25/07/2025
Quantas guerras você já travou contra si mesmo?
Correndo atrás de versões "aceitáveis" de você, negando suas sombras, se escondendo atrás de deverias... Tudo pra caber num mundo que te diz como existir.
Mas e se você largasse as armas?
Parasse de lutar contra sua própria natureza. Aceitasse o fluxo dos seus rios, as marés do seu cansaço, as estações da sua alma. Sem julgar o que brota — só permitindo-se ser.
Imagine trocar o "preciso me encaixar" por "já estou completo".
Abraçar suas raízes tortas, seus frutos azedos, suas flores fora de época. E descobrir que é justo nas fendas do eu sou que nasce a verdadeira revolução.
Porque a liberdade não é voar longe: é fincar os pés no seu chão interno.
Onde não há dívidas com o espelho, nem exigências de quem você "poderia ser". Só o sagrado direito de existir — inteiro, contraditório e livre.