Andréa Dal Ma

Andréa Dal Ma Mentoria em Posicionamento e Liderança

Para mulheres experientes prontas para assumir o próprio lugar.

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28/08/2026

Existe uma parte do cuidado que quase não aparece quando falamos sobre saúde: quem sustenta quem está cuidando?

Profissionais da saúde e do cuidado convivem diariamente com situações que exigem presença, responsabilidade, conhecimento e disponibilidade emocional.

E nós nos acostumamos a esperar que eles continuem funcionando.

Mas nenhum profissional é uma máquina.
Nenhum cuidador é inesgotável.

Cuidar também exige sustentação.

Talvez precisemos ampliar a nossa ideia de cuidado: não olhar apenas para quem precisa ser cuidado, mas também para quem torna esse cuidado possível.

Quando quem cuida não consegue mais sustentar o cuidado, o que acontece?

Essa é uma conversa que quero continuar investigando.

26/08/2026

Reconhecer o próprio valor é uma coisa. Sustentá-lo nas decisões é outra.

Muitas mulheres sabem exatamente o que não querem mais, percebem quando um lugar deixou de fazer sentido e reconhecem que podem mais.

Mas entre perceber e decidir existe um espaço que nem sempre é fácil atravessar.

Porque decisão tem custo.

E, muitas vezes, o que impede uma mulher de avançar não é falta de clareza. É o quanto ela está disposta a sustentar aquilo que já sabe.

Talvez a questão não seja descobrir o seu valor.
Talvez seja decidir o que você fará com ele.

21/08/2026

Yoga, é um exercício para corpo, mente, coração e alma.

Na praia, é um grande privilégio, em grupo, especialmente dirigido por este ser abençoado Daniel, que leva muito a sério esta prática, e nos beneficia.

Não importa onde estejamos, cuidar da saúde de si, é um gesto de gratidão para Deus.

Autocuidado pra mim, também é plantar, isso me encanta…

O que te encanta?

18/08/2026

A mulher é autora da própria travessia. Mas isso não significa que precise fazê-la sozinha.

Existe uma diferença enorme entre alguém fazer por você e alguém sustentar você enquanto você faz.

É diferente de dar respostas.
É diferente de conduzir.
É diferente de dizer o que você deve fazer.

É reconhecer o que você sabe, respeitar o que você ainda está descobrindo e caminhar ao seu lado enquanto você decide os próximos passos.

Na mentoria autoral, é isso que me interessa.

A mulher pensa.
Experimenta.
Decide.
Entra em ação.
Muda de direção quando necessário.

E eu sustento o espaço para que tudo isso possa acontecer.

Talvez exista uma força enorme quando mulheres deixam de disputar quem sabe mais e começam a reconhecer o valor singular que cada uma carrega.

Uma não precisa ser igual à outra para que possam caminhar juntas.

Ela continua autora da própria trajetória. Mas não precisa atravessá-la sozinha.

14/08/2026

E se o famoso “sexto sentido feminino” não fosse apenas intuição?

E se fosse uma capacidade de leitura que muitas mulheres desenvolveram ao longo da vida: perceber pessoas, ambientes, mudanças, riscos e oportunidades antes que tudo isso fique evidente?

Jo van Gogh-Bonger enxergou potencial onde o mundo ainda não enxergava valor.

Mas perceber não foi suficiente.

Ela precisou transformar percepção em ação: organizou exposições, construiu narrativa, colocou a obra em circulação e fez com que o mundo olhasse para Van Gogh de outra maneira.

É aí que essa história me interessa.

Porque muitas mulheres percebem.

Percebem que alguma coisa não está funcionando.
Percebem uma oportunidade.
Percebem que alguém está sendo subestimado.
Percebem que precisam mudar.

Mas nem sempre confiam na própria leitura.

E, principalmente, nem sempre transformam aquilo que percebem em decisão, posicionamento e ação.

Talvez o nosso “sexto sentido” não seja um mistério.

Talvez seja uma competência.

E competência que não encontra espaço para se expressar continua invisível.

A pergunta é: **o que você já percebeu, mas ainda não transformou em ação?**

11/08/2026

Uma coisa é fazer um curso.

Outra é começar a se enxergar como profissional.

Foi isso que me chamou a atenção no curso de cuidadora de idosos que estou fazendo.

O professor não está ensinando apenas o conteúdo técnico da profissão. Ele está falando de MEI, networking, presença profissional, divulgação e independência.

Enquanto muitas alunas estão pensando em conseguir uma vaga, ele está provocando outra possibilidade: construir o próprio trabalho.

Isso me fez pensar em quantas pessoas investem em formação, acumulam experiência e desenvolvem competências, mas continuam se posicionando no mercado como quem espera uma oportunidade.

Conhecimento é importante.

Mas conhecimento sem posicionamento pode continuar invisível.

E talvez, em algum momento da vida profissional, a pergunta precise mudar:

não apenas “onde eu consigo uma oportunidade?”

mas:

**“Que lugar profissional eu quero ocupar com tudo aquilo que já sei fazer?”**

Essa pergunta muda muita coisa.

06/08/2026

Quando pensamos em crescimento, quase sempre pensamos em faturamento.

Mas existe um crescimento que acontece antes dele.

É o crescimento das conversas.
Da maturidade.
Dos alinhamentos.
Da capacidade de tomar decisões que nem sempre são confortáveis.

Negócios crescem quando as pessoas que os conduzem também crescem.

Essa talvez seja a parte menos visível — e uma das mais importantes — de qualquer trajetória de crescimento.

04/08/2026

Nem sempre o problema é a profissão.

Às vezes, o problema é o modelo de trabalho.

Ao longo da minha carreira, encontrei profissionais brilhantes dizendo que haviam perdido a paixão pelo que faziam.

Na maioria das vezes, elas não estavam cansadas da profissão.

Estavam cansadas da forma como exerciam essa profissão.

Quando encontramos um modelo mais sustentável, que gera valor para quem recebe e também para quem entrega, o trabalho pode voltar a fazer sentido.

Reinventar a forma de trabalhar não é abandonar a sua essência.

Às vezes, é justamente o caminho para reencontrá-la.

31/07/2026

O reconhecimento revela maturidade.

Ao longo da minha trajetória, percebi que mulheres seguras conseguem admirar outras mulheres sem sentir que estão perdendo espaço.

Reconhecem talentos.

Celebram conquistas.

Elogiam com sinceridade.

Porque sabem que a potência da outra não diminui a própria.

Talvez uma das maiores demonstrações de maturidade seja justamente essa: reconhecer sem competir.

✨ Que este seja um bom exercício para o seu final de semana.

Você se lembra de uma mulher que marcou positivamente a sua trajetória?

29/07/2026

Nem sempre o próximo passo é fazer mais.

Às vezes, o próximo passo é parar.

Vivemos aprendendo a sustentar responsabilidades, decisões e expectativas. Mas quase ninguém nos ensina a reconhecer o momento em que o corpo pede descanso.

Respeitar esse limite não é desistir.

É preservar a energia para continuar a caminhada.

Você também já viveu um dia assim?

Endereço

Avenida João Cabral De Melo Neto, 850/Andar 10
Rio De Janeiro, RJ
22775-057

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