Williams Oil e Gas

Williams Oil e Gas Oil e Gas Services

Williams Oil e Gas, empresa de prestação de serviços na área de Óleo e
Gás Petrolífero com experiência acumulada de 29 anos, executa serviços de
, Usinagem cnc, Caldeiraria, Manutenção em junta de
Riser, Pintura, Shot blasting, teste de pressão .

A Petrobras informa que o Consórcio de Libra concluiu a perfuração e a avaliação do poço 3-BRSA-1322-RJS (3-RJS-741), lo...
26/03/2016

A Petrobras informa que o Consórcio de Libra concluiu a perfuração e a avaliação do poço 3-BRSA-1322-RJS (3-RJS-741), localizado na área noroeste do bloco, no pré-sal da Bacia de Santos, confirmando a descoberta de óleo de elevada qualidade em reservatórios de excelente produtividade.

O poço encontrou a maior coluna de óleo descoberta pelo Consórcio em Libra até o momento, medindo 301 metros de espessura. Os dados coletados confirmaram que as características dos reservatórios e a qualidade do óleo são semelhantes àquelas encontradas nos demais poços da área noroeste, indicando haver possível conexão entre eles.

O poço, conhecido informalmente como NW5, está 8 km a nordeste do poço descobridor, 2-ANP-2A-RJS, e a 200 km da costa do estado do Rio de Janeiro e faz parte do compromisso firmado no Plano de Avaliação da Descoberta (PAD), aprovado pela ANP em 26/02/2016.



Até o momento, foram concluídas as perfurações de seis poços em Libra (cinco pelo Consórcio) e o sétimo (3-RJS-742), também na área noroeste, se encontra em perfuração.



O Consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), tendo como gestora do Contrato de Partilha da Produção a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA).

Fonte: Macaé Offshore

21/12/2015
12/11/2015

Portos e Navios - indústria naval e offshore, marinha mercante, portos e logística

20/10/2015

Petroleiras cortam investimentos em exploração no Brasil

Levantamento feito pelo Valor mostra que o número de poços exploratórios perfurados pela Petrobras durante os nove primeiros meses do ano é o pior desde 2000 e está próximo do ritmo exploratório dos anos 1990

Rio de Janeiro (RJ) - Dentro do esforço de reduzir seu plano de negócios, a Petrobras decidiu apertar de vez o cinto na exploração. Na semana passada, a estatal deu um sinal claro de que pretende diminuir o ritmo no setor, ao ficar de fora, pela primeira vez na história, de uma rodada da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Enquanto isso, a companhia vem reduzindo suas atividades exploratórias a níveis da década de 1990, colocando um pé no freio na perfuração e campanhas sísmicas e, consequentemente, intensificando a paralisia da cadeia fornecedora do setor.


A exploração é o nicho do mercado de óleo e gás que mais emprega e deve ser um dos mais afetados pela redução dos investimentos das petroleiras, que, com caixas achatados pela queda do preço do barril do petróleo, resolveram conter seus planos de negócios no Brasil e em todo o mundo. Uma pesquisa, que será apresentada pelo Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP) hoje, mostra que o corte dos investimentos das petroleiras em exploração e produção no Brasil deve reduzir em cerca de 4 mil vagas a expectativa de geração de empregos diretos na indústria de óleo e gás em um ano, sobretudo no setor exploratório. Já o impacto direto e indireto dos cortes na geração de renda, segundo o IBP, são estimados em R$ 12,4 bilhões.

Levantamento feito pelo Valor, com base no Banco de Dados de Exploração e Produção (BDEP), da ANP, mostra que o número de poços exploratórios perfurados pela Petrobras durante os nove primeiros meses do ano (37) é o pior desde 2000 e está próximo do ritmo exploratório dos anos 1990.

Responsável pela maior parte dos investimentos em exploração do país, a estatal tem puxado para baixo o setor. Segundo Ricardo Savini, presidente da Georadar, empresa brasileira de sísmica, a retração da exploração é consequência do aperto financeiro da Petrobras e do intervalo de cinco anos sem leilões da ANP, entre 2008 e 2013, que trouxe uma descontinuidade na contratação de serviço no país.

Savini explica que o declínio exploratório já é uma realidade há alguns anos, mas eu tem se intensificado este ano. O desempenho do setor reflete nos resultados da Georadar, que já chegou a faturar cerca de R$ 600 milhões no passado e deve fechar o ano com R$ 100 milhões, menos do que os R$ 120 milhões registrados em 2014.

Outras empresas nacionais de sísmica, como a Stratageo e Geoquasar, também sentiram o golpe e, sem novos contratos, praticamente "hibernaram". Na área de perfuração, fornecedoras de sondas também começam a sentir os cortes da estatal, que, seguindo uma tendência já verificada no mercado internacional, reduziu a carteira de sondas em ao menos onze navios nos últimos meses.

O executivo adverte que o declínio exploratório pode trazer consequências para a produção no longo prazo. Embora a Petrobras tenha reservas gigantes para desenvolver no pré-sal, o executivo destaca que a redução de investimentos pode acentuar a redução da produção em áreas específicas. "Quando há um decréscimo na perfuração em uma determinada bacia, há uma diminuição da redução nessa bacia sedimentar. É uma correlação perfeita", explica.

Savini explica, no entanto, que a queda da demanda no setor reflete não somente a redução dos investimentos da Petrobras, mas do setor de uma forma geral. O executivo acredita que as encomendas devem se recuperar no ano que vem, mas destacou que os compromissos exploratórios assumidos pelas operadoras privadas na 11ª Rodada e 12ª Rodada, em 2013, estão sendo postergados "até o limite".

Para Haroldo Lima, ex-diretor-geral da ANP, os cortes da Petrobras no setor de exploração, sentidos com a ausência da estatal na 13ª Rodada, reforçam a necessidade de se estimular o crescimento de novos operadores no mercado brasileiro. "Se estivermos na expectativa de que a Petrobras vai aumentar a área exploratória brasileira, vamos dar com os burros n'água", complementou.

Lima defende que o estímulo às pequenas e médias petroleiras deveria passar não somente pela continuidade dos leilões, como também pela redução de investimentos da Petrobras em campos maduros, que, segundo ele, deveria ser conduzida pela estatal em coordenação com o governo.

Fonte: Jornal Valor Econômico

LICITAÇÕES DA 13ª RODADA DE BLOCOS EXPLORATÓRIOS DE PETRÓLEO ATRAEM 39 EMPRESASA 13ª Rodada de Licitações de Blocos Expl...
17/08/2015

LICITAÇÕES DA 13ª RODADA DE BLOCOS EXPLORATÓRIOS DE PETRÓLEO ATRAEM 39 EMPRESAS
A 13ª Rodada de Licitações de Blocos Exploratórios de petróleo atraiu 39 empresas. O prazo de inscrição se esgotou na última terça-feira (11) e o número de interessados foi divulgado na quarta-feira (12) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O número de empresas é superior ao da 12ª Rodada.
Os pedidos de inscrição serão analisados pela ANP e julgados pela Comissão Especial de Licitação (CEL), no período de 14 de agosto a 2 de setembro de 2015. A decisão sobre os pedidos de inscrição será divulgada por e-mail aos interessados, além de publicada no Diário Oficial da União e no site www.brasil-rounds.gov.br.
A 13ª Rodada de Licitações está marcada para o dia 7 de outubro. Serão oferecidos 266 blocos em 22 setores de 10 bacias sedimentares, num total de aproximadamente 125 mil km² localizados em 10 estados brasileiros.
Os blocos estão distribuídos em 10 bacias sedimentares: Amazonas, Parnaíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas, Jacuípe, Camamu-Almada, Espírito Santo, Campos e Pelotas.
A Rodada de Licitações inclui áreas em bacias de elevado potencial, bacias de novas fronteiras exploratória e bacias maduras que se apresentam como oportunidades para grandes, médias e pequenas empresas. Serão ofertadas ainda, em uma segunda etapa, 11 áreas inativas com acumulações marginais, nas bacias do Recôncavo, Tucano Sul, Paraná, Barreirinhas, Potiguar e Espírito Santo.
Fonte: EBC

Licitações de Áreas para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural no Brasil

Final da Brasil offshore 2015 com um saldo positivo para a nossa empresa.
27/06/2015

Final da Brasil offshore 2015 com um saldo positivo para a nossa empresa.

Na abertura da feira Brasil offfshore 2015.
24/06/2015

Na abertura da feira Brasil offfshore 2015.

A Williams Oil e Gas, integra a Rede Petro BC, associação que reúne cerca de 80 empresas fornecedoras de bens e serviços...
07/05/2015

A Williams Oil e Gas, integra a Rede Petro BC, associação que reúne cerca de 80 empresas fornecedoras de bens e serviços para a cadeia produtiva de Petróleo, Gás e Energia na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro.
http://redepetro-bc.com.br/

Rede Petro - [email protected] - (22) 2796-6122 Estrada Virgem Santa, 657 - SENAIBotafogo, Macaé - RJ - 27946-830

O nosso novo site já está no ar!!!!!!www.williamsoilegas.com.br
23/04/2015

O nosso novo site já está no ar!!!!!!
www.williamsoilegas.com.br

Fundada e sediada em Macaé, com experiência acumulada de 35 anos a Williams se destaca entre as principais operadoras de serviços de manutenção industrial. Isso é resultado de uma excelente atuação apresentada com seriedade, pontualidade, competência, qualidade e, sobretudo, sempre com absoluto resp…

21/04/2015
Presença na posse do presidente da OMPETRO.
18/04/2015

Presença na posse do presidente da OMPETRO.

Endereço

RodoVia Amaral Peixoto N 2385, Barra De Macae
Macaé, RJ
27913-260

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Williams Oil e Gas posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar