Presence Consultoria e Assessoria

Presence Consultoria e Assessoria Com objetivo de viabilizar e agilizar novos empreendimentos a Presence Consultoria e Assessoria inova no conceito de prestação de serviços.

A Presence Consultoria e Assessoria, com ampla visão e conhecimento do mercado imobiliário, proporciona a seus clientes uma linguagem em franca mudança e evolução. Para Vencer neste mercado a capacitação e experiência profissional passaram a ser primordiais e mais do que isso: tornaram-se necessárias para o sucesso de um projeto.

25/07/2012

Fábrica espanhola vai investir R$ 12,2 mi no PR

Curitiba - O governador Beto Richa assinou ontem, em Curitiba, protocolo de intenções para a instalação de uma fábrica da Gri-Cei, subsidiária do grupo espanhol Grifols, em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. A unidade vai produzir bolsas de coleta e fracionamento de sangue, hoje importadas da matriz na Espanha.

O investimento será de R$ 12,2 milhões, com a geração de 122 empregos diretos. De acordo com o diretor-superintendente e administrador da Grifols Brasil e Gri-Cei Produtos para Transfusão, Manuel Romero Garrido, a unidade vai suprir a demanda brasileira pelos produtos da companhia, que são importados da Espanha pelo grupo. ''A produção aqui do Paraná será exportada para toda América Latina e Estados Unidos'', afirmou.

A fábrica deve operar no início de 2015. No total o grupo pretende investir R$ 25 milhões na nova planta industrial e conquistar 50% do mercado brasileiro no setor.

Fonte: http://www.folhaweb.com.br/

20/07/2012

Setor imobiliário realizou 17 fusões no primeiro semestre de 2012
De acordo com pesquisa da KPMG, o número é o mesmo registrado para igual período de 2011

Uma pesquisa da KPMG, rede global de empresas que prestam serviços de Audit, Tax e Advisory, revelou que o número de fusões e aquisições do setor imobiliário continua estável este ano. No primeiro semestre de 2012, foram realizadas 17 fusões e aquisições no setor imobiliário, o mesmo registrado para igual período de 2011.

A Pesquisa de Fusões e Aquisições considerou as negociações anunciadas e concluídas entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2012. O ranking da KPMG reúne 43 segmentos de negócios, que este ano totalizaram 433 operações.

Do total de fusões do setor imobiliário, 11 foram feitas entre empresas domésticas. De acordo com a pesquisa, foi detectada a presença de empresas estrangeiras em somente três operações do tipo CB1. A classif**ação se trata de empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.

As outras transações tiveram forte presença de brasileiros, sendo uma do tipo CB2 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa no exterior) e duas do tipo CB3 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa no Brasil).

Os dados trimestrais, relativos a abril, maio e junho, apresentaram resultado ligeiramente menor do que o trimestre anterior. Foram oito transações, contra nove no início do ano. Em comparação com o segundo trimestre de 2011, a pesquisa apontou melhora: naquele período, foram registradas seis operações imobiliárias.

Fonte: http://www.piniweb.com.br/

20/07/2012

Mobilidade das classes sociais favorece construção civil
Consultor da FGV recomenda que empresas apostem em produtos variados para atender todos os consumidores

A forte ascensão das classes sociais associada a uma demanda reprimida por moradia, que se arrastava por décadas, estão sendo fundamentais para que o mercado da construção civil brasileiro passe por um momento especial desde 2004. Esta é a avaliação do economista e consultor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Neri, que esteve ontem em Londrina para uma palestra voltada aos empresários do setor. O evento marcou o lançamento do Encontro Nacional para Inovação na Construção Civil (Eninc 2012), que acontece na cidade em setembro.

O economista comentou que nos próximos três anos as classes sociais vão passar por nova reestrutração no País. A classe C vai ganhar mais nove milhões de integrantes - um aumento de 11% - enquanto as classes A e B por volta de 7,7 milhões de brasileiros, crescimento de 29%. Antes disso, entre 2003 e 2011, 40 milhões de pessoas ascenderam a classe C, enquanto nove milhões chegaram ao topo da pirâmide.

Mais do que a mobilidade social, o especialista da FGV salientou que a desigualdade está diminuindo signif**ativamente no Brasil desde dezembro do ano 2000, com o brasileiro possuindo um maior poder de compra baseado no trabalho, ou seja, está melhorando seu salário de forma sustentável. ''Antes, a educação aumentava mas a desigualdade não diminuía. Hoje, o Brasil vive uma situação de pleno emprego. O mercado está explorando justamente estas classes que por muito tempo f**aram esquecidas.''

Para Neri, as construtoras têm que apostar nos mais variados tipos de produto, tanto para a classe C quanto para as classes A e B. E mesmo com crédito imobiliário longe do ideal para atender toda a demanda - bem pequeno em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB) - o economista acredita que ainda há muito espaço para evoluir, estando bem longe de um limite e de uma possível bolha no setor. ''O que está acontecendo agora é um certo tumulto em relação ao crédito, já que muitos que nunca haviam tomado (crédito) agora estão fazendo.''

Na avaliação do economista, os prazos para a tomada de crédito estão atualmente curtos em todo o mundo, completamente ao contrário do mercado imobiliário, que trabalha com prazos mais longos. Porém, ele acredita que o atraso brasileiro, que passou por um deficit habitacional gigantesco, acabe sendo agora uma vantagem. ''Temos este atraso para recuperar e estamos fazendo desde 2004.''

Por outro lado, Neri acredita que o segmento da construção civil precisa investir, principalmente, em tecnologias para melhorar a produação e também capacitação da mão de obra. Ele disse que o País passa por um apagão de trabalhadores, que vão desde ''os peões de obra até os engenheiros''. ''Principalmente na base do processo. Muitos inclusive, ascenderam da classe D e E para a C. Os salários destes trabalhadores aumentaram e eles precisam de capacitação.''

Fonte: http://www.folhaweb.com.br/

17/07/2012

Distribuidora realiza leilão de máquinas pesadas no Nordeste
Lances podem ser feitos até a manhã do dia 19

A Marcosa, distribuidora de máquinas da empresa Caterpillar, realizará um leilão de suas máquinas pesadas e equipamentos industriais na próxima quinta-feira (19), devido a renovação de seu parque industrial.
No total, são 46 lotes localizados no Ceará, Pernambuco, Sergipe, Maranhão, Bahia e Piauí. Entre as máquinas, estão uma escavadeira hidráulica (CAT 312C), trator de esteiras (D170) e motoniveladora (CAT 120B).

As imagens e descrições estão disponíveis no site www.superbid.net. Para realizar lances online, é preciso fazer um cadastro e solicitar habilitação. O pregão presencial será realizado na Alameda Lorena, 800, São Paulo, no dia 19 de julho a partir das 11h00.

Fonte: http://www.piniweb.com.br/

17/07/2012

Documento Habite-se agora pode ser obtido pela internet

A partir de hoje (16), o paulistano pode solicitar o Habite-se, documento que atesta o fim de uma obra construção, pela internet.

Para isso, é preciso acessar o site da Prefeitura de São Paulo e fazer um cadastro. A justif**ativa da prefeitura para a criação do sistema on-line foi agilizar o processo.

Antes, exigia-se que fossem reunidos vários documentos de setores diferentes para serem levados até a subprefeitura mais próxima. Agora, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras concentra o processo.

Quando necessário, um pedido é encaminhado internamente para outras secretarias, sem que seja necessária a abertura de um novo processo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

17/07/2012

Qual país vai puxar a recuperação da economia global?

No rescaldo da crise financeira global, países como Alemanha, China e Brasil foram os motores que mantiveram a economia global em expansão. Mas, dados recentes de seu desempenho sugerem que eles estão perdendo força.

O Banco Mundial prevê uma recuperação econômica branda, com um crescimento global médio na casa de 2,5%.

Mas dentro desse cenário há uma clara diferença entre países em desenvolvimento, que devem crescer cerca de 5,3%, e economias desenvolvidas, onde a taxa média deve ser de 1,4%.

Já o FMI espera um crescimento global na casa dos 3,5%. Para o órgão, economias em desenvolvimento devem crescer 5,6% enquanto os países desenvolvidos devem atingir taxas de 1,4%.

Leia abaixo uma seleção de condições e perspectivas para as principais economias do mundo. Qual deverá ser a nação capaz de puxar a recuperação da economia global?

CHINA

No segundo trimestre deste ano, seu crescimento diminuiu para 7,6%. A meta de crescimento anual caiu para menos de 8% pela primeira vez nos últimos dez anos.

O crescimento do PIB no segundo trimestre aponta para continuidade da desaceleração da potência asiática.

O crescimento caiu para 7,6% no período entre abril e junho --seu pior ritmo desde o início da crise global e abaixo da expectativa anual do governo e do FMI (Fundo Monetário Internacional), de 8%.

O país é considerado o maior mercado de exportação para muitas empresas --como BMW, Carrefour e Burberry-- e a desaceleração deve prejudicá-las.

O arrefecimento do crescimento na China e na Índia indica que os países de toda região asiática devem seguir pelo mesmo caminho de desaceleração (exceto pela Tailândia e pelas Filipinas, que se beneficiam de custos mais baixos de mão de obra e atraíram empresas estrangeiras).

Em março, Pequim reduziu sua meta de crescimento anual para 7,5% - sendo que desde 2004 o índice não caía para um patamar menor que 8%.

Além disso, recentemente, o Banco Central da China cortou as taxas de juros duas vezes em menos de um mês - com o objetivo de sustentar o crescimento.

A China gozava de um superaquecimento de sua economia impulsionado por uma bolha imobiliária e por investimentos do governo em projetos de infra-estrutura.

A economia chinesa está agora sobrecarregada com excesso de capacidade, aumento da dívida e acúmulo de estoques nos armazéns.

ZONA DO EURO

Taxa de desemprego: 11,1% Mais de 3 milhões de de pessoas com idades entre 15 e 24 anos estão desempregadas A economia da zona do euro deve retrair 0,3% neste ano O PIB da Alemanha deve crescer 1% neste ano, segundo o FMI

A zona do euro está dividida entre os países nortistas relativamente mais ricos (Alemanha, Holanda, Finlândia e França) e os sulistas atolados em crises (Grécia, Itália, Portugal e Espanha).

O euro atingiu seu patamar mais baixo em dois anos em relação ao dólar. Os investidores se preocupam com resultados fracos e planos de resgate para países em crise - incluindo o mais recente, que pretende salvar os bancos da Espanha.

O Banco Central Europeu pela primeira vez reduziu valores de taxas para menos de 1%, em uma tentativa de incentivar empréstimos corporativos e domésticos.

Para tranquilizar investidores, a Espanha anunciou uma nova rodada de medidas de austeridade que incluem aumento de impostos e cortes de gastos.

Até a Alemanha, que gozou de baixos índices de desemprego graças à sua competente indústria manufatureira, foi incapaz de se manter longe da crise da dívida que assola a região.

Atualmente, até seu mercado de trabalho vem demonstrando desenvolvimento mais lento. O índice de desemprego aumentou por três meses consecutivos, atingindo 6,8% em junho.

Enquanto isso, as exportações alemãs para a China, que atingiam dois dígitos, agora estão em 6%.

ESTADOS UNIDOS

Os EUA enfrentam um "abismo fiscal" com o fim das reduções fiscais A taxa de desemprego está em 2% O PIB deve crescer 2% em 2012

A economia dos EUA teve um crescimento de apenas 80 mil empregos em junho - o que indica uma fraqueza persistente no mercado de trabalho, fator que pode prejudicar as chances de reeleição do presidente Barack Obama.

A taxa de desemprego ficou presa em 8,2% (para os negros chegou a 14,4%).

Como os países europeus, os EUA acumulam dívidas que chegam a 70% de seu PIB.

O país também se aproxima de um "abismo", na medida em que combina aumento de impostos e cortes de gastos programados para o próximo ano.

O resultado deve ser uma recessão provocada pela austeridade. Segundo o senador democrata Max Baucus, essa política pode levar a uma crise fiscal semelhante à vivenciada pela Europa.

Além disso, semelhante às divergências que ocorrem na zona do euro, republicanos e democratas têm sido incapazes de chegar a acordo sobre um plano para evitar o resultado desanimador.

Segundo projeção do FMI, a economia americana deve crescer 2% neste ano --índice mais baixo que o esperado em outras economias desenvolvidas, como o Japão (2,4%) e o Canadá (2,1%).

Para estimular o crescimento, os EUA têm tomado medidas pouco ortodoxas como a operação Twist, um programa de compra de títulos que visa derrubar o valor das hipotecas e das taxas de empréstimo.

BRASIL

O FMI prevê crescimento do PIB de 2,5% em 2012 A inadimplência de empréstimos aumentou para 6% em maio

Gastos governamentais e exportação de commodities, como soja e minérios, para países da Ásia impulsionaram o Brasil para a posição de 6º economia do mundo.

Mas o alto ritmo de crescimento, que chegou a atingir 7,5% em 2010, parece ter perdido a força.

A economia estagnou em maio, após uma queda inesperada de vendas no varejo - tornando o desempenho do Brasil o pior entre os Brics.

O FMI prevê para o país um crescimento de 2,5% neste ano - índice inferior à média mundial de 3,5%. O Banco do Brasil espera um resultado abaixo de 2,5%.

A queda nas vendas do varejo deu origem a temores sobre o modelo de crescimento puxado pelo consumo interno, que vem sendo incentivado por rendas maiores e crédito fácil.

A quantidade de empréstimos não pagos atingiu um pico em maio, mostrando como os brasileiros estão lutando cada vez mais para manter suas dívidas sob controle.

Isso levou o Banco Central a reduzir a taxa de juros para 8% (a oitava queda consecutiva).

ÍNDIA

A inflação atingiu o patamar mais alto entre os Brics. A produção industrial cresceu 2,4% em maio

A economia da Índia cresceu a uma taxa anual de 5,3% entre janeiro e março, seu ritmo mais lento em nove anos.

A inflação tem sido uma das maiores preocupações dos formuladores de políticas da Índia nos últimos dois anos.

O Banco Central indiano tomou várias medidas na tentativa de controlar o aumento dos preços, incluindo treze aumentos da taxa de juros desde março de 2010.

De acordo com dados divulgados na semana passada, o índice de preços no atacado da Índia (a principal medida de preços ao consumidor no país) subiu 7,55% em maio em relação ao ano anterior - o índice mais elevado entre os Brics.

Analistas afirmam que a combinação de desaceleração do crescimento e alta inflação tornou difícil para o Banco Central do país formular suas políticas. Cortes nas taxas de juros poderiam estimular o crescimento, mas devem tornar a inflação pior.

O PIB do país crescerá 6,1% em 2012, segundo o FMI. O governo se comprometeu a atrair mais investimento estrangeiro e acelerar projetos de infra-estrutura e energia.

JAPÃO

O país está se recuperando das grandes catástrofes do ano passado Os exportadores estão preocupados com os problemas da zona do euro e com a desaceleração da economia americana O crescimento do país neste ano deve chegar a 2,4%, segundo FMI

O Japão, que chegou a ser a segunda economia do mundo, está se recuperando do terremoto seguido de tsunami e da crise nuclear do ano passado.

Dados recentes mostraram que o Japão, um dos principais exportadores do mundo, não estava exportando tanto quanto costumava.

Na verdade, estava importando massivamente - incluindo um gasto adicional com energia devido à paralisação das centrais nucleares.

A moeda forte também prejudicou os exportadores, pois tornou seus produtos mais caros para compradores estrangeiros.

Porém, o ânimo do país está melhorando. A pesquisa Takan mostrou que a indústria manufatureira está menos pessimista em relação aos negócios.

O FMI prevê um crescimento de 2,4% para o país em 2012 e 1,5% em 2013.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

17/07/2012

Mão de obra reduz alta da construção civil no IGP-10

Aumentos menores na mão de obra da construção civil em julho puxaram a desaceleração da alta do Índice Nacional de Custo da Construção - 10 (INCC-10) neste mês, para 0,84%, de +1,67% em junho. O INCC-10 é um dos itens que compõem o IGP-10.

Dentro do indicador, o índice que representa o custo da mão de obra subiu 1,17% em julho, após ter registrado aumento de 3,03% em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Já o índice relativo a material, equipamentos e serviços acelerou o ritmo de alta, com um avanço de 0,50%, após uma taxa de 0,27%, na mesma base de comparação.

Ficaram mais caros, no período, os itens ajudante especializado (1,13%), servente (1,24%), vergalhões e arames de aço ao carbono (3,01%), carpinteiro de esquadria e telhado (1,15%) e pedreiro (1,04%). Por outro lado, houve deflação nos produtos de fibrocimento (-0,97%), argamassa (-0,24%), condutores elétricos (-0,43%), pedra britada (-0,50%) e cimento portland comum (-0,03%).

Com relação ao Índice de Preços ao Consumidor - 10 (IPC-10), quatro das oito classes de despesas registraram redução em suas taxas de variação de preços na passagem de junho para julho. O principal destaque foi o freio no grupo Despesas Diversas, que passou de uma taxa de 3,03% em junho para 0,11% em julho, com o item ci****os revertendo a alta de 7,37% no mês anterior para uma queda de 0,79% neste mês. O IPC-10 registrou variação positiva de 0,19%, ante 0,33%, no período.

As demais reduções foram vistas nos grupos Habitação (de 0,34% em junho para 0,13% em julho), Vestuário (de +0,56% para -0,18%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,50% para 0,34%), com as maiores influências vindas dos itens tarifa de eletricidade residencial (de +0,33% para -0,68%), roupas (de +0,55% para -0,44%) e medicamentos em geral (de 0,64% para 0,13%).

Na direção oposta, houve aceleração no ritmo de aumento de preços de Alimentação (de 0,73% para 0,85%), Comunicação (de -0,15% para +0,06%) e Educação, Leitura e Recreação (de -0,02% para +0,17%). Já o grupo Transportes reduziu ligeiramente a deflação, passando de -0,52% para -0,51%, na passagem de junho para julho.

As maiores contribuições nesses grupos partiram dos itens frutas (de -3,46% para +1,25%), tarifa de telefone residencial (de -0,43% para +0,21%), excursão e tour (de -1,95% para +0,13%) e tarifa de ônibus urbano (de 0,48% para 1,62%).

Os preços dos produtos agrícolas atacadistas subiram 1,94%, ante alta de 0,33% apurada em junho, no âmbito do IGP-10. A FGV informou ainda que os preços dos produtos industriais no atacado também aceleraram a alta, com avanço de 0,99% neste mês, em comparação com a elevação de 0,87% no mês passado.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 0,84% em julho, em comparação com a alta de 0,11% em junho. Por sua vez, os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 1,36% neste mês, após avançarem 1,23% no mês passado. Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram taxa positiva de 1,55%, após subirem 0,78%, na mesma base de comparação.

Fonte: http://www.odiario.com/

17/07/2012

Brasil cai em ranking de otimismo de empresas

São Paulo - Menos empresários brasileiros se sentem otimistas com relação à economia nacional. O International Business Report (IBR) 2012, da Grant Thornton International, mostra que 61% dos empresários locais estão otimistas com os próximos 12 meses, número 25 pontos porcentuais menor do que os 86% registrados no primeiro trimestre do ano. Com a variação, o País caiu da segunda para a oitava posição no ranking mundial de otimismo.

De acordo com o estudo, o otimismo global medido no segundo trimestre deste ano foi de 23%, quatro pontos porcentuais acima do trimestre anterior, quando o índice era de 19%. O IBR é feito com 11.500 empresas em 40 países.

''Com a continuidade da crise internacional, o empresário brasileiro começa a sentir os efeitos de cortes de investimentos, por exemplo, e volta o foco para a economia local, onde as perspectivas não são mais tão animadoras, com confirmação de um crescimento modesto do PIB e políticas de incentivo focadas no consumo e não no crescimento'', disse em nota distribuída à imprensa Fábio Luis de Souza, da Grant Thornton Brasil.

Marcada pela crise e por um forte desemprego, a Espanha segue como o país mais pessimista, com o índice de otimismo marcando -66%, mas está em situação melhor do que a verif**ada no trimestre anterior (-71%). Na sequência vêm Grécia (-58%), Holanda (-46%) e Japão (-41%). Os empresários argentinos diminuíram o grau de otimismo. No primeiro trimestre do ano, 24% estavam otimistas, enquanto na leitura mais recente o índice caiu para -30%.

Entre os empresários mais otimistas estão os do Peru, onde 96% se sentem confiantes com a economia local. Em seguida, vêm Chile e Filipinas (90%), Geórgia (83%), Canadá (70%), Índia (67%) e África do Sul (63%). A Bélgica saiu de um nível negativo de otimismo registrado no primeiro trimestre (-26%) e aumentou 64 pontos percentuais. Hoje, 28% dos empresários belgas se consideram otimistas com a economia local. A Suíça também saiu do negativo, passando de -22% de empresários otimistas para 16%.

Na União Europeia, o otimismo subiu 2 pontos porcentuais e chegou a -2% no segundo trimestre do ano. Na América do Norte, o grau de otimismo também subiu, de 47% para 52%. Na América Latina, houve redução de 20 pontos porcentuais do otimismo, que passou de 73% para 53%. Nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), o otimismo ficou estável em 41%.

Fonte: http://www.folhaweb.com.br/

16/07/2012

Jaguar Land Rover negocia abrir fábrica no Brasil, diz jornal

A Tata Motors está negociando com autoridades do Brasil para ter uma fábrica no país e montar o jipe 4x4 de luxo Freelander, da Jaguar Land Rover, noticiou nesta segunda-feira o "Financial Times".

Assim que garantir que poderá produzir um número suficiente de veículos, a Jaguar vai buscar a construção de uma fábrica no Brasil, que está a caminho de se tornar o terceiro maior mercado automotivo do mundo, segundo o jornal.

"Pensamos sobre ter uma fábrica ou uma linha de montagem, mas é preciso uma massa crítica de volume. Além disso, estamos em negociações com o governo sobre como esse passo pode ser dado por uma companhia pequena como a nossa", afirmou o presidente-executivo da Jaguar, Ralf Speth, ao "Financial Times".

A marca britânica de luxo, que a indiana Tata comprou por US$ 2,3 bilhões em 2008, produz a maioria de seus carros em três fábricas na Inglaterra.

A expansão da Jaguar Land Rover fora da Inglaterra ajudou a Tata diante de um mercado automotivo doméstico que cresceu apenas 2,2% no último ano financeiro.

O "Wall Street Journal" já havia veiculado a notícia de uma possível abertura de fábrica da Jaguar no país em janeiro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

13/07/2012

Imóveis usados estão 26% mais caros, aponta o Creci

Pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo) aponta que, de junho a maio deste ano, os imóveis usados tiveram valorização de 25,98% --um aumento cinco vezes maior do que a inflação.

O levantamento constatou também uma queda de 19,1% nas vendas na capital de abril para maio de 2012.

No entanto, o número de casas e apartamentos alugados manteve crescimento: registrou o índice de 19,51% no mesmo período.

Para José Augusto Viana Neto, presidente do conselho, o imóvel ainda representa uma forma de investimento seguro e a tendência é que ocorra uma maior valorização no segmento.

Outro dado apontado pela pesquisa é a preferência do mercado consumidor pelo apartamentos. Entre as vendas de 448 imobiliárias analisadas, apenas 30,56% foram de casas. A maioria dos imóveis foi adquirido por meio de financiamento (55,68%).

Fonte: http://classif**ados.folha.com.br/

10/07/2012

Forte alta dos preços força ajuste no setor imobiliário

Incorporadoras sentem dificuldades em oferecer produtos que caibam no bolso do consumidor; lançamentos devem cair 30% neste ano

SÃO PAULO - O setor imobiliário passa por um ajuste. A forte valorização dos imóveis nos últimos anos deixou a casa própria mais distante do brasileiro, o que contribuiu para uma queda nos lançamentos neste ano. Em São Paulo, por exemplo, o preço médio dos imóveis subiu 140% entre janeiro de 2008 e junho de 2012, segundo o Índice FipeZap. Em compensação, o volume de lançamentos caiu cerca de 30% no ano.

Com isso, a expectativa de especialistas e do próprio Sindicato da Habitação (Secovi-SP) é de que os preços devem se estabilizar. Por ora, ninguém aposta em uma queda generalizada, embora algumas localidades possam passar por esse processo.

A renda da população não aumentou na mesma proporção dos preços e, por isso, muitos consumidores não conseguem comprar imóveis na região onde moram. Para adquirir um apartamento de 100 metros quadrados na Bela Vista, um bairro de classe média situado na região central de São Paulo, o cliente precisa de uma renda familiar líquida de R$ 17 mil/mês se quiser financiar 80% do valor do bem.

Só que, nesse distrito, apenas 18% da população ganha mais de R$ 15 mil por mês, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O mesmo exercício aplicado a outros bairros aponta resultados semelhantes.

"Está cada vez mais difícil para o consumidor comprar a casa dos sonhos nas grandes cidades. Quem poderia comprar um apartamento de 70 m² há um ano hoje compra um de 50 m²", disse o vice-presidente de incorporação imobiliária do Secovi-SP, Emílio Kallas. "O preço alto é ruim para os incorporadores. O público consumidor dos empreendimentos f**a menor."

Euforia

O descompasso entre a renda da população e o preço dos imóveis provocou uma parada técnica no mercado, avalia o diretor da consultoria Embraesp, Luiz Paulo Pompeia, especializada no setor imobiliário. "Houve uma euforia de incorporadores e consumidores. Mas o poder aquisitivo tem limites e muitos lançamentos não cabem no bolso do cliente", disse.

Na opinião de Pompeia, os preços devem se manter estáveis na média, mas, em alguns casos, podem até cair no ano que vem. "De 30% a 40% dos compradores de imóveis são investidores, não é o consumidor final. Há 7 anos, esse índice era de 15%. Eles precisam revender, mas, em alguns bairros, a demanda real já foi absorvida, principalmente por imóveis de alto padrão."

Em São Paulo, o especialista vê potencial para queda de preços em bairros como Campo Limpo, Vila Madalena, Bela Vista e Alto da Lapa. "A exceção é o segmento econômico (renda mais baixa). Há demanda real para movimentar o mercado pelos próximos dez anos", disse.

Embora continuem otimistas com as perspectivas para o setor, os bancos, que nos últimos anos abriram as torneiras do crédito imobiliário, não descartam estabilização dos valores. "Os preços não vão subir com a mesma velocidade de antes. Veremos mais moderação e, eventualmente, alguma acomodação", disse o diretor do departamento de crédito imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges.

"Estamos assistindo a um ajuste entre oferta e demanda", emenda o diretor de crédito imobiliário do Banco do Brasil, Gueitiro Matsuo Genso. "Mas vemos perspectivas para um crescimento robusto para o setor."

Ainda sobre as perspectivas para os preços, o coordenador do Índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, também adota um tom cauteloso. "Não voltaremos mais àquela situação de altas muito expressivas", afirmou.

O diretor financeiro da construtora Eztec, Emilio Fugazza, relata que a margem bruta média das incorporadoras de capital aberto caiu de 39% para 26% entre 2007 e 2011. "O custo para construir subiu mais do que os preços dos imóveis", disse.

Projetos

As incorporadoras não atribuem a retração dos lançamentos à alta dos preços, mas a dificuldades em aprovar novos projetos. "Chegamos a levar quatro anos para conseguir a liberação de um empreendimento em todos os órgãos reguladores", disse o vice-presidente do Secovi.

Segundo ele, o setor tem enfrentado entraves para lançar empreendimentos pela falta de terrenos aptos à incorporação e pela demora na aprovação de projetos. Para o Secovi, a solução para controlar os preços está na flexibilização das regras para lançamentos, o que viabilizará a expansão da oferta.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/

03/07/2012

Custo da construção sobe 6,11% em São Paulo no primeiro semestre

O custo da construção civil no estado de São Paulo subiu 6,11% no primeiro semestre deste ano. Os dados, publicados nesta segunda (2), são do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) Projetos.

De acordo com o levantamento, os custos com mão de obra aumentaram 9,07% no período, enquanto os salários dos engenheiros subiram 7,68%. Os custos com materiais de construção avançaram 2,21% no acumulado do ano.

No mês de junho, o custo da construção civil registrou alta de 1,73% em relação a maio. De acordo com o Sinduscon-SP, contribuíram para o resultado os aumentos dos custos com a mão de obra (+2,81%) e os salários dos engenheiros (+3,94%). No mesmo período, o custo com materiais de construção subiu 0,16%.

Fonte: http://www.ribeiraopretoonline.com.br/

Endereço

Marília, SP
17516-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Presence Consultoria e Assessoria posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar