Shopper Supply

Shopper Supply Somos uma agência de e que produz ações, estratégias e análises de sell out para indústrias e varejos

Uma empresa que tem como objetivo
principal melhorar, otimizar e aprimorar a cadeia de consumo com diversas soluções de consumo
aplicáveis de acordo com a estratégia
da marca.

Sabe aquela sensação de entrar numa loja e a gôndola estar uma bagunça?Produtos fora do lugar, sem lógica, sem sequência...
23/05/2026

Sabe aquela sensação de entrar numa loja e a gôndola estar uma bagunça?
Produtos fora do lugar, sem lógica, sem sequência. O cliente f**a perdido — e vai embora sem comprar.
Isso acontece muito mais do que parece. E na maioria das vezes não é culpa do repositor. É ausência de processo.
É aí que entra o Manual de Arrumação — um dos serviços que mais amamos aqui na Shopper Supply e que mais transforma o dia a dia da operação.
É o documento que coloca no papel a lógica exata de como a loja deve ser organizada — produto por produto, categoria por categoria, com foto, sequência e regra de giro.
Fazemos de diferentes formas, dependendo da maturidade de cada cliente:
Com planograma completo — para quem precisa de padronização em rede, produto a produto, com posição e regra de giro.
Por árvore de categoria — com lógica de decisão visual que o time entende de verdade e consegue aplicar sozinho.
Guia visual simplif**ado — para quem ainda não tem sistema, mas quer organização e consistência.
Já entregamos para confeitaria, produtos saudáveis, tecnologia, materiais de construção, dentre outros. Cada manual tem a cara do varejo daquele cliente. Porque não existe receita única — existe método.
A sua loja tem um?
Planograma RetailBrasil

A sua loja vai capturar ou perder o cliente no Dia das Mães?O livro *Phygital Experience*, de Tarcisio Almeida Ferreira,...
05/05/2026

A sua loja vai capturar ou perder o cliente no Dia das Mães?

O livro *Phygital Experience*, de Tarcisio Almeida Ferreira, traz um dado sobre o comportamento de compra em shoppings que me fez pensar muito:

**58% dos shoppers vão sem planejamento definido — ou com planejamento apenas parcial.(38% planejam às vezes · 17% raramente · 3% nunca)

Isso signif**a que mais da metade chega sem saber exatamente o que quer comprar.

E sabe o que isso signif**a para o varejo?

👉 Que a loja precisa fazer o trabalho que o cliente não fez em casa.

O cliente sem planejamento não é indeciso. Ele está esperando que a loja decida por ele — e os seus conectores de atração precisam estar prontos para isso.

**3 pontos que fazem diferença agora:**

🏪 Fachada como convite — comunicação clara, temática e com apelo emocional
🪟 Vitrine que conta história — faça o cliente imaginar presenteando alguém especial
🛒 Exposição que guia a decisão — setorização e visual merchandising facilitam a escolha

A sua loja está preparada para essa conversa? Me conta nos comentários! 👇

🔎 *Dado extraído do livro Phygital Experience — A evolução digital dos shoppings, de Tarcisio Almeida Ferreira. Pesquisa referente ao comportamento de compra em shoppings.*

GerenciamentoPorCategoria RetailBrasil Vitrine ExperiênciaDeCompra Phygital VarejoInteligente FaçadaDeImpacto`

Sem liderança, GC e cadastro não se sustentam.Gerenciamento por categorias e saneamento de cadastro são temas que, muita...
01/04/2026

Sem liderança, GC e cadastro não se sustentam.

Gerenciamento por categorias e saneamento de cadastro são temas que, muitas vezes, são tratados como projetos técnicos.

Mas, na prática, o maior desafio não está na metodologia.Está na condução.

São iniciativas que impactam rotina, áreas, tomada de decisão e cultura. E, por isso, exigem uma liderança capaz de equilibrar direção e adaptação ao longo do processo.

Nem rígida a ponto de travar. Nem solta a ponto de perder consistência.

Projetos assim não se sustentam com imposição, nem com ausência de direcionamento. Eles exigem acompanhamento contínuo, ajustes ao longo do caminho e engajamento do time.

Aqui na Shopper Supply Trade Marketing já vivenciamos muito o impacto da forma certa de liderar esse processo junto a outros líderes e liderados.

É nesse contexto que a liderança líquida se torna essencial.
Uma liderança que entende o momento, conecta as áreas e garante que o processo continue vivo no dia a dia.

Porque, no fim, o método é importante.
Mas é a liderança que faz acontecer.
E por termos experiência nesse tema, nós não só implantamos o processo, mas nos envolvemos com o ecossistema que faz acontecer.

19/03/2026

Fomos conferir a feira Super Rio Expofood e aproveitamos para rever amigos, parceiros e experimentar diversos produtos.

Um pouco da Abcasa e as tendências apresentadas. Desafios: utilizar o branco muito presente do pantone pra trazer junto ...
12/02/2026

Um pouco da Abcasa e as tendências apresentadas. Desafios: utilizar o branco muito presente do pantone pra trazer junto maximalismo que entreguem presença e alma nos ambientes.

04/02/2026

Nosso trabalho de arquitetura de varejo vai muito além do projeto. Ficamos presentes o tempo inteiro, no relacionamento com todos os parceiros, compatibilizações de projetos, debates para encontrar as melhores soluções, pois prezamos pelo trabalho em time, cronograma e acompanhamento das entregas, além das visitas recorrentes a obra. É literalmente de corpo e alma e com tesão!

Quando estudamos o espaço de uma loja, o objetivo nunca é só “organizar melhor”.O principal objetivo é construir um cami...
28/01/2026

Quando estudamos o espaço de uma loja, o objetivo nunca é só “organizar melhor”.
O principal objetivo é construir um caminho coerente para o cliente, que aumente permanência, facilite escolhas e, como consequência, melhore conversão.
E isso tem nome: estudo de jornada do consumidor.
Esse estudo começa muito antes de pensar em layout bonito ou equipamento novo. Ele nasce da leitura da planta da loja, combinada com três análises fundamentais:
• categorias existentes
• tamanho real do sortimento
• representatividade financeira de cada categoria
É a partir dessa base que a jornada começa a ser desenhada.
A apresentação do estudo de jornada não é um desenho solto. Ela traz uma defesa clara da vizinhança entre as categorias, considerando lógica de compra, complementaridade e fluxo natural do consumidor dentro da loja.
Também definimos o tamanho e a ocupação prevista de cada categoria, não por achismo, mas cruzando os dados que recebemos de sortimento, giro, margem e papel estratégico dentro da jornada.
Outro ponto central é a predição do percurso do cliente. A partir da planta e das decisões de vizinhança, conseguimos antecipar como o consumidor tende a circular pela loja, onde ele desacelera, onde compara, onde decide mais rápido e onde pode desistir.
Além disso, o estudo indica posicionamentos-chave de produtos que ajudam a ancorar o posicionamento da loja: itens destino, produtos de imagem, categorias que puxam fluxo ou reforçam percepção de valor.
Tudo isso vem acompanhado da indicação de equipamentos necessários, ajustes de exposição e ações de trade marketing, para garantir que a jornada pensada seja, de fato, executável no dia a dia.
No fim, estudo de jornada do consumidor não é sobre fazer o cliente andar mais ou menos. É sobre fazer cada passo fazer sentido.
Quando a jornada é bem desenhada, a loja f**a mais clara, o time executa melhor e particularmente, esse é um dos trabalhos que mais amamos fazer e conduzir na Shopper Supply.

Toda loja comunica alguma coisa.Ela comunica o que você quer?Arquitetura de loja nunca é neutra.Mesmo sem intenção clara...
27/01/2026

Toda loja comunica alguma coisa.
Ela comunica o que você quer?

Arquitetura de loja nunca é neutra.
Mesmo sem intenção clara, ela está comunicando o tempo todo.

Comunica se a loja é fácil ou confusa.
Se convida a entrar ou cansa.
Se foi pensada para o cliente ou apenas para acomodar produto.

Detalhes importam.
A separação entre categorias, o posicionamento dos equipamentos, a entrada da comunicação… tudo isso influencia o ritmo de compra e a forma como o consumidor percorre a loja.

Quando a arquitetura não conversa com sortimento, com o papel das categorias e com a jornada desejada, a loja pode até f**ar bonita, mas gera ruído e perde eficiência.

Quando é pensada como estratégia, a loja funciona melhor.
Facilita escolhas, convida à descoberta e torna a experiência mais fluida.

Arquitetura de varejo não é só estética.
É decisão.

Dá uma volta pela sua loja e observa.
Ela está comunicando exatamente o que você gostaria?

20/01/2026

O Universal Commerce Protocol (UCP) é um novo padrão aberto para o comércio digital que permite que agentes de IA e sistemas de varejo se comuniquem de forma integrada, cobrindo toda a jornada de compra — da descoberta ao pós-venda — sem depender de integrações customizadas.

Na prática, ele cria uma linguagem comum entre varejistas, plataformas e agentes inteligentes, permitindo que a IA negocie, execute compras completas e, quando necessário, faça a transição para interação humana de forma fluida.

O ganho técnico é evidente:
mais eficiência, menos fricção e experiências de compra mais rápidas e conversacionais.

Mas o impacto do UCP vai além da tecnologia.

Quando agentes de IA passam a mediar descoberta, escolha e compra, a discussão deixa de ser só operacional e passa a ser estratégica. Estamos falando de dados, governança e poder de decisão.

Quem define o que aparece primeiro?
Como as marcas entram — ou f**am fora — dessas escolhas automatizadas?
Até que ponto o varejo mantém controle sobre sortimento e narrativa?

Com grandes players do mercado já apoiando o protocolo, esse movimento é estrutural, não conceitual. E isso exige maturidade.

Porque, no fim, só existe uma forma de não virar refém:
ter bases de dados próprias, organizadas, confiáveis e bem governadas.

Sem isso, qualquer protocolo vira caixa-preta.
Com isso, a tecnologia passa a amplif**ar a estratégia.

A discussão sobre UCP não é ser contra ou a favor.
É entender se o varejo está preparado para operar nesse próximo nível.

Antes de redesenhar uma árvore de categorias, existe uma pergunta que muda completamente o projeto:👉 Pra quê você usa a ...
16/01/2026

Antes de redesenhar uma árvore de categorias, existe uma pergunta que muda completamente o projeto:
👉 Pra quê você usa a sua árvore hoje? #
Muitos varejos usam para organizar o cadastro.
Outros, para analisar vendas e relatórios.
Tudo isso é importante.
Mas poucas árvores são pensadas para ajudar a operação a funcionar melhor, facilitando o trabalho do repositor, do vendedor e, principalmente, a jornada do consumidor.
Em um projeto recente, ouvimos a seguinte pergunta:
“Por que o redesenho da árvore tem esse valor?”
E a dúvida é legítima.
Em tempos de IA, é fácil criar uma estrutura em minutos. Mas uma árvore de categorias que sustenta decisões no varejo vai muito além disso.
Ela envolve:
• entendimento profundo do negócio
• leitura do sortimento vigente
• análise de mercado e concorrência
• observação da jornada dentro da loja
• e muito diálogo com quem vive a operação
Nem tudo está na internet.
Tem coisa que só aparece quando a gente observa a loja real, o comportamento real e as fricções reais do consumidor.
Redesenhar uma árvore não é criar algo “bonito” ou “moderno”.
É reorganizar a lógica do varejo para que ela funcione melhor em todos os níveis.
E isso tem método.
Tem profundidade.
E tem impacto real.

Endereço

R. Professora Francisca Piragibe, 151 SL 318/Taquara
Rio De Janeiro, RJ
22710-195

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 10:00 - 20:00
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Domingo 15:00 - 20:00

Telefone

+5521988691059

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