UP Gestão do Conhecimento

UP Gestão do Conhecimento Empresa voltada para a investigação e aprimoramento da Gestão do Conhecimento. Criada e desenvolvida para difundir o saber.

19/05/2015

7 características do modelo de negócios de sucesso

Montar um modelo de negócios único é a chave para criar uma barreira consistente contra os concorrentes

Recentemente escrevi sobre a importância de colocar nosso sonho na frente do dinheiro, que entendo ser fundamental para quem busca empreender. Nesse artigo quero destacar outro ponto fundamental: criar um modelo de negócios único e mantê-lo competitivo.

Montar um modelo de negócios único é a chave para criar uma barreira consistente contra os concorrentes. Vejamos o exemplo da Amazon: Jeff Bezos, fundador da empresa, vem trabalhando para fortalecer os três pilares fundamentais do modelo de negócios: variedade de produtos, conveniência e preços baixos. Cada um dos elementos complementares criaram as condições para o atingimento da liderança pela Amazon no comércio eletrônico e outros serviços.

Gradualmente o negócio migra para livros eletrônicos (Kindle), áudio books (Audible), músicas (Amazon mp3), vídeos (Amazon Instant Video) e aplicativos (Amazon AppStore), o que impacta positivamente para redução de custos dos produtos vendidos e logística de entrega que, nesses casos, é quase irrelevante comparada com o modelo de bens físicos. Além disso vem investindo forte no fortalecimento do Marketplace, do Prime e dos serviços do Amazon Web Services. Tudo para manter o modelo de negócios competitivo.

Uma forma de avaliar a relevância de seu modelo de negócios é utilizar o assessment criado pela empresa Strategyzer:

1. Custo de Mudança – pensar um maneiras de criar barreiras que faça seu cliente trocar sua empresa pela concorrente. O movimento de aumentar os custos de mudança deve ser cuidadoso para não criar mecanismos que gerem insatisfação aos clientes.

2. Receita Recorrente – esse é o sonho de muitos empreendedores e executivos. Migrar do modelo transacional para o recorrente tem sido a estratégia adotada por muitas empresas de software e de outros setores que transformaram seus produtos em serviços por assinatura.

3. Receber antes de Gastar – os produtos e serviços pré-pagos seguem esse lógica. A mudança da lógica tradicional de gastar antes de receber gera um importante ganho na gestão do fluxo de caixa.

Quer mais conteúdo exclusivo de Administração e Negócios?
Torne-se um Administrador Premium
4. Estrutura de Custos – não poderia faltar a dimensão custo. Um modelo vitorioso pode estar apoiado também na estrutura de custos, como é o caso da Amazon que investe na digitalização dos produtos e na automatização dos centros de distribuição física dos produtos.

5. Terceiros Trabalhando para Você – o detalhe aqui está em fazer isso não pagando mas sim de graça. Parte das atividades ou conteúdos pode ser realizada por terceiros como é o caso do modelo do Facebook ou mesmo dos restaurantes em que fazemos o pedido no balcão, levamos até a mesa e depois colocamos no lixo, reduzindo bastante a necessidade de garçons.

6. Escalável – muitas vezes a dificuldade de um modelo de negócios está na necessidade de capital ou crescimento das estruturas de suporte ou serviço.

7. Protegido dos Concorrentes – o último item é criar um modelo que não seja facilmente copiado pelos concorrentes. Os diferenciais criados nos itens anteriores devem ser únicos e preferencialmente com atributos que dificultam a reprodução instantânea dos concorrentes.

Essas sete dicas são úteis para qualquer empreendedor ou gestor que esteja querendo inovar. Dificilmente conseguimos ter os 7 elementos configurados com sucesso na mesma empresa mas serve de guia para o modelo de negócios ideal.

17/05/2015

Quatro atitudes para enfrentar a crise

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada brasileiro tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Conheça quatro atitudes que serão capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiador

Até o ano passado tivemos quase duas décadas de uma ilusória bonança no nosso Brasil. E como resultado hoje temos um baita desequilíbrio dos principais indicadores macroeconômicos: inflação crescendo muito mais do que o desejado, economia praticamente estagnada e taxa de câmbio muito instável.

Este cenário vem impactando dois importantes personagens econômicos. Os investidores, cada vez com menos confiantes no nosso país e mais freio de mão puxado. E os consumidores, com “poder de compra” diminuído, selecionando melhor seus gastos para não viver na inadimplência. Com investidores investindo menos e os consumidores consumindo menos, a crise se estende e não será superada em curto prazo.

Por essa razão, prefiro dizer que estamos atravessando um novo ciclo. A crise levará ao menos todo este ano de 2015 e grande parte de 2016. Nossa economia está passando por um macro ajuste para sanar as sequelas de uma série de decisões erradas tomadas anteriormente.

O “remédio” que curará nosso país é amargo e cada brasileiro tem que fazer sua parte nesse “tratamento”. Então, seja você dono de uma empresa, funcionário contratado ou trabalhe por “conta própria”, vale a pena focar em quatro atitudes capazes de definir seu sucesso ou fracasso neste novo ciclo desafiador:

1 – Esteja mais próximo do que nunca dos seus clientes – Esta não é a hora de cortar verba de publicidade e se afastar da mente dos clientes. É o momento de se mostrar, de ganhar relevância, de adequar produtos/serviços às necessidades que o mercado exige. Quem não estiver junto dos clientes, arrisca-se a ser esquecido.

2 – Desenvolva pessoas – Um erro muito comum em tempos de crises é diminuir a verba de treinamento. Este sim é um belo tiro no pé. Capacite as pessoas que trabalham na sua empresa ou equipe, ofereça um verdadeiro signif**ado para que todos atuem de forma mais propositiva e comprometa-os com os desafios da empresa. E lembre-se sempre: as pessoas compõem o “motor” de uma empresa. Se elas não estiverem satisfeitas, não sairemos do lugar.

3 – Tenha olho vivo nos custos invisíveis – Dê especial atenção à estrutura de custos da empresa. O custo da improdutividade, da perda de tempo, das reuniões desnecessárias e da falta de foco é muito mais alto do que se imagina. Num momento em que os custos do nosso país estão elevadíssimos, temos que fazer mais por menos. Não podemos ser complacentes com estes custos só porque eles não habitam as planilhas financeiras - mesmo que para extingui-los seja necessário “readequar” a cultura organizacional.

4 – Reinvente produtos e serviços – Já que não podemos aumentar os preços do que ofertamos na mesma proporção que crescem os custos da nossa economia, a alternativa é inovar para que a margem de lucro não diminua. Ouça o que o cliente tem a dizer, pratique a cocriação e agregue novos valores ao que a empresa oferece. Não veja a crise como algo unicamente negativo, pense “fora da caixa” e aproveite todas as oportunidades.

O caminho para superarmos este novo ciclo não é optarmos pelo muro das lamentações ou procurarmos bodes expiatórios. Temos que entender a realidade que nos envolve, superar os ajustes inevitáveis e manter nossas empresas acessas.

Não é o momento de sermos pessimistas nem tampouco otimistas. É a hora de nos mantermos bem informados, adotarmos uma série de precauções (como as que sugeri acima) e continuarmos sonhando com o futuro do nosso país, mas com os pés muito bem fincados no chão.

É o momento de assumirmos as rédeas do nosso destino e seguirmos em frente com foco, determinação e perseverança. E acredite: vamos sair dessa! É só uma questão de tempo.

28/04/2015

Há 30 anos, Coca-Cola errava feio no que mais sabe fazer
Desespero da empresa quase colocou tudo a perder em 1985
Redação, Administradores.com, 27 de abril de 2015, às 17h15

Há exatos 30 anos a Coca-Cola lançava no mercado norte-americano a “nova Coca-Cola”, uma jogada de marketing que se tornou, mais tarde, a pior já feita na história da empresa.

O motivo da campanha era simples. Com a chegada da Pepsi no mercado, houve uma verdadeira queda nas vendas da Coca-Cola, o que ativou o 'alarme vermelho' dos setores internos da empresa.

Com a decisão, a organização abandonou a fórmula do produto, mantida por nada menos que 99 anos seguidos, e lançou a “New Coke”. Mas a insatisfação dos consumidores foi tão grande que a campanha só durou pífios 77 dias. A "New Coke" foi substituída gradativamente pela "Coca-Cola Classic", e o caso serviu como uma das maiores lições mercadológicas da gigante do setor de bebidas, sendo considerado por muitos como "o maior fracasso global de marketing do século 20".

Mas por que a Coca-Cola agiu desse modo?

A empresa esclareceu em seu blog corporativo que não mudou a fórmula de um dos produtos mais reconhecidos do mundo sem nenhuma base. Segundo ela, a nova fórmula foi, sim, testada e aprovada por 200 mil consumidores, que declararam gostar mais da "New Coke" do que da fórmula tradicional.

Segundo o Estadão, a própria companhia admitiu que a ação falhou ao não levar em consideração um fator essencial: os laços afetivos entre os consumidores e a marca.

Com o erro, a empresa pode então entender que a relação cliente X marca não é só de consumo, mas também emocional, promovendo assim ações mais adequadas ao seu público-alvo e evitando deslizes como o cometido em 1985.

24/04/2015

4 conselhos de Tom Peters e Tamara Erickson sobre liderança para você

As recomendações foram feitas pelos gurus durante passagem pelo Brasil

Desde que o homem começou a se organizar como uma civilização, a figura do líder existe. Se no passado ele representava força, centralizava o trabalho de delegar e recebia sozinhos os louros pelo sucesso da equipe, agora falamos em líderes, no plural mesmo. Equipes empoderadas.

Em palestras realizadas em São Paulo, no Fórum HSM de Liderança e Alta Performance, Tom Peters e Tamara Ericksons deixaram lições valiosas sobre o assunto. Nós selecionamos algumas e reunimos aqui para vocês. Confiram abaixo.

Valorize

Tom Peters, conhecido como guru da gestão, reafirmou durante sua palestra a importância do tratamento dado aos membros da equipe. Líderes precisam cuidar do ambiente de trabalho.

Embora pareça óbvio, muitos ainda falham em promover a valorização dos funcionários para que eles permaneçam motivados. “Há uma lista de livros sobre pessoas que colocaram as pessoas em primeiro lugar e ganharam dinheiro com isso”, afirmou Peters.

Precisamos pensar especialmente naqueles que fazem parte da linha de frente de um negócio, como vendedores de loja e camareiras em um hotel, por exemplo. São eles que vão criar a impressão sobre a empresa que será assimilada pelo cliente final.

Treine

Além do bom tratamento, os funcionários precisam ser bem treinados. A Disney é uma das companhias que soube reconhecer a necessidade da capacitação. Enquanto outras empresas desejam que os funcionários "cheguem prontos", a gigante americana se dedica a desenvolver pessoas e fazer com que elas assimilem a cultura. Para Peters, a capacitação deve fazer parte da verba das empresas e nunca ser colocada em segundo plano. Para chegar ao padrão Disney ou Starbucks, líderes precisam escutar as pessoas e investir em suas competências. O CEO do Starbucks, Howard Schultz, costuma visitar ao menos 25 lojas da rede por semana para ouvir opiniões e fazer com que as pessoas sintam que seu trabalho é reconhecido.

Conheça as gerações e extraia o melhor de cada uma

Tamara Erickson se dedicou a estudar as gerações no ambiente de trabalho: Baby Boom, X, Y e a que entrará no mercado daqui a pouco: a Z. Muitas empresas ainda não se adaptaram para receber os jovens que cresceram com a internet. Eles são impacientes e têm expectativas elevadas que são vistas pelos mais velhos como irreais. Além disso, é natural da Geração Y não se acostumar bem com a imposição de horários tradicionais e querer feedbacks com uma frequência maior que outros.

A palestrante ressaltou que com a mudança no perfil dos profissionais, as empresas precisam se adaptar. Caso isso não aconteça, em vez de trabalharem juntas, as gerações vão continuar entrando em conflito.

Segundo Tamara, a primeira mudança que os líderes deveriam estudar está ligada à produtividade. A Geração Y funciona melhor quando tem a possibilidade de controlar o horário. Para eles, o líder deveria entregar uma tarefa e impor um deadline. A tarefa será entregue, mas não será realizada em um horário tradicional de trabalho.

Aprenda a melhor maneira de dar feedbacks

Sobre os feedbacks, Tamara lembra que eles são uma necessidade para a Geração Y. "O que esses pedidos de avaliação representam é um apelo dos jovens para que vocês os ensinem. Eles querem receber críticas, saber onde estão errando ou acertando", afirmou a estudiosa. O conselho da palestrante para organizar a empresa e unir funcionários de diferentes gerações é instituir a figura do mentor. Cada membro da Geração Y teria alguém da X para o ajudar na resolução de problemas, mas aí f**a um alerta: deixe que eles procurem seus tutores e a relação vai fluir melhor.

23/04/2015

5 lições que os administradores precisam aprender com os humoristas
Comedy Thinking. Esse é o conceito criado pelo comediante Murilo Gun, que vai buscar no humor elementos que podem ajudar empreendedores e outros profissionais no dia a dia do mundo dos negócios. A ideia é partir de um problema e, para resolvê-lo, usar recursos comumente utilizados pelos humoristas. De acordo com Gun, isso pode tornar mais ágeis e eficientes os processos criativos e até mesmo operacionais nas empresas.
O assunto é o tema do mais recente workshop do Administradores Premium, que foi ministrado pelo próprio Murilo Gun. Com base na aula ministrada por ele, reunimos aqui cinco lições dos comediantes que podem ser bastante úteis para os administradores e outros profissionais da área de negócios.
Confira as dicas:
1. Cultive o "olhar de turista"
O processo criativo chamado por Murilo Gun de Comedy Thinking é formado por algumas etapas. A primeira, a do "input", ou seja, entrada, é aquela em que o profissional acessa seu repertório, referências e a forma como ele enxerga o mundo, para resolver problemas.
O diferencial dos comediantes nessa etapa é que eles cultivam o "olhar de turista". Ao invés de se acostumar com o mundo, eles buscam observá-lo como se fosse a primeira vez, enxergando detalhes. Fazer isso proporciona maior percepção dos problemas a serem resolvidos em qualquer que seja a área, o que abre espaço para reinvenção e inovação.
2. Não aceite o mundo como ele é
O comediante enxerga as coisas com irreverência. Isso signif**a questionar , não se conformar e pensar criticamente. Buscar sempre o porquê das coisas é característico da comédia. Muitas vezes perdemos essa capacidade ao sermos podados na infância, como diz Gun, mas é preciso resgatá-la para estimular o pensamento criativo.
3. Coloque-se no lugar dos outros
Empatia é a capacidade de pensar como os outros, e ela é essencial no Comedy Thinking. Esse sentimento é a própria base da comédia, para Murilo Gun. Entender as expectativas do público e pensar sobre o que vai fazer rir é estratégico para o comediante, e, no caso do profissional que deseja alcançar sucesso nos negócios, enxergar o mundo como o cliente é um diferencial importante para surpreendê-lo e superar suas expectativas.
4. Procure o que ninguém vê
Como a criança, o comediante busca ser curioso e entender ou ter contato com mundos diferentes dos que lhe cercam normalmente. Murilo Gun faz coisas para sair de sua zona de conforto, como ir a feiras de agronegócios, por exemplo. Isso não está intimamente ligado ao seu trabalho, mas aumenta seu repertório, e pode vir a ser útil algum dia na hora de combinar referências. Buscar o diferente é se renovar.
5. Faça misturas inusitadas
No Comedy Thinking, o processamento do pensamento criativo signif**a combinar as ideias do que Gun chama de "input", que é o repertório do profissional/comediante. A comédia é caracterizada por combinações inusitadas de referências, e são elas que fazem as melhores piadas. No caso dos negócios, misturas inesperadas resultam em ideias milionárias. Portanto, arrisque sobrepor conceitos de forma inédita, como os comediantes. Quem sabe você poderá se tornar o próximo Steve Jobs.

22/04/2015

Informamos que a palestra "12 tendências para um excelente 2015, ainda que 2015 não seja um ano excelente", inicialmente agendada para o dia 23/04/15, foi transferida para o dia 14/05/15, no mesmo local e no mesmo horário.
Dúvidas, entrar em contato com (81) 9995-4100.

22/04/2015

Como mudar o mind set para vender mais em 2015

Como mudar o mind set para vender mais em 2015

O ano está começando, muitas pessoas vão falar em crise, dizer que está difícil e que o mercado está retraído, mas o que você vai fazer com essas opiniões? Qual a decisão que você vai tomar para não responsabilizar terceiros e ser responsável pelo seu próprio sucesso? Para ter uma mente saudável e blindada contra as adversidades que a profissão de vendas apresenta é importante manter o equilíbrio emocional e controlar os pensamentos para vibrar numa frequência energética positiva. Separei cinco dicas para você ter uma mente de aço em 2015, seguem:

Convicção absoluta – É importante desenvolver um estado mental forte para não desaminar com as rejeições e adversidades diárias que a profissão de vendas apresenta. Pegue um papel antes de sair de casa, escreva os três motivos que fazem você levantar e os leia diariamente. Essa atitude vai fazer você internalizar uma energia positiva, criando um estado mental inabalável para as situações mais complicadas que possam surgir.
Mantra profissional – Crie um uma mensagem, uma frase ou um texto pequeno com palavras fortes e que você possa consultar a qualquer momento do dia. Exemplo: Vou vender, estou entusiasmado, quero ajudar meu cliente e sou um sucesso. Repita três vezes pela manhã, depois, à tarde, e, por último, no final do dia. Imprima e coloque o seu mantra na carteira, no espelho do carro, na farmácia do banheiro, onde achar melhor. Deixe entrar no sangue essa mensagem e você estará fortalecendo as suas emoções para contagiar os seus clientes a cada visita realizada.
Gatilho mental motivacional – Pare nesse momento, pegue um bloco de anotações e escreva momentos felizes que você vivenciou em vendas, por exemplo: um troféu de 1º lugar do departamento, um cliente que ligou para a empresa elogiando a sua performance, uma viagem inesquecível por uma meta atingida. Depois, relembre e sinta cada situação que você presenciou nesses momentos importantes. Você vai fortalecer o seu ego construindo mais confiança para os próximos desafios.
Zona de alta performance – Essa zona é o equilíbrio entre o foco e a distração, e essa linha é muito tênue, pois o vendedor acaba não percebendo e entrando com mais frequência numa e menos na outra. Se você estiver prospectando e nada estiver dando certo, é hora de relaxar a mente e dar uma parada, isso vai ajudar a retomar as boas energias para seguir com as atividades. Agora, se você está distraído, disperso, desmotivado, é o momento de ler um livro de vendas ou um artigo, ver um vídeo ou algo que retome a sua concentração profissional. O equilíbrio entre uma e outra é a zona da alta performance.
Seja surdo – Quando alguém disser que você não vai conseguir, seja educado, respeite, mas não escute, pois esse é o desejo dele, não o seu. Quem tem um propósito é você, então, blinde sua mente e seus sentimentos para quem não pensa da mesma forma que você. Corra atrás dos seus sonhos, ninguém tem o direito e a competência de tirá-los de você.
Desejo um ano de excelência profissional e que seja marcante na sua carreira. E com muito investimento em autoconhecimento, pois somente dessa maneira você vai se destacar e chegar no pódio como um verdadeiro campeão.

Endereço

Recife, PE
51021550

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando UP Gestão do Conhecimento posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para UP Gestão do Conhecimento:

Compartilhar