Parcelog Multimodal

Parcelog Multimodal Empresa constituída com o propósito de criar soluções logísticas multimodais integradas

26/02/2022

A pandemia já havia desestruturado cadeias de suprimentos e provocado falta de produtos

26/04/2016

Serviço LCL Direto e Semanal
Hong Kong x Paranaguá
Transit Time: 27 dias
Origens via Hong Kong: China, Tailândia e Sri Lanka.
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18/04/2016

TCP obtém aprovação final de plano de investimentos de R$ 1,1 bilhão

A TCP – empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá – segundo maior terminal de contêineres da América do Sul, e a empresa de serviços logísticos TCP Log acabam de obter a aprovação final, pelo ministro da Secretaria dos Portos (SEP) da Presidência da República, de um plano de investimentos de R$ 1,1 bilhão. O programa faz parte da proposta de renovação antecipada, mediante investimento, do contrato de arrendamento do Terminal por mais 25 anos a partir de 2024, nos termos do novo marco regulatório do setor portuário. O aditivo contratual foi assinado no último dia 13 de abril de 2016, pelo Ministro da SEP, na presença da presidente Dilma Rousseff.

Na primeira fase do projeto, que será concluída até o final de 2018, serão investidos R$ 540 milhões na ampliação e adequação do Terminal, incluindo a expansão do cais de atracação, que ganhará mais 220 metros, passando a contar com 1.099 metros de extensão; a construção de dolfins exclusivos para a atracação de navios que fazem o transporte de veículos; e a ampliação da retroárea do terminal, que hoje conta com 320 mil m2 e que será ampliada para cerca de 500 mil m2.

Ao final do período a TCP ampliará a sua capacidade, dos atuais 1,5 milhão de TEUs, para 2,5 milhões de TEUs. Com a ampliação, o Terminal estará preparado para o crescimento da demanda de exportações e importações em sua área de abrangência – Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Santa Catarina e Paraguai – pelos próximos 35 anos.

“Nos últimos quatro anos investimos cerca de R$ 400 milhões na ampliação e modernização da TCP, praticamente dobrando sua capacidade para 1,5 milhão de TEUs e incrementando sensivelmente a produtividade”, afirma Luiz Antonio Alves,
CEO da empresa. Com isso, além de oferecer melhores serviços para exportadores e importadores e elevar o Terminal ao nível dos melhores do mundo, a TCP se preparou para suportar o crescimento da demanda até 2024.

“Com os novos investimentos estamos indo um passo além, nos adiantando às tendências do mercado de transporte de cargas, onde os navios são cada vez maiores. A nova ampliação do cais permitirá a TCP receber, simultaneamente, até três dos maiores navios que fazem o comercio internacional”, destaca Alves,
reforçando o compromisso da empresa em aumentar sua produtividade. “O Terminal cresceu mais de 150% em apenas alguns anos, atingindo a média de 85 mph [movimentos por hora] por navio. O novo projeto além de ampliar ainda mais nossa produtividade representa melhores serviços e custos menores para os usuários do terminal”.

Mercado
Além dos investimentos nos próximos três anos, o Terminal também assumiu compromisso de investir mais R$ 550 milhões nos próximos 35 anos. "Estamos no chamado Cluster Sul Brasileiro, que apresenta maior nível de competitividade e exige dos terminais fortes investimentos com o objetivo de atender ao crescimento da demanda com serviços de alta qualidade e buscar mais eficiência”.

Fonte: Portos e Navios

18/04/2016

A Rumo está ajudando o País a escoar a safra recorde de soja. Veja como é a operação do terminal de Rondonópolis (MT) nesta reportagem do Globo Rural.
http://goo.gl/yOEqZq

07/04/2016

Mercosul Line investe R$ 200 milhões em novo navio e lança nova rota de cabotagem

A Mercosul Line, empresa especializada na navegação de cabotagem pertencente ao grupo Maersk, investiu R$ 200 milhões para a aquisição de uma nova embarcação - agora, a companhia conta com quatro navios em sua frota. Além disso, também criou uma nova rota de cabotagem que ligará os portos de Buenos Aires e Fortaleza.

A nova embarcação, batizada Mercosul Itajaí, começou a operar na semana passada e possui 195 metros de comprimento, 11,5 metros de calado e 2,5 mil TEUs de capacidade. "O novo navio vai consumir em torno de 20% a menos de combustível em relação aos outros três, fabricados entre 2008 e 2009", disse o diretor superintendente da Mercosul Line, Roberto Rodrigues, durante entrevista com a imprensa na 22ª Intermodal South America, em São Paulo.

A nova embarcação foi construída num estaleiro chinês e, originalmente, seria utilizada por um armador internacional - a Mercosul Line adquiriu o navio ainda na fase de construção. "Optamos por esse caminho pelo timing, já que um pedido novo poderia levar mais tempo. Queríamos que o navio entrasse em operação já em 2016", disse Rodrigues.

Com a adição do novo barco à frota, a empresa também lançou uma segunda rota de cabotagem - atualmente, a companhia realiza um trajeto que passa pelos portos de Itajaí, Paranaguá, Itaguaí, Suape, Pecém, Manaus, Suape e Santos.

O giro da nova rota será composto pelos portos de Buenos Aires, Rio Grande, Navegantes, Santos, Suape, Fortaleza, Salvador, Santos e Buenos Aires. "O segundo serviço terá uma rotação diferente e vai atender portos diferentes. Vamos entrar em mercados que não operávamos", afirmou o executivo, destacando que essa nova rota será realizada em parceria com a Log-In. "Estamos colocando um navio nosso, e a Log-In irá retirar um navio deles da operação."

Crise

Rodrigues ainda afirmou que a crise econômica que atinge o País também afetou o crescimento dos serviços de cabotagem. "2015 foi o primeiro ano desde 2009 em que o mercado de cabotagem não cresceu dois dígitos", ressaltou. "O mercado cresceu pouco mais de 1% em 2015, e, em 2016, eu diria que ficaremos felizes se repetirmos a performance de 2015, dado o agravamento da crise."

Apesar da postura cautelosa em relação ao resultado desse ano, o diretor superintendente da Mercosul Line afirmou que a companhia trabalha com uma visão de longo prazo. "Se alguém me perguntar se hoje, neste mês, faz sentido colocar mais um navio, eu diria que talvez não. Mas estamos aqui para ficar, para apoiar a estrutura logística e prover soluções de transporte no médio e longo prazo, não só em 2016."

O executivo também salientou que o momento de crise pode representar uma oportunidade para a Mercosul Line, uma vez que algumas empresas podem começar a utilizar a cabotagem em detrimento do frete rodoviário como forma de reduzir custos.

"A confiança na cabotagem, hoje, é muito superior a cinco ou dez anos atrás. Muitas empresas que até então tinham receio de colocar uma parcela de sua operação na cabotagem foram ficando mais dispostas a experimentar", afirmou Rodrigues. "Temos recebido muitos pedidos de esclarecimentos. Num momento de crise, todo mundo precisa achar um jeito de baixar os custos, e as pessoas ficam abertas a coisas novas."

Fonte: Estadão Conteúdo

25/02/2016
04/02/2016

Grupo Libra busca reduzir custos de operações no Porto

Operadora também prepara expansão

Tornar os custos mais competitivos é a maneira encontrada pelo Grupo Libra para contornar a recessão econômica brasileira. A empresa, que registrou queda de 10% na movimentação de contêineres em seus terminais no Porto de Santos, na comparação entre os dois últimos anos, também enxerga possibilidades na qualificação do serviço prestado como alternativa à disputa do mercado.

Em 2015, a Libra movimentou 306 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) em seus terminais T-33, T-35 e T37, localizados na Margem Direita (Santos) do complexo. Em 2014, o número foi maior: 341 mil TEU. Enquanto no primeiro semestre do ano passado, a receita líquida foi melhor, a elevação do dólar e a queda do volume de importação contribuíram para a retração registrada no segundo período. A meta em 2016 é evitar maior queda e manter os índices.

Para isso, o diretor-executivo de operações do Grupo Libra, Roberto Teller, acredita na gestão e na otimização de processos para manter a qualidade do serviço e melhorar seu custo-benefício. “Se compararmos 2014 e 2015, tivemos uma redução do custo por contêiner em relação à inflação, resultado expressivo para um ano desafiante e de queda de volume”, explicou.

Segundo Teller, a empresa teve que ser reestruturada e passou a operar sob um modelo de gestão e governança considerado “mais enxuto”, para que obter maior velocidade na tomada de decisões e na consolidação de resultados. O primeiro retorno dessa readequação está em um novo contrato estabelecido com a armadora Log-In, que opera, desde o último mês, uma rota de cabotagem nos terminais da Libra de Santos.

O serviço vem somar ao Projeto Ásia (o atendimento de navios que seguem até o Extremo Oriente), considerado o carro-chefe da companhia e que faz da Libra o principal operador brasileiro com rotas naquele continente. Assim, Teller acredita que conseguirá manter os índices semelhantes aos registrados em 2015 (em torno de 300 mil TEUs) e evitar maiores quedas até que a expansão da instalação esteja concluída.

Maior capacidade

Neste ano, o grande empreendimento da empresa é o Projeto Libra Terminais Santos (PLTS), que começa a ser efetivado nos próximos meses ao custo de R$ 800 milhões. Trata-se do plano de expansão da companhia no cais santista, que permitirá a unificação ds três terminais, mais que dobrando a capacidade estática atual, chegando a, pelo menos, 1,6 milhão de TEU.

O primeiro passo é a realização dos projetos de engenharia, como o executivo (mais detalhado que o básico, com dados sobre a realização da obra), que será concluído ao longo deste ano. “O PLTS contribuirá de forma significativa para a economia de Santos e gerará melhorias urbanísticas e de logística, beneficiando a população que circula nas áreas próximas ao porto”, fala, ao citar o prolongamento do cais (de 1.085 metros a 1.690 metros).

Em paralelo, porém, Teller espera a viabilização, pelo poder público, das obras viárias previstas para serem conectadas ao novo layout da instalação. Ele se refere à construção do viaduto de acesso a essa área do Porto, na região da Ponta da Praia, contínuo à Avenida Perimetral, além do reposicionamento da linha férrea às áreas externas à área operada pela Libra.

Fonte: A Tribuna

01/12/2015

Tecon apresenta crescimento na movimentação de cargas, com destaque para a Cabotagem

O Terminal de Contêineres do Rio Grande (Tecon Rio Grande) fechou os dez primeiros meses do ano com uma movimentação de 619,1 mil TEU, número 5,2% maior que o montante movimentado de janeiro a outubro de 2014. E é neste contexto que os números de cabotagem destacam-se com a marca de 34,9 mil TEU, valor 11,8% maior se comparado ao mesmo período de 2014. Na exportação, esta alta é de 7,8%.

“A cabotagem coloca-se como um mercado em expansão e uma alternativa para os modais mais tradicionais no País, como o rodoviário. O modelo traz vantagens competitivas, como maior agilidade na logística para transporte de grande volume de cargas”, explica Thierry Rios, Diretor Comercial do Tecon Rio Grande.

Dentre os principais produtos movimentados pelo Tecon Rio Grande, estão a resina, o arroz e o tabaco. No comparativo dos dez primeiros meses de 2014 e 2015, o arroz, que tem como principal destino o nordeste brasileiro, teve uma alta de 10%, enquanto a resina apresenta uma variação positiva de 46,5%, e o
tabaco uma alta de 3,6% contêineres movimentados.

E os bons números do ano também se estendem às chamadas novas cargas agrícolas. Até o fim de novembro, foram movimentados 1500 contêineres entre soja e seus derivados (farelo e óleo de soja), além de trigo ração, com embarques periódicos para a Europa e Ásia. Essas são chamadas de novas cargas agrícolas pelo Terminal, pois tradicionalmente eram operadas somente por navios graneleiros. Com esse resultado, o Tecon já superou a expectativa para o ano, que era de 1200 contêineres. Para atingir o objetivo, o Terminal firmou algumas parcerias, especialmente, para estufagem de grãos em Cruz Alta, região estratégica do Estado.

Fonte: Jornal de Agora (RS)

17/11/2015

Itapoá bate novo recorde

Itapoá - O Porto de Itapoá, em Santa Catarina, bateu um novo recorde mensal de movimentação de cargas, operando 56 mil TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) no mês passado. O recorde anterior era de junho de 2013, com 51 mil TEU. Nos dez primeiros meses do ano, o terminal marítimo já escoou 475 mil TEUs, 2,5% a mais do que em 2014.

Fonte: A Tribuna

11/11/2015

Log-In aposta na cabotagem como solução logística sustentável

Classificada entre as 10 melhores do país no 15º Prêmio ILOS, empresa tem investido cada vez mais na qualidade de serviços e no relacionamento com o cliente.

A Log-In defende a cabotagem como alternativa logística estratégica para a competitividade das empresas. A companhia tem investido cada vez mais na qualificação da prestação de serviços e no relacionamento com o cliente. Os resultados mostram que a empresa está no caminho certo. A Log-In ficou em 1º lugar no setor de eletroeletrônicos e foi a 9ª colocada na classificação geral do 15º Prêmio ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain). Os ganhadores foram indicados pelo voto de cerca de 300 profissionais de logística das maiores indústrias do País.

A Log-In possui atuação focada na criação de soluções integradas para movimentação portuária no transporte de contêineres porta a porta, por meio marítimo, complementado por ponta rodoviária, bem como pela armazenagem de carga através de terminais intermodais terrestres. A companhia promove soluções logísticas com foco na cabotagem porta a porta, integrando os principais portos do Brasil e Mercosul.

Benefícios

Entre os benefícios da cabotagem em relação aos outros modais estão a otimização de custos para distâncias a partir de 1.000 Km; menores riscos de roubos e avarias da carga; avanço de estoque para o porto de destino, permitindo melhor controle da operação e entregas com hora marcada, sendo um diferencial da Log-In. O modal é uma solução logística sustentável, fazendo uso racional dos recursos hídricos e emitindo, em média, três vezes menos poluente na atmosfera do que o transporte rodoviário.

Crescimento

A Log-In vem mantendo um crescimento forte e contínuo mesmo em meio ao cenário atual do país de baixo crescimento da produção industrial, do comércio e dos serviços. Esse fato evidencia a capacidade da companhia em atrair cada vez mais
clientes, que migram para a cabotagem em busca de eficiência logística e menores custos. Nos últimos sete anos, os volumes da navegação da companhia cresceram em média 24% ao ano e, para 2015, a perspectiva da empresa é manter o ritmo de
desenvolvimento bastante superior às taxas da economia brasileira.

No segundo trimestre de 2015, a Log-In atingiu recorde de volume, movimentando 78,5 mil TEUs na navegação costeira, um aumento de 26,3% em relação ao mesmo período de 2014. A cabotagem manteve trajetória de expressivo crescimento,
atingindo 36,5 mil TEUs no segundo trimestre de 2015, 14,5% superior em relação ao mesmo período do ano passado.

Fonte: Informativo dos Portos

08/08/2015
Cabotagem resiste à crise e amplia serviços e rotas!
27/07/2015

Cabotagem resiste à crise e amplia serviços e rotas!

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