LGM Assessoria e Faturamento de Contas Médicas

LGM Assessoria e Faturamento de Contas Médicas Integração na cadeia de processos entre os prestadores de serviços médicos e as empresas de planos privados de saúde e seguros saúde.

Oferecemos terceirização dos principais processos que envolvem o faturamento das contas médicas até a liberação dos recebíveis pelos convênios, processos e sistemas, para reduzir as perdas financeiras derivadas das glosas sobre o faturamento das contas médicas, bem como, elaboramos os recursos de glosa, quando necessário.Nossa equipe tem experiência profissional no faturamento das contas médicas de todos os convênios.

20/03/2016
Como surgiu:   O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome r...
20/10/2014

Como surgiu:
O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).
Em 1997, entidades das cidades de Yuba e Lodi nos Estados Unidos, começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas a prevenção do câncer de mama, denominando como Outubro Rosa. Todas ações eram e são até hoje direcionadas a conscientização da prevenção pelo diagnóstico precoce. Para sensibilizar a população inicialmente as cidades se enfeitavam com os laços rosas, principalmente nos locais públicos, depois surgiram outras ações como corridas, desfile de modas com sobreviventes (de câncer de mama), partidas de boliche e etc. (www.pink-october.org).

A ação de iluminar de rosa monumentos, prédios públicos, pontes, teatros e etc. surgiu posteriormente, e não há uma informação oficial, de como, quando e onde foi efetuada a primeira iluminação. O importante é que foi uma forma prática para que o Outubro Rosa tivesse uma expansão cada vez mais abrangente para a população e que, principalmente, pudesse ser replicada em qualquer lugar, bastando apenas adequar a iluminação já existente.

A popularidade do Outubro Rosa alcançou o mundo de forma bonita, elegante e feminina, motivando e unindo diversos povos em em torno de tão nobre causa. Isso faz que a iluminação em rosa assuma importante papel, pois tornou-se uma leitura visual, compreendida em qualquer lugar no mundo.

O QUALISS visa estimular a Qualif**ação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar e aumentar a disponibilidade de...
10/09/2014

O QUALISS visa estimular a Qualif**ação dos Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar e aumentar a disponibilidade de informações sobre esta qualif**ação. O intuito é ampliar o poder de avaliação e escolha de prestadores de serviços por parte dos beneficiários de planos de saúde.
Este programa foi desenvolvido pela ANS em parceria com os representantes dos prestadores, dos consumidores, das operadoras, de instituições de ensino e pesquisa, da Anvisa e do Ministério da Saúde.
O QUALISS está estruturado em dois componentes: Divulgação da Qualif**ação dos Prestadores de Serviços e Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços.
qualiss-divulgacao
Divulgação da Qualif**ação dos Prestadores de Serviços de Saúde
Informações sobre os atributos de qualif**ação dos prestadores e de como deve ser feita a divulgação destes atributos.
quailss-indicadores
Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de Serviços de Saúde
Informações sobre a avaliação de desempenho dos prestadores, os indicadores utilizados no programa, o ciclo de vida e as fichas técnicas destes indicadores.

Quais Desafios Enfrentados ao Abrir O Primeiro Consultório?FERNANDO CEMBRANELLI A maioria dos profissionais de saúde son...
09/09/2014

Quais Desafios Enfrentados ao Abrir O Primeiro Consultório?
FERNANDO CEMBRANELLI

A maioria dos profissionais de saúde sonha em ter o seu próprio consultório médico. Contudo, enquanto este era uma prática comum no passado, atualmente muitos cuidados tem que ser tomados antes de se realizar este sonho.

O primeiro passo é levantar os custos de manutenção deste espaço, qual será o aluguel mensal, qual será o gasto previsto com secretária, luz, água, portaria, entre outros. Estes representarão o custo fixo do espaço e não variam independente do número de consultas atendidas. Este custo total é dividido pelo número de consultas, a fim de calcular o custo fixo por consulta. O custo variável é o custo que acontece sempre que uma consulta acontece, sendo representado pelos materiais e demais recursos utilizados. Pode se dizer que é o gasto com luvas, materiais descartáveis e o custo do profissional que está realizando a consulta, entre outros. É importante desde o início ter as relações de trabalho formalizadas, a fim de evitar problemas futuros.

O segundo passo é saber quantas horas por dia este espaço será utilizado e se há a possibilidade de outros profisisonais da mesma especialidade ou de outras compartilharem este espaço. Esta é uma questão fundamental, pois a maioria dos profissionais tem mais de um vínculo de trabalho e o consultório f**a diversas horas por dia desocupado, o que aumenta consideravelmente o custo fixo do espaço por consulta, ou seja o custo total do consultório dividido pelo número de consultas. Assim, suponha que um consultório tenha custo fixo de R$6.000,00 e atenda 200 pessoas por mês e tem somente um consultório em que o profisional atua meio período 05 períodos por semana, seu custo fixo por consulta será de R$30. Mais do que isso, consultórios com profissionais de diferentes especialidades e formações tendem a facilitar a vida do paciente e criar um ambiente em que o paciente passa a ter um atendimento mais integral. Empreendedorismo na Saúde, Faça o Download do eBook gratuito

O terceiro passo é selecionar com quem você vai trabalhar, caso decida não abrir o consultório sozinho. Esta etapa é subestimada pela maioria dos profissionais de saúde, que acabam selecionando seus sócios ou parceiros baseados em sua rede profssional de relacionamento, mas sem levar em consideração os objetivos profissionais de cada um, o que pode gerar conflito. Por exemplo, se você tem um sócio no consultório que não quer trabalhar dois dias na semana no consultório, isto pode afeter negativamente a performance do consultório e aumentar seus custos, então é importante ter uma sociedade com diálogo aberto e constante, a fim de não criar uma situação tensa entre os sócios, mas sem dúvida alguma escolher bem os sócios é fundamental.

O quarto passo é definir qual o público alvo a ser atendido, pois isso determinará a localização da clínica, bem como sua comunicação interna e externa. Uma clínica popular que irá atender um alto volume de pacientes e terá grande circulação de pessoas, tem que ter uma arquitetura diferente do que uma clínica que irá atender um perfil diferenciado de pacientes, em que conhecer os pacientes pelo nome é um diferencial importante. A localização da clínica também e fundamental, pois estar perto de locais com fácil acesso de transporte público pode ser importante para muitos pacientes, bem como ter estacionamento e ser próximo do local de trabalho é importante para outro público.

FERNANDO CEMBRANELLI
Médico formado pela Escola Paulista de Medicina em 2006, Residência em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde pelo HC/FMUSP (2008-2010), Especialista em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde pela FGV (2008-2010)

Sistema de Gestão para Clínicas e Consultórios
09/09/2014

Sistema de Gestão para Clínicas e Consultórios

Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar – TISSA Troca de Informações na Saúde Suplementar - TISS foi estabe...
09/09/2014

Padrão para Troca de Informação de Saúde Suplementar – TISS
A Troca de Informações na Saúde Suplementar - TISS foi estabelecida como um padrão obrigatório para as trocas eletrônicas de dados de atenção à saúde dos beneficiários de planos, entre os agentes da Saúde Suplementar. O objetivo é padronizar as ações administrativas, subsidiar as ações de avaliação e acompanhamento econômico, financeiro e assistencial das operadoras de planos privados de assistência à saúde e compor o Registro Eletrônico de Saúde.
O padrão TISS tem por diretriz a interoperabilidade entre os sistemas de informação em saúde preconizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar e pelo Ministério da Saúde, e, ainda, a redução da assimetria de informações para os beneficiários de planos privados de assistência à saúde.
Encontra-se em vigência a versão 3.02.00 que substitui a versão 3.01.00 com prazo de implantação até 31 de agosto de 2014. A versão 2.02.03 encontra-se vigente até 31 de agosto de 2014, data após a qual não mais deverá ser praticada pelo mercado.

Endereço

São Bernardo Do Campo, SP

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