23/02/2026
O período de prestação de contas com o Leão costuma gerar ansiedade em milhões de brasileiros, mas o verdadeiro problema muitas vezes surge após o envio da declaração.
Cair na malha-fina não significa necessariamente uma tentativa de fraude. Na maioria dos casos, são erros simples de preenchimento ou falta de atenção aos detalhes que travam a restituição e trazem dores de cabeça.
- Deduções
Informar deduções de forma incorreta ou não comprovar despesas
- Omissão de rendimentos
Deixar de declarar algum rendimento, como salários, aluguéis, pensões, entre outros, é um dos principais motivos de retenção. Em 2025, 27,8% dos erros em malha fina eram relacionados a omissões de titulares e dependentes declarados.
- Divergências de valores
Quando os valores de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) informados na Declaração do Imposto de Renda na Fonte (Dirf) não batem com os declarados pelo contribuinte, isso pode gerar problemas.
- Deduções do imposto devido
Erros ao informar deduções do imposto devido, como despesas com previdência privada ou doações, podem levar à malha fina. Em 2025, 16% dos erros em malha fina estavam relacionados a deduções.
- Confusão entre PGBL e VGBL
Não entender as diferenças entre os planos de previdência privada PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) pode gerar problemas na declaração.
- Inclusão de dependentes
Incluir dependentes na declaração sem informar corretamente seus rendimentos e bens pode gerar inconsistências.
- Omitir lucro com ações
Quem investe na bolsa de valores não pode esquecer de informar as operações e as retenções no anexo “Renda Variável”. O imposto devido pelos lucros na bolsa é apurado mensalmente. O IR só incide sobre os ganhos de capital acima de R$ 20 mil. Quem não informar o lucro com ações está sujeito a multa e juros.
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