Martinez de Araujo Consultoria de Negócios

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19/01/2023

- Editoria Cidade - Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

SURGE UMA NOVA REDE NA FRONTEIRA GAÚCHANossa Consultoria MARTINEZ DE ARAÚJO participou da preparação, estruturação, oper...
19/01/2023

SURGE UMA NOVA REDE NA FRONTEIRA GAÚCHA

Nossa Consultoria MARTINEZ DE ARAÚJO participou da preparação, estruturação, operacional, comercial e logística. Uma excelente oportunidade de ganho em escala comercial e logística, mantendo a relação direta com seus consumidores locais.

Juntas, somam 16 lojas na Campanha, na Fronteira Oeste e no sul do Estado

Dinheiro privado de pessoas físicas, para expansão de redes regionais de varejo. Algo está mudando neste país ...
08/09/2020

Dinheiro privado de pessoas físicas, para expansão de redes regionais de varejo. Algo está mudando neste país ...

As 16 ofertas somam R$ 27,3 bi e ao menos 7 são de redes regionais, fora do eixo Rio-São Paulo

Martinez de Araújo no Valor Economico
17/02/2020

Martinez de Araújo no Valor Economico

Aquisição acelera plano de expansão em um ano e meio, mas lojas estão no vermelho

PASSA MUITO ALÉM QUE DEFINIÇÃO DE MARCAShttps://www.valor.com.br/empresas/6386263/marca-walmart-sai-do-mercado-e-novo-gr...
12/08/2019

PASSA MUITO ALÉM QUE DEFINIÇÃO DE MARCAS

https://www.valor.com.br/empresas/6386263/marca-walmart-sai-do-mercado-e-novo-grupo-enxuga-operacao

Tive a honra de participar dos primórdios da marca BIG, desde o início da primeira loja até a fantástica expansão com lojas modernas, adaptadas, competitivas e altamente sustentáveis. Assim como a revolução que foi feita na marca Nacional. Isto há mais de 15 anos, época da saudosa Sonae Distribuição Brasil. Os portugueses erraram muito no início, insistindo em fórmulas baseada em produtividade e processos, e na força da negociação com os fornecedores, além de uma expansão desconectada com o verdadeiro cliente. Mas o positivo e que era uma empresa, maleável, e mudaram a percepção. Abandonaram as prioridades equivocadas e passaram a investir, pesado, no cliente em pessoas. Na força regional. A marca BIG no sul, abriu lojas em cidades, que na época, nunca entrariam hipermercados, lojas adaptadas com muito ou pouco serviços, dependia dos interesses dos clientes, sempre. O Nacional repaginou a marca, reformou lojas, investiu muito, em ativos e principalmente gente, abandonou a ideia de ser opção de preço, onde obviamente nunca convenceu. Passou procurar ser a melhor opção de sua zona primária. Adaptando se a clientes em bairros e cidades. O resultado foi incrível. Quase todas lojas eram rentáveis. Inclusive o recém lançado Maxxi Atacado. No RS e SC, principalmente. A concorrência regional sentiu o baque. Porém a entrada do WM e sua política EDLP, preço baixo todo dia, derrubou as margens, cortou valores, implantou processos centralizados, enfim abriu espaço para a concorrência regional. Que triplicou a participação desde então. Com lojas melhores, diferentes formatos e muita agilidade. Já na época sabíamos que eles eram os concorrentes mais perigosos. E tentávamos aprender com eles. Agora esta retomada realmente será muito mais desafiadora. Não impossível. Passa pelos clientes, e só eles. A " bola" está com o varejo Regional. E de clientes eles entendem...

Reestruturação corta número de redes de 9 para 7 e fecha 24 lojas desde janeiro

Decisões corretas tomadas pela maior do mundo, priorizando a criação de valor, melhorando a relação com o cliente, em de...
12/04/2019

Decisões corretas tomadas pela maior do mundo, priorizando a criação de valor, melhorando a relação com o cliente, em detrimento da expansão geográfica

Qual explicação da Rede Zaffari ter crescido tão pouco, mesmo operando em um mercado onde quase não tem concorrência
19/03/2019

Qual explicação da Rede Zaffari ter crescido tão pouco, mesmo operando em um mercado onde quase não tem concorrência

    A Abras divulgou, nesta segunda-feira (18), a 42ª edição da Pesquisa Ranking ABRAS (confira aqui). Assim como nos anos anteriores, o Jornal Giro News traz as principais variações dos maiores supermercadistas em faturamento. Em taxa de crescimento, o Comercial Zaragoza - detentor das band...

MARTINEZ DE ARAUJO no Valor Econômico 14/02/2019 O formato das pequenas cidades, ganhando espaço no Brasil.
14/02/2019

MARTINEZ DE ARAUJO no Valor Econômico 14/02/2019

O formato das pequenas cidades, ganhando espaço no Brasil.

Controlada pela Advent, rede gaúcha foi reestruturada e prepara expansão

AS REGIONAIS ESTÃO VENCENDO A forte tendência da regionalização do varejo alimentar  brasileiro, em 5 anos é provável qu...
04/10/2018

AS REGIONAIS ESTÃO VENCENDO
A forte tendência da regionalização do varejo alimentar brasileiro, em 5 anos é provável que fiquem no máximo 2 grandes operações internacionais. Adivinhem quais ?

Pelo menos um investidor brasileiro já foi sondado sobre possível interesse no Grupo Pão de Açúcar

Martinez de Araujo, hoje no VALOR ECONÔMICO
24/09/2018

Martinez de Araujo, hoje no VALOR ECONÔMICO

Plano de expansão prioriza as redes Atacadão e Carrefour Market

ESTADÃO HOJE DIA 24/9Ao contrário do que pensaria a maioria.  A unificação do Casino com o Carrefour, seria muito bom pa...
24/09/2018

ESTADÃO HOJE DIA 24/9
Ao contrário do que pensaria a maioria. A unificação do Casino com o Carrefour, seria muito bom para o varejo regional. Quem é do ramo sabe o que estou falando.

MARTINEZ DE ARAUJO  no Valor Econômico 06/09/2018Força do varejo regional faz redes crescerem mais quelíderesPor Adriana...
06/09/2018

MARTINEZ DE ARAUJO no Valor Econômico 06/09/2018
Força do varejo regional faz redes crescerem mais que
líderes
Por Adriana Mattos

As maiores varejistas regionais do país, controladas por famílias e, muitas vezes, líderes nos locais onde atuam, crescem
mais do que os grandes grupos, segundo ranking anual das 300 maiores empresas do setor elaborado pela Sociedade
Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), a ser divulgado na próxima semana.
A maior parte dessas operações está presente em regiões menos impactadas pela crise nos últimos meses (como CentroOeste
e parte do Sul, beneficiadas pelo agronegócio) ou se expandem em segmentos mais resistentes ao cenário adverso,
como o atacarejo. Pelos dados, as dez maiores varejistas regionais do país faturaram R$ 44,2 bilhões em 2017, alta de
quase 10% sobre o ano anterior. No mesmo ano, o varejo restrito (que exclui material de construção e automóveis) se
expandiu apenas 2,2%.
Para efeito de comparação, as dez maiores empresas de varejo do país - como
Grupo Pão de Açúcar, Carrefour, Lojas Americanas e Lojas Renner - se
expandiram 7,4%, para R$ 244 bilhões e 9,7% em 2016 - a metade do índice
de expansão das redes regionais.
Em 2016, a taxa de expansão das dez maiores regionais foi de 18%. Nesta lista
estão negócios com receita anual entre R$ 3 bilhões e R$ 6 bilhões. Para a
análise, foram considerados os números de empresas que divulgaram os seus
resultados em 2016 e 2017, de maneira que a comparação pudesse ser feita.
Nesta lista de redes regionais aparecem apenas grupos com capital fechado, como Muffato, Companhia Zaffari (ambas do
Sul do país), Lojas Cem (com foco em São Paulo) e grupo Pereira, com sede em Campo Grande (MS).
"O ritmo de concentração das vendas nas mãos dos grandes perdeu força em 2017 em parte porque as redes médias
regionais cresceram mais rapidamente. Elas conhecem bem o cliente no local onde estão, aprenderam com seus pontos
fracos nos últimos anos, como em logística e em processos, e algumas não reduziram tanto os investimentos na crise", diz
Eduardo Terra, presidente da SBVC.
Segundo consultores, apesar de terem menor escala que os líderes, esses varejistas operam com um volume de vendas
representativo, que permite acordos exclusivos com indústrias, e têm tido acesso a linhas de financiamento mais
competitivas do que no passado.
Em 2017, as dez líderes nacionais representaram 40,5% das vendas totais das 300 maiores varejistas, praticamente mesmo
índice do ano anterior. Nas regionais, a taxa teve leve elevação de 7% para 7,3%. Para se ter uma ideia mais clara, esse
percentual de 0,3% equivale a adicionar, em um ano, vendas referentes a quase uma cadeia do tamanho do McDonald's.
Em termos de faturamento por loja, que mede produtividade, há diferenças consideráveis. No comércio de alimentos, que
responde por quase metade das 300 maiores varejistas, enquanto as cinco líderes regionais venderam R$ 95 milhões por
loja em 2017, em média, as líderes nacionais somaram R$ 55,4 milhões, calculou o Valor com base na pesquisa.
06/09/2018 Força do varejo regional faz redes crescerem mais que líderes
https://www.valor.com.br/imprimir/noticia_impresso/5809965 2/2
Na avaliação de consultor Manoel Antônio de Araujo, sócio diretor da consultoria Martinez de Araujo, este não é um
movimento iniciado recentemente, mas que se fortaleceu. "Elas tomaram conta das áreas onde atuam sem apostar em
segmentos com problemas recentes, como os hipermercados, que fizeram muita rede grande perder dinheiro", disse.
Araujo ressalta que pesa de forma negativa nos números o desempenho de algumas cadeias nacionais em situação difícil
como Máquina de Vendas, Cencosud e Walmart.
Ao se considerar a base de lojas, que também ajuda a explicar o desempenho - já que inaugurações elevam receita - as 10
maiores redes do país aumentaram sua base em 5%, para 12,7 mil pontos em 2017. As dez regionais têm bem menos lojas -
somavam 871 em dezembro -, mas a base subiu 8%.
O relatório mostra que as 10 maiores empresas de varejo detém 15% do mercado, as 50 maiores 27% e as 100 maiores
apenas 33%, diz Alberto Serretino, sócio fundador da Varese Retail, e vice-presidente da SBVC. "Cerca de 47% só possuem
operação em um Estado e 62% em até cinco estados. Somente 15% das maiores empresas de varejo operam nos 27 Estados
do país", diz Serrentino.
Araujo lembra que já há um movimento de reação das grandes cadeias ao avanço das regionais, como a decisão do GPA de
usar a marca Compre Bem para entrar no segmento de supermercados explorados por grupos como Savegnago e Shibata,
ambos fortes no interior de São Paulo.
A rede Savegnago Supermercados, da família de mesmo nome e R$ 3 bilhões em vendas anuais, tem aberto de 3 a 4 lojas
ao ano (cerca de 10% da base total de pontos do grupo), com investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões em cada
ponto. Com sede em Sertãozinho (SP), a empresa cresceu 17% em vendas em 2017.
Outra operação, o grupo Muffato, dos irmãos Muffato, com pontos no Paraná, Minas Gerais e São Paulo, abriu três lojas no
primeiro semestre - média de uma a cada dois meses. Oriunda de Cascavel (PR), a rede tem força maior no Paraná, onde o
varejo cresceu 3,2% em 2017, segundo o IBGE, acima dos 2,2% do varejo no ano. Em 2017, a empresa se expandiu 18%.
"Entendemos cada cidade e até cada loja como se fosse única", diz Beto Pereira, presidente do grupo Pereira, com sede no
Mato Grosso do Sul, e dono do Comper Supermercados e das atacadistas Bate Forte e Fort. São 64 pontos em cinco
Estados. A maioria das lojas são de atacarejo, negócio que mais cresce no varejo alimentar.
"Nossa expectativa, é de, no mínimo, manter neste ano o patamar de crescimento de cerca de 20% visto em 2017. Desde o
ano passado, abrimos 10 unidades. Até o fim de 2018 ainda devemos abrir pelo menos mais 3 lojas".
Nessas redes, há exposição forte de marcas de produtos da região e também são fechados acordos comerciais com
fornecedores que buscam alternativas para não depender só das grandes cadeias. Ainda tem sido oferecidos serviços
percebidos como de alto valor pelo cliente. Isso ocorre em setores de açougue ou padaria, por exemplo. "Em determinadas
cidades, o consumidor vai a uma certa loja porque gosta do corte da carne daquele açougueiro que ele conhece. É uma
competição em que as exigências são outras", diz Araujo.

Empresas estão em áreas menos afetadas pela crise ou avançam com atacarejo

Endereço

Porto Alegre, RS

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