WCM Descomplicado

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𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐢𝐧𝐝𝐮́𝐬𝐭𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…eu não começaria por automação.não começaria po...
29/05/2026

𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐢𝐧𝐝𝐮́𝐬𝐭𝐫𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐥𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…

eu não começaria por automação.
não começaria por indicadores.
e muito menos por certif**ação.

E se isso te incomoda, talvez você esteja olhando para o lugar errado.

Depois de projetos conduzidos pela Cronnus nesse segmento, uma coisa se repete:

o problema não é falta de controle,
é falta de processo estável.

Perda de matéria-prima.
Paradas não planejadas.
Variação de qualidade.
Desperdício que ninguém enxerga no dia a dia.

Agora me responde com sinceridade:

– O processo garante padrão ou depende da atenção do operador?
– As perdas são visíveis ou só aparecem no fechamento?
– Existe rotina clara ou cada turno trabalha diferente?
– O problema é tratado na origem ou só corrigido depois?

Se você teve dúvida…

você não tem estabilidade.
e sem estabilidade, não existe eficiência.

O que eu faria na prática, direto do genba:

Mapear o processo real, não o procedimento
Definir padrão operacional simples e claro
Tornar perdas visíveis no dia a dia
Atacar desvios na origem, não no final
Criar rotina de liderança para sustentar

Simples.

Mas é isso que garante resultado consistente.

𝐍𝐚 𝐂𝐫𝐨𝐧𝐧𝐮𝐬, 𝐚 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐯𝐞̂ 𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐨:

empresa investindo em controle,
sem estabilizar o processo.

E sem processo estável, o desperdício sempre volta.

Agora me diz:

na sua operação hoje, o problema é controle
ou falta de padrão?

Comenta aqui.
Se fez sentido, salva esse post.
E se quiser evoluir de verdade:

comenta CHECKLIST que eu te envio um diagnóstico simples para avaliar o nível de maturidade Lean da sua operação.

𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐩𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…eu não começaria por automação.não começaria por OEE.e muito...
27/05/2026

𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐚𝐦𝐩𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…

eu não começaria por automação.
não começaria por OEE.
e muito menos por investimento em prensa nova.

E se isso te incomoda, talvez você esteja atacando o lugar errado.

Depois de várias operações acompanhadas pela Cronnus, uma coisa é padrão em estamparia:

o problema não é capacidade,
é instabilidade.

Setup alto.
Quebra inesperada.
Qualidade oscilando.
Linha que nunca sustenta resultado.

Agora me responde com sinceridade:

– O setup já foi tratado com método ou só virou rotina longa?
– As paradas são analisadas ou só registradas?
– Existe padrão de operação ou depende do operador experiente?
– A causa raiz é atacada ou o problema volta toda semana?

Se você teve dúvida…

você não tem estabilidade.
e sem estabilidade, não existe produtividade real.

O que eu faria na prática, direto do genba:

Atacar setup com método, não com pressão
Tratar quebra e microparadas na causa raiz
Definir padrão operacional claro
Estabilizar o processo antes de falar em eficiência
Criar rotina de liderança para sustentar

Simples.

Mas é isso que separa operação comum de operação performática.

Na Cronnus, a gente vê isso direto:

empresa querendo melhorar indicador,
sem estabilizar o processo.

E sem estabilidade, qualquer ganho é temporário.

Agora me diz:

na sua estamparia hoje, o problema é capacidade
ou falta de método?

Comenta aqui.
Se fez sentido, salva esse post.
E se quiser evoluir de verdade:

comenta CHECKLIST que eu te envio um diagnóstico simples para avaliar o nível de maturidade Lean da sua operação.

Se eu tivesse que começar o Lean em uma fábrica de bancos automotivos amanhã…eu não começaria por automação.não começari...
26/05/2026

Se eu tivesse que começar o Lean em uma fábrica de bancos automotivos amanhã…

eu não começaria por automação.
não começaria por balanceamento.
e muito menos por investimento em tecnologia.

E se isso te incomoda, talvez esteja aí o ponto que ninguém está olhando.

Depois de acompanhar operações desse segmento com a Cronnus, uma coisa se repete com muita frequência:

a operação é complexa,
mas o básico não está dominado.

E isso destrói resultado.

Retrabalho em costura.
Desbalanceamento entre células.
Ergonomia ruim impactando produtividade.
Linha que oscila o tempo inteiro.

Agora me responde com sinceridade:

– O processo está realmente padronizado ou cada operador adapta do seu jeito?
– Os tempos são confiáveis ou variam por turno e pessoa?
– Os problemas aparecem na hora ou estouram na auditoria final?
– A liderança atua no genba ou só reage ao indicador?

Se você teve dúvida em alguma resposta…

você não tem estabilidade.
e sem estabilidade, não existe Lean.

Porque nesse tipo de operação, com alto volume manual e variação de produto…

sem padrão, você está operando no limite o tempo inteiro.

O que eu faria na prática, direto do genba:

Entender o processo real, não o que está no procedimento
Definir padrão operacional claro, simples e treinável
Atacar perdas de qualidade na origem, não na inspeção
Estabilizar o processo antes de falar em balanceamento
Criar rotina de liderança para sustentar o padrão

Simples.

Mas é exatamente isso que pouca gente executa com disciplina.

Aqui na Cronnus, a gente vê isso em várias operações:

empresa tentando ganhar eficiência,
sem garantir repetibilidade.

E sem repetibilidade, não existe produtividade consistente.

Antes de pensar em otimizar,
garanta que o processo funcione igual todos os dias.

E se quiser ir além:

comenta CHECKLIST que eu te envio um diagnóstico simples para avaliar o nível de maturidade Lean da sua fábrica.

Se eu tivesse que começar o Lean em uma fábrica de chicotes elétricos amanhã…eu não começaria por balanceamento.não come...
25/05/2026

Se eu tivesse que começar o Lean em uma fábrica de chicotes elétricos amanhã…

eu não começaria por balanceamento.
não começaria por automação.
e muito menos por layout novo.

👉 E se isso te incomoda, talvez esteja aí o problema.

Depois de rodar dezenas de operações desse segmento com a Cronnus, uma coisa f**a clara:

a maioria das fábricas de chicotes não sofre por falta de ferramenta,
sofre por falta de estabilidade.

E isso custa caro.

Retrabalho.
Erros de m***agem.
Lead time estourado.
Linha que nunca bate meta.

👉 Agora me responde com sinceridade:

– O operador segue um padrão ou m***a “do jeito que sabe”?
– O processo garante qualidade ou depende da atenção da pessoa?
– Os tempos são definidos ou variam a cada turno?
– O problema aparece na hora ou só no cliente?

Se qualquer resposta te gerou dúvida…

você não tem Lean.
você tem esforço.

Porque nesse tipo de operação, onde tudo é manual, variável e sensível…

sem padrão, você está operando no risco o tempo inteiro.

👉 O que eu faria na prática, direto do genba:

Mapear o processo real, não o que está no papel
Criar padrão de m***agem visual, claro e treinável
Atacar erros de qualidade na origem, não na inspeção
Estabilizar tempos antes de falar em balanceamento
Construir rotina de liderança para sustentar

Simples.

Mas é exatamente isso que quase ninguém faz.

👉 E é por isso que a operação vive apagando incêndio.

Aqui na Cronnus, a gente vê isso repetidamente:

empresa querendo evoluir,
sem dominar o básico.

Antes de falar de eficiência,
eu sempre reforço:

garanta repetibilidade.

Porque sem repetibilidade, não existe produtividade.

Agora eu quero te ouvir:

👉 na sua operação hoje, o problema é complexidade…
ou falta de padrão?

Comenta aqui.

E se quiser dar o próximo passo:

comenta CHECKLIST que eu te envio um diagnóstico simples para avaliar o nível de maturidade Lean da sua fábrica.

Durante muitos anos eu vi profissionais extremamente inteligentes dentro da indústria falhando na implementação da melho...
25/05/2026

Durante muitos anos eu vi profissionais extremamente inteligentes dentro da indústria falhando na implementação da melhoria contínua.

Não porque faltava esforço.
Não porque faltava ferramenta.
E muito menos porque faltava treinamento.

Mas porque ninguém ensinou como transformar metodologia em rotina.
Como transformar rotina em cultura.
E como transformar cultura em resultado sustentável.

Foi exatamente por isso que eu criei o 𝗪𝗖𝗠 𝗔𝗺𝗯𝗶𝗲𝗻𝗰𝗲 𝗔𝗰𝗮𝗱𝗲𝗺𝘆

Uma formação construída em cima da realidade do genba.

Sem teoria desconectada.
Sem “Lean de PowerPoint”.
Sem conteúdo criado por quem nunca viveu uma transformação operacional de verdade.

Tudo dentro do Academy foi pensado para quem quer aprender como as empresas referência realmente implementam excelência operacional.

Aqui você terá acesso a:

• Mais de 34 horas de conteúdo aplicado
• Mais de 30 ferramentas utilizadas em operações reais
• Materiais editáveis prontos para aplicação
• Tutoriais passo a passo
• Estudos de caso reais
• Frameworks utilizados pela Cronnus
• Benchmarkings e visitas técnicas
• Convites para eventos exclusivos da Cronnus
• Networking com profissionais da indústria
• Atualizações contínuas
• Acesso direto comigo e com os consultores da Cronnus

Mas talvez o maior diferencial do WCM Ambience Academy seja outro.

Você vai aprender com quem vive isso todos os dias dentro das operações.

Tudo que está dentro dessa formação nasceu de:

auditorias reais
crises reais
projetos reais
implementações reais
resultados reais

Porque excelência operacional não é sobre decorar ferramenta.

É sobre desenvolver pessoas, criar disciplina, construir processos fortes e sustentar resultados ao longo do tempo.

Se você quer sair do nível da teoria e aprender como a excelência operacional funciona na prática, comenta “ACADEMY” aqui embaixo ou me chama no direct que eu vou te mostrar tudo que estamos construindo dentro do WCM Ambience Academy.

𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐟𝐚́𝐛𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐩𝐞𝐜̧𝐚𝐬 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…eu não começaria por Kaizen.não começaria por Ka...
24/05/2026

𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐜̧𝐚𝐫 𝐨 𝐋𝐞𝐚𝐧 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐟𝐚́𝐛𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐚𝐮𝐭𝐨𝐩𝐞𝐜̧𝐚𝐬 𝐚𝐦𝐚𝐧𝐡𝐚̃…

eu não começaria por Kaizen.
não começaria por Kanban.
e muito menos por software.

👉 E se isso te incomoda, é porque provavelmente você já começou errado.

Eu começaria pelo que quase ninguém quer olhar:

o básico mal feito.

Depois de anos no genba, eu aprendi uma coisa que pouca gente fala:

a maioria das fábricas não tem problema de ferramenta,
tem problema de processo.

E tem mais…

muita empresa investe em Lean sem nem saber qual é o problema real.

👉 Deixa eu te provocar:

– O tempo de ciclo da sua linha é real ou estimado?
– Existe padrão ou cada operador faz do seu jeito?
– O setup já foi atacado com método ou só virou desculpa?
– As perdas estão visíveis ou você “descobre” no fechamento do mês?

Se você hesitou em alguma resposta…

você não tem Lean.
você tem tentativa.

Porque sem processo estável, o resto é maquiagem.

👉 Agora presta atenção nisso:

O que eu faria na prática, sem romantizar:

Ir para o genba e enxergar o processo real
Definir padrão claro e treinável
Atacar perdas básicas com método
Criar gestão à vista simples e funcional
Desenvolver liderança para sustentar

Simples.

Mas quase ninguém faz.

👉 E é exatamente por isso que poucos têm resultado consistente.

Antes de falar de indústria 4.0, eu sempre digo:

domine a 1.0 primeiro.
processo funcionando, gente treinada, rotina rodando.

Agora eu quero ouvir você:

👉 Na sua fábrica hoje, o problema é ferramenta ou método?

Comenta aqui embaixo.

Se esse post fez sentido para você, salva agora.
Você vai precisar voltar nele quando for implementar Lean de verdade.

𝐄 𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐢𝐬𝐞𝐫 𝐢𝐫 𝐚𝐥𝐞́𝐦:

comenta CHECKLIST que eu te envio um diagnóstico simples para avaliar o nível de maturidade da sua operação.

“𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐚𝐫 𝐖𝐂𝐌 𝐝𝐨 𝐙𝐄𝐑𝐎 𝐞𝐦 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝟏𝟎 𝐭𝐨́𝐩𝐢𝐜𝐨𝐬, 𝐞𝐮 𝐭𝐞 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐳𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐞 𝐞𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐟...
24/05/2026

“𝐒𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐢𝐯𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐭𝐞 𝐞𝐧𝐬𝐢𝐧𝐚𝐫 𝐖𝐂𝐌 𝐝𝐨 𝐙𝐄𝐑𝐎 𝐞𝐦 𝐚𝐩𝐞𝐧𝐚𝐬 𝟏𝟎 𝐭𝐨́𝐩𝐢𝐜𝐨𝐬, 𝐞𝐮 𝐭𝐞 𝐞𝐜𝐨𝐧𝐨𝐦𝐢𝐳𝐚𝐫𝐢𝐚 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚 𝐞 𝐞𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐞𝐧𝐭𝐫𝐨 𝐝𝐚 𝐟𝐚́𝐛𝐫𝐢𝐜𝐚.”

A maioria das empresas acha que WCM é:
• auditoria
• reunião
• apresentação bonita
• parede cheia de indicadores

Mas a verdade é outra:

WCM é criar um ambiente onde o problema não consegue se esconder.

𝐄𝐧𝐭𝐚̃𝐨 𝐚𝐪𝐮𝐢 𝐯𝐚̃𝐨 𝐨𝐬 𝟏𝟎 𝐩𝐢𝐥𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐟𝐚𝐳𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐢𝐦𝐩𝐥𝐞𝐦𝐞𝐧𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐟𝐮𝐧𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐫 𝐧𝐚 𝐩𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚:

1. Segurança vem primeiro.
Sem ambiente seguro, não existe cultura forte.

2. O genba fala tudo.
Pare de gerir a fábrica só pelo PowerPoint.

3.Antes de melhorar, estabilize.
Não existe melhoria sustentável no caos.

4.O básico extremamente bem-feito vence.
5S, padrão e rotina ainda são o coração da excelência.

5. Perda invisível destrói resultado.
Microparadas, espera, movimentação e retrabalho estão drenando dinheiro agora.

6. Sem liderança presente, o WCM morre.
O operador copia o comportamento da liderança.

7. Indicador sem ação é decoração.
KPI existe para gerar reação rápida.

8.Projeto sem causa raiz vira maquiagem.
Se não atacou a causa, o problema volta.

9.Cultura se constrói na repetição.
Excelência não nasce no evento Kaizen. Nasce na rotina diária.

10.O ambiente vence.
Toda empresa tem o WCM que sua cultura suporta.

Depois de participar de dezenas de implementações e auditorias, eu aprendi uma coisa:

As empresas que realmente evoluem não são as que sabem mais ferramentas.

São as que conseguem sustentar comportamento.

E isso muda tudo.

𝐐𝐮𝐚𝐥 𝐝𝐞𝐬𝐬𝐞𝐬 𝟏𝟎 𝐩𝐨𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐬𝐮𝐚 𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐧𝐞𝐠𝐥𝐢𝐠𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐡𝐨𝐣𝐞?

𝐃𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐖𝐂𝐌 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐭𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐧𝐭𝐮𝐚𝐥.𝐄́ 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐫 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐳 𝐝𝐞 𝐬𝐮𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐨 𝐦𝐞́𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐝...
12/05/2026

𝐃𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐏𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐧𝐨 𝐖𝐂𝐌 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐭𝐫𝐞𝐢𝐧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐩𝐨𝐧𝐭𝐮𝐚𝐥.
𝐄́ 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢𝐫 𝐠𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐚𝐩𝐚𝐳 𝐝𝐞 𝐬𝐮𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐨 𝐦𝐞́𝐭𝐨𝐝𝐨 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐚𝐬.

Eu já vi empresa investir pesado em ferramenta
e travar porque ninguém sabia aplicar.

No WCM, o Pilar de Desenvolvimento de Pessoas deixa isso claro:
não existe excelência sem gente preparada.

Aqui o foco não é só ensinar o “como”.
É desenvolver o pensar, o agir e o assumir responsabilidade.

𝐐𝐮𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐚𝐬 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬 𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐞𝐦:
-o método deixa de depender do consultor
-o padrão se sustenta
-a melhoria vira hábito

Na Cronnus, eu bato muito nessa tecla porque é real:
𝐐𝐮𝐞𝐦 𝐧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐞 𝐩𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐬, 𝐟𝐢𝐜𝐚 𝐫𝐞𝐟𝐞́𝐦 𝐝𝐞 𝐩𝐨𝐮𝐜𝐨𝐬 𝐞 𝐯𝐮𝐥𝐧𝐞𝐫𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐚𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨.

Ferramenta sem gente é teatro.
Gente desenvolvida transforma qualquer método em resultado.

E é isso que constrói excelência de verdade.

𝐒𝐞𝐭𝐮𝐩 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐢𝐬?𝐄 𝐬𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐞𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐬𝐨́ 𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐮𝐩…é a quantidade de setups que você e...
12/05/2026

𝐒𝐞𝐭𝐮𝐩 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐫𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐚𝐢𝐬?
𝐄 𝐬𝐞 𝐞𝐮 𝐭𝐞 𝐝𝐢𝐬𝐬𝐞𝐫 𝐪𝐮𝐞 𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐛𝐥𝐞𝐦𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐬𝐨́ 𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐭𝐮𝐩…

é a quantidade de setups que você está gerando.

Muita empresa que eu vejo, inclusive em projetos da Cronnus, entra direto no SMED achando que vai resolver tudo.

Mas esquece de uma pergunta básica:

quantas vezes você está trocando?

Porque não adianta fazer setup em 20 minutos
se você faz 15 setups por dia.

Agora me responde com sinceridade:

– Seu P*P está nivelando produção ou reagindo a urgência?
– Você produz por necessidade real ou por “pedido que chegou”?
– Existe sequência lógica de produção ou troca toda hora?
– O setup é alto… ou a frequência é que está matando?

Esse é o ponto que pouca gente enxerga:

setup é problema de operação,
mas também é problema de planejamento.

No genba, o que eu vejo direto é:

produção correndo atrás do plano,
e o plano mudando toda hora.

Resultado?

setup atrás de setup,
linha instável,
e produtividade lá embaixo.

O que eu faria na prática:

Atacar tempo de setup com método (SMED)
Revisar a frequência de trocas com o P*P
Organizar sequência de produção (família de produtos)
Estabilizar o plano antes de acelerar a execução
Alinhar operação + planejamento no mesmo objetivo

Porque Lean não é só fazer rápido.

É fazer certo… na frequência certa.

Na Cronnus, quando a gente conecta operação com P*P, o ganho não vem só do setup mais rápido…

vem de fazer menos setups desnecessários.
Agora eu quero te provocar:

na sua operação hoje, o problema é setup alto…
ou setup demais?

Comenta aqui.

*p

Endereço

Recife, PE
50030-440

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