Horizonte Notícias Online

Horizonte Notícias Online Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Horizonte Notícias Online, Horizonte.

o nosso objetivo é o Nosso propósito é levar a verdade nua e crua tá toda a população de Horizonte e regiões tentando ser o mais transparente possível doa quem doer .

Ele ficou com uma garota sem saber que ela tinha namorado. Quando descobriu a verdade, o outro homem foi atrás deleLuiz ...
13/08/2026

Ele ficou com uma garota sem saber que ela tinha namorado. Quando descobriu a verdade, o outro homem foi atrás dele

Luiz Matheus achava que estava apenas ficando com uma garota. Ele não sabia que ela mantinha um relacionamento com outro rapaz — e, para esconder o namoro, ela teria dito que o namorado era apenas seu primo.

O que parecia ser uma história de traição terminou em uma perseguição e na morte brutal de Matheus.

O crime aconteceu na madrugada de 16 de novembro de 2025, em Manaus, no Amazonas, e teve como vítima Luiz Matheus Moura Aguiar, de 20 anos.

Segundo os relatos reunidos durante a investigação, Matheus estava ficando com a adolescente e não sabia que ela também mantinha um relacionamento com Luiz Fernando Rodriguez Alvarado, de 19 anos.

Fernando seria o namorado da garota. Para esconder a relação, ela teria apresentado Fernando a Matheus como seu primo. Fernando, por sua vez, acreditaria que tinha um relacionamento exclusivo com ela e chegou a presenteá-la com um iPhone.

Até que a verdade veio à tona.

Ao descobrir que a namorada estava se envolvendo com Matheus, Fernando teria ido atrás dele acompanhado de outros homens. A situação rapidamente saiu do controle.

Matheus estava em uma lanchonete que pertencia ao tio da garota, quando percebeu que estava sendo perseguido. Segundo os relatos, ele tentou se proteger dentro do estabelecimento.

Mas não adiantou.

Quando saiu da lanchonete, foi cercado e atacado pelos homens. Matheus recebeu vários socos e chutes e chegou a cair durante as agressões. Mesmo depois que estava no chão, as agressões continuaram, provocando ferimentos graves, incluindo lesões na região do pescoço e traumatismo craniano.

Ele ainda foi socorrido e levado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.

A investigação passou a tratar o caso como um homicídio motivado pelo conflito envolvendo o relacionamento.

As câmeras da lanchonete poderiam ajudar a esclarecer a dinâmica do ataque, mas houve a informação de que equipamentos de gravação do estabelecimento foram retirados após o crime.

A Polícia Civil passou a buscar outras imagens e testemunhas para reconstruir o que aconteceu.

Posteriormente, a Polícia Civil identificou Luiz Fernando Rodriguez Alvarado e um primo dele, conhecido como “Salomão”, como suspeitos do homicídio.

No fim, o que teria começado com um relacionamento escondido e uma mentira, ao apresentar o namorado como “primo”, terminou com Matheus perseguido e espancado até a morte, sem sequer saber inicialmente que estava entrando em um triângulo amoroso.

13/08/2026

Uma tentativa de roubo teve desfecho inusitado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O suspeito foi ao local para praticar o crime, mas acabou perdendo a chave da própria motocicleta durante a ocorrência. Revoltado, acabou cercado e agredido por moradores antes da chegada das autoridades. Ele foi preso em seguida. O episódio foi registrado em vídeo e rapidamente repercutiu nas redes sociais pelo desfecho inesperado.

Ela poderia ter ficado em silêncio. Em vez disso, decidiu denunciar o homem que, segundo a família, teria cometido violê...
13/08/2026

Ela poderia ter ficado em silêncio. Em vez disso, decidiu denunciar o homem que, segundo a família, teria cometido violência sexual contra sua filha menor de idade.

O que ela não imaginava era que a denúncia chegaria até ele — e que, depois de descobrir o que havia sido feito, ele acabaria tirando a vida dela.

A vítima era Márcia de Oliveira Mendes, de 29 anos, moradora da zona rural de Ortigueira, no Paraná. Segundo o relato da mãe dela à polícia, Márcia havia denunciado o próprio padrasto, João Carlos Iucksch Correa, de 55 anos, por um crime sexual envolvendo sua filha.

A acusação é tratada pelas autoridades como a possível motivação para o assassinato. Segundo a família, João teria descoberto que Márcia havia feito a denúncia e ficado revoltado.

Na noite de 23 de novembro de 2025, na região do Natingui, Márcia foi morta dentro da propriedade onde vivia. Ela foi atingida por um tiro na cabeça. O padrasto teria cometido o crime enquanto estava embriagado e, logo depois, fugido para uma área de mata.

Mas ele não desapareceu.

Horas depois, João voltou para a mesma propriedade armado com uma espingarda. A Polícia Militar ainda estava na região realizando buscas e preservando o local do crime.

Quando os policiais localizaram o homem, segundo a versão oficial, ele apontou a arma contra a equipe e efetuou um disparo.

Os agentes reagiram, João foi atingido e morreu no local. Nenhum policial ficou ferido. A espingarda, munições e um celular foram recolhidos para a investigação.

O caso deixou duas mortes e uma denúncia extremamente grave ainda cercada de investigação: Márcia teria sido assassinada justamente depois de denunciar o homem por um crime contra a própria filha.

Claudia tinha apenas 14 anos, mas já estava envolvida em uma situação perigosa: segundo a investigação, ela havia se rel...
13/08/2026

Claudia tinha apenas 14 anos, mas já estava envolvida em uma situação perigosa: segundo a investigação, ela havia se relacionado com integrantes de grupos criminosos rivais e acabou entrando no radar de pessoas ligadas a uma dessas facções. Dias depois, desapareceu de um hotel.

Tudo começou em 6 de agosto de 2026, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. Claudia teria sido atraída até um hotel da cidade e, segundo a Polícia Civil, retirada do local por pessoas ligadas a uma facção.

As câmeras de segurança ajudaram a polícia a descobrir um dos veículos utilizados na ação: um Fiat Mobi branco. O carro foi localizado, e o motorista, de 31 anos, acabou sendo conduzido pela polícia.

A investigação aponta que ele teria transportado o grupo de Lucas do Rio Verde até uma região de Sorriso. A partir daí, os investigadores começaram a entender o que poderia ter colocado Claudia naquela situação.

Segundo o delegado Artur Andrade Almeida, ela havia se relacionado anteriormente com um integrante de uma facção e depois começou um relacionamento com alguém ligado a um grupo rival.

Claudia também teria passado a publicar nas redes sociais fotos fazendo um sinal associado ao novo grupo e, segundo a investigação, teria se desentendido e feito ameaças a meninas ligadas à facção rival.

O que aparece na investigação é que ela teria se aproximado desses grupos principalmente por meio dos relacionamentos e das disputas que surgiram ao redor deles, mas não era integrante.

A hipótese investigada é que essa mudança de lado teria sido interpretada como uma provocação e que a morte da adolescente teria sido determinada como retaliação.

Claudia teria sido levada para uma área de mata próxima à BR-163, onde teria sido submetida ao chamado “Tribunal do Crime”.

Enquanto isso, a família passou aproximadamente uma semana sem saber onde ela estava.

Até que, na noite de 12 de agosto, a Polícia Civil chegou a uma área de mata às margens da rodovia.

Claudia estava morta e enterrada em uma cova.

As informações preliminares apontaram que ela estava com as mãos amarradas e uma corda ao redor do pescoço, além de apresentar sinais de agressões violentas.

A investigação aponta para cinco suspeitos de participação no crime. Dois já haviam sido presos. O namorado de Claudia, apontado como integrante de uma das facções, ainda não estava preso e teve a identidade preservada.

Agora, a polícia tenta fechar as peças: quem ordenou a execução, quem participou diretamente, qual foi o papel de cada suspeito e exatamente como a adolescente morreu.

No fim, a história é ainda mais crua do que parece: uma adolescente de 14 anos se envolveu em relacionamentos com pessoas ligadas a grupos criminosos rivais, acabou entrando em uma disputa que não era dela e teve a morte decretada.

Um jovem de 19 anos foi ouvido e liberado pela Polícia Civil de Minas Gerais após se apresentar espontaneamente durante ...
13/08/2026

Um jovem de 19 anos foi ouvido e liberado pela Polícia Civil de Minas Gerais após se apresentar espontaneamente durante a investigação da morte de dois homens em São Domingos das Dores. O caso ocorreu na segunda-feira (11), na zona rural do município.

As vítimas foram identificadas como Miguel Chagas da Silva, de 76 anos, e Eberto Silvestre Guimarães Barro, de 41. Segundo o boletim de ocorrência, uma discussão por causa da poda de um pé de manga na divisa entre propriedades teria iniciado o confronto.

Miguel teria atirado contra Eberto. O filho da vítima, de 19 anos, filmou o momento e depois entrou em luta corporal com o idoso. O jovem conseguiu tomar a arma e relatou ter efetuado um disparo após a briga continuar. Miguel morreu no local, enquanto Eberto também não resistiu aos ferimentos.

A arma foi entregue à polícia e apreendida. Um inquérito foi instaurado para apurar as circunstâncias das duas mortes. ACESSE BACCINOTICIAS.COM.BR

Maria Fernanda Camargo tinha apenas 5 anos e estava prestes a completar 6. Naquela noite, a família acreditava que final...
13/08/2026

Maria Fernanda Camargo tinha apenas 5 anos e estava prestes a completar 6. Naquela noite, a família acreditava que finalmente encontraria uma forma de acabar com uma tosse que não melhorava.

O que deveria ser um ritual de cura terminou com a menina gravemente queimada e uma família tentando esconder da polícia como tudo realmente aconteceu.

Na noite de 23 de março de 2022, Maria Fernanda estava na casa dos avós, em Frutal, Minas Gerais, acompanhada da mãe, dos avós, de uma tia, do guia espiritual Bruno Santos Fernandes e do auxiliar dele, Kaio Victor Gonçalves de Oliveira.

Segundo a versão apresentada pela defesa da família, a menina sofria havia algum tempo com uma tosse persistente. Ela já teria passado por vários médicos, mas não melhorava.

Como a família acreditava no trabalho do guia espiritual, decidiram levá-la para um ritual de cura.

Maria Fernanda foi colocada dentro de uma bacia. O guia pediu à avó uma garrafa contendo uma mistura de álcool 70% e ervas, e o líquido foi colocado sobre o corpo da criança, começando pelos cabelos.

Então veio o momento que transformou aquela noite em uma tragédia.

Uma vela foi aproximada do corpo da menina, que estava coberto pelo líquido inflamável. As chamas se espalharam rapidamente e tomaram conta de Maria Fernanda.

A mãe, os avós e os outros presentes entraram em desespero e tentaram apagar o fogo. Alguns deles também sofreram queimaduras. A menina, porém, teve queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus em praticamente todo o corpo, inclusive nas vias aéreas.

Ela foi levada às pressas para o hospital de Frutal e depois transferida para São José do Rio Preto, em São Paulo. A família chegou a acreditar que ela poderia sobreviver, mas durante a madrugada seu estado piorou.

Maria Fernanda morreu em decorrência das queimaduras.

E foi depois da morte que a história ficou ainda mais estranha.

Inicialmente, a família contou à polícia que a menina havia sofrido um acidente doméstico com álcool e uma churrasqueira.

O pai, Cacildo, porém, não acreditou na explicação. Durante o velório, continuou questionando o que realmente havia acontecido e decidiu procurar a polícia para descobrir a verdade.

A partir daí, a investigação mudou completamente de rumo.

O guia espiritual acabou admitindo que a história da churrasqueira era falsa, e a mãe também prestou depoimento revelando que Maria Fernanda havia sido submetida ao ritual. A Polícia Civil passou a investigar a participação dos seis adultos que estavam envolvidos na cerimônia.

Em abril de 2022, a mãe, a tia, os dois avós, o guia espiritual e, posteriormente, o auxiliar foram presos ou investigados. A Polícia Civil concluiu que todos haviam assumido o risco de provocar a morte da criança e os indiciou por homicídio doloso, na modalidade de dolo eventual.

O Ministério Público chegou a denunciar os seis por homicídio triplamente qualificado, apontando o emprego de fogo e a dificuldade de defesa da criança.

Mas o caso ainda teria outra reviravolta na Justiça: em 2023, a Justiça decidiu que os acusados não seriam levados a júri popular e desclassificou a acusação para homicídio culposo; a tia foi absolvida. O TJMG manteve essa decisão posteriormente.

No fim, uma menina de apenas 5 anos, levada para aquilo que a família dizia ser um ritual para tentar curar uma simples tosse, acabou morrendo depois de ter o corpo tomado pelas chamas.

Apartamentos, veículos, terrenos, investimentos financeiros e até rebanhos de bovinos, ovinos e equinos aparecem entre o...
13/08/2026

Apartamentos, veículos, terrenos, investimentos financeiros e até rebanhos de bovinos, ovinos e equinos aparecem entre os bens declarados pelos candidatos ao Governo do Ceará nas eleições de 2026. Até esta quarta-feira (12), cinco dos seis nomes que disputam o Palácio da Abolição já tinham informado seus patrimônios à Justiça Eleitoral.

5

Eduarda: da amizade e da barriga solidária a um crime que terminou em nove tirosEduarda Santos de Almeida, de 27 anos, n...
13/08/2026

Eduarda: da amizade e da barriga solidária a um crime que terminou em nove tiros

Eduarda Santos de Almeida, de 27 anos, não conheceu Fernando Alves Ferreira pouco antes de morrer. Os dois já se conheciam no Brasil e eram amigos há anos. Foi Fernando quem fez a ponte para que ela fosse para Bariloche, na Argentina, onde a história dos dois acabaria tomando um rumo trágico.

Fernando vivia na Argentina com o então marido, Marcelo, e os dois queriam ter filhos. Eduarda aceitou ser barriga solidária para o casal e gerou os gêmeos, que nasceram em 2019.

Depois da gestação, ela voltou algumas vezes ao Brasil, mas continuou tendo ligação com a família. Em 2021, Marcelo morreu após ser contaminado pela Covid-19. Depois disso, Eduarda voltou para Bariloche e passou a morar com Fernando e as crianças.

Eduarda também estava com uma bebê de apenas um mês, nascida pouco antes do crime. Ela era estrangeira, estava longe da própria família, sem trabalho e dependia daquela casa para sobreviver com a filha. O Ministério Público argentino posteriormente afirmou que, durante a convivência, Fernando teria exercido violência psicológica e econômica contra ela.

Mas havia um conflito ainda maior: Eduarda queria voltar para o Brasil.

Segundo a reconstrução apresentada pela acusação no julgamento, Fernando teria passado a enxergar Eduarda como um obstáculo para permanecer com as crianças. O promotor afirmou que o objetivo dele era ficar com os filhos e evitar que Eduarda pudesse interferir na criação deles.

A acusação sustentou que o conflito em torno das crianças foi um dos elementos centrais para entender o assassinato.

Fernando, porém, apresentou uma versão completamente diferente. Ele afirmou que Eduarda fazia ameaças e exigências financeiras e que acreditava estar correndo risco. Durante a audiência, chegou a dizer:

“Voltar ao Brasil não era uma opção. Aqui meus filhos estão protegidos.”

Também afirmou temer que, caso as crianças fossem para o Brasil, elas corressem perigo. A família de Eduarda contestou essas acusações e afirmou que ela era a vítima, e não a responsável pela situação.

Na noite de 16 de fevereiro de 2022, os dois saíram de casa com as três crianças.

Segundo uma testemunha, antes de deixar a residência, Eduarda foi ouvida pedindo para Fernando ir embora e dizendo: “Me deixa, por favor!”

Depois, Fernando dirigiu até a região do Lago Escondido, no Circuito Chico, em Bariloche. As crianças estavam no carro quando, segundo a acusação, ele saiu com um revólver calibre .357 e disparou nove vezes contra Eduarda. Ela morreu no local.

O mais perturbador é que, depois de voltar para casa, Fernando chegou a comunicar à polícia que Eduarda estava desaparecida. Mais tarde, confessou o assassinato.

O caso foi levado a julgamento e, em 2023, um júri popular o considerou culpado por unanimidade. Ele recebeu prisão perpétua. Em agosto de 2024, porém, fugiu do presídio de Bariloche e passou a ser procurado internacionalmente.

Um detalhe que surgiu durante o processo é que, após o início do julgamento, Fernando passou a se identificar como mulher e adotou o nome Amanda Alves Ferreira. A Justiça argentina autorizou que ela fosse tratada como Amanda nos documentos do sistema penitenciário.

Por 10 dias, uma bebê de apenas 1 ano e 4 meses ficou sozinha dentro de um apartamento enquanto a própria mãe viajava. Q...
13/08/2026

Por 10 dias, uma bebê de apenas 1 ano e 4 meses ficou sozinha dentro de um apartamento enquanto a própria mãe viajava. Quando ela finalmente voltou, encontrou a filha morta dentro do cercadinho.

O caso de Kristel Candelario, de 32 anos, chocou os Estados Unidos não apenas pela morte da pequena Jailyn, mas pela forma como a criança foi deixada para trás.

No dia 6 de junho de 2023, Kristel saiu de casa, em Cleveland, para viajar. Primeiro foi para Porto Rico, onde passou alguns dias com o ex-namorado. Depois, seguiu para Detroit.

Mas antes de partir, tomou uma decisão devastadora: deixou a própria filha completamente sozinha em casa.

Jailyn, de apenas 1 ano e 4 meses, ficou dentro de um cercadinho, com algumas garrafas de leite ao redor. Não havia nenhum adulto para cuidar dela, nem alguém avisado para verificar a criança.

E os dias passaram.

Segundo as investigações, vizinhos chegaram a ouvir os choros da bebê. Uma câmera de monitoramento também teria registrado seus gritos.

Enquanto Jailyn permanecia sozinha, sem comida adequada, água ou qualquer tipo de cuidado, Kristel continuava sua viagem.

Ela só voltou para casa no dia 16 de junho, aproximadamente 10 dias depois.

Quando abriu a porta, encontrou a filha morta dentro do cercadinho.

Antes da chegada das autoridades, Kristel ainda teria tentado alterar a cena, trocando as roupas da criança. Em seguida, ligou para o 911 e disse que a filha estava “morrendo”.

Quando os socorristas chegaram, encontraram uma cena devastadora. O apartamento apresentava sinais de abandono prolongado, e a criança apresentava desidratação e desnutrição severas.

A perícia concluiu que Jailyn morreu depois de passar um longo período sem receber alimento e água suficientes e sem cuidados básicos.

Kristel acabou sendo acusada de homicídio e, durante o processo, a defesa afirmou que ela enfrentava problemas emocionais e estava sobrecarregada. A própria Kristel declarou que tomou a decisão de forma impulsiva.

Ainda assim, ela se declarou culpada.

Na sentença, o juiz destacou a crueldade do abandono. E fez uma comparação que marcou o caso: assim como Jailyn foi deixada sozinha, sem comida e água, Kristel passaria o resto da vida presa — mas, na prisão, teria acesso justamente às necessidades básicas que foram negadas à própria filha.

Kristel Candelario foi condenada à prisão perpétua, sem possibilidade de liberdade condicional.

Uma bebê de apenas 1 ano e 4 meses morreu sozinha dentro de casa, enquanto a própria mãe estava viajando.

Ela saiu de casa para visitar uma amiga e depois encontraria a família em um culto. Tinha apenas 13 anos e não imaginava...
13/08/2026

Ela saiu de casa para visitar uma amiga e depois encontraria a família em um culto. Tinha apenas 13 anos e não imaginava que aquela seria a última vez que sairia de casa.

No caminho, encontrou alguém que conhecia e em quem sua família confiava. Ela entrou no carro. Pouco tempo depois, uma testemunha viu uma adolescente tentando desesperadamente escapar daquele veículo.

Era Stefany Vitória Teixeira Ferreira, de 13 anos, moradora de Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte.

Na tarde de 9 de fevereiro de 2025, Stefany saiu de casa para visitar uma amiga. Depois, deveria encontrar a família em um culto, mas nunca chegou.

No caminho, ela encontrou João das Graças Pachola, de 54 anos, um pastor que era conhecido pela família e morava na região. Por existir uma relação de confiança, Stefany aceitou uma carona.

Só que as câmeras de segurança registraram algo que chamou a atenção da polícia. O carro de João passou pela rua onde a adolescente estava, deu a volta e retornou na direção dela.

Pouco depois, uma testemunha viu uma cena ainda mais estranha.

Na região do Lago do Tijuco, uma adolescente teria saído pela porta do carro e tentado escapar. João teria descido do veículo e colocado a menina novamente para dentro à força.

A testemunha conseguiu anotar a placa.

No local onde a adolescente teria tentado fugir, os investigadores encontraram um chinelo, posteriormente reconhecido pela família como sendo de Stefany.

As pistas levaram até João.

Quando foi localizado, em 11 de fevereiro, o pastor confessou ter matado a adolescente e levou os policiais até uma área de mata conhecida como “monte de orações”, no bairro San Genaro. Foi ali que o corpo de Stefany foi encontrado.

A versão apresentada por João foi que os dois teriam discutido dentro do carro e que Stefany teria dado um tapa em seu rosto. Segundo ele, ficou nervoso e a enforcou com as próprias mãos.

Mas a investigação não terminou nessa explicação.

Os policiais também apuraram uma possível motivação sexual. No carro foram encontrados medicamentos para disfunção erétil, e outras adolescentes relataram comportamentos inadequados atribuídos ao pastor.

Porém, os exames realizados em Stefany não conseguiram confirmar que ela havia sofrido abuso, por conta do avançado estado de decomposição.

O que tornou o caso ainda mais perturbador foi justamente a relação de confiança: Stefany não entrou no carro de um desconhecido. Ela conhecia João, e a família também o conhecia.

A Polícia Civil concluiu o inquérito e João foi indiciado por feminicídio e ocultação de cadáver, permanecendo preso.

Endereço

Horizonte, CE

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Horizonte Notícias Online posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar