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19/05/2014
*** É verdade que ch**ar dedo ou chupeta deforma a boca? *** Não, não é verdade que o uso de chupeta ou o hábito de ch**...
14/05/2014

*** É verdade que ch**ar dedo ou chupeta deforma a boca? ***

Não, não é verdade que o uso de chupeta ou o hábito de ch**ar o dedo deformem os dentes ou a arcada dentária da criança, desde que o costume acabe quando ela tiver no máximo 4 anos.

A necessidade de sugar é natural para o bebê, e ajuda a acalmá-lo. Por isso o uso de chupeta ou o dedo na boca podem acabar sendo inevitáveis quando a criança é pequena.

No entanto, é melhor convencer seu filho a abandonar a chupeta ou o hábito de ch**ar o dedo antes que os dentes permanentes nasçam. Aí sim os dentes da frente podem mudar de posição ou apresentar problemas de desenvolvimento.

Se seu filho gosta de usar a chupeta ou tem o costume de ch**ar o dedo, faça um acompanhamento bem cuidadoso no dentista, para que ele determine se está havendo algum problema.

Segundo o pediatra Fábio R. Picchi, do Conselho Médico do BabyCenter, a deformidade que pode aparecer na boca quando a criança é mais velha é mais evidente com a chupeta que com o polegar.

Jamais molhe a chupeta no açúcar ou no mel para dar à criança. Isso sim faz mal para os dentes.

Fonte: BabyCenter

*** Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor? ***Os bebês não sentem muito mais frio ou calor do ...
05/05/2014

*** Qual é o melhor jeito de saber se o bebê está com frio ou calor? ***

Os bebês não sentem muito mais frio ou calor do que as crianças maiores ou os adultos. Como dica prática, procure vestir seu filho com uma camada de roupa a mais em relação àquela que estiver usando. Por exemplo, se você estiver de camiseta de manga curta, coloque nele uma de manga comprida; se estiver de manga comprida, acrescente então um casaco.

Sentir a temperatura no tronco (barriga, peito e costas) e na cabeça da criança é o jeito mais adequado de perceber se ela está com frio, e não através do toque nas mãos e pezinhos. As extremidades são quase sempre mais frias que o resto do corpo.

É muito mais comum bebês serem superagasalhados e ficarem irritados com o calor, do que se mostrarem incomodados por estarem passando frio. Dá para perceber se uma criança está acalorada porque ela vai suar e até ter aumento da temperatura corporal (você pode medir com um termômetro). Se a pele do seu filho estiver úmida, ele está suando, portanto está com calor.

Se você mora numa região quente, saiba que o calor pode atrapalhar o sono do seu filho.
Por outro lado, bebês com frio podem apresentar tremor, certa palidez e até apatia. Ao contrário do que diz a sabedoria popular, soluços não são um bom parâmetro para medir frio, porque são comuns de ocorrer nesta fase em que o diafragma ainda é imaturo.

Fonte: Babycenter

Os bebês sonham?**** Os estágios do sono ****Da mesma forma que os adultos, os bebês passam por diferentes fases de sono...
29/04/2014

Os bebês sonham?

**** Os estágios do sono ****

Da mesma forma que os adultos, os bebês passam por diferentes fases de sono. Atravessamos um ciclo de sono que vai da semiconsciência ao sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. Depois fazemos o caminho inverso, até chegar ao estágio acordado e o de voltar a dormir de novo. A etapa do sono em que geralmente sonhamos é conhecida como REM (da sigla em inglês rapid eye movement, ou movimento rápido dos olhos). Adultos e bebês costumam ter, em média, cinco ciclos de sono por noite.

**** Sonhos ****

A fase do sono com sonhos ocorre nos bebês mesmo antes de nascerem -- ela aparece por volta dos 6 ou 7 meses de gravidez. Nos recém-nascidos é muito fácil identificar quando estão em um estágio de sono com sonhos ou não. Você vai notar um movimento de olhos de um lado para o outro sob as pálpebras durante o sonhos, com o corpo basicamente parado e a respiração irregular.

Os bebês menores têm mais sono com sonhos do que os adultos, os quais passam cerca de 25 por cento do tempo de sono sonhando. De acordo com o especialista em sono norte-americano Richard Ferber, as crianças ao nascer passam por volta de 50 por cento do tempo dormindo em estágio REM. Essa proporção cai para 33 por cento até os 3 anos e para 25 por cento a partir de 10 a 14 anos.

Acredita-se que esse estágio de sono seja fundamental para que nossas experiências do dia-a-dia possam ser "arquivadas", algo especialmente importante para crianças em desenvolvimento.

**** Fase do sono sem sonhos ****

Nesse estágio do sono, o bebê vai respirar de forma profunda e regular, com a presença ocasional de suspiros profundos. Ele ficará em uma posição imóvel, mas às vezes fará pequenos movimentos de ch**ar com a boca, além de poder ter um movimento mais brusco do corpo (que é perfeitamente normal, e que ocorre em adultos também).

A fase de sono sem sonhos dos recém-nascidos acontece em pequenos intervalos, ao contrário das crianças maiores e dos adultos. Ao longo do primeiro mês de vida, o sono vai aos poucos ficando mais contínuo, e os movimentos repentinos desaparecem.

*Fonte: Babycenter

Parece incrível, mas o hábito de alimentar artificialmente os bebês já vem de longa data. Frascos, copos e utensílios va...
07/03/2014

Parece incrível, mas o hábito de alimentar artificialmente os bebês já vem de longa data. Frascos, copos e utensílios variados, muitas vezes bizarros, foram utilizados com essa finalidade, antes da invenção da mamadeira propriamente dita. A história da amamentação artificial é documentada em um site britânico http://www.babybottle-museum.co.uk/intro.htm.
O museu virtual ‘babybottle’ revela que, ao longo de 400 anos de história, as mamadeiras evoluíram em termos de material e de desing. Na Idade Média, por exemplo, chifres de bovinos com couro macio na extremidade, imitando tetas ou mamilos, eram usados para alimentar bebês. No século 17, recipientes de couro, madeira ou metal eram usados com a mesma finalidade. A maioria destes primeiros objetos de amamentação parecia uma garrafa, com um parafuso na parte superior imitando um mamilo redondo e rígido.
No entanto, os resultados dessas invenções eram frequentemente desastrosos já que pecavam num aspecto fundamental: a higiene. Como se tratavam de peças inteiriças, não modulares, apenas adaptadas à finalidade da amamentação, elas não contavam com abertura frontal, lateral ou superior. Isso significa que não possibilitavam limpeza interna, comprometendo amplamente a higiene e a saúde das crianças.
Aliado a isso, nos séculos passados, não havia um cuidado com o leite, que era muitas vezes contaminado e muito menos uma noção das necessidades nutricionais dos bebês. Como resultado, havia um altíssimo índice de mortalidade entre crianças com menos de dois anos.
Entre os séculos 18 e 19, surgiu a cerâmica, mas as mamadeiras feitas desse material também eram difíceis de limpar. Esse cenário melhorou um pouco com a invenção de frascos fundidos no mesmo formato. O alimento era derramado na abertura na parte superior e, colocando-se o polegar sobre essa mesma abertura era possível regular o fluxo do leite. A outra extremidade era preenchida com um pedaço pano ou couro de cabra-montesa, sempre preservando a idéia de ‘teta’ amarrada no bocal de vidro.
A principal descoberta da década de 1840 foi a borracha vulcanizada, que servia de bico. O cheiro desse material era muito forte, mas alguns anos depois, foi produzida, em larga escala, uma borracha mais adequada para essa finalidade.
As mamadeiras começaram a ser produzidas em massa, a maioria com forma do banjo, com um tubo interno de vidro unido a uma longa borracha preta, um protetor bucal e um bico de borracha. Como eram muito difíceis de limpar, estes frascos foram condenados abertamente pelos doutores do tempo. Mesmo assim milhares dessas mamadeiras foram vendidas até a década de 1920. Esses modelos possibilitavam que o bebê se alimentasse sozinho.
A grande descoberta que veio a seguir foi o alimentador de duas extremidades, criado por Allen e de Hanbury em 1894. O projeto envolvia um bico em uma extremidade e uma válvula no extremo oposto. Isto permitia um fluxo constante de leite, e principalmente, permitia a limpeza da mamadeira, tornando o objeto um enorme sucesso. Muitos outros projetos similares vieram posteriormente, mas tal era o sucesso do Allenbury, que o modelo 1900 foi sendo aprimorado e vendeu muito bem até os anos 50.
Na década de 50, foi realizada a introdução do popular Pyrex – modelo de mamadeira comprida e estreita, muito parecida com as mamadeiras atuais. Nos EUA, esse modelo estava disponível desde 1920, mas o Mercado britânico só o conheceu em 1960.
De lá pra cá, as mamadeiras ganharam cores, gravuras, tamanhos e formas diferentes, e são feitas de plástico ao invés de vidro. Há modelos disponíveis para todos os bolsos e gostos. Os bicos também são variados, de silicone e borracha.
Seja qual for sua cara, as mamadeiras são muito nocivas às crianças. Elas podem provocar o desmame mãe-bebê, podem ocasionar problemas maxi-bucais, e, no caso de famílias de baixa renda, que não têm acesso à água potável para uma adequada esterilização do produto, podem ocasionar diarreia e desnutrição.
Tamanha é a oferta de mamadeiras e bicos que foi criada uma norma para combater a propaganda abusiva por parte dos fabricantes (ver IBFAN: http://www.ibfan.org.br/legislacao.html).

Fonte: http://www.babybottle-museum.co.uk
Tradução: Sabrina Feldman, jornalista associada ao Matrice

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