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Superávit da balança na 2ª semana de outubro foi de US$ 586 miO resultado foi alcançado com exportações que somaram US$ ...
17/10/2017

Superávit da balança na 2ª semana de outubro foi de US$ 586 mi
O resultado foi alcançado com exportações que somaram US$ 3,287 bilhões e importações de US$ 2,701 bilhões

1) Balança comercial
Balança: em 2017, a balança comercial acumula saldo positivo de US$ 55,762 bilhões
Brasília – A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 586 milhões na segunda semana de outubro (9 a 15).

O resultado foi alcançado com exportações que somaram US$ 3,287 bilhões e importações de US$ 2,701 bilhões.

No mês, o superávit acumulado até o dia 15 é de US$ 2,487 bilhões, com exportações de US$ 8,344 bilhões e importações de US$ 5,858 bilhões.

Em 2017, a balança comercial acumula saldo positivo de US$ 55,762 bilhões. A expectativa do governo é que o superávit ultrapasse os US$ 60 bilhões neste ano, previsão que deve ser revista par cima no próximo mês.

Em outubro, as exportações subiram 35,2%, na comparação das médias diárias registradas neste mês e no mesmo período do ano passado.

Cresceram as vendas de produtos básicos (+46,2%) semimanufaturados (+33,3%) e manufaturados (+22,9%). Já as importações subiram 14,4% em relação a outubro de 2016, com aumento nos gastos com aeronaves e peças (+72,6%), combustíveis e lubrificantes (+68,1%), borracha e obras (+26,0%), equipamentos eletroeletrônicos (+24,4%) e adubos e fertilizantes (+17,9%).

05/09/2017

Por que a recuperação econômica será mais forte do que se imagina?
Em 2018, PIB pode crescer até 3%, segundo cálculos do economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados

Para o economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da consultoria MB Associados, os resultados do último trimestre são sinais contundentes de que a economia brasileira “teima em crescer” mesmo com um cenário adverso na política. Fato que o leva a projetar um crescimento econômico otimista.

A previsão do economista, que falou nesta segunda-feira no EXAME Fórum 2017, é de que o PIB feche 2017 com um avanço de 0,7% e, em 2018, acelere com um crescimento de 3%.

“A recuperação vai ser rápida e relevante, mas o problema é se ela será sustentável ou não”, afirmou. E isso, segundo ele, depende do resultado das eleições e da implantação das reformas econômicas, como a da Previdência.

Por ora, o Brasil tem os elementos necessários para essa retomada: um cenário externo favorável (com a baixa dos juros internacionais, a desvalorização do dólar, maior busca por risco e sustentação no preço das commodities), o aquecimento do consumo interno, entre outros fatores.

“Desde sempre no Brasil, até a eleição do Lula em 2002, a nossa situação era de escassez de dólar”, disse. Assim, segundo ele, toda crise recontava a mesma história: o dólar sobe pela incerteza, a inflação cresce, o Banco Central eleva a taxa de juros e a recessão aparece.

Esse ciclo vicioso, contudo, não está se repetindo agora porque “sobra dólar”, afirma Mendonça de Barros “Tem pedaços da economia brasileira, como o agronegócio, que são competitivos. Como o mundo está bem, nós exportamos e a situação veio para ficar”.

Há três aspectos que, segundo Mendonça de Barros, deveriam balizar o planejamento estratégico das empresas para o próximo ano. O primeiro é a baixa da inflação, que deve se manter estável, no mínimo, pelos próximos dois anos.

“Se a inflação não se alimenta, a política de preços passa a ser mais desenvolvida. Seu preço é seu posicionamento estratégico no mercado. Essa é uma mudança e muitas outras virão”, afirmou.

A expectativa também é de uma política monetária menos restritiva. “Uma taxa de juros a 6,5% muda o mercado de crédito”, disse. E, por último, um setor externo robusto – que pode fortalecer as exportações.

Essa é uma janela de oportunidade para o Brasil. Para aproveitá-la, é preciso alavancar a nossa produtividade. “A única forma de melhorar a produtividade é melhorando a infraestrutura por meio de privatizações e concessões”, afirmou.

O pleito do próximo ano será decisivo para isso. “Com a eleição de alguém minimamente reformista em 2018, a chance de entrarmos num período de crescimento sustentável é enorme”, disse.

Indústria espanhola de calçados melhora suas exportações no primeiro trimestreepois de um ano difícil, a indústria espan...
09/06/2017

Indústria espanhola de calçados melhora suas exportações no primeiro trimestre

epois de um ano difícil, a indústria espanhola de calçados tem mostrado sinais de recuperação no exterior. Segundo a Federación de Industrias del Calzado Español (Fice), dados da balança comercial do primeiro trimestre mostraram uma reviravolta, registrando novo superávit comercial do setor de 21 milhões de euros.

Indústria espanhola de calçados melhora suas exportações - Fice

De acordo com um relatório apresentado recentemente pela organização espanhola, os calçados espanhóis estão atingindo novos mercados. As exportações para fora da União Europeia subiram 8,6% no trimestre, com um crescimento de 22% nos EUA e 46% na Rússia.

Conforme os dados apresentados, as exportações de calçados atingiram 834.4 milhões de euros (48 milhões de pares) no primeiro trimestre de 2017, representando uma ligeira queda de 1% em valor, mas aumento de 3,4% em volume, em relação aos resultados obtidos no mesmo período de 2016.

A União Europeia é o principal comprador de calçados espanhóis, respondendo por 78,8% do total das exportações em volume, e 74,8% em valor. França, Itália, Alemanha, Portugal e Reino Unido são os principais destinos.

As exportações para a UE atingiram 624,6 milhões de euros (37,8 milhões de pares) entre janeiro e março, com uma diminuição de 3,8% em valor, mas aumento de 3,5% em pares.

A França teve 19% da quota total das exportações e lidera o ranking dos destinos com 158,2 milhões de euros (10,6 milhões de pares).

Esses dados refletem queda de 12,3% em valor e 1,5% em pares. Na Itália, segundo maior comprador de calçados espanhóis, com 114,4 milhões de euros e 6,2 milhões de pares, as exportações cresceram significativamente com 10% em valor e 9% em pares. O país representa 13,7% das exportações totais.

Na Alemanha, terceiro maior comprador, com 80,5 milhões de euros e 3,7 milhões de pares, as exportações voltaram a crescer, com 0,5% em valor, e 0,2% em volume.

Enquanto isso, as exportações para destinos fora da UE aumentaram para 209,7 milhões de euros (10,1 milhões de pares), com crescimento de 8,6% em valor, representando 25,2% do total. Esses dados reafirmam o compromisso da indústria espanhola em diversificar seus mercados-alvo com marcas globais.

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações fora da UE, subindo para o quarto lugar na lista mundial de parceiros comerciais dos calçados espanhóis, detendo 7% do total. As exportações atingiram 57,7 milhões de euros e 1,6 milhões de pares, no primeiro trimestre, com aumento significativo de 22,2% em valor e 29% em pares.

A FICE também destacou o preço médio de exportação nos Estados Unidos, que chegou a 36,58 euros o par.

Por fim, o Japão finalmente voltou a ser o primeiro e maior cliente dos calçados espanhóis na Ásia. As exportações (17 milhões de euros e um milhão de pares) tiveram valores mais positivos do que nos primeiros três meses de 2016. Em termos de valor caiu 1% e teve aumento de 9% em pares.

Quanto às importações do primeiro trimestre, o relatório da FICE registrou compras externas de 87 milhões de pares, no valor de 813 milhões de euros, o que indica redução de 7,5% em pares e 1,9% em valor.

A análise apontou que a estrutura das importações espanholas de calçados tem caráter piramidal, com um grande substrato de calçados provenientes da Ásia, e indicou onde se concentra o produto dos vizinhos europeus.

China e Vietnã continuam sendo grandes fornecedores e, dentro da Europa, Holanda, Itália, Portugal, Bélgica, França e Alemanha ocuparam as primeiras posições.

Por Elena Campos Valladares - 8 de junho de 2017

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25/05/2017

O Paraná aumentou em 15% as exportações de carnes no primeiro quadrimestre de 2017, puxadas pelos embarques de carne de frango e de suínos. Foram exportados US$ 944,97 milhões nos primeiros quatro meses desse ano, contra US$ 819,4 milhões no mesmo período do ano passado, de acordo com dados da Secretaria do Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Os números referem-se a exportações de carne bovina, suína, de frango, de peru in natura e processada e carnes salgadas.

O resultado positivo ocorreu apesar da Operação Carne Fraca, deflagrada em março pela Polícia Federal em vários Estados e que gerou restrições à importação da carne brasileira por alguns países. “O impacto da operação, que inicialmente provocou vários embargos contra a carne brasileira, acabou não se traduzindo em queda nas exportações no quadrimestre”, diz Júlio Suzuki Júnior, presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

MAIOR PRODUTOR - O Paraná é o maior produtor de carnes do País, com forte atuação na produção de frangos e suínos. “Um fator que contribuiu para o resultado é que a produção de carnes é dominada, no Estado, pelas cooperativas agropecuárias, com um sistema integrado entre produtor e as empresas”, diz o diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Inácio Kroetz.

Nenhuma cooperativa do Estado foi citada na operação Carne Fraca. “Os problemas detectados na operação, que se concentraram no desvio de conduta entre fiscalizadores e fiscalizados, foram pontuais e não abalaram a credibilidade do Estado nas exportações”, diz.

De acordo com Kroetz, outro fator que impulsionou as vendas foi a queda nos preços do milho, usado como ração, que barateou os custos, deixando a carne paranaense mais competitiva no mercado internacional.

Para Alexandre Monteiro, assessor técnico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), é preciso, no entanto, cautela e esperar os próximos meses para medir o real impacto da operação Carne Fraca sobre o mercado da carne brasileira no exterior. “Ainda estamos vivendo os desdobramentos. Há uma pressão por queda de preços e precisamos ver como o mercado vai se recompor nos próximos meses”, diz.

Leia mais sobre o desempenho dos segmentos de carne.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

Perfil oficial do Governo do Estado do Paraná. Aqui você encontra serviços, informações e notícias.

09/05/2017

RESULTADOS GERAIS
Na primeira semana de maio de 2017 (de 01 a 07), a balança comercial registrou superávit de US$ 997,0 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,582 bilhões e importações de US$ 2,586 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 71,722 bilhões e as importações, US$ 49,355 bilhões, com saldo positivo de US$ 22,367 bilhões.

ANÁLISE DO MÊS
Nas exportações, comparadas as médias da 1ª semana de maio/2017 (US$ 895,6 milhões) com a de maio/2016 (US$ 836,6 milhões), houve crescimento de 7,0%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+17,1%, de US$ 395,1 milhões para US$ 462,6 milhões, por conta, principalmente, de minério de ferro, soja em grãos, minério de cobre, milho em grãos, carne de frango e suína) e semimanufaturados (+11,9%, de US$ 108,5 milhões para US$ 121,3 milhões, por conta de celulose, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, couros e peles, madeira serrada ou fendida). Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-6,8%, de US$ 316,3 milhões para US$ 294,7 milhões, por conta de aviões, tubos flexíveis de ferro/aço, torneiras e válvulas, etanol, suco de laranja não congelado, gasolina). Relativamente a abril/2017, houve retração de 8,9%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-13,7%, de US$ 341,4 milhões para US$ 294,7 milhões) e básicos (-7,5%, de US$ 500,1 milhões para US$ 462,6 milhões), enquanto cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+3,6%, de US$ 117,1 milhões para US$ 121,3 milhões).

Nas importações, a média diária da 1ª semana de maio/2017, de US$ 646,4 milhões, ficou 21,9% acima da média de maio/2016 (US$ 530,3 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (+473,7%), cereais e produtos da indústria da moagem (+114,8%), combustíveis e lubrificantes (+66,1%), siderúrgicos (+63,5%) e equipamentos eletroeletrônicos (+38,2%). Ante abril/2017, houve crescimento nas importações de 8,6%, pelos aumentos em bebidas e álcool (+171,4%), siderúrgicos (+52,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (+44,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+25,3%) e equipamentos mecânicos (+8,0%).



SECEX/DEAEX

08.05.2017

Balança comercial vê superávit de US$ 19 bilhões até abrilA balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,76...
25/04/2017

Balança comercial vê superávit de US$ 19 bilhões até abril

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,769 bilhão na terceira semana de abril, que teve apenas quatro dias úteis. O saldo positivo resultou de US$ 4,32 bilhões em exportações e US$ 2,551 bilhões em importações. No acumulado do mês, o saldo positivo da balança comercial está em US$ 5,189 bilhões. No ano, o saldo positivo soma US$ 19,6 bilhões.

As informações foram divulgadas hoje (24) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O ministério destacou que a média das exportações da terceira semana (US$ 1,08 bilhão) ficou 11% acima da média até a segunda semana (US$ 973,1 milhões).

O motivo foi o crescimento nos embarques das três categorias de produtos vendidas pelo país ao exterior. As vendas de produtos básicos cresceram, ao todo, 13,4% em função principalmente de petróleo bruto, minério de ferro, farelo de soja, carne de frango, bovinos vivos e café em grão.

Já as exportações de manufaturados registraram alta de 11,9%, devido principalmente a aviões, automóveis de passageiros, tubos flexíveis de ferro ou aço, óleos combustíveis, motores e turbinas para aviação e açúcar refinado. Para os semimanufaturados a alta foi menor, de 0,4%, causada por semimanufaturados de ferro e aço, alumínio bruto, ligas de ferro, celulose e catodos de cobre.

Importações
No caso das importações, a alta foi de 7,5% sobre igual período comparativo (média da terceira semana, de US$ 637,8 milhões sobre média até a segunda semana, de US$ 593,1 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis e partes, químicos orgânicos e inorgânicos, instrumentos de ótica e precisão e siderúrgicos.
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Exportações brasileiras de têxteis a países árabes alcançam US$ 3 miAs exportações brasileiras de têxteis e de vestuário...
24/04/2017

Exportações brasileiras de têxteis a países árabes alcançam US$ 3 mi

As exportações brasileiras de têxteis e de vestuário para o mundo árabe obtiveram crescimento nos primeiros dois meses de 2017, aumentando 87,5% em relação ao mesmo período de 2016. A enorme demanda por tecido sintético e corda de sisal usada em navios e plataformas levou ao aumento das vendas totais de US$ 3 milhões, ante US$ 1,6 milhão em janeiro e fevereiro de 2016.

Os números de exportação foram anunciados pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira (ABCC). A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) informou que as vendas provenientes das exportações de cordas representaram US$ 1 milhão, enquanto roupas de praia, fios têxteis e vestuário interno também aumentaram durante os dois meses.

O levantamento da ABIT sobre exportações inclui várias partes da cadeia de produção, incluindo matérias-primas, como fibras, fios e filamentos, bem como têxteis e vestuário industriais técnicos e não tecidos.

Os países árabes continuam a ser um dos maiores mercados de vestuário do Brasil, particularmente para segmentos como vestuário de festa, infantil e praia. Com base nos dados mais recentes da ABIT, os Emirados Árabes Unidos exibem as maiores importações de têxteis e roupas brasileiras nesse período, seguidos da Argélia, Egito, Marrocos e Líbano.

Para impulsionar as exportações brasileiras de produtos têxteis e vestuário, a ABIT e a Agência Brasileira de Comércio e Investimentos (Apex-Brasil) lançaram o programa Texbrasil, que serve para beneficiar os exportadores afiliados. As estatísticas mostraram que as empresas que participaram do programa expandiram seus mercados de exportação para os países árabes em 40% em 2016, avaliado em US$ 2,9 milhões em 2015 a US$ 4,1 milhões em 2016.

"O desempenho das exportações brasileiras de têxteis durante os dois primeiros meses do ano significou o crescimento estável da participação de mercado do país no setor, já que o mundo árabe continua buscando materiais de qualidade, não só nas matérias-primas, mas também nos produtos acabados. A base de consumidores árabes tem um gosto exigente pelo luxo e exclusividade em vestuário e confecções e este segmento continua a ser promissor para o setor exportador brasileiro. Vale ressaltar que o apoio contínuo de grupos industriais, aliado a estratégias de negócios inovadoras, tem desempenhado um papel importante para o crescimento do têxtil brasileiro na região árabe", disse Michel Alaby, secretário-geral e CEO da ABCC.

Brasil quer ampliar participação dos serviços na exportaçãoO Brasil espera ampliar, nas próximas décadas, a participação...
20/04/2017

Brasil quer ampliar participação dos serviços na exportação

O Brasil espera ampliar, nas próximas décadas, a participação do setor de serviços na exportação, segundo Marcelo Maia, secretário do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Segundo último levantamento do Banco Central, de 2015, os serviços responderam por 1,91% das exportações brasileiras e 4% das importações.

O resultado é discrepante se comparado à participação dos serviços no mercado interno, em que setor respondeu por 71% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O tema foi debatido durante o 8o Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços (EnaServ), realizado na sede da Fecomercio-SP, na capital paulista.

Segundo o MDIC, o serviço registrou queda de 15,5% nas exportações entre 2014 e 2015, ocupando a 32ª posição entre os maiores exportadores. Quanto à importação de serviços, o Brasil, no período entre 2010 e 2015, avançou 19,2%, percentual inferior à média mundial, que foi de 24,9%.

Segundo Marcelo Maia, o ministério estimula empresas brasileiras dos setores de arquitetura, design, audiovisual, games, publicidade e propaganda, engenharia, comércio eletrônico, entre outros. O secretário explica que os serviços geram empregos mais qualificados, além de agregação de valor e sofisticação aos bens agrícolas e industriais.

“A secretaria tem se empenhado em colocar políticas que impulsionem os serviços, as relações trabalhistas. Avançamos nas discussões da terceirização, do trabalho intermitente”, disse ele. “Internamente, os serviços têm um peso substancial, de cerca de 70% do PIB, mas estamos aquém do potencial do país no exterior”, completou.

Estatísticas do Siscoserv, sistema informatizado do MDIC, informam que os principais países, atualmente, para onde o Brasil exporta serviços são Estados Unidos, Holanda, Suíça, Alemanha, Japão e Reino Unido. Os Estados Unidos, por exemplo, utilizaram serviços de relações públicas, comunicação, e serviços profissionais e técnicos.

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, lamentou que a participação dos serviços no comércio exterior seja pequena. Para ele, exportar serviço significa exportar inteligência, característica de países desenvolvidos.

O superintendente da área de comércio exterior do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Leonardo Pereira Rodrigues, disse que a instituição financia empresas de engenharia de construção, medicina, games e engenharia consultiva e que há potencial de evolução. “As exportações em serviços são altamente qualificadas e não tem perdas”, disse.
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Ameaças de Trump levam chineses a querer fabricar nos EUAHá empresas chinesas que estão imigrando aos EUA, solução que b...
18/04/2017

Ameaças de Trump levam chineses a querer fabricar nos EUA

Há empresas chinesas que estão imigrando aos EUA, solução que busca contornar as prometidas barreiras da nova administração, mas que responde ainda aos crescentes custos de contexto associados à produção interna. Além disso, levam a produção para próximo dos consumidores.

O The Wall Street Journal relata que no ano passado foram apresentados nos EUA 34 projectos para a instalação de fábricas de capitais chineses representando investimentos superiores a 1,4 bilhões de dólares, num cenário em que às ameaças de taxas de importação até 45% lançadas pelo presidente Donal Trump se juntam os custos de contexto que não param de crescer na China.

A par do crescente aumento dos custos da eletricidade, dos preços dos terrenos, aumentos de salários e as questões associadas à sustentabilidade, as fábricas chinesas estão a ser altamente pressionadas para mudar o paradigma da produção associada a custos extremamente baixos das últimas décadas, refere o jornal.

“Estamos a analisar até que ponto faz sentido passarmos a ter produção nos Estados Unidos”, disse Carolyn Wang, vice-presidente do Grupo Shenghuabi, com base em Xangai, que produz componentes para a indústria automóvel, enquanto John Ling, que dá apoio a investimentos chineses na Geórgia, destaca a necessidade de expansão das empresas firmas do gigante oriental.

“Muitas firmas chinesas tornaram-se de tal maneira dominantes no mercado interno que têm forçosamente que olhar para o mercado externo”, sustenta Ling, que preside ao Council of American States in China.

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Mercosul e Aliança do Pacífico querem ampliar comércio na América do SulUma iniciativa frustrada em 2014 ganhou ímpeto n...
10/04/2017

Mercosul e Aliança do Pacífico querem ampliar comércio na América do Sul

Uma iniciativa frustrada em 2014 ganhou ímpeto na sexta-feira (7): dois blocos regionais, o Mercosul e a Aliança do Pacifico, decidiram unir esforços para ampliar o comércio na América do Sul e conquistar novos mercados. A decisão foi tomada numa reunião, em Buenos Aires, entre os ministros das Relações Exteriores e da Indústria e Comércio do Brasil e de mais sete países.

O encontro ocorreu no momento em que Buenos Aires foi sede do Fórum Econômico Mundial da América Latina e em que o governo argentino ocupa a presidência rotativa do Mercosul. Estavam presentes os ministros dos quatro países fundadores (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) e dos quatro membros da Aliança do Pacifico (Chile, Colômbia, México e Peru).

“Estamos avançando na integração, num momento em que reina a incerteza em nível internacional e se observam pressões protecionistas, nacionalistas e inclusive xenófobas”, disse em entrevista coletiva o chanceler chileno, Heraldo Muñoz, referindo-se a decisão dos Estados Unidos de rever acordos de integração e a força conquistada, nos últimos tempos, por partidos nacionalistas de direita na Europa.

No documento divulgado no final da reunião, os oito países se comprometeram a avançar em determinadas áreas, antes de discutir a redução de tarifas: cadeias regionais de valor, cooperação alfandegária, promoção de pequenas e médias empresas, redução de barreiras não tarifárias e facilitação no comércio de bens e serviços.

Tanto o Mercosul, quanto a Aliança do Pacifico concordaram que o volume de comércio entre os oito países é baixo, comparado com outras regiões, e que existe um potencial para crescer sem ter que depender da exportação de commodities (mercadorias em estado bruto ou produtos primários comercializados internacionalmente, como café, algodão, soja, boi gordo, minério de ferro e cobre), cujos preços no mercado internacional baixaram depois de uma década em alta.

“O comércio intra-regional na União Europeia chega a 69%; na Ásia chega a 55% e aqui na América Latina a apenas 18%”, disse Muñoz.

O especialista em comércio internacional, Marcelo Elizondo, disse em entrevista à Agência Brasil, que o passo dado nesta sexta-feira para integrar os dois blocos regionais só foi possível por causa de uma mudança política dentro do Mercosul. “Houve uma mudança política profunda com os novos presidentes. Mauricio Macri, na Argentina, é muito mais internacionalista que sua antecessora, Cristina Kirchner. E Michel Temer, no Brasil, assim como Tabaré Vasquez, no Uruguai, também querem internacionalizar o Mercosul”, disse.

“A suspensão da Venezuela, último país a aderir ao Mercosul, também ajudou. O governo venezuelano tem uma visão diferente dos governos dos outros quatro membros”. Segundo Elizondo, o Mercosul foi pensado “há 25 anos para aumentar o comércio entre seus membros”, mas que, para sobreviver, precisa se abrir a novos mercados
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Balança comercial tem maior resultado para fevereiro desde 1989A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 4,56...
03/03/2017

Balança comercial tem maior resultado para fevereiro desde 1989

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 4,56 bilhões em fevereiro. Trata-se do maior resultado para meses de fevereiro desde o início da série histórica do governo, em 1989.

As exportações ficaram em 15,472 US$ bilhões, superando os US$ 10,192 bilhões em importações.

As exportações ficaram em 15,472 US$ bilhões, superando os US$ 10,192 bilhões em importações. Os dados foram divulgados esta quinta-feira (02) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

As exportações cresceram 22,4% em relação a fevereiro de 2016 segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. As importações, por sua vez, cresceram 11,8%.

Saldo acumulado
O saldo positivo de fevereiro ocorreu após o superávit de US$ 2,725 bilhões no primeiro mês deste ano, segundo melhor resultado da história. Em janeiro e fevereiro, há superávit acumulado de US$ 7,3 bilhões, maior saldo no período desde 1989.

Em 2016 a balança comercial também bateu alguns recordes mensais, encerrando o ano no azul em US$ 47,69 bilhões, maior superávit anual já registrado pelo Brasil desde o início da série histórica.

A balança comercial tem superávit quando as exportações, vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior, superam as importações, que são as compras do país também no exterior.
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27/02/2017

Índia discutirá barreiras a exportação de postos de trabalho em visita aos EUA
Trump convidou o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a visitar os Estados Unidos mais tarde este ano

Por: Agência Estado
Publicado em: 26/02/2017 11:36 Atualizado em:
O secretário de Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, visitará os Estados Unidos esta semana para conversas em Washington. A expectativa é que ele apresente preocupações com lei que pode tornar mais difícil a substituição de trabalhadores norte-americanos por outros vindos da Índia ou de outros países.

A postura forte do presidente norte-americano, Donald Trump, contra a exportação de postos de trabalho dos Estados Unidos causou preocupação na Índia. O país é um importante destino de companhias que terceirizam para fora de território norte-americano o serviço de call centers.

Ações das principais companhias de tecnologia da informação indianas caíram em Mumbai no início do mês em resposta a notícias de uma proposta de lei norte-americana que pode tornar mais difícil a substituição de mão de obra dos EUA pela de outros países.

Também é esperado que a agenda durante a viagem de quatro dias de Jaishankar aos EUA inclua conversas sobre segurança para estrangeiros. Um tiroteio em um bar no Texas matou um engenheiro indiano e feriu outro.

A visita começará na terça-feira. O ministério de Relações Exteriores da Índia disse apenas que o secretário iria aos Estados Unidos para conversas, mas não deu mais detalhes. O noticiário local informa que Jaishankar vai se encontrar com o secretário-adjunto de Estado dos EUA, Tom Shannon, e outras autoridades.

Trump convidou o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a visitar os Estados Unidos mais tarde este ano.

As relações entre Estados Unidos e Índia prosperaram de forma geral no governo do ex-presidente dos EUA Barack Obama, mas Nova Deli espera que Trump adote uma linha mais dura em relação ao Paquistão, que recebe ajuda substancial dos Estados Unidos. Países vizinhos, Índia e Paquistão lutaram em lados opostos em três guerras.

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