29/05/2026
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VOTAÇÃO HISTÓRICA PELA REDUÇÃO DE JORNADA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS DEMONSTRA A FORÇA DA CLASSE TRABALHADORA CONSCIENTE PERTO DAS ELEIÇÕES👇
Um dia histórico para a classe trabalhadora brasileira foi demonstrada ao longo de toda a última quarta-feira (27), com três votações na Câmara dos Deputados, sendo uma numa comissão e outras duas no plenário. Garantiu a redução de jornada e dois dias de folga semanal sem redução salarial para gráficos e demais categorias. E com uma votação por maioria, mesmo tendo grande parte dos deputados aliados do setor patronal contra a medida do presidente Lula.
Isso ocorreu porque mais uma vez, o poder do povo próximo das eleições, quando está consciente de quem é a seu favor ou contra, pressionou políticos a votarem pelo fim do 6x1, contrariando os patrões, como fizeram os deputados do PL, Partido de Bolsonaro, que votaram inicialmente contra a medida e tiveram que mudar de lado temporariamente, temendo perder votos nas eleições de outubro. Mas não se deixem enganar. Trabalhadores: votem só em quem está ao seu lado todo momento, a exemplo dos deputados do PT, partido de Lula onde todos defendem a redução de jornada de trabalho há tempos, não só nesta votação, como sempre defendeu o Sindigráficos. LEIA MAIS 👇
“Apesar da votação histórica na Câmara, o mesmo precisa se repetir no Senado para Lula poder sancionar e a lei passar a valer. Siga pressionando os políticos aliados do patrão e de Bolsonaro para votarem por dois dias de folga por semana e pela redução da jornada sem queda salarial, mesmo que seja pelo medo de perder votos na eleição. Mas, depois de aprovada, não vote neles não, pois existem muitas outras pautas que poderão avançar em favor do trabalhador depois das eleições se estes políticos forem barrados pela força do voto popular”, orienta Leandro Rodrigues, presidente do Sindigráficos.
Na votação histórica na Câmara, a realizada pela Comissão Especial, onde definiria se a pauta poderia seguir para análise na plenária da Casa, os deputados do PL - partido de Bolsonaro - e do Novo, foram contrários, especif**amente Gilson Marques (Novo-SC), Julia Zanatta (PL-SC), Mauricio Marcon (PL-RS) e Osmar Terra (PL-RS). Não votem neles. Não votem também naqueles desses partidos que votaram agora, mas depois das eleições, caso ganhem, votarão contra o trabalhador. É hora do trabalhador dar o troco em todos eles. Votem em Lula e deputados do PT e aliados, pois estes partidos defendem o trabalhador.
Já a votação no plenário, foram feitas duas vezes. No 1º turno, foram 472 votos a favor, 22 contra, 18 deputados ausentes e uma obstrução. Já no 2º turno, foram 461 votos favoráveis, 19 contrários e 33 ausentes. Novamente o PL, partido de Bolsonaro, e o Novo se destacaram em votarem a favor do interesse dos patrões e contra os trabalhadores, recusando a redução da jornada e o fim da escala 6x1. Não votem neles, se forem destes partidos e contra o interesse do trabalhador. Não se engane mais.
No 1º turno, enquanto todos os 65 deputados do PT estavam presentes e votaram a favor, 11 deputados do PL votaram contra (Bibo Nunes, Caroline De Toni, Daniel Freitas, Daniela Reinerhr, Julia Zanatta, Mauricio Marcon, Nicoletti, Paulo Marinho Jr., Ricardo Guidi, Rosangela Moro e Zé Trovão; O Novo teve 4 votos contrários. União Brasil e o MDB tiveram dois votos, PSD, PP e Missão, um.
Sem falar nos deputados desses partidos aliados do patrão que se ausentaram para não mostrar voto contra, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), Guilherme Derrite (PP-SP), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), a fim de enganar o trabalhador nas eleições. E na votação no 2º turno a votação foi parecida, com poucas mudanças, tendo deputados do PL que f**aram com medo de repetirem o voto contra os trabalhadores. Gráfico: vote tem consequência. Vote certo!