Hastro Coletivo

Hastro Coletivo Somos um escritório de Design de Serviços focado em tornar negócios mais humanos através da abordagem do Design Thinking.

Facilitamos o processo criativo para que organizações consigam desenvolver melhores jornadas de consumo para seus clientes.

"Será que estratégia X faz sentido?""A ideia Y é boa?"A verdade é que não dá para saber. É isso mesmo. Traçar um Planeja...
22/08/2020

"Será que estratégia X faz sentido?"
"A ideia Y é boa?"

A verdade é que não dá para saber. É isso mesmo. Traçar um Planejamento Estratégico é excelente, mas não se iluda com a robustez do documento ou do processo de planejamento, afinal, nada assegura que as estratégias traçadas irão funcionar e trazer os resultados que a sua equipe espera.

A partir da lógica abdutiva, (já mencionanda por aqui anteriormente), a única forma de saber se algo dará certo ou não... É fazendo! Logo, seu time precisa validar cada premissa antes de criar muita expectativa em cima de cada ação ou ideia planejada.

Trazer essa mentalidade "pé no chão" é o que mais gostamos no Ciclo do Lean Startup, proposto por Eric Ries. Nele, podemos compreender uma abordagem orientada à implementação de ideias e criação de MVPs como experimentos científicos, buscando a validação de hipóteses.

Sim, em termos de execução, você começa tendo uma uma ideia, põe em prática e segue o fluxo da imagem do post. Mas não se engane: se tratando do planejamento desse ciclo, o primeiro passo é descobrir o que a equipe quer aprender, seguido de definir como ela medirá esse aprendizado para, somente então, definir o que precisa ser produzido para que o experimento aconteça.

É através de execução das ideias (protótipos e MVPs) em menor escala, em ambientes controlados ou em formatos mais simples, que grupos poderão validar suas ideias e para que isso aconteça, é preciso promover esses ciclos rápidos de aprendizagem.

Afinal, o que você menos quer é investir muito tempo, dinheiro e energia em algo que não tem adesão do mercado, certo?

Voltando à indagação inicial deste post, podemos dizer que só há uma forma de saber se a sua ideia é boa o suficiente: testando, testando e testando.

Para entender a importância do design de um serviço na prática, vamos imaginar um cenário hipotético em que tenhamos dua...
28/04/2020

Para entender a importância do design de um serviço na prática, vamos imaginar um cenário hipotético em que tenhamos duas instituições de ensino em um mesmo bairro. Ambas atuam desde o ensino fundamental até o ensino médio, mas possuem configurações de serviço totalmente distintas:

1️⃣ A primeira delas sugere um modelo de ensino mais tradicional. Nessa instituição, o foco e a cobrança por desempenho no vestibular é evidente. Os professores ditam o quê e como aprender, enquanto que os alunos se esforçam para memorizar e chegar até as respostas esperadas pelos professores nas avaliações.

2️⃣ Já a segunda instituição, assume uma postura construtivista. Nela, os professores são apenas guias e os alunos é que são responsáveis por construir o seu próprio conhecimento a partir de suas capacidades individuais. A escola acredita que o seu papel vai além da preparação para o vestibular e propõe práticas que estimulem o pensamento crítico e a critividade. As atividades envolvem mais experiências práticas e abraçam o uso de tecnologia. Além disso, não existem avaliações tradicionais, os professores montam relatórios sobre o progresso de cada aluno.

A partir desses exemplos, podemos concluir que os dois serviços possuem propostas de valor distintas e a forma em que criam e mantêm relações com seus usuários são diferentes. O que consequentemente segmenta quais os nichos de mercado que cada instituição irá atender, devido às preferências e objetivos das pessoas.

Toda essa diferenciação quanto à identidade de cada serviço também exerce influência na arquitetura do local, na comunicação, gestão de pessoas, cultura, políticas e processos de cada instituição. Componentes esses, que impactam diretamente na experiência e perceção dos seus usuários sobre o negócio.

Ainda sim, não existe formato certo ou melhor. O importante é que a configuração de cada serviço seja intencionalmente capaz de contemplar as demandas e gerar o valor esperado para o seu público-alvo. Assim como, promover uma experiência positiva para os seus usuários ao longo desse processo.

Sempre que facilitamos a resolução de algum desafio, nos preocupamos muito sobre como criar uma narrativa que estabeleça...
11/02/2020

Sempre que facilitamos a resolução de algum desafio, nos preocupamos muito sobre como criar uma narrativa que estabeleça um ritmo harmônico para a equipe. É pensando nisso que fazemos uso do Diamante Duplo!

O Diamante Duplo se trata de uma compreensão visual do processo de design proposto pelo Conselho Britânico de Design. A ideia central consiste em definir muito bem quando é o momento certo de divergir (abrir caminhos) e convergir (filtrar e escolher). A partir disso, é indicado a exploração de caminhos e a seleção de alternativas tanto para imergir em um desafio, quanto na descoberta da solução.

Gostamos bastante do modelo como um norteador para metodologias, mas acreditamos que o seu uso pode ficar vago, se visto como um processo fechado. Processos criativos demandam fluidez e ritmo, e é por isso que nós acreditamos que o Diamante Duplo pode ajudar bastante nessa tarefa!

Uma confusão bastante comum é a relação entre Design de Serviço, Experiência do Consumidor, Experiência do Usuário e Int...
22/11/2019

Uma confusão bastante comum é a relação entre Design de Serviço, Experiência do Consumidor, Experiência do Usuário e Interface do Usuário.

Aqui na Hastro, a gente gosta bastante dessa representação gráfica porque acreditamos que ela descreve muito bem como essas 4 disciplinas, que são bastante complementares, se relacionam entre si. Vamos falar sobre cada uma indo do macro para o micro:

O Design de Serviço (SD) o nível mais amplo porque ele vem para pensar no conceito e na operação desse serviço de maneira mais holística. O desenho da Jornada de Experiência do Consumidor (CX) se restringe a pensar, quase que exclusivamente, em todos os pontos de contato do cliente com a sua marca. Ao se tratar de Experiência do Usuário (UX), é abordado somente a experiência ao longo do uso de um serviço ou produto, que se relaciona diretamente com a Interface do Usuário (UI), que é a linha mais visual de um produto físico ou artefato digital.

Um exemplo prático: um software de gestão financeira, é como se o Design de Serviço pensasse em todo o conceito, proposta de valor e operação para execução desse serviço. A linha de experiência do consumidor pensa toda a jornada de compra que vai desde um texto no blog até o atendimento ao consumidor. A linha de Eperiência do Usuário vai para planejar toda a jornada de usabilidade do serviço enquanto que a Interface do Usuário desenha as telas visando uma boa interação entre o usuário e o software.

E aí, ficou alguma dúvida? Manda para gente :)

O seu consumidor é uma pessoa, sim, uma pessoa. E como qualquer outro ser humano, possui uma rotina, preferências, hábit...
11/10/2019

O seu consumidor é uma pessoa, sim, uma pessoa. E como qualquer outro ser humano, possui uma rotina, preferências, hábitos e uma série de outras particularidades que afetam o seu cotidiano.
Compreender essa imensidão por trás de cada ser-humano tem tudo a ver com a maneira na qual nós podemos desenvolver serviços que proporcionam boas experiências.
É partindo dessa perspectiva que a Jornada do Consumidor se torna importante. O conceito aborda a compreensão de quais são e como ocorrem as etapas pelas quais um consumidor atravessa ao se relacionar com uma empresa em um certo período de tempo.
Para aplicar o conceito na prática, se faz necessário o uso do Mapa de Jornada do Consumidor. Através desse mapa, é possível entender quais são as etapas da jornada atual, refletir sobre como cada ponto de contato tem acontecido em cada uma dessas etapas e a partir disso, é possível entender como diminuir barreiras e gerar ainda mais valor para o cliente.
Falaremos do Mapa de Jornada em próximos posts. Para não perder nenhum conteúdo, ativa nossas notificações.
E aí o que você acha do tema? Traz aí nos comentários quais são as suas dúvidas!

O Design de Serviços é uma disciplina que vem ganhando bastante força nos últimos anos devido o avanço tecnológico, que ...
03/10/2019

O Design de Serviços é uma disciplina que vem ganhando bastante força nos últimos anos devido o avanço tecnológico, que abre portas para uma série de formatos e configurações de serviços possíveis.
Até porque, cada vez mais, as barreiras entre bens de consumo e serviços estão acabando. É necessário compreender que até mesmo produtos físicos são parte de uma jornada de compra e uso
que vai muito além do próprio produto, e que cada interação com a marca, seja elq no meio físico ou digital, deve ser bem pensada.
Outro grande fator que torna o Design de Serviços cada vez mais importante é o nível de exigência que o mercado passa a ter com as experiências de compra. Um estudo recente feito pela consultoria, aponta que até 2020, a experiência de compra ultrapassará o fator preço e o fator produto como elementos chaves de diferenciação de marca. Segundo a PwC (2018), 89% dos brasileiros tem a experiência de consumo como um diferencial para tomar uma decisão diante de opções de compra.
Dito isso, é importante abordar que o Design de Serviços se propõe a responder perguntas como:

- "Como melhorar a experiência do meu consumidor?"
- "Como melhorar a experiência da equipe que faz o meu serviço acontecer?"
- "Como posso inovar em serviços?"
- "Como o meu serviço conversa com a minha estratégia de marca?"
O Mark Stickdorn e o Jakob Schneider, autores do primeiro livro que indicamos aqui, o This Is Service Design Thinking, alegam que o processo de Design de Serviços deve ser pensado de maneira multidisciplinar é que composto por 5 princípios básicos:
1. Centrado no usuário, através do entendimento desse usuário por meio de pesquisas qualitativas;
2. Co-criativo, por meio do envolvimento de todos os stakeholders relevantes no processo de design;
3. Sequencial, por meio da divisão do serviços em várias atividades que ocorrem em sequência;
4. Evidenciação, por meio da visualização da experiência de serviço para que seja tangível;
5. Holístico, para que seja considerado os diversos pontos de contato em uma rede de interação e usuários.
O Design de Serviços é a principal atividade desenvolvida por nós da Hastro, se curtiu o tema e quer saber mais, basta nos chamar!

Sempre que pensamos em soluções para desafios de negócio a partir da ótica do design, navegamos por processos que nos fa...
03/10/2019

Sempre que pensamos em soluções para desafios de negócio a partir da ótica do design, navegamos por processos que nos fazem descobrir o que é realmente desejável e que o faz sentido para as pessoas. Após essa fase de exploração e mapeamento das necessidades humanas, tudo ruma para a ideação de soluções que sejam benéficas para todos os envolvidos.

Ou seja, precisamos desenhar soluções que contemplem não somente o que é desejável, mas que também abracem princípios de viabilidade e aplicabilidade para o contexto da empresa.

Afinal, e isso é inegociável.

Como melhorar a experiência de um colégio para pais e alunos? Foi com essa pergunta em mente que reunimos direção, time ...
30/08/2019

Como melhorar a experiência de um colégio para pais e alunos?

Foi com essa pergunta em mente que reunimos direção, time de comunicação, coordenação, professores e até a agência de publicidade de um colégio para repensar algumas das interações do seu serviço.

O resultado? Muitas ideias testadas que vão desde como aproximar os pais das atividades escolares até como a ciência de dados pode humanizar o acompanhamento de cada estudante.

Agora partirmos para a fase de implementação e sustentação desses cenários!

Um dos pilares do Design de Negócios é a inclusão de diversos stakeholders ao longo processo criativo, para isso, é nece...
15/07/2019

Um dos pilares do Design de Negócios é a inclusão de diversos stakeholders ao longo processo criativo, para isso, é necessário reunir pessoas do jeito certo.

Você já parou para pensar por que a gente perde tanto tempo tentando adivinhar o que o outro quer ao invés de convidá-lo para criar conosco?

COCRIAÇÃO é sobre ter a diversidade e a colaboração como elementos-chave de processos criativos.

Por isso, apostamos na ideia de reunir diferentes bagagens e visões de mundo para desenhar soluções que entreguem mais valor para todos os envolvidos. Para que isso aconteça, criamos um ambiente que facilita a geração de insights genuínos a partir de diferentes perspectivas.

E quanto a você, toparia fazer parte da construção dos produtos e serviços que utiliza?

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