15/10/2026
Uma pesquisa recente ouviu mais de 1.400 profissionais de empresas brasileiras. O resultado é um retrato bem honesto do mundo corporativo.
Quase 9 em cada 10 acreditam que empresas com cultura forte entregam melhores resultados. Mas mais da metade (58%) diz que, quando a pressão por números aumenta, a cultura é a primeira a ser deixada de lado.
O dado que mais me fez pensar: entre quem ocupa cargos de liderança, 41% admitem abrir mão de pontos importantes da cultura para bater meta.
E tem outra camada. Quanto mais alto o cargo, mais otimista é a visão sobre a cultura na prática. Entre diretores e C-levels, 60% dizem que ela é vivida sempre. Entre analistas, só 23%.
Ou seja, o que está escrito na parede nem sempre é o que acontece no dia a dia, e quem está na ponta percebe isso primeiro.
Cultura não é o que a empresa declara quando está tudo bem. É o que ela decide proteger quando o trimestre aperta: o que ela não corta, quem ela promove, que comportamento ela tolera para fechar o número.
E isso importa também na hora de escolher onde trabalhar. 73% dos entrevistados já tomaram uma decisão concreta de carreira por causa da cultura, seja recusar uma proposta, f**ar ou pedir demissão.
Na sua empresa, qual valor sobrevive quando a meta aperta? E qual é o primeiro a cair?
Fonte: https://www.infomoney.com.br/carreira/quando-a-meta-aperta-a-cultura-e-a-primeira-a-ceder-diz-pesquisa/
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