09/06/2026
A inclusão de profissionais com TEA (Transtorno do Espectro Autista) no mercado de trabalho está avançando, mas ainda revela um ponto importante: muitas empresas estão parando no meio do caminho.
Os dados mostram que a contratação cresceu. Existe mais abertura, mais programas e mais discurso sobre diversidade. Mas, na prática, esses profissionais ainda são pouco considerados para posições estratégicas.E isso diz muito.
Não sobre capacidade. Mas sobre o nível de maturidade das organizações.
Incluir não é só contratar. É confiar, desenvolver e criar espaço real de protagonismo.
Quando empresas limitam talentos neurodivergentes a funções operacionais, estão, na prática, desperdiçando potencial muitas vezes justamente em habilidades críticas como foco, análise, lógica e pensamento estruturado.
Na Grow, a gente acredita que diversidade só gera impacto quando está conectada à estratégia. Quando sai do discurso e entra na tomada de decisão.
Isso exige revisão de vieses, adaptação de processos e, principalmente, uma cultura preparada para lidar com o diferente sem tentar padronizar tudo.
Porque inclusão de verdade não é sobre encaixar pessoas em modelos existentes. É sobre evoluir o modelo.
💬 Na sua empresa, a diversidade já chegou nos espaços de decisão... ou ainda está concentrada na base?