aabic, Omar Anauate, explica que as reclamações, críticas ou sugestões devem ser registradas de forma objetiva e visando os interesses comuns do condomínio. “O livro é uma ferramenta importante, mas empregá-lo de maneira equivocada pode comprometer sua utilidade. Alguns moradores buscam o recurso motivados por desafetos, relatam apenas brigas e ofensas, e fogem do problema de fato”, comenta.

Ainda segundo Anauate, também é responsabilidade do síndico assegurar que o livro seja utilizado de maneira adequada. E deve exigir que as reclamações de condôminos com relação a outras unidades e assuntos gerais sejam formalizadas neste instrumento, para que as eventuais providências tomadas para atender a um morador estejam baseadas em registros factuais.

Em caso de divergências sobre seu uso é possível estabelecer normas e procedimentos mais eficientes por meio de assembleia. “Apesar de não existir uma obrigatoriedade legal, os registros podem servir como prova formal, caso um problema se agrave a ponto de parar na Justiça. Nesse sentido, é fundamental preservar a idoneidade e veracidade do documento”, explica o Diretor da Aabic.

Entretanto, o livro de papel está em desuso. Cada vez mais os condomínios têm substituído os modelos tradicionais por canais eletrônicos. Isso porque, normalmente, para garantir o acesso a todos os moradores, o livro f**a na portaria do edifício e pode causar desconforto entre os condôminos e até mesmo com funcionários. “Para evitar esse tipo de problema os síndicos estão optando por canais mais eficientes e protegidos, como um email do condomínio, por exemplo,” afirma.

“O livro de reclamações e sugestões é um instrumento legítimo na administração condominial. Deve ser utilizado para garantir que os condôminos exerçam seu direito de participação, seja para expor um problema ou ideia, e colaborem para uma convivência mais harmoniosa”, acrescenta Omar Anauate.

27/07/2015

Os problemas campeões de reclamações em condomínios – e como resolvê-los

De barulhos a problemas com animais de estimação, conflitos aparentemente fáceis de se resolver podem terminar na Justiça. Especialistas dizem que o diálogo deve sempre prevalecer.

Quem já morou em condomínio sabe que esses espaços são um terreno fértil para o surgimento de brigas e conflitos. Situações aparentemente comuns podem se tornar um problemão e ameaçar a boa convivência entre os moradores. Segundo o especialista em administração condominial Sergio Craveiro, os principais problemas dos condomínios se resumem aos os cinco "Cs": cano, carro, cachorro, criança e calote.

A falta de tolerância entre os moradores e o desconhecimento do regimento interno são as causas da maior parte dos conflitos, de acordo com o Sindicato da Habitação e dos Condomínios (Secovi-PR). Os problemas mais comuns envolvem questões referentes a estacionamento, barulho, infiltrações e vazamentos e animais de estimação, exatamente nesta ordem, detalha o vice-presidente de Administração de Condomínios do Secovi-PR, Gilmar Sielski. Segundo ele, quem mora em condomínio deve conhecer o regulamento interno – que rege o dia a dia no condomínio – e o síndico não deve deixar que se criem exceções à regra, pois é aí que os problemas crescem.

Craveiro lembra, contudo, que o síndico não é gerente de problema, mas mediador. Ele precisa estar informado e agir preventivamente para evitar os problemas. Isso incluir saber explicar ao condômino o que é problema de cunho pessoal, a ser resolvido entre os próprios moradores, e o que é responsabilidade do condomínio. “Problema de barulho, por exemplo, é de ordem pessoal. Vira um problema quando mais de um condômino reclama da mesma coisa. O ideal é fazer isso por escrito com, no mínimo, duas assinaturas”, afirma.

27/07/2015

Condomínios de SP aumentam arrecadação com reciclagem de lixo.

Coleta seletiva rende R$ 300 mensais para prédio na Zona Leste.
Especialista em condomínios tira dúvidas dos telespectadores.

A reciclagem de lixo pode ser uma boa alternativa para incrementar a arrecadação dos prédios, como mostrou o quadro “Meu condomínio tem solução”, do SPTV, nesta terça-feira (12). Em um condomínio em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo, Mayra Moreyra Carvalho coordena a comissão de sustentabilidade do prédio e tenta convencer a maioria dos moradores a reciclar o lixo. São 80 apartamentos, mas só cinco fazem a coleta seletiva.

Se você tem algum caso para contar ou alguma pergunta para fazer sobre vida em condomínio, envie para nós. Você pode falar dos problemas com vizinhos ou mostrar alguma solução criativa que seu prédio encontrou para melhorar a vida das pessoas.

O prédio é novo, mas a construtora não planejou um espaço adequado para a coleta seletiva do lixo e um conselho de moradores improvisou um canto na garagem. Entretanto, parece que não adiantou. Os moradores não se conscientizaram da importância da reciclagem.

Em outro condomínio, na Penha, Zona Leste da capital, a coleta seletiva já é realidade. São 60 apartamentos e os quase 200 moradores reciclam o lixo desde 2000. Já virou hábito separar o lixo orgânico do reciclável, graças a iniciativa da síndica Zilda Ianboli.

“O pessoal ficou meio assustado, que tinha que lavar as embalagens. Tive que dar um incentivo. O andar que reciclava mais eu fazia um sorteio e dava 10% de desconto na taxa do condomínio. Funcionou e todos começaram a participar”, conta a síndica.

Todos os dias, os funcionários recolhem nos andares o lixo separado e limpo. Tudo vai para um cômodo no térreo, sem mau cheiro e muito bem organizado.

Uma vez por semana, passa um caminhão de coleta no prédio para recolher o material reciclável. São mais de 300 kg por vez, o que tem rendido ao prédio cerca de R$ 300 por mês.

Com o dinheiro da venda do material reciclável, Zilda pode comprar equipamentos que melhoram a sustentabilidade do prédio. Quando ela juntou R$ 2.500, comprou uma cisterna que pode armazenar dois mil litros de água da chuva. Com ela, pode-se lavar o prédio, as garagens, regar plantas sem nenhum gasto extra na conta de água.

A síndica também reformou piso e parede do refeitório dos funcionários, comprou monitor para as câmeras de segurança, comprou mobília para a sala das crianças. No salão de festa trocou piso, cadeiras, fez churrasqueira com balcão, comprou TV e DVD, pias de inox e eletrodomésticos. Agora, o salão pode ser alugado, rendendo mais dinheiro.







27/07/2015

COMO IMPLEMENTAR O SERVIÇO DE COLETA SELETIVA EM SEU CONDOMÍNIO

Três passos
A Associação Brasileira dos Condomínios (Abracond) aponta três importantes questões a serem observadas antes de iniciar a coleta seletiva:

1. Local de armazenamento
É necessário que o ambiente esteja sempre limpo e fechado para evitar o mau cheiro e a entrada de ratos, baratas, mosquitos e outros animais que possam contribuir para o surgimento de doenças. Uma solução usada por alguns prédios é o uso de contêiners de plástico, equipamento mais fácil de gerir.

2. Cuidado com papéis e plásticos
É preciso tomar muito cuidado com papéis e plásticos, pois são materiais de alta combustão e que podem causar incêndios. Por conta disso, as seguradoras devem ser avisadas para que haja ressarcimento compatível com o acidente ocorrido. Se não houver o contato, a empresa seguradora pode alegar omissão por parte do condomínio, gerando mais problemas para todos os envolvidos.

3.Treinamento para os responsáveis
Outra importante questão é sobre o responsável por manipular os materiais. Os profissionais de limpeza devem receber treinamento, usar os equipamentos adequados, receber pagamento por insalubridade e outras medidas para evitar ferimentos e ocorrências mais graves.

21/07/2015

10 DICAS PARA NÃO CAIR NA MALHA FINA.
Evitar erros como esses daqui vão salvar nossa vida:

1) Omissão de rendimentos: Lançar todos os rendimentos, inclusive dos dependentes, é a parte mais importante na hora de declarar. "Quem tem mais de uma fonte de renda não pode esquecer de lançar todas elas (salários, pró labore, aluguéis etc), pois a Receita Federal f**a sabendo com antecedência qual foi a renda de cada um", reforça Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

2) Erro na digitação de valores: É preciso f**ar atento à precisão dos dados digitados. Qualquer erro no preenchimento, inclusive de centavos, já é motivo de malha fina. Os erros mais comuns estão relacionados ao preenchimento dos rendimentos, do imposto retido e do INSS retido, à omissão mais de uma renda do declarante, à omissão de rendimentos dos dependentes e à omissão de resgates de previdência privada PGBL.

3) Erro nas informações sobre dependentes: O contribuinte não pode informar uma pessoa como dependente quando ela já está como dependente em outra declaração do IR. É importante não esquecer de lançar os rendimentos dos dependentes.

4) Informar despesas médicas diferente dos recibos: As despesas médicas devem ser lançadas de acordo com as notas fiscais ou recibos. "As empresas de saúde (hospitais, laboratórios, clínicas etc), enviam anualmente para a Receita Federal uma declaração denominada DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde), informando qual foi o valor gasto, por CPF. A Receita Federal poderá utilizar esses dados para fazer cruzamento de informações", lembra Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

5) Inclusão de gastos que estão fora da lista de deduções: Algumas despesas não são dedutíveis do IR e por isso não devem ser lançadas. É o caso das despesas com cursos de idiomas, despesas médicas de terceiros, que não seja do declarante ou de seus dependentes, entre outras.

6) Esquecer de informar contas bancárias e bens: É obrigatório lançar todos os bens e direitos, detalhadamente. "O contribuinte que esquecer de lançar os saldos em contas bancárias, próprios ou dos dependentes, poderá retif**ar a declaração em até 5 anos, embora isso não gere imposto a pagar", lembra Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

7) Esquecer de declarar vendas: Quem realizou vendas de imóveis no decorrer do ano deve f**ar atento. A venda de imóveis com ganho de capital está sujeita ao IR de 15%, a ser pago até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento, à vista ou em parcelas. É necessário preencher o programa Ganho de Capital e depois importar os dados para a declaração de IR. É importante esclarecer que há alguns casos de isenção de IR na venda de bens imóveis.

8) Crescimento patrimonial incompatível com o aumento da renda: O aumento patrimonial deve ser compatível com a renda ou com os recursos declarados. É importante saber como lançar os bens adquiridos com financiamento, para não gerar aumento patrimonial injustif**ado. Quando isso ocorre, geralmente a Receita Federal notif**a o contribuinte para prestar esclarecimentos ou para retif**ar a declaração de IR.

9) Declaração imprecisa de rendimentos com ações: Quem vende ações deve ter bastante cuidado na hora de declarar, pois as corretoras são obrigadas a reter o IR e informar para a Receita Federal. "O controle deve ser feito em planilha, durante todo o ano, e o lançamento na declaração de IR não é simples. Vale lembrar que está isento de IR as vendas de ações de valor até R$ 20.000,00 por mês", explica Welinton Mota, diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil.

10) Erro na informação sobre Previdência Privada: São dois os tipos mais comuns de previdência privada:
a) VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), não dedutível do IR. É uma espécie de aplicação financeira, semelhante à renda fixa. Os saldos em 31 de dezembro de cada ano (veja no informe de rendimentos do banco) devem ser lançados na ficha “Bens e Direitos”, código “97 - VGBL - Vida Gerador de Benefício Livre”, informando no campo “Discriminação” o nome e CNPJ da instituição financeira, número da conta, dados da apólice.
b) PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), dedutível do IR: lançar o valor total “pago” no decorrer do ano (veja informe de rendimentos do banco) na ficha “Pagamentos Efetuados”, código “36 - Previdência Complementar”. Para quem faz a declaração completa, 12% do valor total pago no ano (PGBL) é dedutível dos rendimentos tributáveis, desde que o declarante também seja contribuinte da Previdência Oficial (INSS). Nesse modelo, os saldos aplicados não devem ser lançados no campo “Bens e Direitos”.

SOBRE NÓSSomos o Grupo PNC, e fundamos essa microempresa quatro meses atrás com o intuito de fornecer aos nossos cliente...
21/07/2015

SOBRE NÓS

Somos o Grupo PNC, e fundamos essa microempresa quatro meses atrás com o intuito de fornecer aos nossos clientes um serviço sempre justo e eficiente a precinhos que cabem no seu bolso.
Contando com a ajuda de profissionais altamente qualif**ados, oferecemos uma ampla variedade de serviços tais como: administração de condomínios, reparo eletrônico e automotivo e uma consultoria especializada para o seu problema, sem burocracia nem nome no Serasa

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