Sunbrand Consultoria de inovação estratégica de marcas e negócios do G5.

Artigo publicado BRAZIL ECONOMY Vivemos um momento singular da história. Para a futurista Amy Webb, fundadora do Future ...
20/08/2025

Artigo publicado BRAZIL ECONOMY Vivemos um momento singular da história. Para a futurista Amy Webb, fundadora do Future Today Institute e professora da NYU, 2025 inaugura um superciclo tecnológico: a convergência de inovações que antes avançavam separadamente e agora se fundem, produzindo impactos exponenciais. A fusão entre inteligência artificial, biotecnologia e sensores avançados dá origem ao que Webb denomina Living Intelligence: uma inteligência viva, capaz de aprender, evoluir e estar presente em tudo.

“A IA não é uma tendência tecnológica ou uma distração temporária: é a terceira era da computação. Estamos no meio de uma transformação descomunal, semelhante à Revolução Industrial. Ela já permeia todos os aspectos da vida: saúde, transporte, moradia, agricultura, esportes, amor, s**o e morte.”

Nesse novo paradigma, as marcas não serão mais buscadas. Elas nos encontrarão. Agentes de IA agirão como intermediários diretos, antecipando desejos e entregando soluções personalizadas. É a era do AI2C (Artificial Intelligence to Consumer), em que a inteligência artificial deixa de ser ferramenta para se tornar a própria expressão da marca. O sucesso, nesse cenário, dependerá da capacidade de aliar informação precisa, formulação estratégica consistente e tecnologia que produz conveniência. Essa combinação é o que muda o jogo, levando empresas ao verdadeiro protagonismo.

Mas como preservar confiança quando a fronteira entre humano e artificial desaparece? Webb alerta: o risco não está na tecnologia, mas na incapacidade de enxergar além da “pedrinha no sapato”, os problemas imediatos que paralisam a visão estratégica.

É aqui que a reflexão do futurista Max McKeown sobre a mentalidade Nowist ganha relevância. Ser nowist é agir com os recursos disponíveis, em vez de esperar pelo plano perfeito. É lançar protótipos, aprender com a prática e ajustar em movimento. O ponto crucial não é apenas a velocidade de quem propõe soluções, mas o quanto essa dinâmica acelera nas pessoas a adoção de novas tecnologias.

Essa transição exige maturidade estratégica. Ninguém pode assegurar a velocidade de absorção pelo mercado, esse é a esquina de indecisão. Muitos segmentos já sofrem porque seus líderes insistem no mantra do “básico bem-feito”. Essa mentalidade fará diversos Titanics afundarem. O fechamento de lojas e a descontinuação de fábricas revelam fraturas de modelos empresariais que demoraram a reagir. O velho ditado “se correr o bicho pega, se parar o bicho come” nunca foi tão real.

A vantagem competitiva está em entrar no jogo agora, experimentar, errar e ajustar rápido. Não é nenhuma novidade que startups que lançam MVPs, movimentos sociais que aproveitam janelas de oportunidade e cientistas que compartilham descobertas preliminares ilustram esse espírito. Mas é preciso reforçar: sem visão estratégica clara e informação de qualidade, tecnologia vira desperdício de tempo e capital.

O desafio não está em prever, mas em agir com coragem e urgência. Adiar decisões é um luxo que poucos podem se permitir. Sua empresa pode se dar ao direito de não ter pressa?

A convergência das ideias de Amy Webb e Max McKeown oferece um direcionamento inequívoco: compreender rápido, agir agora e transformar a mentalidade Nowist em alavanca competitiva. O futuro, como lembra Webb, já começou. E só os que souberem combinar estratégia sólida com tecnologia capaz de gerar conveniência conquistarão o sucesso inimaginável.

*João Satt é CEO Grupo G5

VER COM PROFUNDIDADE. Meses atrás, fui provocado: como uma organização deve agir com a gradual falta de aderência em rel...
16/08/2024

VER COM PROFUNDIDADE.
Meses atrás, fui provocado: como uma organização deve agir com a gradual falta de aderência em relação ao que oferece ao mercado? A perda de atração é algo que tensiona todos: conselho, C-level, e a alta gerência. Uma doença silenciosa, contra a qual novas iniciativas isoladas apresentam um horizonte de solução cada vez menor. O fato é que com a chegada de novos players oferecendo o mesmo, dentro do mesmo enquadramento, com as mesmas características, invariavelmente, torna o extraordinário em ordinário. O mercado se divide, e f**a pequeno para todos. Após refletir na busca de um racional estratégico consistente que conseguisse retomar a energia do negócio. Dois pontos me ajudaram muito:
1. Resgatar o conceito do signif**ado da estratégia: o caminho para vencer, e nada mais.
2. O desafio é de conteúdo e não de forma. Estou falando de “entregáveis estratégicos”, não do conteúdo a ser postado nas redes sociais.
Negócios sempre foram pensados considerando a função, ou seja: farmácias | cuidar das pessoas; universidades|capacitação; cooperativa de crédito| colaboração. Dentro de uma restrição, onde o princípio é que as pessoas encontrarão soluções às suas necessidades naquilo que lhes é oferecido. A verdade é que dificilmente se está considerando a limitação das competências das próprias pessoas. A sobrevivência empresarial nos torna próximos dos números (mas distantes das pessoas. Não temos o hábito de praticar uma visão com profundidade. Habituamos a enxergar o superficial, e assim tendo entregue a função, entendemos ter cumprido o esperado. Nossa atenção está voltada ao funil de vendas, quando também deveríamos dedicar mais tempo ao pipeline: acompanhando as condições dos clientes ao longo das suas etapas da vida. A ausência de dados torna as empresas desatentas. Infelizmente, são poucas as cabeças que entenderão que inexistem limites e fronteiras de colaboração. Para tangibilizar esse “algo a mais”, concluí que seria necessário criar um “ativo complementar”, o qual batizei de produto colaborativo da marca.
O campo de atuação do colaboração é aquele que trata das “alinças estratégicas” com o mercado, tendo como ponto referencial o propósito da organização. O motor que promove a velocidade de adesão e fidelidade, está na capacidade da marca atuar dentro da vida das pessoas.
A vida real nos mostra que dificilmente as pessoas conseguem chegar onde desejam, o que por si se traduz em dor e frustração.
O fator chave está na consciência: quando as organizações pensam além da função do próprio negócio. Oferecendo um “modelo colaborativo” que potencializa, capacita, traciona, a vida de pessoas físicas e jurídicas. Essa é a essência do novo: ofertar um entregável cujo propósito é “melhorar a vida das pessoas”. O branding estratégico inova, ao oferecer contribuições reais, concretas, que levarão as pessoas a sentir que sim: elas conseguem chegar lá. Pensar o impensável, ir além, é a melhor estratégia para fazer a diferença.

O tempo é estratégicoNão lembro, se foi Tom Jobim ou Vinicius de Moraes, um deles falou: “Tudo é musical”. Aquilo mexeu ...
18/07/2024

O tempo é estratégico

Não lembro, se foi Tom Jobim ou Vinicius de Moraes, um deles falou: “Tudo é musical”. Aquilo mexeu comigo a ponto de concluir que, na vida como nos negócios, “tudo também é estratégico”. Travar a ansiedade, mantendo o foco, reforça o quanto faz a diferença dedicar tempo a formulação estratégica. Expandindo nossa “consciência temporal” percebemos que existem “janelas estratégicas” que quando bem utilizadas produzem uma cascata de efeitos positivos. Atingir padrões superiores de colaboração é o que torna qualquer organização única. O consumo, preferência, são fruto de gatilhos gerados por vazios emocionais. Decifrar esse código é fundamental para:
Penetrar e conquistar novos mercados;
Inovar através da engenharia de valor:
Trabalhar com segmentação cruzada (Stakeholders mapping);
Desacelerar o crescimento visando a singularidade, pode tornar a concorrência irrelevante;
Redefinir o seu enquadramento corporativo;
Fazer um trabalho de branding inteligente e interessante produz alto impacto:que possibilitando a precif**ação por valor.
Fique atento aos três alertas vermelhos:
1. Saiba reconhecer e travar quando o negócio está dentro da “bolha”. Seguir abrindo dezenas de pontos de venda é uma crise anunciada.
2. Inove através de novos modelos de negócios: evitando se tornar cada vez mais commodity.
3. Reputação sozinha não ganha o jogo, mas ajuda muito na atratividade. É sobre o quanto o mercado percebe e reconhece valor singular naquilo que você faz ou vende.
Pensar o futuro com olhos diferentes do presente, separa os vencedores dos que f**am a margem da estrada. Ninguém construiu nenhum império empresarial no curto prazo. Seja estrategicamente leve e flexível e não perca o norte estratégico basilar: manter e conquistar clientes. A pressa inviabiliza atingir o estado de consistência mínima. A tartaruga, invariavelmente, por mais lento que seja seu andar, chega antes que a lebre. Saltar na frente, não garante a vitória de uma disputa. A Amazon aconteceu quando as pessoas despertaram para o quanto poderiam viver com mais qualidade seu tempo livre, a partir da colaboração de ter um “agente logístico” para solucionar suas demandas diárias. Quando falo que tudo é estratégico estou reportando a uma forma de pensar, que abunda em: informações, conhecimento, insights e sensibilidade. Uma das principais características do Google sempre foi ver e trabalhar 10 anos a frente. Henry Mintzberg, canadense renomado no ramo da administração, em uma entrevista afirmou: “Enquanto presidentes f**am em média 5 anos na empresa, é preciso analisar dez anos para considerar que tenha sucesso”. A meta, segundo o físico e economista israelita Eliyahu Goldratt, é sempre a mesma: ganhar dinheiro. Não tente resolver todos os problemas, foque naquilo que faz sua empresa ser desejada, de preferência, DESTINO. Quem estiver ao seu lado vai agradecer e reconhecer,
colocando-alma e tempo - para transformar o seu sonho em realidade.

27/02/2021

Sunbrand G5. Acaba de lançar a
metodologia AUDIT BRANDING.

21/09/2020
20/05/2020

No próximo sábado o CEO do G5, João Satt, dará uma entrevista para a Band falando sobre a retomada das marcas e negócios durante a crise do Covid-19.

Uma homenagem aos grandes profissionais de marketing pelo seu dia!
08/05/2020

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15/04/2020

Estamos disponibilizando o vídeo do Webinar realizado junto a AnLab na última segunda-feira, onde apresentamos alguns hightlights da pesquisa "Medo x Desejo" desenvolvida pelas empresas do G5.

Webinar muito especial em parceria com o grupo G|5, que apresentará uma pesquisa fantástica, com mais de 1000 entrevistados, falando sobre como será o compor...

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14/04/2020

Nosso Head de Estratégia e sócio da Sunbrand, Alex Nascimento, conversou com o Coletiva.net sobre a pesquisa MEDO x DESEJO. Confira!

O distanciamento social mudou comportamentos e projeta consequências de prazo mais longo

Você conhece o Pling?Pling é um projeto que reúne informações oficiais de todo o Brasil sobre o Coronavírus e oportuniza...
14/04/2020

Você conhece o Pling?
Pling é um projeto que reúne informações oficiais de todo o Brasil sobre o Coronavírus e oportuniza ao grande público o contato com profissionais da saúde.

Nós apoiamos e convidamos você a participar e acessar: https://covid.pling.net.br

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Porto Alegre, RS
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