30/04/2026
Tempo raramente é o problema real.
A agenda pode estar cheia, o dia pode estar puxado, a operação pode exigir muito, mas, na prática, quase sempre existe outra coisa por trás:
coisas que já não deveriam estar ocupando espaço e continuam.
Reuniões que não levam a decisão.
Problemas que se repetem.
Demandas que poderiam estar delegadas, mas seguem centralizadas.
Não por falta de capacidade, mas por falta de definição.
Porque toda vez que algo permanece, mesmo já tendo mostrado que não deveria, existe uma decisão que foi adiada.
E o acúmulo dessas não-decisões cria a sensação de falta de tempo.
No final, organizar a agenda não resolve. O que resolve é reorganizar o critério de avaliação das prioridades.
Decidir o que sai, o que f**a e, principalmente, o que não pode mais continuar ocupando espaço dentro do negócio.