EWC - E-Waste Center

EWC - E-Waste Center Centro de Conscientização sobre o Lixo Eletroeletrônico e sua influência sobre o meio ambiente e

Consultoria em Logística Reversa e Sustentabilidade Empresarial. Logística Reversa de aparelhos eletroeletrônicos facilitando a inclusão digital e executando também a reciclagem de cerca de 95% destes aparelhos oferecendo matéria-prima reciclada purif**ada e livre de agentes tóxicos para empresas da região.

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/44-guia-da-reciclagem/1823-o-que-e-lixo-eletronico-elixo-ewaste-saiba...
23/10/2016

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/44-guia-da-reciclagem/1823-o-que-e-lixo-eletronico-elixo-ewaste-saiba-como-reciclar-reciclagem-equipamentos-aparelhos-televisao-tubo-monitor-crt-computador-celular-bateria-placas-memoria-hd-disco-rigido-entenda-riscos-saude-contaminacao-meio-ambiente-metais-toxicos-descartar-corret.html

A geração anual de lixo eletrônico (e-lixo) no mundo é estimada na ordem de dezenas de milhões de toneladas. O Brasil ainda não possui tecnologia de reciclagem para todos os componentes eletrônicos que são descartados.

Meta Reciclagem é principalmente uma ideia. Uma ideia sobre a reapropriação de tecnologia objetivando a transformação so...
01/04/2015

Meta Reciclagem é principalmente uma ideia. Uma ideia sobre a reapropriação de tecnologia objetivando a transformação social. Esse conceito abrange diversas formas de ação: da captação de computadores usados e m***agem de laboratórios reciclados usando software livre, até a criação de ambientes de circulação da informação através da internet, passando por todo tipo de experimentação e apoio estratégico e operacional a projetos socialmente engajados.

O Cmid Car, um carrinho motorizado desenvolvido pelos próprios alunos do projeto. Guiado através do computador, o artefato causa curiosidade e entusiasmo por onde passa. O carro é fruto do trabalho desenvolvido pelo Cmid na área de Robótica Livre. O grupo de estudantes, jovens entre os 13 e 18 anos, realizou o projeto de um carrinho que utilizasse materiais de recondicionamento de computadores. O desafio foi vencido e, desde 2010, o protótipo tem feito sucesso em eventos e feiras que participa. A primeira apresentação do Cmid Car foi na Feira de Indústria e Comércio de Santa Maria (Feisma), quando o Cmid ganhou um prêmio no salão de inovação do evento.

A metareciclagem é um processo que permite reaproveitar materiais, por meio do recondicionamento de computadores. Isto beneficia a sociedade desonerando os cofres públicos, incentivando o processo de conscientização ambiental e inclusão digital. Assim, as tecnologias digitais permitem à inclusão social de jovens de periferias e, neste sentido, contribui no processo de aprendizagem e valorização da criatividade e das habilidades.

https://cmidsm.wordpress.com/fotos/

Meta Reciclagem é principalmente uma ideia. Uma ideia sobre a reapropriação de tecnologia objetivando a transformação social. Esse conceito abrange diversas formas de ação: da captação de computad...

1. Lixo EletrônicoO que é isso?É o nome resultante da rápida obsolência de equipamentos eletrônicos, tais como: computad...
01/04/2015

1. Lixo Eletrônico

O que é isso?
É o nome resultante da rápida obsolência de equipamentos eletrônicos, tais como: computadores, celulares, eletrônicos e eletrodomésticos que, com ciclos de reposição cada vez mais curtos, vão parar no lixo e já representam 5% de todo o lixo gerado pela humanidade( 50 milhões de toneladas).

Em que época surgiu o lixo eletrônico?

O lixo eletrônico surgiu na articulação da tecnologia, quando as pessoas, para livrarem-se de pilhas, baterias de celulares e peças de computadores, começam a jogar essas peças nos aterros sanitários, o mesmo que recebia o lixo comum. Assim, surgiu uma nova categoria de lixo, que com seus metais pesados é considerado um risco a saúde da população e ao meio ambiente.

Como é feita a coleta do lixo eletrônico e para onde vai?
A coleta do lixo eletrônico é feita da mesma forma que a do lixo comum, eles são despejados em aterros sanitários, pois não existe ainda uma medida concreta para a coleta desse tipo de lixo. Logo a forma mais correta de coleta desse lixo, seria a de entregá-los, após seu esgotamento energético, aos estabelecimentos que os comercializam ou a rede de assistência técnica autorizada pelas indústrias.

Quem são os gerenciadores (usuários) do lixo eletrônico?

Os usuários do lixo eletrônico são as pessoas que vêm oportunidade de lucro vindo desses materiais: recicladores, catadores de lixo. A exemplo de Guiyu, cidade do litoral chinês, com 150 000 moradores, cuja sua principal riqueza é precisamente o garimpo no lixo eletrônico. Oito em cada dez habitantes, incluindo crianças e idosos, passam o dia destroçando carcaças de computadores, aparelhos de fax e outras peças.

A partir de qual momento e por que iniciou-se a preocupação com o lixo eletrônico?

A preocupação com lixo eletrônico iniciou-se na década de 80, devido ao rápido desuso dos materiais eletrônicos, cujo descarte causam malefícios ao meio ambiente e por conseguinte ao homem. Isso por causa dos ingredientes contidos nos equipamentos eletrônicos como as toxinas biológicas permanentes, advindas dos materiais como: chumbo, cádmio, bário, berílio e mercúrio. Esses produtos, quando queimados poluem o ar, e quando jogadas nos aterros sanitários, eles penetram no lençol freático e nunca se decompõem. Assim, as toxinas constituídas no lixo eletrônico contaminam o solo, lagos e rios chegando finalmente ao homem. Se ingerirmos em grande quantidade, os elementos tóxicos podem causar males que vão da perda do olfato, da audição e da visão, até o enfraquecimento ósseo. O carbono negro dos tonner das impressoras é cancerígeno. Os materiais não são biodegradáveis e, mesmo que tenham baixa quantidade de toxinas, podem fazer mal ao meio ambiente.

Em julho de 2000 entra em vigor uma norma do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), com a resolução de nº 257 de 30/06/1999, que é sustentada pela lei nº 6938 de 31/08/1981 e pelo decreto nº 99274 de 06/06/1990, que atribui aos fabricantes a responsabilidade sobre o material tóxico que produzem. O CONAMA vem alertar a urgência de reverter à ação negativa causada ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias usadas provenientes de material eletrônico; considera a necessidade de disciplinar, o descarte e o gerenciamento ambientalmente adequado desses materiais usados, e no que tange à coleta, reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final.

Quais são os países desenvolvidos, que mais contaminam e o que pretendem fazer com o lixo eletrônico?

EUA E JAPÃO não possuem uma maneira de lidar com as toxinas contidas no ciberlixo( sucata eletrônica). eles estão enviando o ciberlixo para os países em desenvolvimento, mesmo sabendo da ilegalidade do envio de sucata eletrônica para outros países.
Os EUA não aderiram a Convenção de Basel ou da Basiléia de 1989 (é a única regulamentação internacional que proíbe o movimento de resíduos perigosos entre fronteiras de 120 países, incluindo o Brasil), a qual restringe o comércio ilegal de lixo eletrônico ( sucata eletrônica ) e forçar as próprias empresas produtoras a encontrarem a solução. Os países da UNIÃO EUROPÉIA estão bastante preocupados com o lixo eletrônico. Estes países têm leis progressistas sobre o lixo eletrônico, que determinam o monitoramento e tratamento ambiental adequado para componentes eletrônicos descartados, de forma a recuperar materiais que ainda tenham valor.

Dimensão econômica do lixo eletrônico


O lixo eletrônico serve como fonte de renda, por meio da extração de elementos como circuitos eletrônicos e alumínio pelos sucateiros. Além dos sucateiros, em "alguns países desenvolvidos descobrem no lixo eletrônico oportunidades de lucro. Eles foram os primeiros a perceber como tirar proveito do que está sendo jogado fora. Metais preciosos, como a prata e o ouro, além de valiosos, podem ser 98% reutilizados. Uma das maiores empresas de reciclagem da Itália, a Godis Logistics, garante que 945 dos componentes de um microcomputador são reaproveitáveis."


Dimensão educativa do lixo eletrônico

O lixo eletrônico visto pela ótica educativa adquire o signif**ado de transformação, tanto de aparelhos em desuso, que estariam poluindo a natureza, quanto na ressignif**ação e reconstrução de conceitos postulados a cerca da vida útil desses equipamentos, que podem alcançar um tempo maior de durabilidade, se forem doados para grupos que lidam com a reconstrução desses materiais, observando-se aí uma nova utilidade para esses periféricos. O lixo eletrônico uma vez destinado a um local adequado, pode se tornar numa importante ferramenta de contribuição, para a disponibilização de novas oportunidades de inclusão e de aprendizagem das comunidades carentes, possibilitando sua respectiva emancipação.

O que dizem as leis sobre o lixo eletrônico?

Ainda não foi decretada uma lei internacional quanto ao destino do lixo eletrônico produzido no mundo. Por enquanto, o que vale é a Convenção da Basiléia, de 1989, única regulamentação internacional que proíbe o movimento de resíduos perigosos entre fronteiras de 120 países, incluindo o Brasil. O acordo foi estabelecido pelos representantes governamentais desses países, por ONGs e por indústrias.

No Rio de Janeiro o Projeto de Lei nº 1937/2004 determina o estabelecimento de algumas normas e procedimentos para o gerenciamento e destinação de lixo tecnológico.

Segundo este Projeto de Lei as empresas que produzem ou comercializam produtos eletro/eletrônicos são responsáveis pela destinação final ambientalmente adequada desses produtos, utilizando estes produtos em processos de reciclagem, com vistas a novo uso econômico, neutralizando-os conforme as exigências da legislação ambiental.

Esta Lei considera lixo eletrônico componentes e periféricos de computadores, inclusive monitores e televisores (que contenham tubos de raio catódicos), lâmpadas de mercúrio e componentes de equipamentos eletro-eletrônicos e de uso pessoal, que contenham metais pesados ou outras substâncias tóxicas.

As empresas que produzem ou importam produtos tecnológicos eletro/eletrônicos são obrigadas a informar em rótulo sobre o perigo de descartar o produto em lixo comum, orientar o consumidor sobre onde dirigir o lixo eletrônico e disponibilizar endereços e telefones de contato dos locais para descarte do lixo tecnológico.

O lixo tecnológico constitui mais uma situação de risco de contaminação ambiental. A lei 3183/99 é específ**a para pilhas e baterias, sendo estas componentes de inúmeros aparelhos ressaltando-se os telefones celulares.
A preocupação com lixo eletrônico parece que ainda não chegou ao Brasil, talvez por falta de informação.

Algumas curiosidades sobre o lixo eletrônico:

No Brasil, existe em Interlagos - São Paulo, um Museu do Computador, que é uma associação cultural, idealizada e formada pelo trabalho de profissionais das mais variadas áreas da informática, com o principal objetivo de recuperar, conservar, e expor aos seus visitantes, computadores e artefatos que contam a história e a evolução da informática e da tecnologia digital no mundo e principalmente no Brasil.
O objetivo do Museu do Computador é o de sempre apresentar o passado, como meio de referência, para que seus visitantes possam então compreender o presente e assim antecipar e construir o futuro. Pode-se dizer então que se trata do primeiro Museu do Passado, Presente e Futuro da tecnologia, perfeitamente integrado.
Existem atualmente esporos (espaço auto-gestionado de replicação da Metarecilagem) nos seguintes estados, cada um seguindo uma dinâmica própria: No sul da Bahia(ligado à uma iniciativa independente) em Arraial D"Ajuda; Rio de Janeiro(também iniciativa independente, no espaço Ip Interface Pública), Campinas (Casa de Cultura Taianã), Piauí(Centro de Referência da Cultura Hip Hop) e São Paulo (Espaço OLIDO. ligado à prefeitura de São Paulo).
O mundo joga fora, anualmente, 50 milhões de toneladas de lixo originado de equipamentos eletrônicos. No Brasil, só de baterias para celular, pelo menos 11 toneladas são jogadas no lixo comum. Isso sem falar nas pilhas. O destino do que chamamos lixo eletrônico, além de não ser adequado, está prejudicando países em desenvolvimento.
Hoje, existem mais de 100 milhões de baterias de celular em uso no Brasil.
Mas estudos feitos em 2006 pela Rede de Ação da Basiléia e o Greenpeace acusaram que a África é o principal destino do comércio do lixo eletrônico. A Nigéria, por exemplo, recebe 100 mil computadores por mês, mas 75% deles são sucata.. Segundo o relatório, a maior parte do lixo eletrônico não é utilizada e f**a exposta em campos abertos, poluindo especialmente a água e o solo, contaminados com chumbo e subprodutos de ácidos.
A partir de 2000, na Europa, os fabricantes de carros foram obrigados a pagar pelo recolhimento de resíduos de carros velhos.
No Brasil, o Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente -, por meio da Resolução o 257 , tornou lei a destinação correta de pilhas e baterias, obrigando os fabricantes, importadores, redes autorizadas de assistência técnica e comerciantes a implantarem mecanismos de coleta e de responsabilidade sobre o material tóxico que produzem. A multa para quem não cumprir as regras poderá chegar a 2 milhões de reais.
A SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental -, firmou parceria com a TIM em uma campanha para o recolhimento de baterias de celulares. De setembro de 1999 a dezembro de 2001, foram recolhidas quase 50 mil baterias no sul do Brasil, o que signif**a que mais de 20 toneladas de baterias deixaram de contaminar o meio ambiente.
A Global Telecom desenvolveu um projeto de responsabilidade ambiental em parceria com o setor de Ciências Agrárias da UFPR - Universidade Federal do Paraná -, por meio de um programa de recolhimento de baterias junto à comunidade, devolvendo-as aos seus respectivos fabricantes para a destinação adequada.
Para maiores aprofundamentos, a respeito do tema lixo eletrônico, acessar os links abaixo:

Fernandabalian(blog). Os graves danos provocados pelo aumento do lixo eletrônico. 2 de maio de 2007. Disponível em < http://comov.wordpress.com/2007/05/02/os-graves-danos-provocados-pelo-aumento-do-lixo-eletronico > Acessado em 15 de setembro de 2007.
dmartins(blog). In: Glauco. Arte com metareciclagem. Segunda- 09/17/2007. Disponível em < www.ecommunita.com/comunidade/node/807 > Acessado em 18 de setembro de 2007.
FRUET,Henrique. Lixo eletrônico:empresas serão obrigadas a recolher e reciclar dejetos tecnológicos. 01/03/2000. Disponível em . Acessado em 05/09/2007
JORNAL "O POVO". Lixo eletrônico: sucata democrática. 03/05/2002. Disponível em . Acessado em 10/09/2007
MUNHOZ, Cézar. A comodidade que contamina. 08/01/2007. Disponível em . Acessado em 05/09/2007
OSSAMU, Carlos. O ouro está no lixo. Agosto de 2007. Disponível em http://veja.abril.com.br/especiais/tecnologia_2007/p_074.html Acessado em 10/09/2007
RECICLÁVEIS. União Européia discute o lixo eletrônico. Sem data. Disponível em Acessado em 05/09/2007
RESOLUÇÃO CONAMA nº 257. 30/06/1999. Disponível em Acessado em 05/09/2007
UOL TECNOLOGIA. Lixo eletrônico mundial cabe em trem capaz de dar a volta ao mundo. Sem data. Disponível em Acessado em 03/09/2007


2. Reciclagem

1. O que é reciclagem?

A reciclagem é um conjunto de técnicas que tem como finalidade aproveitar os materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos (Compam, 2007) . Também pode ser explicado como o retorno da matéria-prima ao ciclo de produção através de atividades de desvio, coleta, separação e processamento de materiais inutilizados. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são; papel, vidro, metal e plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita tratamento final, como aterramento ou incineração (wikipedia, s/d).

O processo de reciclagem é composto de várias fases, porém para a sua realização é importante uma ação fundamental: a separação prévia dos materiais, afinal misturar os materiais recicláveis com o lixo prejudica o reaproveitamento. O armazenamento do material reciclável de forma separada facilita o aproveitamento desse material. Isso é denominado coleta seletiva. Trata-se da separação e recolhimento, desde a origem , dos materiais potencialmente recicláveis.


2. O que é metareciclagem?

Metareciclagem é principalmente uma ideia constituída por uma rede auto-organizada, que tem sua gênese na proliferação de idéias, normalmente distante dos olhos das pessoas comuns, com base em poderes horizontais e forte caráter prático.

A proposta é a captação e desconstrução da tecnologia para a transformação social. Esta ideia propõe a apropriação dos objetos tecnológicos, novos ou velhos, objetivando suas reestruturações e resignif**ações, compartilhando a maneira de fazê-lo e assim permitindo que qualquer um possa replicar ações, produções e experiências para preservá-las ou transformá-las.

A ação para tal ideia se dá de diversas formas: da captação de aparelhos eletrônicos usados, que estejam inutilizados, e m***agem de laboratórios de reciclagem usando software livre, até a criação de ambientes de circulação da informação através da internet, como grupos de discussão, passando por todo tipo de experimentação e apoio estratégico e operacional a projetos socialmente engajados (Rosa, 2007).

A ideia extrapola o simples reaproveitamento de tecnologia velha, e toma como premissa que outras pessoas podem fazer algum uso dessa aparelhagem tecnológica. É condição imprescindível dar um fim social a toda tecnologia “estacionada” que está nos lares, escritórios e todo e qualquer ambiente.

3. Como é feito o processo de reciclagem do lixo eletrônico?

Redução, reutilização e reciclagem são algumas das estratégias que podem ser adotadas para solucionar o problema do lixo eletrônico. O primeiro implica mudanças de hábitos de consumo. O indivíduo deve ter consciência de que a troca de seu aparelho resulta em prejuízos para o planeta. Reutilizar implica aproveitar elementos descartados na produção de novos aparelhos.

Antônio Guaritá, químico do Laboratório de Química Analítica Ambiental da UNB explica que o processo de reciclagem é algo complexo. É preciso que o lixo seja separado dentro de casa, que a coleta dos caminhões de lixo mantenham essa separação e que o material chegue às usinas de tratamento. Lá, os rejeitos são selecionados novamente, e parte do que é aproveitado é revendido. Aquilo que não pode ser reutilizado vai para um aterro especial, próprio para armazenar resíduos perigosos (Pinheiro, 2007).

4. Quais benefícios ambientais causados pela reciclagem e os impactos que a não reciclagem causaria .

Cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico derivado de computadores, celulares, eletroeletrônicos e eletrodomésticos são produzidos anualmente no mundo, segundo o grupo ambientalista Greenpeace (dado retirado do site da secretaria de comunicação da UNB). O Brasil segue essa tendência, e as pessoas cada vez mais diminuem o intervalo entre a compra de um desses produtos e sua substituição. Para a troca de celulares, por exemplo, estima-se que os consumidores levem menos de dois anos – são mais de 102 milhões de aparelhos em uso no país. Já os computadores domésticos são substituídos em um prazo médio de cinco anos (Pinheiro, 2007).

Portanto, a não reciclagem causa um acúmulo desenfreado do lixo eletrônico, o que traz um impacto ambiental muito grave, como a contaminação do solo com os metais pesados contidos no lixo. Além disso, o descarte descontrolado desses materiais compromete um patrimônio precioso do planeta. Denise Imbroisi, professora do Instituto de Química da Universidade de Brasília (UNB) defende que: “Os metais são um recurso nobre e escasso da natureza. Já que as novas gerações vão precisar deles, não faz sentido jogá-los no lixo”.

5. curiosidade quanto o tempo de decomposição do lixo eletrônico.
Materiais Tempo de decomposição

Náilon Mais de 20 anos

Metal Mais de 100 anos

Alumínio Mais de 200 anos

Plástico Mais de 400 anos

Vidro Mais de 1.000 anos

Links para acesso sobre o tema reciclagem:

COMPAM. O que é reciclagem. 2006. Disponivel em < www.compam.com.br/oquereciclagem > Acessado em 02 de outubro, 2007.
METARECICLAGEM, 2002. Disponivel em < http://metareciclagem.org/drupal/ > Acessado em: 02 de outubro, 2007. PINHEIRO, Apoema. O Risco do lixo eletronico. 2007.
Disponivel em < www.secom.unb.br/bcopauta/meioambient > Acessado em 02 de outubro de 2007.
RECICLOTECA. Coleta Seletiva. 2007. Disponivel em < www.recicloteca.org.br/ > Acessado em 02 de outubro, 2007
ROSA, Sergio. Os ideais da metareciclagem. 2007. Disponivel em < www.overmundo.com.br/overblog/os-ideais-da-metareciclagem > Acessado em: 02 de outubro, 2007.
WIKIPEDIA. Reciclagem. s/d. Disponivel em < http://pt.wikipedia.org/wiki/Reciclagem > Acessado em: 02 de outubro, 2007.

2.1. Arte com Lixo Eletrônico

Quando surgiu o interesse pela arte com o lixo eletrônico?

Não há, nenhum indício ou catalogação, de quando houve o despertar do interesse, por esse tipo de produção artística. O que se constata é que, essa forma de expressão, por emio do lixo eletrônico, surgiu como alternativa, para canalizar essa demanda que crescia desproporcionalmente e que necessitava de um freio. Assim a arte com lixo eletrônico, não possui barreiras e nem localização específ**a, ela está em todo lugar, dependendo apenas da iniciativa de cada um, em utilizar sua criatividade afim de manipular essas sucatas eletrônicas, e dar novas signif**ações aos aparatos tecnológicos.


Quem e em que local utiliza o lixo eletrônico transformado?

• Quem e em que local utiliza o lixo eletrônico transformado? Entende-se por lixo eletrônico transformado, a metareciclagem de equipamentos eletrônicos, que aparentemente perderam sua utilidade, logo seriam jogados na natureza, poluindo o meio ambiente com suas toxinas. Qualquer pessoa pode fazer arte com o lixo eletrônico reciclado, o que importa é que cada comunidade se aproprie das ferramentas que a tecnologia dispõe, utilizando-as como meio de expressão de um local, de modo a valorizar sua cultura e seus costumes. Algumas pessoas ao se referirem a ideia de transformação desse lixo, utilizam-se do termo “Meta-arte”, esta que compreende em seu signif**ado a livre apropriação da tecnologia, como sinônimo de expressão de composições artísticas com o intuito de construir uma universalização de culturas. A exemplo existe na Bahia o Bilux, um esporo de metareciclagem, onde as partes de computadores, ou outros materiais eletro-eletrônicos, tanto são reaproveitados, e disponibilizados à população local de Arraial D’Ajuda, para sua utilização, como são feitas algumas expressões artísticas com esses equipamentos.

Importância social da arte com lixo eletrônico:

A arte com o lixo eletrônico é uma forma de reapropriamento tecnológico para a transformação social.

A ideia de captar computadores antigos, o lixo digital, sucata tecnológica que f**a esquecida do mundo dos negócios possibilita a construção, junto com comunidades, abre canais de geração de trabalho e renda com base nos produtos desse processo e permite equipar projetos de inclusão digital da sociedade civil organizadas

Com a sucata, novos computadores viram uma obra de arte e passam a ser customizadas de acordo com o interesse de cada um, tornando-se superfície concreta de criação. Cada máquina que sai das oficinas é uma obra de arte. As cores fortes e o traço, as pinturas feitas nos computadores, as transformações de televisores, impressoras e todo tipo de lixo eletrônico vira esculturas. Cada máquina é uma obra diferente

Importância educativa da arte com lixo eletrônico:

A proposta de produzir arte a partir do lixo eletrônico vem dentro de uma intencionalidade pedagógica. Ao desconstruir máquinas, revela-se um universo rico em possibilidades educacionais, sejam elas estéticas ou técnicas. Essas intervenções se dão com pinturas, construção de esculturas com sucata, produtos utilitários ou seja, uma ressignif**ação dos objetos. Essa prática serve de apoio para o envolvimento e uso criativo e crítico dos computadores como ferramentas de expressão. Também é possível abordar temas relacionados aos processos culturais desenvolvidos por cada comunidade em particular e sua divulgação em rede como processo de troca de experiências e vivências por diferentes grupos e da construção da inteligência coletiva que é a internet.

Do que é feito um computador?

32%"metal ferroso, 23% plástico; 18% metais não ferrosos( chumbo, cádmio, belirio, mercurio); 15% de vidro; 12% placas eletrônicas( ouro, platina, prata e paládio).
Fonte: Programa Ambiental das Nações Unidas.

Projetos existentes no Estado de Fortaleza/Ceará que aceitam doações de equipamentos velhos de computadores, com o objetivo de reciclá-los :

- O CDI- comitê para a democratização da informática, é uma organização não governamental que recebe doações de máquinas velhas para m***agem de escolas de informática em entidades de assistência a carentes. Existente no estado do Ceará, bem como no Brasil inteiro.

- Projeto Emanús- é possível doar computadores, impressoras e peças como discos rígidos e drives de CD-ROM velhos ou quebrados para que sejam reciclados e postos à venda por preços acessíveis à população de baixa renda.

- Existem compradores de peças velhas de micros nos anúncios classif**ados em Fortaleza, onde os técnicos compram as peças para repor os equipamentos que consertam, barateando o custo do serviço para os clientes.

Fonte: Jornal "O Povo", 03/05/2002 / Lixo eletrônico: Sucata democrática.

O Museu do Computador em São Paulo aceita doações de equipamentos, que são guardados para o acervo, bem como para serem utilizados para fazer arte com a sucata.

Links para acesso sobre o tema Arte com lixo eletrônico

Museudocomputador.com.br- 2004. Sobre a reutilização das peças do computador, diponível em: < www.museudocomputador.com.br /doar.php > Acessado em 16 de setembro de 2007.

_Lixo Eletrônico:Sucata Democrática. 03 de maio de 2002. Fonte: Jornal "O Povo". Disponível em< http://www.Sfiec.org.br/artigos/competitividade/lixo_eletronico.htm > Acessado em 14 de setembro de 2007.
Referência das imagens da arte com lixo eletrônico


2.2. Robótica Livre

1. O que Robótica?

A Robótica consiste no desenvolvimento de máquinas e dispositivos autômatos (denominados robôs) que possam executar tarefas independentes do manuseio humano, seguindo uma programação previamente estabelecida.

No caso específico da Robótica Educacional, o esforço para a construção dos robôs é usado como oportunidade para a aprendizagem do aluno. As atividades de construção dos robôs contribuem para a discussão de temas que fazem parte do currículo escolar. Através da prática, os conceitos têm mais sentidos para o educando e são melhores aprendidos.

2. O que é Robótica livre?

O Projeto Robótica Livre é a construção de dispositivos (robôs) com a utilização de Software e Hardware Livre. Esta proposta é diferenciada, pois, atualmente as propostas naturais do ambiente escolar em relação à robótica delegam um kit LEGO com peças limitadas para a construção. Enquanto a Robótica Livre propõe a utilização de sucatas que geralmente são descartadas em lixo eletrônico, como material base para a construção de kits alternativos. Essa postura denota o comprometimento ecológico do projeto. A utilização do kit LEGO limita a construção e encarece o projeto de robótica educacional, pois se uma peça dessas quebrar vai ser necessário a compra de outra para reposição. A preocupação da Robótica Livre é com o processo como um todo, o aluno m***a desde o kit que vai trabalhar até o artefato tecnológico. O foco é o processo para se chegar a um produto. Lembrando que a Robótica Livre não trabalha com o intuito simplesmente de construir robôs; também realiza a construção de protótipos de objetos da vida real como (elevadores, braços mecânicos etc).

3. Como surgiu o projeto de Robótica Livre?

Segundo o autor, Danilo Rodrigues César, a sementinha do projeto começou em 2001 quando fazia uma disciplina isolada no CEFET, Minas Gerais. Danilo se envolveu com a Escola Municipal Caio Líbano, quando o laboratório de informática , com acesso à Internet e à Rede Municipal de Informática (RMI) , baseado em plataforma Linux , foi implantado naquela unidade da rede de ensino da Prefeitura de Belo Horizonte. Em 2004, passou a ministrar, como voluntário, aulas de Robótica Pedagógica para os professores e alunos. Na Inforuso 2004 (Feira de Informática e Tecnologia de Minas Gerais ), por exemplo, um grupo de alunos participou, sob o seu comando, do Campeonato de Robótica promovido pela Sucesu/MG (Associação dos Usuários de Informática e telecomunicações), organizadora da feira. Apesar de ser o autor, em 2005, foi surpreendido com a inscrição do projeto Robótica Livre ao Prêmio Telemar de Inclusão Digital, feita pelo professor de Matemática, Wilmar Ferreira de Freitas, que também participava do projeto. Tornou-se ganhador do prêmio, que além de lhe assegurar um bonito troféu, ofereceu a premiação à Escola Caio Líbano Soares de R$ 7.500. Este valor foi destinado ao Caixa Escolar, para viabilizar a continuidade do projeto. Desde então seu projeto ganhou visibilidade e o autor segue difundindo suas idéias através de palestras e entrevistas.

4 .Quais as necessidades de implantação do projeto Robótica Livre?

Atualmente a robótica na educação vem sendo praticada, centrada basicamente no “treinamento” dos educandos através da utilização de kits comerciais, ou seja, uso de softwares e principalmente por hardwares proprietários, adquiridos comercialmente, para o controle e acionamento de dispositivos eletromecânicos.

Praticar esse modelo implica na incorporação do elevado custo dos kits nos projetos, tornando-os inviáveis na realidade da maioria das escolas brasileiras, sobretudo aquelas da rede pública...Além disso, o uso dos kits comerciais, normalmente, impõe, para o educando, transparência nos processos envolvidos, limitando-o ao produto (software e hardware) adquirido.

Na proposta da Robótica Livre o campo de construção não é limitado a algumas peças pois existe uma variedade muito grande de objetos que podem ser reaproveitados. É uma solução cooperada, colaborativa e solidária, pois a comunidade escolar participa com a doação da matéria prima sem contar que o custo de produção desse projeto é baixíssimo.

Fragmento retirado do artigo destinado ao MEC do autor Danilo Rodrigues César no link abaixo:

http://libertas.pbh.gov.br/~danilo.cesar/robotica_livre/artigos/artigo_mec_2006_pt_final.doc

5. Sugestões? de atividades a serem feitas pelos profissionais de educação que contemplem esta proposta.

A Robótica Livre é acima de tudo um projeto de ação pedagógica, portanto não se trabalha atividades isoladamente e nem tampouco sem preparação. Como projeto requer uma estrutura adequada (o laboratório de informática para as atividades de foco teórico, ferramentas e materiais necessário para a m***agem das interfaces para comando dos dispositivos autônomos e acervo de equipamentos de informática - microcomputadores 486, impressoras e outros periféricos fora de uso para reaproveitamento de peças) e uma equipe pronta para seguir etapas de implantação. É inquestionável a capacitação necessária (conhecimentos básicos sobre programação) para se trabalhar com a proposta da Robótica Livre , porém precisa-se desmistif**ar a falácia de que robótica é para gênio ou para pessoas que sabem muito de eletrônica e de eletricidade. Possuindo uma estrutura, capacitação e assessoramento adequado , o professor estará apto para criar um ambiente dinâmico de Robótica Pedagógica com soluções tecnológicas livres.

Vejamos o procedimento metodológico previsto pelo autor Danilo Rodrigues César para implantação do projeto Robótica Livre:

1. Sensibilização – Constituir o grupo de professores e alunos em torno das propostas pedagógicas do projeto;

2. Apresentação do tema – Demonstração do funcionamento e das possibilidades de uso da tecnologia da robótica;

3. Capacitação – Aprendizagem específ**a num nível suficiente para entendimento do funcionamento dos dispositivos e recursos;

4. Experimentações de controle dos Dispositivos Eletrônicos a serem Comandados (DEC);

5. Planejamento dos projetos de controle dos Dispositivos Eletrônicos a serem Comandados (DEC);

6. Montagem da Interface de Hardware Livre (IHL);

7. Montagem dos projetos de controle dos Dispositivos Eletrônicos a serem Comandados (DEC);

8. Avaliação cíclica do projeto, ou seja, o tempo todo devem ser avaliadas as atividades, o projeto desenvolvido, os processos envolvidos e o produto final na ROBÓTICA LIVRE.

6. Quais os benefícios na formação do aluno?

A participação ativa do educando na construção e controle de seus objetos de desejo faz com que o mesmo se sinta parte do processo e do meio em que vive, ampliando seus conhecimentos através da mensagem transmitida pelo professor e pelo grupo. Além disso, eles praticam uma postura mais ecológica, percebendo que elementos/componentes tidos como lixo podem ser fonte de recursos nos processos de desenvolvimento de novos produtos.

7. Quais as articulações entre a Robótica livre e os conceitos científicos?

É observado que os educandos aprendem com o desafio de dominar os recursos da Robótica e construir seu próprio projeto, articulando diversos conceitos de áreas diferentes, como matemática, química, física, biologia, entre outras, bem como adquirem um novo modelo de aprendizagem, um novo conceito de educação, onde trabalha-se ativamente com seu objeto de interesse, agregando conhecimentos escolares com práticas reais/concretas.

Para maiores informações sobre o tema acessar os seguintes links:

Robótica Livre para Todos e de Todos. O que é Robótica Livre, 2007. Disponível em < http://www.roboticalivre.org/portal/?q=node/1 > Acessado em 02 de outubro, 2007.
Projeto software Livre Mulheres, 2005. Projeto Robótica Livre ganha Prêmio Telemar de Inclusão Digital. 2005. Disponível em < http://mulheres.softwarelivre.org/news/3686> Acessado em 02 de Outubro de 2007.
Robótica Livre -- Soluções tecnológicas livres em ambientes informatizados de aprendizagem na área da Robótica Pedagógica. Disponível em http://listas.softwarelivre.org/mailman/listinfo/roboticalivre Acessado em 02 de Outubro de 2007.
CÉSAR, Danilo. 2004. Robótica Livre: Robótica Pedagógica com Tecnologias Livres. Disponível em Acessado em 02 de Outubro de 2007.
CÉSAR, Danilo. 2007. Robótica Livre: Implementação de um ambiente dinâmico de Robótica Pedagógica com soluções tecnológicas livres no CET CEFET em Itabirito Minas Gerais – Brasil. Disponível em Acessado em 02 de Outubro de 2007.
CÉSAR, Danilo. Disponível em < http://libertas.pbh.gov.br/~danilo.cesar/robotica_livre/artigos/> Acessado em 02 de Outubro de 2007.
Referências das imagens:

2.3. Re-m***agem de Computadores

1. O que é re-m***agem?

Entende-se por rem***agem de computadores o recondicionamento (reaproveitamento) de peças de computadores que podem ser reutilizadas. A rem***agem é um campo no qual é muito mais necessário praticar do que teorizar. A ideia extrapola o simples reaproveitamento de computadores velhos, ou seja, o ideal é dar um fim social a toda tecnologia estacionada que as pessoas possuam em suas casas, compreendendo que outros podem fazer algum uso daquilo.

2. Rem***agem x Educação

A rem***agem traz grande contribuição positiva para a criação e manutenção de infocentros (Centros que facilitam o acesso da comunidade ao computador e a internet) pois o custo para montá-los é reduzido devido ao uso de peças recondicionadas, partindo-se desse pressuposto, alguns infocentros, possibilitariam às comunidades de baixa renda uma utilização gratuita pelos seus membros. Essa iniciativa propicia a inclusão digital, abrangendo várias áreas, inclusive a educacional, oferecendo ao educando a oportunidade de expandir seus conhecimentos, pois o aprendizado não acontece somente em sala de aula.

Projetos que utilizam a rem***agem

Alguns projetos já utilizam esta iniciativa da rem***agem, segue abaixo a relação de alguns desses:

*Governamentais :

-Projeto Computadores para a Inclusão: criado pelo Governo Federal, envolve a construção de grandes Centros de Recondicionamento e Reciclagem de Computadores (CRCs), idealizados para dar escala à captação de componentes e máquinas descartadas, formar e capacitar pessoal de baixa renda para mexer com hardware e software, e para servir de fonte fornecedora de equipamentos para programas de inclusão digital. A proposta dos CRCs foi elaborada na Secretaria de Tecnologia e Logística da Informação(STLI) e começa a ser posta em prática no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

*Não-Governamentais:

- Metareciclagem: é um movimento descentralizado que prega a autonomia tecnológica no hardware e software.(http://www.metareciclagem.org.br/)
- Campanha Mega- Ajuda: da regional de São Paulo do Comitê para Democratização da Informática (CDI), que coleta micros doados e os destina às Escolas de Informática e Cidadania (EIC) da sua rede. Desde o ano de 2000, quando iniciou a campanha, o CDI-SP recebeu 6,6 mil PCs e 800 laptops. (http://www.megajuda.org.br/)


- Bailux- projeto desenvolvido no sul da Bahia (Arraial D'Ajuda) que é um esporo do Projeto Metareciclagem, trabalha dentro do conceito de replicagem e contaminação por zonas autônomas Links de acesso utilizados na confecção da pesquisa sobre Lixo eletrônico • http://alerjln.alerj.rj.gov.brhttp://comov.wordpress.com/2007/05/02/os-graves-danos-provocados-pelo-aumento-do-lixo-eletronicowww.ecommunita.com/comunidade/node/807www.educacional.com.br/noticiacomentada
www.pantanalnews.com.br/portal/news/4711.htmlhttp://veja.abril.com.br/especiais/tecnologia_2007/p_074.html Links de acesso utilizados na confecção da pesquisa sobre Arte com Lixo eletrônico • http://www.flickr.com/photos/bailux2006/page4/www.museudocomputador.com.brwww.pantanalnews.com.br

A Microsoft acaba de criar um nicho de mercado que se situa entre os assistentes pessoais digitais (PDAs) com poucos recursos e os laptops dotados de várias funções. É o Origami, uma nova categoria...

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São João Da Boa Vista, SP

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