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Uma foto fazendo um gesto com as mãos, um corte na sobrancelha ou até mesmo uma estampa na roupa podem parecer detalhes ...
19/10/2026

Uma foto fazendo um gesto com as mãos, um corte na sobrancelha ou até mesmo uma estampa na roupa podem parecer detalhes completamente comuns.

Mas, em regiões marcadas pela disputa entre facções criminosas, esses elementos podem ser interpretados de outra maneira por integrantes desses grupos. E existem casos reais em que essa interpretação terminou em tragédia.

Em dezembro de 2024, o turista Henrique Marques de Jesus, de apenas 16 anos, foi morto durante uma viagem a Jericoacoara, no Ceará. Inicialmente, o pai do adolescente relatou que o filho teria sido confundido com integrante de uma facção por fazer o número três com as mãos em uma fotografia.

Posteriormente, o Ministério Público apontou que símbolos em uma camiseta e fotos fazendo sinais no celular também teriam alimentado a suspeita dos criminosos.

Em agosto de 2025, oito pessoas foram denunciadas por envolvimento no caso, entre adultos e adolescentes.

Quatro anos antes, em Fortaleza, outro adolescente havia sido vítima de uma suspeita semelhante. Jefferson Brito Teixeira, de 14 anos, era coroinha de uma igreja católica e praticava capoeira.

Em agosto de 2020, ele foi espancado e assassinado a tiros. Segundo a investigação, os suspeitos acreditavam que os três riscos que o menino tinha na sobrancelha indicavam ligação com uma facção rival.

Não havia nenhum indício de que ele estivesse envolvido com o crime organizado. Em 2022, dois acusados foram condenados pelo homicídio.

Em setembro de 2024, a violência atingiu as irmãs Rayane Alves Porto, de 25 anos, candidata a vereadora, e Rithiele Alves Porto, de 28, em Porto Esperidião, no Mato Grosso.

As duas foram sequestradas e assassinadas após saírem de um evento de pesca. Segundo a investigação, uma fotografia em que apareciam fazendo um gesto com as mãos foi interpretada como uma referência a uma facção rival.

Ao fim do inquérito, 16 pessoas foram indiciadas por envolvimento no caso.

Essas histórias mostram por que é importante ter cuidado com o que publicamos na internet, principalmente quando fazemos viagens para lugares que não conhecemos ou frequentamos regiões onde há disputas entre organizações criminosas.

Gestos que, em uma cidade, são apenas uma brincadeira ou uma forma de posar para uma foto podem ter outro signif**ado em determinados contextos.

O mesmo vale para símbolos em camisetas, números feitos com os dedos e até características da aparência que criminosos associem a grupos rivais.

Por isso, evite reproduzir símbolos que você não conhece, especialmente para fazer brincadeiras, participar de desafios ou imitar fotografias que viralizaram. Se estiver viajando, tenha atenção ao ambiente e às orientações locais de segurança.

Uma fotografia pode durar apenas alguns segundos na tela, mas as consequências de como ela é interpretada podem ser irreversíveis.

Milena Massafera foi encontrada morta dentro do próprio apartamento, com 28 ferimentos de faca. No local, a perícia enco...
19/10/2026

Milena Massafera foi encontrada morta dentro do próprio apartamento, com 28 ferimentos de faca. No local, a perícia encontrou tufos de cabelo arrancados, pegadas no chão, sangue e uma toalha ensanguentada.

Mas uma das pistas mais importantes estava do lado de fora: uma câmera de segurança havia registrado o homem que entrou no prédio pouco antes do crime.

Porém anos se passaram sem que ele fosse identif**ado.

Milena tinha 34 anos e morava em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ela era uma mulher trans e vivia em seu próprio apartamento, na Vila Tibério.

Na noite de 9 de abril de 2021, ela recebeu um homem que, segundo a principal hipótese investigativa divulgada na época, seria um cliente. Os dois chegaram separadamente ao prédio, e as câmeras registraram a movimentação.

Por volta das dez e meia da noite, o homem chegou de carro e ficou esperando do lado de fora. Cerca de três minutos depois, Milena também chegou. Os dois entraram no edifício e seguiram para o apartamento dela.

A visita durou aproximadamente meia hora. Depois desse período, o homem foi embora sozinho. Só que havia um detalhe estranho: ele estava usando roupas diferentes das que vestia quando chegou.

Na manhã seguinte, em 10 de abril, a preocupação começou quando pessoas próximas não conseguiram falar com Milena. Familiares e uma amiga tentaram encontrá-la e, diante da falta de resposta, foram até o apartamento. Como não conseguiram entrar normalmente, precisaram conseguir acesso ao imóvel.

Foi lá que encontraram Milena caída no chão, em meio a uma grande quantidade de sangue. O socorro foi chamado, mas ela já estava morta.

A perícia examinou o apartamento e encontrou sinais de uma luta violenta. Milena tinha 28 ferimentos provocados por faca, atingindo regiões como o pescoço, o tórax, as costas e as pernas.

Também foram recolhidos tufos de cabelo arrancados, amostras de sangue e uma toalha ensanguentada encontrada no banheiro. Havia ainda pegadas no chão do quarto.

Os investigadores levantaram a hipótese de que o homem teria se lavado antes de deixar o apartamento, possivelmente para retirar vestígios de sangue.

Outro detalhe que dificultou a investigação foi o desaparecimento do celular e dos documentos de Milena. Segundo uma atualização divulgada pela polícia em 2024, esses pertences não foram encontrados.

A Polícia Civil passou a trabalhar para identif**ar o homem registrado pelas câmeras. Os investigadores analisaram os vestígios recolhidos no apartamento e tentaram obter informações que permitissem descobrir quem ele era.

Como não conseguiram chegar a uma identif**ação, compartilharam as imagens e os resultados periciais com equipes de outros estados, na esperança de cruzar informações e descobrir se o suspeito havia deixado São Paulo.

Mas a tentativa também não trouxe o resultado esperado.

E havia outro detalhe que chamou a atenção naquela mesma época. Poucos dias antes da morte de Milena, outra mulher trans, conhecida como Márcia Marcita, de 48 anos, também havia sido encontrada morta em seu apartamento, em Ribeirão Preto, com sinais de violência.

A semelhança entre os casos levantou a possibilidade de que as mortes pudessem estar relacionadas.

Em julho de 2026, uma nova reportagem ainda apontava que o assassinato permanecia sem solução. Mais de cinco anos depois, o homem filmado entrando no prédio de Milena e saindo sozinho continuava sem identif**ação pública.

Uma pergunta continua sem resposta: quem era o homem que esteve com Milena naquela noite e o que realmente aconteceu dentro daquele apartamento?

Jéssica Leite Ribeiro foi condenada a mais de 17 anos de prisão depois de matar o próprio enteado, um bebê de apenas um ...
19/10/2026

Jéssica Leite Ribeiro foi condenada a mais de 17 anos de prisão depois de matar o próprio enteado, um bebê de apenas um ano e seis meses, com agressões que provocaram fraturas nas costelas e uma grave lesão no fígado.

Mas, quase cinco anos depois do crime, ela foi encontrada morta dentro da cela onde cumpria pena, em um presídio de Mato Grosso do Sul. Ao lado dela, os policiais encontraram uma carta que levantou suspeitas sobre o que teria acontecido.

Tudo começou em 16 de agosto de 2018, em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Naquela manhã, o pequeno Rodrigo Moura Santos estava sob os cuidados de Jéssica, companheira de seu pai, Joel Rodrigo Ávalo dos Santos, que era lutador de MMA.

O serviço de emergência foi chamado inicialmente para atender uma suposta situação de engasgamento. Porém, quando os profissionais examinaram a criança, encontraram sinais de violência que não correspondiam à explicação apresentada.

Rodrigo tinha hematomas na cabeça, lesões no pescoço e ferimentos graves no tórax. A perícia identificou fraturas nas costelas e uma laceração no fígado, provocada pelas agressões.

Ao explicar a gravidade dos ferimentos, o delegado que acompanhava o caso destacou a principal lesão encontrada no corpo do bebê:

“A principal lesão, que causou a morte, foram pancadas nas costas, que quebraram costelas e o menino acabou tendo dilaceração no fígado.”

Os exames também apontaram lesões mais antigas, indicando que a criança poderia ter sofrido agressões anteriores. A investigação passou, então, a apurar o que havia acontecido naquela casa e quem era responsável pelos ferimentos.

Jéssica, que tinha 21 anos na época, foi presa em flagrante. Inicialmente, ela apresentou uma versão de que o menino teria caído de uma bancada. Depois, durante o depoimento, admitiu que havia maltratado a criança.

Segundo o relato dela à polícia, Rodrigo chorava muito naquele dia, e ela estava nervosa por causa do choro e de problemas pessoais. Jéssica disse que apertou a barriga do bebê com as mãos e depois com os joelhos, acreditando que ele estivesse com prisão de ventre.

Também afirmou ter pisado nas costelas dele.

A defesa tentou sustentar, durante o julgamento, que a morte havia sido um acidente provocado por uma queda. Mas os jurados não aceitaram essa versão.

Em março de 2020, após um julgamento que durou cerca de 15 horas, Jéssica foi condenada a 17 anos e cinco meses de prisão por homicídio doloso qualif**ado pelo meio cruel.

O pai da criança também foi responsabilizado criminalmente por homicídio culposo, relacionado à omissão e à negligência diante da situação do filho. Como já havia permanecido preso por período superior à pena que recebeu, ele foi colocado em liberdade.

Em entrevista ao g1, Joel falou sobre a dor de perder o filho e a revolta com o que aconteceu. Ele disse que acreditou na versão de Jéssica de que o bebê havia sofrido um acidente e afirmou que se sentiu enganado.

“Sentimento de ódio, raiva, da noite para o dia a pessoa acordar e fazer esse tipo de coisa, inventar essa história de que meu filho tinha caído, que foi um acidente, isso não condiz com que aconteceu”, declarou.

Em seguida, ele foi ainda mais duro ao falar sobre a ex-companheira:

“Ela mentiu, nessa mentira eu fui preso, e para mim ela é uma pessoa do tipo psicopata.”

Joel também contou que, depois da tragédia, Jéssica tentou se aproximar dele por meio de cartas. Segundo ele, nas primeiras mensagens, ela insistia que não havia feito nada e que a morte do menino tinha sido um acidente.

Jéssica continuou presa no Estabelecimento Penal Feminino de Corumbá, onde cumpria a pena em regime fechado. Em julho de 2023, quando tinha 27 anos, ela foi encontrada morta dentro da cela.

Na noite de 5 de julho, outras duas detentas que dividiam o espaço com ela disseram que estavam dormindo quando perceberam o que havia acontecido. Jéssica foi encontrada enforcada com um lençol.

Durante a perícia no local, os investigadores encontraram um caderno com uma mensagem datada daquele mesmo dia. Segundo o registro policial, o texto indicava que Jéssica pretendia fazer isso. A carta foi apreendida para análise.

Assim, a mulher condenada pela morte de uma criança indefesa acabou morrendo dentro do próprio presídio, sem que todas as circunstâncias de sua morte tenham sido esclarecidas publicamente.

Uma adolescente de 17 anos, suspeita de integrar o Comando Vermelho, teria planejado a morte do próprio pai, apontado pe...
18/10/2026

Uma adolescente de 17 anos, suspeita de integrar o Comando Vermelho, teria planejado a morte do próprio pai, apontado pela polícia como ligado ao Primeiro Comando da Capital, facção rival.

E, segundo as investigações, para conseguir que ele fosse assassinado, ela teria inventado uma história de ab*so contra si mesma, usando a acusação para provocar uma ação dos integrantes da organização criminosa contra o próprio pai.

A adolescente foi identif**ada como Ana Vitória Nascimento Santos. De acordo com a Polícia Civil, ela não seria apenas uma integrante do Comando Vermelho, mas alguém que participava das decisões do grupo na região de Mato Grosso do Sul.

O pai dela, Gilson Santana dos Santos, teria ligação com o PCC. Para os investigadores, essa rivalidade entre as facções ajuda a explicar o que aconteceu em 29 de setembro de 2026, quando Gilson foi assassinado a tiros em Batayporã.

A investigação aponta que Ana Vitória teria usado a falsa acusação para convencer integrantes do Comando Vermelho a agir contra o pai.

Segundo o delegado responsável pelo caso, ela também teria ajudado a preparar o local onde Gilson seria morto, organizando a situação para que ele fosse atraído até lá.

Na manhã de 15 de outubro, por volta das seis horas, os policiais chegaram a uma casa para cumprir mandados judiciais.

Segundo o registro da ocorrência, um dos homens, identif**ado como Wemerson Costa Anjos, conhecido como Tio Baby, estava armado com uma pi***la e teria apontado a arma na direção dos agentes após receber ordem para largá-la.

Os policiais reagiram. Ao entrarem nos outros cômodos, encontraram João Lucas Santos Nunes, conhecido como Juquinha, e Ana Vitória em um dos quartos.

Conforme a versão policial, os dois também estavam armados e apontaram as armas contra a equipe, que voltou a disparar. Os três foram atingidos. Eles ainda apresentavam sinais vitais e foram socorridos, mas morreram no hospital.

Durante a operação, foram apreendidas três armas de fogo, munições e uma motocicleta que pode ter sido utilizada no assassinato de Gilson.

O veículo e os demais materiais seriam analisados para ajudar a esclarecer os crimes.

A operação também resultou em outras prisões, enquanto dois investigados continuavam foragidos, segundo o balanço divulgado pelas autoridades.

A Polícia Civil ainda precisava esclarecer a participação individual de cada suspeito nos homicídios.

A história da falsa denúncia de ab*so foi apresentada pelos investigadores como parte do planejamento do assassinato, mas as acusações não chegaram a ser julgadas, já que Ana Vitória morreu durante a operação.

Na noite de 13 de outubro de 2026, uma jovem de 20 anos e o pai dela, de 72, morreram em um incêndio que destruiu a casa...
18/10/2026

Na noite de 13 de outubro de 2026, uma jovem de 20 anos e o pai dela, de 72, morreram em um incêndio que destruiu a casa onde viviam, na Vila Imasa, em Monte Carlo, Santa Catarina.

A jovem, identif**ada como Juliane Sthefany de Ávila, estava grávida, e o que aconteceu nos minutos finais daquela noite deixou uma sequência de cenas difíceis de esquecer.

Tudo começou quando Juliane telefonou para a irmã, gritando por socorro. Do outro lado da ligação, a mulher também conseguia ouvir a voz do pai, Aldair de Ávila, gritando ao fundo. Desesperada, ela foi imediatamente até a casa acompanhada do marido, sem imaginar o que encontraria ao chegar.

A cena era aterrorizante. A casa estava pegando fogo e, na entrada, a irmã encontrou Juliane ajoelhada perto da porta, com parte do corpo e das roupas ainda em chamas.

Ela e o marido tentaram apagar o fogo e arrastaram a jovem para longe da residência. Mas, quando conseguiram afastá-la das chamas, perceberam que Juliane já estava morta.

O pai dela continuava dentro da casa em chamas e não conseguiu sair. Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já havia tomado a residência. As equipes combateram o fogo, mas Aldair também foi encontrado morto no interior do imóvel.

Só que, enquanto as duas mortes eram investigadas, começaram a surgir informações que levantaram suspeitas de que aquele incêndio poderia ter sido provocado.

Uma vizinha contou que ouviu uma mulher gritando por socorro na casa ao lado. Ao olhar para fora, viu um homem alto saindo correndo do pátio em direção à rua, enquanto a residência dos fundos já estava pegando fogo.

A irmã de Juliane também relatou que outros moradores disseram ter visto um homem fugindo do local.

O ex-namorado de Juliane, de 28 anos, foi apontado como suspeito, mas não foi localizado. Um amigo da jovem contou que recebeu uma mensagem de áudio enviada por ele naquela mesma noite, pelo Instagram.

Na gravação, o homem perguntava o que havia acontecido e afirmava não ter envolvimento com o crime.

A polícia chegou a ir a um endereço indicado por esse amigo, a cerca de 500 metros do local onde o ex-namorado supostamente estaria morando. No entanto, encontrou apenas trabalhadores rurais, que disseram não saber onde ele estava.

Mas havia outro detalhe que tornava a investigação ainda mais preocupante: dias antes do incêndio, Juliane havia contado a um amigo que um homem tinha ido até sua casa e agredido tanto ela quanto o pai.

As mensagens, divulgadas pelo Jornal Razão, mostram que Juliane relatava uma situação de violência que já havia acontecido anteriormente.

Segundo ela, o homem empurrou Aldair, arrombou a porta da casa dela e entrou no imóvel onde o idoso morava, quebrando objetos e dizendo que iria roubar tudo.

E não teria sido a primeira vez que ele apareceu por lá.

Juliane contou que precisou chamar o cunhado para ajudá-la a retirar o homem da propriedade. Durante o conflito, ele teria anunciado que passaria a morar em uma casa localizada atrás da residência dela, o que aumentou a preocupação da jovem.

Em uma das mensagens, ela desabafou: “Muito fácil disse ser homem contra um idoso e uma mulher grávida”.

A frase mostra que Juliane já se sentia ameaçada e descrevia um conflito envolvendo justamente duas pessoas que acabariam mortas naquele incêndio: ela e o próprio pai.

A Polícia Militar foi até o terreno onde esse outro homem, descrito como alto, magro e moreno, supostamente morava.

Uma vizinha informou que não o via desde o domingo anterior ao incêndio. Até as últimas informações divulgadas, porém, não havia confirmação de que ele tivesse participação nas mortes.

A Polícia Civil assumiu a investigação para esclarecer como o fogo começou, quem estava no local e se o incêndio foi provocado intencionalmente.

Anthony Loffredo era um homem francês que trabalhava como segurança em uma boate. Mas, aos 26 anos, decidiu começar uma ...
18/10/2026

Anthony Loffredo era um homem francês que trabalhava como segurança em uma boate. Mas, aos 26 anos, decidiu começar uma transformação que faria sua aparência mudar completamente.

Ele queria se parecer com um extraterrestre e ficou conhecido mundialmente como The Black Alien.

O que começou com modif**ações corporais foi se tornando cada vez mais extremo. Anthony bifurcou a língua, tatuou os globos oculares para deixá-los escuros, colocou implantes sob a pele e cobriu grande parte do corpo com tatuagens pretas.

Mas ele não parou por aí: retirou as orelhas, partes do nariz e do lábio superior, além de amputar dois dedos de uma das mãos.

Em 2022, ele revelou outra intervenção que chamou atenção: uma abertura na região inferior da boca, que ficou conhecida como uma “segunda boca”. O objetivo era continuar mudando os próprios traços até alcançar a aparência que imaginava.

Só que um dos planos mais extremos de Anthony era ainda mais assustador. Ele chegou a considerar amputar uma das próprias pernas para substituí-la por uma prótese biomecânica, como parte de sua transformação. Mas é importante destacar que ele revelou essa intenção, não que tenha realizado a amputação.

As mudanças também tiveram consequências na vida cotidiana. Anthony relatou dificuldades para conseguir trabalho e até para realizar atividades simples, porque muitas pessoas se assustavam com sua aparência ou não sabiam como reagir.

Em dezembro de 2023, ele surpreendeu os seguidores ao dizer que o projeto havia perdido o sentido.

Mesmo depois de tantas intervenções, afirmou que não queria continuar modif**ando o corpo naquele momento. O mais curioso é que ele calculava ter alcançado apenas uma parte do resultado que imaginava.

A história, porém, não terminou ali. Posteriormente, Anthony voltou a falar sobre a transformação e retomou planos ligados ao projeto, mostrando que aquela decisão de parar não signif**ava necessariamente um arrependimento definitivo.

No fim, o caso de Anthony Loffredo vai além da aparência chocante. Ele passou anos alterando o próprio corpo para se aproximar de uma imagem que considerava sua, chegou a cogitar mudanças irreversíveis e, em determinado momento, sentiu que continuar já não fazia sentido.

E f**a a pergunta: quando alguém transforma tanto a própria aparência em busca de uma identidade, como sabe que finalmente chegou ao resultado ideal?

Paris convenceu a babá a ir embora antes que sua mãe voltasse para casa. Assim que ficou sozinho com Ella, sua irmã de a...
18/10/2026

Paris convenceu a babá a ir embora antes que sua mãe voltasse para casa. Assim que ficou sozinho com Ella, sua irmã de apenas quatro anos, ele foi até o quarto dela, a agrediu, a sufocou e a esfaqueou 17 vezes com uma faca de cozinha.

Depois, ligou para um amigo e conversou com ele durante seis minutos antes de telefonar para a emergência. Quando o atendente pediu que tentasse reanimar Ella, Paris fingiu estar fazendo os procedimentos, mas não tentou salvar a irmã.

Ele tinha apenas 13 anos.

Mas o que tornaria esse caso ainda mais perturbador seria o motivo que ele revelaria depois: Paris matou Ella porque queria destruir emocionalmente a própria mãe.

Tudo começou muito antes daquela noite.

A mãe dos dois, Charity Lee, teve uma infância difícil. Quando tinha seis anos, seu pai foi morto a tiros dentro de casa, e sua mãe acabou sendo acusada, embora tenha sido absolvida.

Na adolescência, Charity enfrentou problemas com dr**as, mas tentou mudar de vida quando se tornou mãe. Ela queria dar aos filhos uma infância diferente da que havia tido.

Paris nasceu em 1993 e, alguns anos depois, Ella chegou à família. Apesar da diferença de idade, os dois eram próximos. Ella adorava o irmão mais velho, e Paris costumava brincar com ela.

Só que, quando Paris tinha cerca de 11 anos, aconteceu um episódio preocupante. Durante uma discussão familiar, ele pegou uma faca e ameaçou as pessoas que tentavam se aproximar.

Acabou sendo levado ao hospital e permaneceu internado por mais de uma semana.

Na época, Charity não compreendia completamente o comportamento do filho e não imaginava o que aconteceria anos depois.

Em fevereiro de 2007, ela trabalhava como garçonete em Abilene, no Texas, e precisava trabalhar durante a noite do Super Bowl. Por isso, contratou uma babá para f**ar com Paris e Ella.

Antes de sair, despediu-se dos filhos e foi trabalhar. Naquela noite, Paris convenceu a babá a ir embora mais cedo. Quando ficou sozinho com Ella, atacou a menina dentro de casa, ele a agrediu, a sufocou e a esfaqueou 17 vezes com uma faca.

Depois de matá-la, telefonou para um amigo e, em seguida, para a emergência. Quando os socorristas chegaram, Ella já estava morta.

Charity ainda estava trabalhando quando recebeu a notícia de que a filha havia sido assassinada. Pouco depois, descobriu que o responsável era Paris.

Ela ficou completamente destruída. Além de perder a filha de quatro anos, precisava lidar com o fato de que o próprio filho havia cometido o crime. Mas a investigação revelou algo ainda mais assustador.

Inicialmente, Paris apresentou uma explicação envolvendo a ideia de que Ella seria um demônio. Depois, porém, revelou que o assassinato estava relacionado ao ressentimento que sentia pela mãe.

Ele queria puni-la.

Paris chegou a explicar que havia pensado em matar Charity, mas acreditava que, se ela morresse, sua dor acabaria. Se Ella morresse, por outro lado, a mãe continuaria viva e teria de conviver com a perda da filha.

Ou seja, ele escolheu matar a própria irmã para provocar na mãe um sofrimento que, na visão dele, nunca terminaria. Em 2007, Paris se declarou culpado de assassinato qualif**ado e recebeu uma condenação de 40 anos de prisão.

Mesmo depois disso, Charity continuou tentando compreender o que havia acontecido. Durante anos, visitou o filho na prisão, embora precisasse conviver com a dor de ter perdido Ella pelas mãos dele.

A história ganhou ainda mais repercussão em 2017, com o documentário The Family I Had, que acompanha Charity e mostra como ela tenta reconstruir a vida depois do assassinato.

Charity precisou aprender a viver com essa realidade: sua filha nunca mais voltaria para casa, e o filho que ela continuava amando era o mesmo que havia cometido aquele crime.

POLÍTICA A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrenta...
18/10/2026

POLÍTICA

A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) se enfrentam neste domingo (18), às 20h, na Band, no primeiro debate oficial entre os candidatos. Flávio havia inicialmente desistido do encontro, mas mudou de decisão após Lula confirmar presença.

O debate será estruturado em três blocos: no primeiro, os candidatos respondem a perguntas dos apresentadores Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, na ordem definida por sorteio. Na segunda etapa, acontece o confronto direto, com cada candidato dispondo de 15 minutos para usar como preferir. A eleição está marcada para o dia 25 de outubro.

18/10/2026

Um ato político em Horizonte terminou em denúncia, reação de parlamentares e pedidos de retratação. A deputada estadual Jô Farias afirma que ela e o prefeito Nezinho Farias foram alvo de ataques em frente à própria residência, durante uma mobilização com a participação do deputado federal André Fernandes.

O caso chegou à tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará e provocou manifestações de solidariedade e críticas entre os deputados. Entenda como tudo aconteceu e a repercussão do episódio.

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