06/05/2026
🌱 Uma boa análise começa muito antes do laboratório. Segundo a Embrapa, a amostragem é uma etapa crítica, porque uma coleta mal feita compromete o resultado e pode levar a decisões incorretas sobre calagem e adubação. Em outras palavras, até a melhor análise perde valor quando a amostra não representa de verdade a área avaliada.
O primeiro cuidado é dividir a área em glebas homogêneas, considerando fatores como tipo e cor do solo, textura, relevo, histórico de manejo e vegetação. Depois disso, a coleta deve ser feita em vários pontos da área, em zigue-zague, para formar uma amostra composta que represente bem o talhão. A Embrapa recomenda evitar locais atípicos, como beiras de estrada, formigueiros, currais, monturos e pontos recém-adubados.
Outro ponto essencial é a profundidade correta da coleta. Em muitos casos, a recomendação é amostrar camadas como 0 a 20 cm e, quando necessário, também 20 a 40 cm, sempre conforme o objetivo da avaliação e o sistema de manejo da área. As subamostras devem ser misturadas em recipiente limpo, e daí se retira a amostra final para envio ao laboratório, normalmente com cerca de 500 g de solo bem identificado.
Quando a amostragem é feita com critério, o produtor ganha mais segurança para interpretar a fertilidade do solo e definir o manejo com muito mais precisão. É esse cuidado no começo que ajuda a construir uma lavoura mais equilibrada e produtiva ao longo do ciclo.
A equipe de apoio técnico especializada da Produtécnica está à sua disposição para lhe ajudar com a amostragem correta do solo. 😉
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