19/04/2025
Pesquisas nos EUA tem mostrado com muita consistência o efeito nocivo do stress térmico durante o período pré-parto na lactação subsequente das vacas leiteiras. Isso já é bastante conhecido de vários produtores no Brasil e outros países sulamericanos. O que nem todos produtores sabem, é que o efeito nocivo do stress térmico não se restringe só lactação futura da vaca, mas se extende também ao potencial produtivo da futura bezerra (F1) que está sendo gestada e até na neta da vaca (F2) via provável efeito no material genético dos oócitos da bezerra que está sendo gestada. A redução no potencial produtivo de leite ocasionado por stress térmico chega a impressionantes valores de até 5 Kg de leite/dia na média da lactação futura de vacas que sofrem stress térmico, até 6,5 kg/dia na média de produção de filhas de vacas que sofreram stress térmico durante o pré-parto e, de até 1,5 kg de leite a menos na média diária das futuras netas de vacas que sofreram stress térmico quando comparadas às das vacas que receberam resfriamento durante esse período.