20/08/2026
A INFLAÇÃO DO C-LEVEL NA TECNOLOGIA: MAIS CARGOS OU MAIS VALOR ENTREGUE?
Basta abrir o feed corporativo para notar uma multiplicação desenfreada de siglas no alto escalão: CIO, CTO, CISO, CDO, CPO, CDTO e, no topo do hype atual, o cobiçado CAIO.
A pergunta incômoda que conselhos e lideranças precisam responder não é qual cargo inventar em seguida, mas quantas dessas cadeiras realmente entregam valor tangível para o negócio.
Criar uma diretoria executiva para cada nova tendência do mercado não garante inovação, frequentemente apenas gera feudos internos, custos inflados e disputas de autoridade.
A inteligência artificial trouxe um complicador severo para a segurança da informação, exigindo que a governança de dados e processos seja o pilar central de qualquer transformação digital.
Para operar com eficiência, as fronteiras entre a sustentação interna, o desenvolvimento de produtos e a mitigação de riscos precisam ser claras e integradas.
Cargos executivos não existem para exibir modernidade ao mercado, mas para viabilizar a estratégia e acelerar o crescimento sustentável da organização.
Publiquei um artigo completo no LinkedIn fazendo uma análise provocativa sobre o papel real de cada um desses executivos e como estruturar essa governança.
No texto, detalho a divisão de responsabilidades, o impacto da convergência entre IA e cibersegurança e o critério definitivo para a criação de novas cadeiras no C-Level.
Acesse o link nos stories para ler o artigo na íntegra e participar desse debate estratégico.