15/07/2026
Há mais de uma década defendo a criação do Fundo Soberano da Mineração de Itabirito. É gratificante ver essa ideia estrutural, tão necessária para o nosso futuro, pautando a matéria recente do portal
Itabirito segue sendo um município privilegiado, com uma arrecadação de CFEM que se mantém entre as maiores, mesmo com as recentes quedas e variações de receita. No entanto, como bem destaca o título da reportagem: a riqueza gerada pela mineração é finita, mas Itabirito não.
As turbulências fiscais que a cidade enfrenta não são uma novidade, mas sim o reflexo da falta de um planejamento financeiro eficaz. Se o fundo tivesse sido instituído lá atrás, as oscilações naturais dessa receita já estariam estabilizadas. O que acompanhamos ao longo de gestões passadas — um problema crônico que engloba mais de um grupo político no poder — foi o aumento contínuo de despesas e gastos desnecessários, sem a devida garantia de receita a longo prazo.
Não se trata simplesmente de 'guardar dinheiro' na marra hoje. Para reter capital, é preciso primeiro fazer o ajuste fiscal e colocar a casa em ordem. O Fundo Soberano serve justamente para isso: proteger o município da volatilidade e transformar a abundância atual em dividendos e diversificação econômica.
A exigência de um planejamento robusto e do controle de gastos para garantir a perpetuidade do patrimônio é a premissa básica que aplico na minha atuação como economista, e é o pilar central das soluções que desenvolvemos na Cuidar do presente para blindar o futuro.
👉 Segue o kink para a matéria completa:
https://movaseinconfidentes.com.br/a-riqueza-e-finita-itabirito-nao-economista-defende-fundo-soberano-apos-ranking-sobre-dependencia-da-mineracao/
Convido todos à leitura!"