02/08/2026
Como muitos já acompanham pelas minhas redes sociais, estou atuando na condução do projeto de Gestão Hospitalar e Qualidade em saúde, cooperação internacional entre o IMIP e a Fundação Dom Calábria, da Itália, desenvolvido no Hospital Divina Providência, em Angola.
Durante a visita diagnóstica, avaliamos a necessidade de implantar a identificação por cores dos pacientes após a triagem no pronto-socorro, uma medida simples, mas fundamental para aumentar a segurança assistencial.
Na segunda visita, fomos surpreendidos pela solução encontrada pela equipe. Diante da impossibilidade de utilizar pulseiras de identificação naquele momento, eles buscaram uma alternativa viável: fitas de tecido, organizadas por cores, que passaram a cumprir essa importante função.
Mais do que uma solução criativa, essa iniciativa nos trouxe uma grande reflexão: fazer o melhor possível com os recursos disponíveis. E foi exatamente isso que eles fizeram. Transformaram uma limitação em oportunidade, demonstrando compromisso, criatividade e, acima de tudo, o incômodo positivo que impulsiona a transformação.
Foi uma iniciativa que nos encheu de orgulho e reforçou a certeza de que a inovação começa quando existe vontade de fazer a diferença.