Diferencial Assessoria Contábil - Natal/RN

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16/11/2015
07/08/2015

Algumas sobre honestidade, ética e integridade.

O que acham desses pensamentos? :)

17/07/2015

Dez erros de sustentabilidade mais comuns nas empresas

Visão e valores dispersos e desalinhados é a falha mais presente na gestão sustentável de 79% das companhias entrevistadas.

Uma pesquisa realizada pela consultoria DOM Strategy Partner, baseada em entrevistas com os executivos de 223 das 500 maiores empresas brasileiras, identificou os dez erros mais representativos em sustentabilidade nas companhias. Entre as falhas mais recorrentes presentes nas práticas de sustentabilidade das companhias, visão e valores dispersos e desalinhados aparece como o erro mais comum em 79% das empresas analisadas pela DOM. Mensuração inexistente, comunicação oportunista e falta de realismo também aparecem na pesquisa.

Segundo Daniel Domeneghetti, autor do levantamento e CEO da DOM Strategy Partners, a sustentabilidade finalmente tem deixado paulatinamente de ser enxergada apenas como custo para as companhias e já está presente no rol dos ativos intangíveis, devido à introdução de valor aplicado ao conceito e à sua maior conexão ao negócio, ao core business das empresas.

Entretanto, infelizmente, em períodos de dificuldade macroeconômica ou mesmo setorial, a Sustentabilidade como área ainda paga o preço de ser enxergada pelos executivos de negócio e mesmo acionistas como algo desejável, mas não urgente; secundário, ainda que estratégico. Decorrência disso, muitas empresas grandes vêm cortando posições, investimentos e práticas em suas respectivas áreas de Sustentabilidade, à luz da situação atual dos mercados e das perspectivas negativas para a economia brasileira.

“Houve um avanço tanto na compreensão quanto na atuação das empresas para trazer conceitos sustentáveis para o ambiente das grandes preocupações corporativas. Esse movimento reflete bem no estudo, pois percebemos, que mesmo havendo erros, os líderes estão cientes de que sustentabilidade é uma fonte de valor, inovação e diferenciação no mercado”, diz Domeneghetti.

Os dez erros da sustentabilidade nas empresas apontados em percentuais na pesquisa foram:

1. Visão e valores dispersos e desalinhados (79%) - O conceito de sustentabilidade é restrito a apenas um departamento ou uma liderança, sem permear toda a empresa o que impossibilita a compreensão de todos os colaboradores, causando a dispersão e diversidade na discussão do tema. As ideias que surgem espontaneamente devem ser direcionadas de forma correta, sem ser reprimidas. O alinhamento a uma mesma ambição é essencial e deve vir de cima.

2. Inconsistência de governança (74%) – Apesar de admitirem sua importância, as empresas ainda tratam a sustentabilidade como uma prática solta dentro da empresa. Mesmo com todo o discurso, o tema ainda não ganhou o apoio das lideranças. Além disso, não existem sistemas de gestão bem estruturados (executivos, orçamentos, metas, responsabilidades, entre outros). Um dos agravantes dessa situação é quando a gestão do conhecimento de sustentabilidade, um dos principais elementos viabilizadores, não existe e o conhecimento se encontra disperso e implícito.

3. Mensuração inexistente (72%) – Esse erro ainda é um dos mais citados devido à quantidade de empresas interessadas em implementar estratégias ou iniciativas de sustentabilidade, mas que não conseguem fazer de forma adequada. Os aspectos tangíveis, intangíveis e a devida mensuração são ignorados e interferem diretamente nos resultados. A pesquisa aponta que isso é reflexo da baixa maturidade da governança do tema em muitas empresas.

4. Inconsistência na fixação de prioridades (65%) – A sustentabilidade pode não atingir os objetivos de todos os envolvidos, devido às prioridades desencontradas, seja por falta de materialidade (aspirações, desejos e ideais pouco factíveis) ou relevância. Dessa forma, gera frustração e resultados pouco tangíveis para a empresa ou, até mesmo, prejuízos financeiros e de reputação.

5. Dissociação do core business (62%) – O negócio principal da empresa precisa ser inserido na estratégia de sustentabilidade. Apoiar causas que se distanciam de seu propósito, práticas, processos, produtos e serviços centrais minimizam o impacto das ações e prejudica as perspectivas.

6. Comunicação oportunista ou ineficiente (61%) - A comunicação é parte fundamental da estratégia, pois se for inconsistente, pode não engajar o público interno e ser insuficiente para os demais stakeholders. Pior ainda, pode ser vista como uma ação oportunista, prejudicando a credibilidade da empresa e suas iniciativas. Investir na comunicação responsável e contínua é a melhor saída que existe para mitigar o risco e atingir os perfis certos. As empresas devem conhecer bem seus diversos públicos, adequando a linguagem, o canal e a abordagem a cada um.

7. Miopia em relação aos resultados potenciais (61%)– Ainda não são claras para as empresas as oportunidades de gerar e proteger o valor oriundo das iniciativas de sustentabilidade. Mais do que obrigação por pressão social, o conceito precisa ser um motor facilitador para a inovação, eficiência operacional, diferenciação dos competidores e fonte adicional de receitas por novos produtos, serviços ou canais.

8. Baixa percepção de impacto sistêmico no entorno (51%) - Os impactos sistêmicos (ou bilaterais) da sustentabilidade, sejam da empresa para os stakeholders ou o inverso, ainda não são percebidos com facilidade pelos executivos. Por essa razão, não são aproveitadas as ideias provindas do entorno da empresa, reduzindo o potencial impacto decorrente da sinergia entre esses dois polos.

9. O viés unidimensional (39%) - O equilíbrio entre as dimensões ambientais, sociais e econômicas (e em alguns casos as culturais) são o que norteiam a sustentabilidade corporativa. Os pesos e a importância são determinados de acordo com as prioridades de cada companhia. Caso uma das dimensões não seja incluída no projeto, o resultado final não trará benefícios, mesmo que em curto prazo pareça dar certo, pois dificulta o planejamento e não visa a todos os stakeholders.

10. Falta de realismo (43%) - Toda e qualquer iniciativa sustentável precisa ser planejada de acordo com o segmento e estratégia de atuação da empresa. De outra forma, corre-se o risco de traçar metas distorcidas com a realidade e os resultados tendem a ser subvalorizados.

Fonte: administradores.com

17/07/2015

: A campanha traz frases usadas para justificar pequenos desvios de conduta – e até delitos – no dia a dia.

Procuramos chamar a atenção e promover a reflexão de que, mesmo que pequeno, um erro ainda é um erro.

O importante é agirmos sempre com ética e honestidade, sem desviar o olhar para os lados. Grande, média ou pequena, todas as corrupções devem ser evitadas.

Quem faz o certo não precisa de justificativas.

cgu.gov.br/diganao

17/07/2015

Crise aumenta a busca por serviços de consultorias

Situação econômica tem forçado as empresas a revisarem suas operações e identificar gastos desnecessários que oneram e prejudicam os negócios.

O atual cenário econômico de crise tem proporcionado aumento na procura por consultorias de serviços como redução de custos. Segundo especialistas ouvidos pelo DCI, a busca por empresas com essa atividade cresceu de 30% a 50% este ano.

Quem comemora o aumento da demanda são empresas como Expense Reduction Analytics (ERA), Recruiting Executives & Development ( RED) e S&H Consultoria. Segundo elas, a maioria dos clientes, quando estão com os negócios em momento de bonança, acabam perdendo o feeling para verificar se estão sendo eficientes ou se os gastos aumentaram por falta de atenção.

Na S&H, a demanda cresceu 33% no primeiro semestre deste ano. A empresa tem a perspectiva de terminar 2015 com crescimento acima de 40%. Na avaliação de Adriano Stringher, sócio da consultoria especializada em gestão financeira, o primeiro passo não é cortar funcionários diferentemente do que muitos pensam.

"Inicialmente devemos identificar o que está indo bem na empresa e em paralelo interromper o que não está dando certo", explicou ele. Stringher indica outras etapas importantes, como replicar atividades que têm bons resultados, porém de forma mais barata, além de atuar com a carteira de clientes com estratégias específicas. "São algumas alternativas consideradas eficientes para obter redução de gastos em uma empresa."

Depois dessas etapas realizadas, aí então pode surgir a consequência de ter de realizar algumas demissões, ressalta o sócio da S&H. Ele ainda lembra que as empresas deveriam rever suas operações de forma detalhada de dois em dois anos pelo menos.

O máster franqueado da rede ERA, Fernando Macedo, também defende que o primeiro passo para reduzir gastos não está no corte da folha de pagamento. "Nessa época de crise é natural que as empresas atirem para o lado do funcionário, mas somos contra", afirma. "Quando você contrata uma pessoa, você investe em vários itens, entre eles o treinamento." Neste ano, a demanda da ERA aumentou em 50%. A rede de franquia é especializada em redução de custo de empresas dos mais diversos segmentos e portes.

Planejamento

Trabalhar o presente, mas fazer projeções para o futuro é outro ponto de destaque na opinião do máster franqueado da ERA. Para ele, no primeiro momento é bem importante avaliar como está a operação da empresa. "Se você fizer uma análise correta sobre a receita da empresa e projetar a receita e o posicionamento dela daqui alguns meses ou anos terá uma visão privilegiada para operar no mercado."

Macedo diz que as organizações precisam pensar no que vai acontecer no mercado em que atuam. "Tenho clientes que se preparam para a crise há dois anos", explicou, ao defender que projetar a rentabilidade da empresa irá dar ao empresário um parâmetro com várias informações. Com isso, a empresa começará a economizar e melhorar a operação, indicou Macedo.

Setores

"Felizmente os empresários e os gestores estão olhando com mais carinho para todos os itens que permeiam a empresa. Mas é inegável dizer que a mira ainda é o corpo de funcionários. Somos contra esse conceito", destacou o máster franqueado da ERA. Ele lembra que o campeão de gastos da maioria das corporações são as áreas de telecomunicações e tecnologias. O fato está relacionado ao dinamismo do setor. "Os movimentos são muito rápidos. É importante estar atendo às mudanças de pacotes de minutos, por exemplo".

O sócio da S&H, Adriano Stringher, concorda com Macedo. "Olhar de forma segmentada para as diversas áreas da empresa pode gerar ações assertivas na hora de fazer uma redução de custos", comenta. Ambos os executivos acreditam que ficar atento a pequenos detalhes na operação são ações que podem ajudar a não onerar a empresa.

Neste quesito também estão os benefícios aos funcionários, segundo a founder partner da consultoria de recursos humanos RED, Daniela Lopes. "Em média, as empresas pagam até dois meses de convênio médico e vale refeição para ex-funcionários. Pagar benefícios a funcionários que foram demitidos recentemente ainda é muito comum", ressalta.

Por outro lado, Daniela comenta que os consultores da área de recursos humanos estão mais atentos no que diz respeito à gestão interna dos clientes. Para ela, a má gestão de atividades também prejudica a organização. "Horas extras por falta de uma gestão eficiente e faltas não justificadas podem gerar uma falsa necessidade de aumentar o quadro de funcionários", explicou a especialista no segmento.

Sem abrir valores de faturamento, a Recruiting Executives também garante ter registrado aumento na demanda por serviços de redução de custo e comemora o período aquecido.

Fonte: Fenacon

16/07/2015

Pagamento do Abono Salaria 2015/2016 já começou.
Fiquem atentos! No próximo dia 22, será a vez dos que nasceram em julho, mas quem não possui conta, recebem por meio de saque nas agências da CAIXA e lotéricas com o Cartão Cidadão.

Começou nesta terça-feira (14) o pagamento do Abono Salarial. Os nascidos no mês de julho que possuírem conta corrente ou poupança da Caixa Econômica Federal (CEF) serão os primeiros a receber, por meio de crédito em conta. No próximo dia 22, será a vez dos que nasceram em julho, mas que não possuem conta, receberem por meio de saque nas agências da CAIXA e lotéricas com o Cartão Cidadão.

Já os correntistas do Banco do Brasil começarão a receber no próximo dia 17 por meio de crédito em conta. E os não correntistas do BB por meio de saque nas agências do banco a partir do dia 22 de julho, de acordo com o final da inscrição do PASEP.

O benefício no valor de um salário mínimo será pago a quem trabalhou por pelo menos 30 dias no ano-base 2014 recebendo até dois salários mínimos; e que tenha sido cadastrado no P*S ou PASEP até 2010 - no Programa de Integração Social (P*S) para trabalhadores celetistas; ou Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), no caso de servidores públicos.

Conforme resolução CODEFAT nº. 748/2015, o Abono será pago a quem possui P*S conforme o mês de aniversário. No caso de servidores públicos, será pago conforme o final do número de inscrição do PASEP, e estará disponível até o dia 30 de junho de 2016.

Alterações da MP 665 só entrarão em vigor para o Abono Salarial do ano-base 2015, que será pago no calendário do exercício 2016/2017.

Para conferir o calendário dos recebimentos, acesse o site do MTE.

Aos correntista do Banco do Brasil, o crédito em conta será efetuado a partir do terceiro dia útil anterior ao início de cada período de pagamento conforme o calendário.

Fonte: MTE - Ministério do Trabalho e Emprego

12/05/2014

Fenacon discute e-Social na Receita

"O Diretor Político Parlamentar da Fenacon, Valdir Pietrobon, esteve reunido com o coordenador geral do eSocial, Daniel Belmiro, para tratar de problemas com a aplicação do eSocial. O encontro aconteceu na tarde de ontem e teve como objetivo discutir algumas preocupações com respeito às micro e pequenas empresas.

Na oportunidade foi entregue ofício com preocupações e sugestões operacionais, no intuito de contribuir com o sucesso do programa. Dentre as sugestões apresentadas se destacam: a aplicação de multas somente após o prazo de um ano, contados da data em que efetivamente o sistema estiver em pleno funcionamento; disponibilização de módulo de sistema simplificado para micro e pequenas empresas; e o uso do CPF na identificação dos funcionários, ao invés do P*S, considerando a (real) possibilidade de duplicidade de cadastro.

Além disso, no ofício foi apresentado uma sugestão com novo cronograma de prazos para viabilização do eSocial, conforme abaixo:

- Empresas Públicas em geral: a partir de janeiro de 2015;

- Empresas Privadas com mais de 500 empregados: a partir de março de 2015;

- Empresas Privadas com 100 e até 499 empregados: junho de 2015;

- Empresas Privadas optantes por regimes tributários diferentes do Simples (Presumido/Real/Arbitrário) que tenham de 0 a 99 empregados: a partir de setembro de 2015;

- Micro e Pequenas Empresas: janeiro de 2016;

- MEI, Produtor Rural e empregado doméstico: março de 2016.

O documento enfatizou, ainda, que esse cronograma será viável apenas se o sistema estiver no ar dentro dos próximos 60 dias.

Pietrobon avaliou a reunião de maneira positiva e destacou a verdadeira intenção da Fenacon, ao apresentar o ofício. “Nosso objetivo é contribuir com a viabilidade do eSocial. Por isso, trouxemos essas proposta de aperfeiçoamento”, afirmou Pietrobon.

Encontro - no próximo dia 21 de maio será realizado o Encontro do eSocial, para esclarecimentos e debate do projeto com representantes das Entidades Representativas, Sociedade Empresarial e do Governo. A expectativa é de que todas essas questões sejam definidas."

Fonte: Fenacon

16/04/2014

Receita alerta mais uma vez para tentativa de fraude via correspondência

Cuidado com falsa intimação em nome da Receita Federal enviada via Correios


"Todos os anos, sobretudo no período de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física - DIRPF, falsários se passam por servidores da Receita Federal com o intuito de tentar extrair dados fiscais e bancários dos contribuintes.

Nesse sentido, a Receita Federal alerta para modalidade de golpe aplicada por meio de correspondências. A exemplo de golpes por e-mail, as cartas se intitulam "Intimação para regularização de dados cadastrais", são identificadas com o logotipo e o nome da Receita Federal e direcionam o destinatário para um endereço eletrônico que não pertence ao órgão. Tais correspondências são falsas e não são enviadas pela Receita Federal. Em caso de recebimento de carta no formato abaixo, despreze e não acesse o endereço eletrônico mencionado.

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Os contribuintes que precisarem fazer alterações, regularizações e consultas cadastrais devem utilizar o site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). O serviço está disponível no Centro Virtual de Atendimento – e-CAC apenas para o próprio contribuinte ou seus procuradores legalmente constituídos. Para utilizar o e-CAC, é necessário gerar um código de acesso ou possuir um certificado digital.

Caso o contribuinte não consiga utilizar os serviços virtuais, ele deve procurar uma Central de Atendimento ao Contribuinte nas unidades da Receita Federal. Nenhum outro site ou endereço na Internet está habilitado a fazer procedimentos em nome da Receita Federal."

Despesa com empregado doméstico pode ficar totalmente isenta do IRhttp://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/04/1...
14/04/2014

Despesa com empregado doméstico pode ficar totalmente isenta do IR

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/04/11/despesa-com-empregado-domestico-pode-ficar-totalmente-isenta-do-ir

Em tramitação conjunta com outras seis propostas que tratam da atividade doméstica, volta na quarta-feira (16) ao exame da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) o projeto de lei do senador Roberto Requião (PMDB-PR) que isenta do Imposto de Renda o valor dos salários pagos a empregados domésticos.

Endereço

Rua Monsenhor Augusto Franklin, 44
Natal, RN
59078-300

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