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Goma de cajueiro como emulsif**ante: pesquisa da @‌fea.unicamp abre uma nova frente para ingredientes nacionais.Pesquisa...
25/09/2026

Goma de cajueiro como emulsif**ante: pesquisa da @‌fea.unicamp abre uma nova frente para ingredientes nacionais.

Pesquisadores da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp desenvolveram um processo que modif**a fisicamente a goma extraída do caule do cajueiro e melhora sua capacidade emulsif**ante. O estudo, conduzido pelo prof. Marcelo Cristianini e pela pesquisadora Bruna Castro Porto, teve financiamento da FAPESP.

O ponto de partida foi a busca por alternativas à goma arábica, amplamente usada pela indústria em emulsões de aromas para bebidas. O ingrediente funciona bem, mas disponibilidade e preço oscilam conforme as condições de produção e o mercado internacional.

O detalhe que interessa a quem formula: a modif**ação física e não química. Isso pesa porque modif**ações químicas podem exigir nova denominação e sinalização na lista de ingredientes.

Tem um aprendizado aqui que vale para qualquer bancada: não espere a crise de abastecimento para testar substitutos. Liste os insumos críticos do portfólio que dependem de importação ou de poucas origens e mantenha pelo menos uma alternativa já avaliada, com desempenho, custo e impacto no rótulo documentados. Quando o preço oscilar, a reformulação começa com dados, e não do zero.

A pesquisa segue em fase de desenvolvimento e avaliação. Mas já mostra como a biodiversidade brasileira pode chegar à bancada de P&D como solução técnica, com função, processo e rótulo pensados juntos.

Avaliar um ingrediente alternativo pede repertório em inovação e domínio das regras de rotulagem.

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**antes

Transformar tendência gringa em produto brasileiro exige algumas competências.A gringa lançou dois produtos com matcha n...
23/09/2026

Transformar tendência gringa em produto brasileiro exige algumas competências.

A gringa lançou dois produtos com matcha na mesma semana. A La Colombe levou o matcha latte para a gôndola em três versões: Everyday, Morango e Baunilha. A TRUBAR, em parceria com a Cha Cha Matcha, criou uma barra de proteína com cobertura de chocolate branco.

E será que essa tendência chega por aqui!?

Talvez seja o nosso paladar. O consumidor brasileiro costuma ser mais cauteloso com sabores novos. E repare que, lá fora, o matcha nunca chega sozinho: vem com baunilha, morango ou chocolate branco, sabores conhecidos que fazem a ponte para o novo.

Então f**a a provocação: falta um ingrediente brasileiro para essa mistura? Matcha com cupuaçu? Com maracujá? Com doce de leite?

🍵 Para devorar a tendência
Ler o consumidor e escolher o ingrediente brasileiro certo para a mistura.
📌 Ferramentas para Inovação: Design Thinking e Sprint
📌 Ingredientes para Alimentos

🧪 Para dar forma ao produto
Do latte pronto para beber ao snack, cada matriz tem a sua tecnologia.
📌 Introdução à Tecnologia de Bebidas
📌 Introdução à Tecnologia de Leite e Derivados
📌 Introdução à Tecnologia de Cárneos

🥫 Para chegar à gôndola
Proteger o ingrediente da luz e do calor, garantir a vida de prateleira e seguir o regulatório.
📌 Conservação de Alimentos no P&D
📌 Embalagem para Alimentos
📌 Assuntos Regulatórios para Alimentos

📊 Para liderar o processo inteiro
Organizar time, prazos e projeto, do conceito ao lançamento.
📌 Formação em Gestão no P&D

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No P&D de Alimentos, saber substituir ingrediente é competência e é  uma das mais cobradas na bancada.Pode ser uma refor...
22/09/2026

No P&D de Alimentos, saber substituir ingrediente é competência e é uma das mais cobradas na bancada.

Pode ser uma reformulação, um claim novo, um corte de custo ou um fornecedor que parou de entregar. Cedo ou tarde, alguém vai pedir para você trocar um ingrediente da fórmula e aí, que começa o desafio.

A gente sabe que todo ingrediente cumpre uma função tecnológica no produto e por isso, quando um sai, você precisa saber o que entra no lugar sem perder textura, sabor e shelf life, e sem comprometer a embalagem e o regulatório.

Essa segurança se constrói com base técnica em cada etapa do produto. E você pode aperfeiçoar essa competência, com os cursos com matrículas abertas no site!

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Cursos com matrículas abertas:

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O cupom vale só até quarta-feira, 23/09. Depois disso, a vaga volta ao preço cheio.

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Fibras entraram de vez na conversa do consumidor. Mas para o P&D de Alimentos é preciso ter claro qual fibra usar no des...
21/09/2026

Fibras entraram de vez na conversa do consumidor. Mas para o P&D de Alimentos é preciso ter claro qual fibra usar no desenvolvimento do seu produto.

IMO, inulina, polidextrose e FOS dividem a mesma categoria e mas possuem propriedades distintas Uma desenvolve corpo ao produto. Outra entrega cremosidade e retenção de água. Outra soma no teor de fibras e alimenta a microbiota. E cada uma chega ao rótulo de um jeito, porque só a fração que atende à definição de fibra alimentar pode ser declarada como fibra.

A mesma fibra também pede competências diferentes dependendo de onde cada profissional está.

Quem está na bancada precisa entender por que duas inulinas se comportam de formas distintas na mesma aplicação.

Quem lidera o desenvolvimento precisa decidir especif**ação, fornecedor e custo sem perder textura nem conformidade.

Quem empreende precisa transformar a tendência em um produto que entrega o que promete na embalagem.

É essa a ideia do nosso mês do Dia do Cliente: a competência certa para o seu momento no P&D de Alimentos.

Arraste para saber mais sobre os tipos de fibras solúveis que ocupam as prateleiras!

Estamos nos últimos dias do Cupom CLIENTEFOOD com 40% OFF! Válido apenas até quarta feira!

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Fontes: PMC/NIH (PMC5872719 e PMC12564896), ScienceDirect (polidextrose e fruto-oligossacarídeos) e RDC de rotulagem nutricional da Anvisa.

17/09/2026

Piruá é culpa da panela? A física dos materiais explica, e o vídeo mostra na prática.

O milho de pipoca estoura em torno de 180 °C. É quando a água presa dentro do grão vira v***r superaquecido e a pressão rompe o pericarpo. Abaixo disso, o grão pode só aquecer e virar piruá. Acima disso, pode queimar antes de estourar.

Por isso o que importa não é só quanto a panela esquenta, é como ela distribui esse calor. E aí entra a alta condutividade térmica do alumínio.

O alumínio conduz calor com muito mais facilidade que o aço inox. O fundo inteiro chega na mesma temperatura ao mesmo tempo, o grão da borda recebe o mesmo calor do grão do centro, e na panela estoura tudo junto.

Já no inox, o calor é retido e demora a caminhar até as laterais. Resultado: o que estava no meio passa do ponto e queima, enquanto o que estava na borda nem chega nos 180 °C. Por isso que algumas panelas mais modernas com fundo triplo possuem um núcleo interno de alumínio justamente para ajudar na distribuição de calor.

Mesma quantidade de milho, mesmo fogo, resultados diferentes. A variável era o material da panela.

Conta aqui: você é time inox ou time alumínio? E qual foi o maior piruá que sua panela já deixou?

Siga a @‌alimentec e a @‌foodtechconsultoria para mais ciência de alimentos no dia a dia.


O conhecimento técnico em alimentos começa dentro da universidade, mas seu propósito é cumprido quando chega ao mercado....
16/09/2026

O conhecimento técnico em alimentos começa dentro da universidade, mas seu propósito é cumprido quando chega ao mercado.

A FoodTech Consultoria voltou com a equipe à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro para participar da SEMEALI, a Semana Acadêmica de Engenharia de Alimentos, com duas palestras. Lorena Coimbra conduziu o bate-papo sobre empreendedorismo e inovação. Fernanda Jorge e Marcia Luiza falaram sobre o papel do consultor de alimentos.

Foi na Rural que maioria do nosso time aprendeu o rigor que sustenta tudo o que fazemos hoje. A base técnica que permite olhar para uma formulação e entender por que ela funciona no papel e necessita de ajustes quando chega à operação.

Essa base virou consultoria para indústrias, virou produto em prateleira e virou Escola de Alimentos.

E é isso que nos traz de volta ao campus. Democratizar o conhecimento em P&D de Alimentos signif**a devolver para dentro da universidade aquilo que o mercado ensinou depois dela, e mostrar para quem está se formando agora quantos caminhos a Engenharia de Alimentos tem além dos que aparecem na grade curricular.

Qualidade, desenvolvimento de produtos, processos, regulatório, consultoria. A pergunta que f**a não é em qual área quero trabalhar, e sim qual problema eu quero aprender a resolver.

Obrigada à organização da SEMEALI e a todo mundo que esteve na sala.

Continue por aqui para f**ar por dentro do que acontece no mercado de alimentos!




10 mil pessoas por aqui! Que alegria!Há 7 anos, a FoodTech Consultoria nasceu com uma proposta de aproximar ciência e me...
15/09/2026

10 mil pessoas por aqui! Que alegria!

Há 7 anos, a FoodTech Consultoria nasceu com uma proposta de aproximar ciência e mercado no setor de alimentos. Dali vieram a Escola de Alimentos, o FoodTalks e um jeito de fazer consultoria que colocou pesquisa, ensino e conteúdo lado a lado.

Hoje, a FoodTech é isso: consultoria, escola e conteúdo caminhando juntos, com o mesmo propósito desde o início, democratizar o conhecimento técnico em alimentos.

E chegamos aos 10 mil seguidores. Mas essa marca não é só sobre a FoodTech. É sobre quem caminhou com a gente até aqui: empresas que confiaram no nosso trabalho, profissionais que se atualizaram com a gente, o mercado que trocou ideia, e uma indústria inteira que segue evoluindo junto.

Celebrar 10 mil é celebrar vocês.

E para comemorar com quem faz parte dessa história, tem cupom especial na FoodTech School

FOODTECH10K que dá 50% OFF nos cursos com matrículas abertas no site!

Até o dia 23 de setembro!

Obrigada por estar aqui com a gente!

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FoodTalks  #16 – Gôndola com propósito: como marcas locais conquistam o supermercadoColocar um produto na gôndola do sup...
15/09/2026

FoodTalks #16 – Gôndola com propósito: como marcas locais conquistam o supermercado

Colocar um produto na gôndola do supermercado não é sorte. É estratégia de distribuição, negociação de margem, prazo de pagamento e uma disputa por espaço que poucos empreendedores da área de alimentos imaginam antes de começar.

Neste episódio, Lorena Coimbra e Ana Alves recebem Leila Okumura, co-fundadora da Local.e. Formada em Administração pela FEA-USP, com MBA na Vlerick Business School (Bélgica) e no IBMEC, Leila passou mais de 15 anos na Nielsen (NIQ) ajudando empresas como Nestlé, Unilever, Procter & Gamble e Barilla a lançar novos produtos no Brasil, na Bélgica e na Itália.

Em 2018, fundou a Local.e para levar esse conhecimento às pequenas marcas, e hoje é uma das principais referências em marcas locais no Brasil.

Na conversa, ela explica como marcas locais e de propósito furam a bolha do nicho, onde a conta costuma quebrar para quem está começando, os desafios de escalar produção sem perder a essência artesanal e o que faz um produto se destacar no ponto de venda.

Um episódio essencial para quem trabalha ou quer empreender no mercado de alimentos e precisa entender como a prateleira realmente funciona.

Acesse o link na bio para ouvir o episódio completo!

FoodTalks é o podcast da FoodTech Consultoria para quem busca ir além na área de alimentos!


Fibra virou resposta de formulação.O consumo de medicamentos como o Mounjaro reduziu o apetite de milhões de pessoas e i...
14/09/2026

Fibra virou resposta de formulação.

O consumo de medicamentos como o Mounjaro reduziu o apetite de milhões de pessoas e isso, criou um problema real para o mercado de alimentos: como entregar nutrientes essenciais pra quem come muito menos por refeição. Cada vez mais veremos alimentos com maior densidade nutricional.

E a gente já tá vendo respostas a essa demanda nas gôndolas gringas. Confere só:

A Pure Genius Protein trouxe uma nova versão do produto, o Protein + Fiber Shot. Na versão Mango Banana, são 20g de proteína, 5g de fibra prebiótica solúvel, zero açúcar, zero gordura e 100 calorias em um único gole.

O que a gente quer trazer como ponto de atenção aqui é não é sobre lançar mais um shot proteico. É sobre ler uma mudança de comportamento do consumidor e traduzir isso em ingrediente, textura e claim, sem perder a experiência de tomar algo que realmente dá vontade de tomar e supra a necessidade nutricional.

Esse tipo de raciocínio exige competências certas!

A Formação em Inovação de Alimentos no P&D começa hoje, e os módulos de Ingredientes para Alimentos e Desenvolvimento de Produtos Saudáveis levam você do “eu vi essa tendência” até o protótipo pronto pra prateleira.

Acesse o link na bio, use o cupom CLIENTEFOOD e garanta 40% OFF até 23/09!

Ainda dá tempo de fazer parte desta turma!

Tem alguma dúvida?

Nos envie uma mensagem!

Nos vemos em classe!


11/09/2026

FoodTech e Alimentec.UFRJ se unem para seguir democratizando o conhecimento na área de Alimentos da academia ao mercado!

O Alimentec é um projeto de extensão da UFRJ que leva ciência e educação sobre alimentos à sociedade, por meio de oficinas, palestras e conteúdo digital.

A FoodTech presta consultoria a empresas, forma e conecta profissionais de P&D de Alimentos ao mercado, unindo consultoria e educação técnica.

Ricardo Ongaratto professor adjunto na UFRJ, do Alimentec, e Lorena Coimbra, CEO da FoodTech, contam no vídeo como vai funcionar essa parceria, que já tem muita coisa legal pronta vindo aí!

Siga os perfis para continuar aprendendo sobre ciência e tecnologia de alimentos. Tem vídeo novo a caminho, com muita curiosidade e conhecimentos técnico.


Endereço

Rio De Janeiro, RJ
21670410

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00

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