Muiraquitã Arqueologia

Muiraquitã Arqueologia Consultoria em Arqueologia (Pesquisa em Arqueologia para anuência do IPHAN às Licenças Ambientais

A Muiraquitã Arqueologia atua nas etapas do Licenciamento Ambiental, por meio de consultoria técnica em Arqueologia Preventiva (elaboração e execução dos projetos de pesquisas demandados de acordo com o nível do empreendimento). Equipe técnica:
Margaret Cerqueira - Arqueóloga, Mestra em Antropologia Social/UFAM, e pós-graduanda na Especialização em Preservação e Restauro do Patrimônio Histórico Ed

ificado/UNIP. João Queiroz - Arqueólogo e Especialista em Historiografia do Amazonas;
Vanessa Benedito - Arqueóloga e Mestra em Antropologia Social/UFAM.

25/05/2026

Em 1904, o arqueólogo britânico David George Hogarth sentou-se entre as ruínas do Templo de Apolo em Dídima, na costa do Egeu, onde hoje é a Turquia.

Ao seu lado encontrava-se um monumental Gorgoneion, uma cabeça esculpida de uma Górgona, talhada há mais de 2.300 anos.

O Templo de Apolo em Dídima não era um santuário comum. A construção começou no século IV a.C., após a conquista da região por Alexandre, o Grande, em 334 a.C.
Erguia-se no local de um antigo templo arcaico destruído pelos persas em 494 a.C.

O novo templo foi projetado para ser um dos maiores do mundo grego, medindo 118 por 60 metros, com colunas imponentes que rivalizavam com qualquer outra da Antiguidade.

Dídima abrigava um dos oráculos mais célebres do mundo antigo, segundo apenas ao de Delfos. Peregrinos de todo o Mediterrâneo vinham consultar os sacerdotes de Apolo, que transmitiam profecias a partir de uma fonte sagrada situada sob o templo.

O Gorgoneion, com seus cabelos em desalinho e olhos penetrantes, foi colocado na arquitetura do templo para afastar o mal e proteger o espaço sagrado.
Na crença grega, a imagem de uma Górgona possuía poder apotropaico, ou seja, a capacidade de repelir forças nocivas tal como o olhar mítico de Medusa podia transformar os homens em pedra.

A expedição de Hogarth capturou esse momento notável: um estudioso moderno frente a frente com um antigo guardião, unindo dois mundos separados por milênios.

24/05/2026

🔥 Em 1835, os cabanos morreram para manter sua terra. Em 2025, os povos indígenas da Amazônia ainda morrem pela mesma terra — contra madeireiros, garimpeiros e grileiros que usam motosserra em vez de mosquete. O inimigo mudou de roupa. A terra é a mesma. Os corpos que morrem por ela continuam sendo os mesmos corpos. A Cabanagem não é passado. É hoje. É amanhã. É enquanto a floresta existir. ✊🌿🔥

21/05/2026

En el marco del Día Internacional de los Museos (DIM 2026), la Zona Arqueológica Caral (ZAC), Unidad Ejecutora del Ministerio de Cultura, dirigida por la doctora Ruth Shady Solís, presenta la muestra “Museo Caral Virtual: Uniendo Historias y Mundos”, una propuesta que articula...

15/05/2026

A professora da Ufam Marilene Corrêa, recém-condecorada como Pesquisadora Emérita do CNPq, defendeu em entrevista ao BNC Amazonas que o conhecimento científico sobre a região precisa ser convertido em educação política para ampliar as escolhas e oportunidades das populações locais. Reconhecida por sua trajetória na compreensão das demandas socioculturais amazônicas, Marilene destaca que a ciência regional já produz soluções voltadas ao benefício das maiorias, servindo como um contraponto necessário a “intérpretes apressados” que desconhecem a história e a geografia da floresta. Para a pesquisadora, o desafio atual é traduzir o saber acadêmico em ferramentas de transformação social que garantam o protagonismo de quem vive na Amazônia.
Acompanhe os detalhes desta entrevista através do link na bio 🔗

13/05/2026

Teorías del pensamiento geográfico 🌎

04/05/2026

BEBÉS NEANDERTALES Y CRECIMIENTO EXPRÉS
Amud7 es un bebé neandertal que vivió hace unos 56.000 años y cuyos restos, hallados en la cueva de Amud, están dando que hablar estas semanas. El análisis del esmalte dental de Amud7 nos habla de un lactante que tenía 6 meses de edad cuando murió. Sin embargo, su desarrollo físico, por el tamaño de los huesos largos y la maduración del cráneo, era equivalente al de un niño de nuestra especie de entre 12 y 14 meses. Es decir, parece que los bebés neandertales tenían un crecimiento casi el doble de acelerado que los bebés sapiens. Para la Dra. Ella Been, que lidera la investigación, este crecimiento acelerado durante los primeros meses de vida es una adaptación evolutiva en toda regla. Este madurar tan rápido de esos peques se interpreta como una estrategia biológica para sobrevivir en entornos extremadamente hostiles y gélidos, permitiendo que las crías fueran autónomas lo antes posible. Acordaos de lo que hemos señalado por aquí alguna vez sobre las especies altriciales.
Por otro lado, el estudio de los fragmentos óseos del pobre Amud 7 confirmó que rasgos típicamente neandertales como la robustez ósea, la clavícula curvada y la falta de mentón ya estaban presentes desde el nacimiento, lo que indica que eran características genéticas y no solo moldeadas por el entorno.
Un gran avance que amplía, y en cierto modo confirma, lo que sabíamos de la infancia paleolítica al tiempo que, como no podía ser de otra forma, nos llena de ternura.

29/04/2026
29/04/2026

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Manaus, AM
69065090

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