22/07/2026
Equilibrar acolhimento ao colaborador e sustentabilidade do negócio é um dos desafios da gestão de pessoas. Renata Eugênio Dias, sócia do Fábio Pneus Autocenter, vivenciou essa realidade ao acompanhar casos de dependência de álcool e outras dr**as entre integrantes da equipe.
Uma das experiências envolveu um colaborador dependente de álcool, que passou três anos alternando períodos de recuperação e recaídas. “Quando estava sóbrio, trabalhava normalmente. Mas bastava um conflito familiar ou problema emocional que o ciclo recomeçava. Ele pedia demissão, desaparecia e voltava meses depois em uma situação difícil”, lembra Renata.
A empresa ofereceu encaminhamento para tratamento, fez campanhas internas e programas de orientação. Ao mesmo tempo, foi preciso lidar com os impactos na operação e na equipe que ficava sobrecarregada. Para Renata, a dependência química deve ser tratada como questão de saúde, com respeito, informação e responsabilidade.
Segundo o Ministério da Previdência Social, foram concedidos no ano passado mais de 546 mil benefícios por transtornos mentais e comportamentais, incluindo os causados pelo uso de dr**as e álcool. O tema é discutido na nova edição da Revista Acim