Silvas Fomento Mercantil Ltda

Silvas Fomento Mercantil Ltda FACTORING E FOMENTO MERCANTIL A Silvas Fomento Mercantil, é uma empresa criada para atuar no mercado
financeiro.

Através da compra de recebíveis, possibilitamos o recebimento à vista
de suas vendas a prazo, além do financiamento da compra de matérias-primas,
insumos e bens de consumo.

Brasil se torna o segundo maior mercado pet do mundo.Em 2018, o mercado brasileiro de produtos para animais de estimação...
12/03/2019

Brasil se torna o segundo maior mercado pet do mundo.
Em 2018, o mercado brasileiro de produtos para animais de estimação movimentou mais de R$ 20 bilhões, 9,8% a mais que em 2017. Com isso, o Brasil se tornou o segundo maior mercado global de produtos pet, com 6,4% de participação, ultrapassando o Reino Unido (6,1%) pela primeira vez. Em primeiro lugar estão os Estados Unidos, com 50%. No país, as duas maiores varejistas do setor também registraram bons resultados. A Cobasi faturou seu primeiro R$ 1 bilhão no ano e chegou a 76 lojas. Já a Petz teve faturamento de R$ 920 milhões, com 82 unidades. A Euromonitor prevê que, para 2019, o setor deve ter faturamento acima de R$ 22 bilhões, um aumento de 6,9% em relação a 2018.

NOVA LISTA DE BILIONÁRIOS DA FORBES!Veja abaixo quem são os 20 maiores bilionários brasileiros.1 – Joseph SafraPosição n...
07/03/2019

NOVA LISTA DE BILIONÁRIOS DA FORBES!

Veja abaixo quem são os 20 maiores bilionários brasileiros.

1 – Joseph Safra

Posição no ranking geral: 31

Fortuna: US$ 25,2 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Safra



2 – Jorge Paulo Lemann

Posição no ranking geral: 35

Fortuna: US$ 22,8 bilhões

Fonte de riqueza: 3G Capital



3 – Marcel Herrmann Telles

Posição no ranking geral: 138

Fortuna: US$ 9,9 bilhões

Fonte de riqueza: 3G Capital



4 – Eduardo Saverin

Posição no ranking geral: 140

Fortuna: US$ 9,7 bilhões

Fonte de riqueza: Facebook



5 – Carlos Alberto Sicupira e família

Posição no ranking geral: 162

Fortuna: US$ 8,8 bilhões

Fonte de riqueza: 3G Capital



6 – José João Abdalla Filho

Posição no ranking geral: 645

Fortuna: US$ 3,4 bilhões

Fonte de riqueza: Investimentos diversos



7 – Abilio dos Santos Diniz

Posição no ranking geral: 715

Fortuna: US$ 3,1 bilhões

Fonte de riqueza: Comércio



8 – Fernando Roberto Moreira Salles

Posição no ranking geral: 715

Fortuna: US$ 3,1 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Unibanco e mineração



9 – João Moreira Salles

Posição no ranking geral: 715

Fortuna: US$ 3,1 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Unibanco e mineração



10 – Pedro Moreira Salles

Posição no ranking geral: 715

Fortuna: US$ 3,1 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Unibanco e mineração



11 – Walther Moreira Salles Júnior

Posição no ranking geral: 715

Fortuna: US$ 3,1 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Unibanco e mineração



12 – André Esteves

Posição no ranking geral: 745

Fortuna: US$ 3 bilhões

Fonte de riqueza: Banco BTG Pactual



13 – Alfredo Egydio Arruda Villela Filho

Posição no ranking geral: 877

Fortuna: US$ 2,6 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Itaú



14 – Jayme Garfinkel

Posição no ranking geral: 916

Fortuna: US$ 2,5 bilhões

Fonte de riqueza: Porto Seguro



15 – João Roberto Marinho

Posição no ranking geral: 916

Fortuna: US$ 2,5 bilhões

Fonte de riqueza: Grupo Globo



16 – José Roberto Marinho

Posição no ranking geral: 916

Fortuna: US$ 2,5 bilhões

Fonte de riqueza: Grupo Globo



17 – Roberto Irineu Marinho

Posição no ranking geral: 916

Fortuna: US$ 2,5 bilhões

Fonte de riqueza: Grupo Globo



18 – Ana Lucia de Mattos Barretto Villela

Posição no ranking geral: 962

Fortuna: US$ 2,4 bilhões

Fonte de riqueza: Banco Itaú



19 – Walter Faria

Posição no ranking geral: 1,008

Fortuna: US$ 2,3 bilhões

Fonte de riqueza: Grupo Petrópolis



20 – Candido Pinheiro Koren de Lima

Posição no ranking geral: 1.008

Fortuna: US$ 2,3 bilhões

Fonte de riqueza: Grupo Hapvida

Reforma tributária de Trump afeta BrasilComo o foco da reforma é dar tratamento benéfico para empresas americanas, o esp...
14/10/2017

Reforma tributária de Trump afeta Brasil

Como o foco da reforma é dar tratamento benéfico para empresas americanas, o esperado é que as exportações e a relações comerciais com EUA fiquem custosas

Por Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli, do Estadão

Donald Trump: intenção do presidente dos EUA é reduzir a carga de impostos para empresas e classes de renda média e alta (Kevin Lamarque/Reuters)

Brasília – Se aprovada pelo Congresso norte-americano, a reforma tributária defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode piorar a posição do Brasil em termos de competitividade internacional. As mudanças no sistema tributário na principal economia do mundo também podem contribuir para aumentar a pressão dos empresários brasileiros para a redução do imposto de renda das pessoas jurídicas.

Como o foco da reforma é dar tratamento mais benéfico para as empresas americanas, a avaliação da área técnica da Receita Federal é que as exportações e a relações comerciais com os americanos vão ficar custosas.

A intenção de Trump é reduzir a carga de impostos para empresas e classes de renda média e alta. O texto prevê o corte de 35% para 20% dos impostos sobre as empresas. A tributação das empresas americanas vai ficar abaixo da média dos países da OCDE, em 22,5%.

O economista Bernard Appy, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, diz que a proposta pode aumentar a pressão no Brasil pela redução da carga tributária. No País, a tributação do imposto de renda das empresas é de 34%.”Tem uma tendência mundial de redução da tributação do Imposto de Renda. Isso vai gerar uma pressão aqui também”, diz.

Do ponto de vista macroeconômico, o risco é de que a reforma possa trazer problemas fiscais para os Estados Unidos e acelerar o processo de alta dos juros, com impacto negativo sobre o Brasil no futuro.
Beabá

O relator da reforma tributária, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), esteve recentemente nos Estados Unidos e discutiu pontos do projeto de Trump. “Nossa maior preocupação é simplificação, nem o beabá nós fizemos”, afirma.

A proposta dos EUA pode tornar o país ainda mais competitivo, o que pode provocar uma migração na geração dos empregos de maior qualidade, avalia o vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz. “Se tiver queda da carga tributária, (os EUA) vão ser imbatíveis”, avalia Roriz. “Se o Brasil não colocar foco na competitividade, e a forma de tributar é fundamental, vamos nos distanciar dos mais competitivos”, diz.

Para o assessor especial da Presidência Gastão Toledo, que tem participado das discussões de reforma tributária, uma mudança no sistema tributário dos EUA “certamente vai afetar as transações internacionais”.

Segundo ele, os resultados em torno da proposta ainda são incertos. “É primeiro necessário saber se isso é aceitável para o Congresso americano, que precisa fechar o Orçamento. Se é para reduzir carga, certamente vai ter que indicar outras fontes de receitas”, avalia.As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estes são os brasileiros mais ricos de 2017, segundo a ForbesA sexta edição da lista teve um número recorde de 170 pesso...
02/09/2017

Estes são os brasileiros mais ricos de 2017, segundo a Forbes
A sexta edição da lista teve um número recorde de 170 pessoas com fortunas iguais ou superiores a 1 bilhão de reais
Por Luísa Granato

São Paulo – A revista Forbes Brasil divulgou nessa quinta-feira (31) sua lista dos maiores bilionários do país. A sexta edição teve um número recorde de 170 pessoas com fortunas iguais ou superiores a 1 bilhão de reais. Entre eles, 116 tiveram ganho de patrimônio em relação a 2016.

De acordo com a publicação, o aumento das fortunas teve influência principalmente do desempenho do mercado de capitais no último ano. A lista foi feita a partir da estimativa dos patrimônios dessas pessoas, levando em conta o valor de mercado de suas companhias. Não são levados em conta ativos pessoais, como obras de artes, imóveis ou dinheiro em conta bancária.
Confira os 10 brasileiros mais ricos, segundo a Forbes Brasil:

1. Jorge Paulo Lemann – Fortuna: 95,39 bilhões de reais

O empresário de 78 anos, que também ficou em primeiro lugar no ano passado, detém o controle da AB Inbev, do fundo 3G Capital e da B2W.

2. Joseph Safra – Fortuna: 71,17 bilhões de reais

O dono do Banco Safra, de 78 anos, nasceu em Aleppo, na Síria, e foi naturalizado brasileiro.

3. Marcel Telles – Fortuna: 47,76 bilhões de reais

O empresário carioca de 67 anos é sócio de Jorge Lemann na 3G Capital e na AB Inbev.

4. Carlos Alberto Sicupira – Fortuna: 40,75 bilhões

O empresário é sócio de Lemann e de Telles na 3G e na AB Inbev.

5. Eduardo Saverin – Fortuna: 29,34 bilhões de reais

O brasileiro formado na Universidade de Harvard é um dos fundadores do Facebook. Hoje, investe em startups, como a SilverCloud Health.

6. Maria Consuelo Leão Dias Branco – Fortuna: 13,25 bilhões de reais

A cearense de 82 anos é presidente do conselho de administração do grupo M. Dias Branco.

7. Walter Faria – Fortuna: 11.02 bilhões de reais

O empresário paulistano é dono do Grupo Petrópolis, que fabrica a cerveja Itaipava.

8. João Roberto Marinho – Fortuna: 10,76 bilhões de reais

Um dos filhos do empresário Roberto Marinho. Divide com os irmãos o comando do Grupo Globo.

8. Roberto Irineu Marinho – Fortuna: 10,76 bilhões de reais

O empresário de 69 anos é presidente executivo do Grupo Globo.

8. José Roberto Marinho – Fortuna: 10,76 bilhões de reais

Ele é vice-presidente do Grupo Globo.

NEGÓCIOSSaúde é futuro da Fujifilm, depois de perder negócio centralConhecida por filmes analógicos, Fujifilm encontra s...
28/06/2017

NEGÓCIOS
Saúde é futuro da Fujifilm, depois de perder negócio central
Conhecida por filmes analógicos, Fujifilm encontra salvação na sua divisão de saúde, que já é a maior no Brasil
Por Karin Salomão

São Paulo – A Fujifilm, conhecida por suas câmeras e filmes fotográficos analógicos, se reinventou completamente nos últimos anos. Ela entrou em novas áreas, como farmacêutica e cosméticos, e investiu em divisões já existentes, mas até então menores, como equipamentos e sistemas em saúde.

A mudança deu resultado. Atualmente, a sua divisão de saúde superou o faturamento da divisão de imagem no Brasil. Mundialmente, esta área já corresponde a 17% do faturamento total.

“A divisão de saúde é o futuro do nosso negócio”, afirmou Mutsuki Tomono, presidente da Fujifilm Brasil em entrevista a EXAME.com.

A transformação foi necessária para a empresa japonesa: “Nós perdemos o nosso negócio, não só os filmes analógicos, mas também de imagem digital”, disse o presidente.

As câmeras de fotografia e outros produtos similares correspondem a apenas 4% do faturamento da companhia. Já câmera analógica Instax e os filmes são responsáveis por 10% das vendas. Caso não tivesse buscado alternativas em outros mercados, a Fujifilm encontraria dificuldades para manter o seu tamanho.

Esta mudança não foi feita da noite para o dia. “Não dá para se reinventar em 5 anos. Para criar produtos novos, você precisa de pelo menos 15 anos, precisa de um plano de longo prazo”, disse o executivo.

A sua maior divisão atualmente é a de soluções para documentação, que produz copiadoras, impressoras e outros equipamentos da marca Xerox, adquirida em 1962. Ela gera 47% do faturamento total da empresa, que foi de 22,1 bilhões de dólares em 2016.
Saúde em foco

Ainda que o enfoque seja mais recente, a divisão de saúde da japonesa remota a 1936, com o desenvolvimento de sua primeira máquina de raio-X. A primeira máquina digital de radiografia foi criada em 1980.

A empresa produz, atualmente, equipamentos de radiografia, endoscopia, ultrassom, mamografia, entre outros.

Para tratar as imagens criadas por esses aparelhos, a Fujifilm precisou desenvolver softwares de gestão e tratamento destas imagens. Enquanto no início estes programas eram usados exclusivamente nos próprios equipamentos, hoje é uma divisão independente, responsável por 9% do faturamento total.

Com a aquisição da TeraMedica, há cerca de dois anos e meio, ela também entrou no mercado de gestão de informações na área de saúde. Em um único sistema, ela consegue reunir informações sobre os pacientes, agendamento, gestão de arquivos e exames e até a parte financeira de um hospital.
Maior do Brasil

No Brasil, a divisão de saúde se tornou a maior da companhia a partir deste ano, afirmou o Eduardo Tugas, diretor da divisão médica no Brasil.

Desde a década de 1980, a japonesa vendia equipamentos médicos no país através de uma revendedora. Porém, quando a companhia global decidiu investir mais e focar em sua divisão de saúde, a Fujifilm no Brasil comprou a revendedora há cerca de dois anos.

Também refez toda sua rede de vendedores e de parceiros e contratou mais funcionários no país – já são mais de 170.

Seus equipamentos e sistemas foram instalados em grandes clientes e hospitais de renome.
Inovação com o velho

O mesmo filme fotográfico, condenado a praticamente desaparecer com o surgimento de câmeras digitais, foi essencial para a criação das novas tecnologias e produtos da empresa.

Com mais de 20.000 produtos químicos patenteados, a empresa começou a adaptá-los para outros mercados.

A película que cobre o filme, por exemplo, foi a base para a criação de cosméticos. Uma fina camada de gelatina cobre o filme para manter todos os produtos químicos estáveis e impedi-los de se degradarem. Essa gelatina, ou colágeno, foi adaptada para ser usada em cosméticos para a pele. Antioxidantes, também usados nos preparos dos filmes, foram modificados para cremes anti-idade.

A companhia lançou sua marca de cosméticos, Astalift, em 2006. Os produtos são focados no cuidado da pele e vendidos principalmente na Ásia.

No Japão, o filme fotográfico ajudou até na produção de cerveja. Para tratar a água usada nas fábricas de produção dos filmes, a companhia criou um filtro muito fino e delicado, capaz de remover bactérias e até as impurezas mais pequenas.

Esse filtro passou a ser usado em algumas fábricas de cerveja, para remover as bactérias que fermentam o líquido, transformando-o em chope. Outras fábricas precisam ferver a bebida para matar os microorganismos, o que altera o sabor.
Aquisições para acelerar

Enquanto algumas inovações vieram dos laboratórios da companhia, outros foram adicionados ao seu portfólio por meio de aquisições.

No setor farmacêutico, uma das compras mais importantes foi a Toyama Chemical, companhia japonesa. “Ganhamos tempo de pesquisa ao comprar laboratórios e farmacêuticas”, afirmou Tomono.

Desde 2000, a Fujifilm comprou cerca de 40 empresas, investindo até 10 bilhões de dólares.

Com as companhias compradas, ela já desenvolveu um remédio contra a gripe e outro contra a Ebola, usado na crise de 2014 na África. Outros medicamentos estão em desenvolvimento e em te**es clínicos e devem ser lançados em breve.

As empresas brasileiras mais negociadas nos EUALevantamento da Economatica mostra os ADRs com maior movimentação diária ...
08/06/2017

As empresas brasileiras mais negociadas nos EUA
Levantamento da Economatica mostra os ADRs com maior movimentação diária neste ano
Por Rita Azevedo

Levantamento da Economatica mostra os ADRs com maior movimentação diária neste anoPor Rita AzevedoSão Paulo — O interesse dos investidores por ADRs (American Depositary Receipts) brasileiros aumentou em 2017. De acordo com um levantamento da Economatica, 1,3 bilhão de dólares é movimentado, todos os dias, com recibos de ações brasileiros nos Estados Unidos. O montante é 27% maior do que a média diária registrada em 2016.Entre as brasileiras que são negociadas em Nova York, a Vale é a que apresenta o maior volume diário. Até o início desta semana, os ADRs da mineradora movimentaram 273,4 milhões de dólares por dia.A Petrobras, que era a mais negociada entre 2014 e 2016, agora ocupa o segundo lugar. Diariamente, os recibos da empresa movimentam 214,8 milhões de dólares.O Itaú Unibanco é a terceira melhor posicionada, com 155,4 milhões de dólares movimentados por dia. Na quarta posição, aparece a Ambev, com 119,5 milhões de dólares por dia, seguida pelo Bradesco, com 119 milhões de dólares.Veja abaixo o ranking e o desempenho de cada ADR no ano.ADR Volume médio diário Desempenho no anoVale ON US$ 273,4 milhões 10,41%Petrobras ON US$ 214,8 milhões -8,85%Itaú Unibanco PN US$ 155,4 milhões 8,79%Ambev ON US$ 119,5 milhões 17,97%Bradesco PN US$ 119 milhões 5,84%

São Paulo — O interesse dos investidores por ADRs (American Depositary Receipts) brasileiros aumentou em 2017. De acordo com um levantamento da Economatica, 1,3 bilhão de dólares é movimentado, todos os dias, com recibos de ações brasileiros nos Estados Unidos. O montante é 27% maior do que a média diária registrada em 2016.

Entre as brasileiras que são negociadas em Nova York, a Vale é a que apresenta o maior volume diário. Até o início desta semana, os ADRs da mineradora movimentaram 273,4 milhões de dólares por dia.

A Petrobras, que era a mais negociada entre 2014 e 2016, agora ocupa o segundo lugar. Diariamente, os recibos da empresa movimentam 214,8 milhões de dólares.

O Itaú Unibanco é a terceira melhor posicionada, com 155,4 milhões de dólares movimentados por dia. Na quarta posição, aparece a Ambev, com 119,5 milhões de dólares por dia, seguida pelo Bradesco, com 119 milhões de dólares.

Veja abaixo o ranking e o desempenho de cada ADR no ano.
ADR Volume médio diário Desempenho no ano
Vale ON US$ 273,4 milhões 10,41%
Petrobras ON US$ 214,8 milhões -8,85%
Itaú Uniba PN US$ 155,4 milhões 8,79%
Ambev ON US$ 119,5 milhões 17,97%
Bradesco PN US$ 119 milhões 5,84%

EMPRESA CATARINENSE!!Esta varejista cresceu 20 vezes em cinco anos – como?Como a varejista de produtos odontológicos Den...
30/03/2017

EMPRESA CATARINENSE!!

Esta varejista cresceu 20 vezes em cinco anos – como?

Como a varejista de produtos odontológicos Dental Cremer deixou de ser uma divisão de negócios deficitária para se tornar independente e crescer muito
Por Aline Scherer

São Paulo — Em tempos de crise, boa parte das empresas busca a sobrevivência. Oportunidades de crescimento acelerado resistem em poucos nichos, como segmentos pulverizados em que ainda é possível consolidar a participação de mercado. Foi nessa trilha que se formaram — e continuaram ganhando corpo — líderes de setores como o de educação, caso da Kroton, e o de farmácias, como a Raia Drogasil. A trajetória da Dental Cremer inclui nesse fenômeno um setor bem menos conhecido e pouco charmoso — o de varejo de produtos odontológicos.

Com faturamento de 530 milhões de reais em 2016, a companhia tem uma escala bem menor em relação à das outras empresas citadas — que faturam alguns bilhões de reais. Mas seu caso chama a atenção pelo salto. Nos últimos cinco anos, as vendas da Dental Cremer cresceram 20 vezes. O número de clientes subiu de 15 000 para 84 000. O portfólio aumentou de 1 800 para 38 000 itens — de folhas de ofício e cartucho para impressora a pacotes de viagens para congressos, além de suprimentos e equipamentos especializados. Hoje, a companhia detém uma participação de mercado de 30% entre mais de 1 000 concorrentes. “Nenhuma outra empresa do setor vende tanta coisa para tantos clientes como nós”, diz Paulo Batista, sócio e presidente da Dental Cremer, com sede em Blumenau, em Santa Catarina.

É curioso notar que, até 2011, a distribuidora era uma divisão quase invisível da fabricante de produtos médicos Cremer. O faturamento de 28 milhões de reais representava apenas 6% das receitas totais da companhia, que vende produtos como esparadrapos e luvas cirúrgicas a redes de farmácias e hospitais. O negócio vinha dando prejuízo e era visto como uma distração para os vendedores, que se desdobravam em segmentos muito diferentes. Levou dois anos para que a gestora de recursos Tarpon, desde 2009 no comando da empresa (cujo controle até então era pulverizado), decidisse vendê-la.

Mas, antes, seria preciso torná-la mais atraente. Para isso, Batista foi contratado e tornou-se sócio minoritário da nova empresa. Aos 27 anos, ele assumiu a presidência em novembro de 2011 como dono de 10% das ações. “Montei o projeto de separação da empresa e coloquei a sociedade como condição”, afirma Batista, advogado que fez carreira no mercado financeiro e havia ajudado a gestora numa empreitada semelhante, a criação de uma startup de etanol, mais tarde vendida ao grupo Odebrecht.

A missão de Batista foi cumprida em janeiro, quando a americana Henry Schein — maior distribuidora de produtos médicos, odontológicos e veterinários do mundo — completou a aquisição de mais de 90% de participação da Dental Cremer, por um múltiplo equivalente a 15 vezes o lucro operacional, o dobro do que pagou em outras negociações na Europa, segundo apurou a reportagem de EXAME. O interesse se explica: o Brasil tem a maior população de dentistas do mundo, com 289 597 profissionais habilitados — 47% maior do que a americana, por exemplo. Procurada, a Tarpon, que vendeu totalmente sua participação na empresa, não quis comentar. “Procuramos por décadas uma empresa que pudesse nos ajudar a ter uma participação relevante num mercado com alto potencial como o brasileiro”, diz Stanley Bergman, presidente da Henry Schein, cujo valor de mercado hoje é de 14 bilhões de dólares.

Para crescer, Batista e seus sócios na Tarpon — que tiveram menos sorte na BRF — empregaram na companhia parte da fórmula de sua atual controladora, fundada em 1932 em Nova York. Com a lógica de fidelizar clientes, a Henry Schein cresce a uma média de 15% ao ano desde que abriu o capital em 1995. Uma das medidas responsáveis por seu sucesso foi investir no desenvolvimento de um software capaz de ajudar os dentistas na gestão financeira, no controle de estoque e na agenda de consultas. Na Dental Cremer, que copiou a ideia, uma compra de qualquer valor dá acesso a um programa semelhante. Mas, para usá-lo, é preciso continuar comprando pelo menos uma vez por mês.

Com a intenção de acelerar o crescimento, a companhia brasileira passou a fazer também algo diferente — ampliou drasticamente o portfólio além dos produtos especializados. A ideia é vender qualquer coisa que o dentista precise em seu consultório. Para isso, Batista estabeleceu a seguinte regra: a cada três dentistas que telefonassem para a central de vendas em busca de um produto, o item entraria imediatamente para a lista de compras e passaria a fazer parte do catálogo. Em paralelo, a empresa atraiu pacientes às clínicas, distribuindo panfletos com 100 reais de desconto em consultas.

O mesmo valor podia ser trocado pelos dentistas por produtos. “Muitas dessas ideias foram sugestões dos próprios vendedores”, diz Batista, que também investiu em incentivos. O treinamento deles se tornou mais técnico e, com o portfólio maior, aumentou de duas para 12 semanas. As comissões sobre vendas agora compõem 60% dos salários, antes eram 5%. Na outra ponta, o executivo negociou descontos com 90 dos principais fornecedores e a exclusividade na distribuição de cinco deles, como a fabricante de cadeiras e instrumentos de mão Gnatus, dona de 25% do mercado de equipamentos.

A contrapartida que ele oferece é ganho de escala, potencializado pela abertura de uma loja online em 2012. Hoje, a cesta de compras na Dental Cremer está de 10% a 25% mais barata do que a oferecida pelas rivais. Não demorou para a concorrência sofrer. “Algumas dentais fecharam e muitas estão em recuperação judicial”, diz Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da associação da indústria de equipamentos médicos.

A tônica na companhia continua a ser abrir novas frentes de expansão. Em agosto, a Dental Cremer passou a prestar consultoria para construir ou reformar clínicas odontológicas. A divisão já representa 6% das vendas. Como ampliar o portfólio sem aumentar demais a complexidade do negócio? Batista fechou contratos com empresas especializadas, que mantêm funcionários de atendimento exclusivo. É o que acontece também no caso de pacotes de viagens. As semelhanças da Dental Cremer com a nova controladora facilitaram a ausência, pelo menos até agora, de choque cultural.

Os planos da multinacional incluem a expansão nas áreas de produtos odontológicos e veterinários, com novas aquisições. Antes da Dental Cremer, a Henry Schein já havia adquirido 50% da catarinense Speed Graph, em 2014, que fatura 155 milhões de reais. E, em janeiro, 51% da carioca Tecnew, distribuidora de produtos de saúde animal, com vendas de 70 milhões de reais. “O Brasil será nossa base para expansão na América Latina e para vender os produtos brasileiros em nossas outras operações”, diz Bergman. Em 2015, a britânica Bunzl comprou a mineira Dental Sorria, com receitas de 30 milhões de reais por ano. A briga pela consolidação do mercado só começou. E está claro que a Henry Schein não vai querer ficar para trás.

Dinheiro Ainda Reina como Forma de PagamentoApesar do forte avanço tecnológico nos meios de pagamento, a quantidade de c...
29/03/2017

Dinheiro Ainda Reina como Forma de Pagamento

Apesar do forte avanço tecnológico nos meios de pagamento, a quantidade de cédulas e moedas em circulação continua crescendo em todo o mundo, segundo uma pesquisa do Banco Central. No Brasil, por exemplo, o dinheiro em circulação no Brasil aumentou 73% na última década, passando de R$ 3.378 bilhões em 2007 para R$ 5.872 bilhões este ano, conforme informou Adriano Sambugaro, diretor de marketing da Gunnebo, em entrevista exclusiva ao Portal Giro News. De acordo com uma pesquisa do Banco Central, realizada em 2013, 78% da população brasileira usa dinheiro como pagamento frequente, 12% opta pelo cartão de crédito e 9% pelo cartão de débito.
Fatores que impulsionam
Por aqui, entre os fatores que fortalecem o uso do dinheiro está o desconto para pagamento em espécie e o número representativo de pessoas sem conta bancária, segundo Adriano. "O dinheiro é uma das formas mais usadas para pagamentos. 50% da população recebe salário em dinheiro, o número de não bancarizados ainda é alto apesar de ter reduzido nos últimos anos. Outro item que aparentemente vai causar impacto é o estimulo no comércio para o pagamento à vista com o desconto da taxa paga no uso de cartões". A utilização do dinheiro é mais frequente para pagamento de pequenas quantias: 93% para despesas até R$10,00 e 69% para despesas entre R$ 20,00 e R$50,00, por exemplo. Além disso, na comparação por categoria de produtos, o pagamento em dinheiro é mais utilizado em padarias, aluguel e condomínios, conta de consumo, mercado de bairro e educação.

Fabio Schvartsman, da Klabin, assumirá comando da ValeA especulação sobre a saída de Murilo ferreira da mineradora ganho...
28/03/2017

Fabio Schvartsman, da Klabin, assumirá comando da Vale

A especulação sobre a saída de Murilo ferreira da mineradora ganhou força em outubro do ano passado. A decisão já teria sido tomada pelo governo
Por Tatiana Vaz
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27 mar 2017, 16h34 - Atualizado em 27 mar 2017, 19h25
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Fábio Schvartsman
São Paulo – Fabio Schvartsman, presidente da Klabin desde 2011, foi eleito para assumir o posto de novo presidente da Vale no lugar de Murilo Ferreira, segundo nota divulgada pela companhia.

A informação havia sido adiantada pelo blog de Sonia Racy, no jornal O Estado de S. Paulo.

Na presidência da Vale desde 2011, Murilo Ferreira anunciou ao mercado, em 24 de fevereiro, que permaneceria no cargo até 26 de maio, quando expira seu contrato com a empresa.

Em março, a mineradora decidiu contratar uma empresa internacional de seleção de executivos, a Spencer Stuart, para ajudar no processo de escolha e troca de comando.

Troca anunciada

A especulação sobre a saída de Murilo Ferreira da Vale ganhou força em outubro do ano passado. A decisão já teria sido tomada pelo governo, que está no bloco de controle por meio da BNDESPar e Previ. O Bradesco, outro sócio relevante, já teria sido avisado desde então.

Em junho, o presidente Michel Temer, ainda como interino, teria voltado atrás com a ideia de fazer uma mudança no comando da Vale, por medo de passar a impressão de que estava aparelhando uma empresa privada.

Em março de 2011, o governo Dilma forçou a saída de Roger Agnelli do comando da companhia, iniciativa muito criticada pelos investidores, para que Murilo assumisse em seu lugar.

Agnelli, um dos executivos mais respeitados do país, que morreu em um acidente de helicóptero em março de 2015.

Em março deste ano, depois do anúncio da saída de Ferreira, Temer teria dito a interlocutores que deverá escolher alguém que tenha “trânsito” com o mercado.

No papel

Schvartsman é um dos mais respeitados executivos do país e está no comando da centenária Klabin desde 2011, quando assumiu no lugar de Reinoldo Poernbacher.

Engenheiro de produção formado pela USP e pós-graduado em Administração pela FGV, Fábio trocou na época a cúpula de uma empresa-chave de telecomunicações do país, a Telemar Participações, pelo setor de papel e celulose, ao assumir o comando da maior produtora brasileira de papéis para embalagem.

Antes do desafio trabalhou por 22 anos no grupo Ultra, além de acumular passagens pela SanAntonio Internacional e Duratex.

Por que os bancos apostam na novata da BolsaAs ações da locadora de veículos Movida valorizaram 16,5% desde o IPO; ao me...
26/03/2017

Por que os bancos apostam na novata da Bolsa
As ações da locadora de veículos Movida valorizaram 16,5% desde o IPO; ao menos quatro bancos recomendam a compra dos papéis
Por Rita Azevedo

São Paulo — O BTG Pactual e o Santander começaram, na última semana, a cobertura das ações da locadora de veículos Movida recomendando a compra dos papéis. Desde que estreou na Bolsa, no último dia 8 de fevereiro, as ações da companhia valorizaram 16,5%, sendo negociadas a pouco mais de 8 reais.

De acordo com o BTG, um dos pontos fortes da Movida é o poder de barganha com os fornecedores. O banco chama a atenção para a escala de aquisições alcançada pela empresa, que permite que ela consiga não apenas descontos na compra dos carros, mas a redução dos custos de manutenção.

“Acreditamos que a empresa construiu uma posição estratégica única que, combinada com um inteligente plano de negócios, deve se traduzir em um crescimento contínuo e bons retornos”, diz o banco em relatório.

A expectativa da retomada da atividade econômica do país e o bom momento vivido pelo setor de aluguel de carros também devem pesar no desempenho dos papéis. O BTG estima valorização de mais de 60% do valor das ações, com preço-alvo em 14 reais em um ano.

A Movida também conquistou a confiança dos analistas do Santander, que iniciaram a recomendação afirmando que ainda há espaço para outra empresa grande no setor de aluguel de veículos, hoje liderado pela Localiza. Em um ano, o banco espera que as ações da companhia valorizem mais de 30%, com preço-alvo de 11,60 reais.

Em um relatório enviado aos clientes, o Santander chama a atenção para as operações da Movida que “atingiram os níveis de referência do setor” por serem realizadas em larga escala — o que possibilita ter o mesmo poder de negociação com as montadoras que os líderes do setor — e pelo giro eficiente de ativos.

Os analistas destacam, no entanto, que a operação de venda dos carros usados ainda não está totalmente amadurecida. No último ano, dizem no documento, a companhia iniciou a construção de lojas próprias para veículos seminovos, que devem estar em uma situação estável até o final de 2018. Se isso acontecer, estimam, a Movida terá um grande catalisador para o crescimento do ROIC (retorno sobre capital investido, da sigla em inglês) nos próximos anos.
Resultados

Na última quinta-feira, a Movida apresentou os resultados financeiros referentes ao último trimestre de 2016. No período, a companhia registrou lucro líquido de 1,129 milhão de reais — mais de 90% menos do que o registrado um ano antes. O motivo da queda, segundo a empresa, foram os investimentos para ampliação da frota, abertura de novos pontos e aumento das estrutura administrativa.

De outubro a dezembro de 2016, a receita líquida foi de 493 milhões de reais, 30% mais do que no mesmo período de 2015. Já o lucro antes de juros e impostos (Ebit) caiu 10,8% na mesma base de comparação, para 60,6 milhões de reais.

Endereço

Joaçaba, SC
89600000

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