Reunidos Locações de Salas

Reunidos Locações de Salas Salas com estrutura para eventos em geral como: treinamentos, reuniões, demonstrações de produtos e serviços, etc. Estrutura audiovisual completa.

7 DICAS DE MARKETING PARA EMPRESAS USAREM NO FIM DO ANOAs festas de fim de ano já estão chegando e você, empreendedor, q...
27/11/2018

7 DICAS DE MARKETING PARA EMPRESAS USAREM NO FIM DO ANO

As festas de fim de ano já estão chegando e você, empreendedor, quer aproveitar as oportunidades desse momento para o seu negócio, certo? É possível aumentar as vendas e crescer ainda mais em 2018! Para isso, uma boa estratégia a ser utilizada é a utilização do marketing para empresas.

O marketing pode ser definido como um conjunto de ações aplicadas após a analise das necessidades do mercado e seus principais componentes, como consumidores, vendas, ofertas e os métodos usados pela concorrência, buscando o crescimento da organização, principalmente por meio da comunicação, para levar sua marca até os clientes e persuadi-los a comprar seus produtos ou serviços.

Nas próximas linhas, você vai conhecer 7 dicas infalíveis de marketing para sua empresa ter um final de ano lucrativo. Ficou interessado? Então continue a leitura!

1. Invista nas redes sociais
Para que sua marca seja relevante e atrativa durante o período de festas, dê um up nas redes sociais da empresa, acrescentando alguns elementos temáticos. Por exemplo, altere a imagem de exibição, a capa do Facebook e utilize os diversos recursos disponíveis no Instagram e demonstre aos consumidores que a instituição está preparada para esse momento.

2. Elabore bons conteúdos
O conteúdo dos canais digitais do seu negócio deve ser envolvente e interessante não só para atrair o público, mas também para motivá-lo a curtir e compartilhar os posts. Com isso, mais pessoas veem suas publicações e suas páginas tornam-se mais populares.

Você também pode fazer perguntas sobre o que seus clientes acham das festas de fim de ano e apresentar dicas sobre presentes, o que possibilita conhecer melhor o perfil de cada um. Depois, você pode utilizar essas informações para criar os próximos conteúdos.

Em caso de dúvidas, faça um benchmarking em blogs referenciados e repletos de conteúdos relevantes para o público em geral e comece com o pé direito.

3. Ofereça algo especial
O público adora exclusividade, não é mesmo? Você não precisa fazer isso sempre, mas em datas importantes algumas ações exclusivas podem auxiliar a converter mais pessoas em clientes. Entre as opções, estão: frete grátis, cupons de desconto, sorteios e amostras grátis de produtos.

4. Aposte nas promoções
Uma boa ideia é fazer promoções — mas lembre-se que elas serão temporárias e, por isso, não vão mudar definitivamente a situação financeira do seu negócio. A principal função das promoções é levar o cliente até a sua loja para que conheça todos os produtos e lançamentos, aumentando as chances de vendas.

5. Reúna o marketing para empresas digital com o tradicional
No período de altas vendas, é necessário ter um plano de marketing variado. Para isso, é preciso juntar um pouco da estratégia digital com alguns pontos da tradicional. Afinal, nem todos os eventuais clientes usam a internet (apesar da maioria estar quase sempre online). Não se esqueça, portanto, daqueles que não são tão apegados às tecnologias.

6. Motive os colaboradores
As festas são excelentes oportunidades de vendas para o comércio. Contudo, também são momentos de diversão. Por esse motivo, propicie um ambiente laboral mais leve e feliz e torne os colaboradores mais engajados e produtivos. Com certeza isso vai render bons resultados para o seu negócio.

7. Elabore propagandas virais
Uma boa propaganda é aquela que faz com que o público sempre se lembre da empresa — é a chamada propaganda viral. O cérebro humano tem uma imensa capacidade de armazenar informações, então aposte em técnicas que trabalhem com os sistemas instintivos e emocionais das pessoas.

Assim, para usarem o marketing no fim de ano, as empresas devem investir nas redes sociais, elaborar bons conteúdos, oferecer algo especial, fazer promoções, reunir marketing digital e tradicional, motivar os colaboradores e elaborar propagandas virais.

Além disso, ter uma equipe alinhada com os objetivos é essencial para atingir o lucro e o sucesso esperados nesse momento. Agora que você já sabe como utilizar o marketing para empresas no fim de ano, compartilhe este texto nas suas redes sociais e ajude seus amigos a ficarem por dentro do assunto!

Fonte: sitecontabil.com.br (27/11/2018)

45% DOS BRASILEIROS NÃO CONTROLAM AS PRÓPRIAS FINANÇAS, MOSTRA PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DO SPC BRASIL E CNDLPl...
31/01/2018

45% DOS BRASILEIROS NÃO CONTROLAM AS PRÓPRIAS FINANÇAS, MOSTRA PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO FINANCEIRA DO SPC BRASIL E CNDL

Planejar as despesas da casa, organizar o orçamento de acordo com a receita disponível e não exagerar nas compras impulsivas. O brasileiro até sabe o que precisa ser feito, mas nem sempre coloca a teoria em prática. Um estudo realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 45% dos brasileiros admitem não fazer um controle efetivo do próprio orçamento, percentual que sobe para 48% entre as pessoas das classes C/D/E e para 51% entre os homens. Entre os que fazem uma administração precária do orçamento, 21% confiam na própria memória para gerir os recursos financeiros.

Os que fazem um controle de fato do orçamento somam 55% dos consumidores, sendo o caderno de anotações (28%), a planilha em Excel (18%) e aplicativos no celular (9%) as práticas mais adotadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a disciplina é parte fundamental para uma vida financeira saudável. “Foco e esforço são essenciais para se alcançar uma vida financeira equilibrada. Não importa a ferramenta utilizada para anotar os gastos, importa que o método seja organizado. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, outras preferem o velho caderninho de anotações. O importante é anotar e principalmente analisar os registros, de forma que o consumidor identifique onde há sobras e onde o orçamento deve ser ajustado”, aconselha a economista.

O levantamento ainda revela que a maior parte dos consumidores brasileiros garante ser autodidata nos conhecimentos para gerir o próprio dinheiro: entre aqueles que acreditam ter um bom grau de conhecimento para gerenciar suas finanças pessoas, 45% aprenderem sozinhos, enquanto 34% tiveram ensinamentos desde cedo com a própria família. Os que aprenderam a gerenciar as finanças com o marido ou esposa são 14%, enquanto 9% fizeram um curso e 6% recorreram a algum especialista.

De modo geral, 51% dos consumidores avaliam ter um grau ótimo ou bom para gerenciar seu dinheiro e 48% consideram esse conhecimento ruim ou regular. Além disso, três em cada dez (31%) brasileiros admitem insegurança para gerenciar o próprio dinheiro, contra 46% que se consideram seguros. Outros 23% mostram-se indiferentes.

Mesmo entre os que controlam orçamento, 59% sentem dificuldades na tarefa; falta de disciplina é o maior vilão dos que não têm educação financeira

De acordo com a pesquisa, em cada dez consumidores que controlam seu orçamento, seis (59%) sentem alguma dificuldade ao executar essa tarefa, sendo as principais queixas a falta de disciplina em anotar os gastos e rendimentos com regularidade (26%), a falta de tempo (12%), a dificuldade em encontrar um mecanismo simples de controle (11%) e a dificuldade em fazer cálculos (5%). Os que não sentem dificuldades somam 41% da amostra.

A falta de disciplina também é a principal justificativa para aqueles que não controlam o próprio orçamento, com 34% de menções. Outros 15% não veem necessidade em registrar gastos, fazendo as contas apenas de cabeça, enquanto 11% justificam o fato de terem uma renda que varia de um mês para o outro. Há ainda 10% que admitem preguiça e 10% que não sabem como fazer.

Consumidor anota despesas básicas da casa, mas se descuida das pequenas compras; 57% não planejam o mês com antecedência

Entre aqueles consumidores que fazem um controle adequado do seu orçamento, os gastos de primeira necessidade e de valores mais elevados são os que recebem um tratamento mais cuidadoso. A pesquisa aponta que 92% anotam despesas básicas, como mantimentos, produtos de higiene, mensalidades escolares e contas da casa como água, luz, condomínio e aluguel. O mesmo percentual de 92% também anota as prestações contraídas no carnê, crediário e cartão de crédito que vencem nos meses seguintes. Outros 85% sempre anotam os rendimentos, como salários, pensões e aposentadorias.

Entretanto, o controle dos pequenos gastos cotidianos e compras não planejadas ainda são deixadas de lado por parte expressiva dos entrevistados. O dinheiro que poupam dos salários ou investem (24% que não controlam), gastos esporádicos com lazer e beleza (30% que não controlam) e pequenos gastos do dia a dia, como estacionamento, despesas com taxi e com idas para bares e restaurantes, por exemplo (36% que não controlam), ficaram nos últimos lugares do ranking das principais anotações.

No momento de lidar com o controle dos gastos mensais, os perfis dos brasileiros que controlam seu orçamento se dividem: enquanto 43% planejam o mês com antecedência, anotando os rendimentos e o que esperam gastar, outros 35% preferem anotar os gastos no decorrer do mês, verificando posteriormente como ficou o orçamento. Os que só anotam os gastos depois que o mês termina somam 21% da amostra, percentual que sobe para 25% entre os consumidores da classe C.

“Anotar as despesas no fim do mês é um grande risco, pois não há um controle real do quanto se gasta. Quando chega a hora de fazer as contas, pode ser que o consumidor tenha ultrapassado o limite do orçamento, ficando no vermelho. Uma boa estratégia para evitar que isso aconteça é reservar uma quantia fixa todo mês para as compras menores e respeitar esse limite. Mas, para isso, o planejamento das contas deve ser feito no início do mês”, diz o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

69% pechincham na hora das compras, mas 45% costumam parcelar em vez de juntar dinheiro para comprar à vista

De acordo com a pesquisa, 84% dos consumidores têm o hábito de fazer pesquisa de preço e 69% costumam pechinchar em busca de valores mais em conta. Mas uma das principais dificuldades do brasileiro é se esforçar para adquirir algum bem a vista: 45% admitem não ter o hábito de juntar dinheiro para realizar uma compra de valor mais elevado à vista, optando na maior parte das vezes pelo parcelamento. A falta de paciência para esperar a quantia ser alcançada com o tempo (51%) é o principal motivo para quem nunca faz esse esforço.

77% passaram situação de aperto financeiro em 2017; corte em supermercados, lazer, beleza e pacotes de TV e internet foram alguns dos ajustes

A pesquisa ainda revela que em cada dez brasileiros, oito (77%) passaram por alguma situação ao longo de 2017 em que o orçamento não foi o suficiente para fechar as contas do mês. O percentual cresce para 87% entre os consumidores que têm entre 35 e 49 anos.

Para quem vivenciou a situação de aperto, 40% mudaram hábitos de consumo, passando a comprar coisas mais baratas e fazer pesquisa de preço. Três em cada dez (29%) entrevistados fizeram cortes no orçamento, principalmente nos itens de supermercado, salões de beleza e saídas para bares e restaurantes. Outras adequações que o momento de dificuldade impôs ao brasileiro foi parar de comprar roupas e sapatos (20%), sacar dinheiro de uma reserva que possuíam (16%) e reduzir pacotes de TV por assinatura, internet e celular (15%). Assumindo uma postura mais arriscada, 14% passaram a usar mais o cartão de crédito para cobrir despesas, outros 14% pediram dinheiro emprestado a amigos e familiares e 12% recorreram a empréstimos em bancos e financeiras.

SPC Brasil lança aplicativo que dá dicas de finanças pessoais

Com o propósito de orientar o brasileiro a melhorar a gestão do seu orçamento, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), lançou um aplicativo para celulares e tablets: É o “SPC Consumidor”. O aplicativo ajuda o internauta a fazer um diagnóstico sobre o seu bem-estar financeiro. Após o resultado, o consumidor passa a receber, periodicamente, dicas personalizadas para melhorar o seu desempenho com as finanças. O app está disponível gratuitamente para celulares Android e iOs.

Metodologia

Foram entrevistados 805 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

Fonte: Contabilidade na TV (30/01/2018)

26/10/2017

SETE DICAS PARA TORNAR UMA REUNIÃO MAIS PRODUTIVA E RÁPIDA

É muito comum quando uma reunião é convocada ela dura horas e horas, não é mesmo? Nos dias atuais isso pode ser considerado uma perda de tempo, uma vez que cerca de 50% deste tempo é desperdiçado, segundo identificou uma pesquisa feita pelo site 3M

É muito comum quando uma reunião é convocada ela dura horas e horas, não é mesmo? Nos dias atuais isso pode ser considerado uma perda de tempo, uma vez que cerca de 50% deste tempo é desperdiçado, segundo identificou uma pesquisa feita pelo site 3M Meeting Network.

A palavra de ordem durante uma reunião é foco, pois ela não é uma conversa informal e sim uma forma de tomar decisões estratégicas para uma empresa. Para aproveitar melhor o tempo, a Plantronics identificou sete atitudes positivas que devem ser assumidas em situações como esta; veja:

1- Seja Construtivo
Ser construtivo significa ser prático. Pessoas construtivas não costuma usar a palavra “mas”, elas têm preferência por usar “e”. Outra atitude dessas pessoas é incentivar o próximo ao usar expressões como: "Ótima ideia! E se a gente agora pegasse isso e...". Os construtivos têm como hábito compartilhar conhecimento pensando em trazer soluções e nunca deixar de oferecer alternativas.

2 -Seja brilhante
Ser brilhante não é ser mais talentoso e sim mais participativo. Esse tipo de pessoa costuma se preparar, se esforçar e não tem vergonha de fazer contribuições no ambiente de trabalho. Eles usam a seguinte expressão durante a conversa no ambiente de trabalho: "Eu tenho uma ideia interessante que gostaria de compartilhar com o grupo". Mesmo não sendo acatada, a atitude pode inspirar outros colegas.

3 - Seja engraçado
Uma dose de humor no momento certo e sem dominar a conversa ajuda a energizar a reunião, geralmente quando isso é necessário. O bom humor também pode ajudar a trazer a conversa para os trilhos novamente, quando acontece a dispersão dos participantes ou discussões infrutíferas.

4 - Seja pontual
A pontualidade é de extrema importância à produtividade. A dica para colocar a pontualidade em prática é lembrar – de maneira agradável – aos participantes que o tempo disponível é limitado e que, por isso, é fundamental se ater à agenda. "Eu sei que a gente tem pouco tempo e muito a discutir...".

5 - Seja voluntário
Se oferecer para executar as tarefas é uma característica de pessoas identificadas como voluntária . Essa atitude ajude os demais participantes a tomar uma iniciativa, tornando a conversa mais prática, eficiente e rápida.

6 - Seja criativo
Falar e ser entendido tem certa dificuldade. Nessa hora é necessário ser uma pessoa “Da Vinci”, cheia de criatividade e capaz, quando necessário, de realizar esboços para que a informação seja repassada de forma clara sem gerar discussões.

7 - Seja bom de bola
Esse profissional é aquele com olhar atento. Sabe a hora de contribuir durante a reunião e manter a conversa na direção correta, que é a de encontrar o que será bom para todos. De fato, contam com um pensamento estratégico e em grupo, sabem identificar uma boa oportunidade e, principalmente, levá-la adiante. Muitas boas ideias são desperdiçadas porque nenhum participante arrisca a tomar à dianteira e colocá-la em prática.

Fonte: IG - Economia (25/10/2017)

06/10/2017

Dia 05 de outubro - O SEU DIA!

PARABÉNS A TODOS EMPREENDEDORES!

COMO FAZER UMA PEQUENA LOJA CHAMAR A ATENÇÃO DO CLIENTE?Quando o menos pode ser maisO professor e filósofo Leandro Karna...
26/09/2017

COMO FAZER UMA PEQUENA LOJA CHAMAR A ATENÇÃO DO CLIENTE?

Quando o menos pode ser mais

O professor e filósofo Leandro Karnal costuma falar em suas aulas e palestras que “menos é mais” nas nossas vidas, em alusão ao arquiteto alemão Ludwig Mies van der Rohe detentor da frase. Ele exemplifica: podemos trabalhar menos horas, mas tornar as que são trabalhadas mais úteis e produtivas. Viajar para menos lugares, mas aproveitar ao máximo o destino. Ou, então, ler menos livros, mas se aprofundar nas histórias específicas para as quais se escolhe embarcar. Neste sentido, a referida prática vale também na hora de atrair clientes no varejo.

Convencer o consumidor a entrar na sua loja e converter essa visita em venda é um desafio diário para empreendedores pequenos, médios, grandes, novatos e veteranos. Todos têm por objetivo atrair o cliente de forma a gerar resultados. Portanto, alguns cuidados são necessários, pois qualquer exagero na abordagem pode resvalar no resultado justamente contrário: espaços, bolsos vazios e até aversão do cliente pela marca.

Enfeitar a loja exageradamente, disparar informações em massa, aroma forte, música alta, vendedores receptivos demais são alguns exemplos clássicos do que não cometer. É importante lembrar e ficar atento ao fato de que o consumidor está o tempo todo comunicando seus sentimentos e percepções, culminando na necessidade de o varejista diagnosticar rapidamente suas reações.

É desta forma que entra em cena o bom senso, calibrando o que pode ser executado na medida certa, de forma que se for para errar, que seja, preferencialmente, para menos, já que esta situação de carência é mais fácil de ser revertida num curto espaço de tempo ou durante a própria venda, se o vendedor se propuser a ser um pouco mais atencioso ou mesmo propondo uma negociação diferenciada, por exemplo.

De toda forma, antes de chegarmos a este estágio, no entanto, a loja deve estar pronta para recebê-lo, transmitindo seu DNA da marca na comunicação, nos produtos e no atendimento, de maneira coordenada e leve, porém completa. Essas ações darão a direção para que o estabelecimento ganhe a cara da empresa, que é o cerne de toda e qualquer loja bem-sucedida.

Às lojas pequenas, vale um estudo um pouco mais detalhado dos pontos estratégicos para a alocação dessas mensagens, desde o projeto arquitetônico, de forma a pensar na iluminação, nas araras, mobiliário, vitrine e tudo mais que possa impactar positivamente e gerar a boa e clara primeira impressão.

Esmiuçando o tópico da iluminação, vale ressaltar que lojas escuras acabam prejudicando a visibilidade do espaço, que para o pequeno varejista, já é pequeno. Na outra ponta, uma iluminação extrema pode ofuscar a visão das pessoas ou mascarar a qualidade do produto ou serviço que se está oferecendo. Os focos de luz devem estar centralizados e adequados ao item que se deseja vender, enaltecendo-o.

Uma outra dica vale para as vitrines: criatividade e conceito. Um acessório diferente pode contar muitas histórias relacionadas à marca ou mesmo à coleção que se quer destacar. Neste caso, focar em temas sazonais: como as datas do varejo, coleções ou de lançamento, já que a vitrine representa quase 80% do poder de decisão do cliente entre adentrar à loja ou não. Por isso, é recomendável que a ela esteja sempre atualizada, arrumada e com informações que façam o consumidor assimilar a rapidamente a mensagem e a ideia do negócio, promoção, campanha etc. Aqui, como sempre, vale o alerta para se evite muitos letreiros, placas e banners com preços enormes que ofusquem todos os elementos-chave elencados anteriormente, exceto se for período de promoção.

Se a opção do cliente foi por adentrar o estabelecimento, nada melhor do que recebê-lo bem, num ambiente com aroma agradável. É imprescindível, nos dias de hoje, fazer uso desse artifício para fisgar o consumidor. Perfumes leves e que, novamente, remetem ao DNA da loja ajudam muito nesse momento. Além disso, o varejo como um todo tem utilizado músicas para que o cliente se sinta confortável enquanto estiver comprando. Neste ponto, atente-se às escolhas sonoras e busque adaptá-las ao perfil do público-alvo.

Também é importante focar no modelo de atendimento que a sua equipe irá exercer na abordagem ao cliente. Em alguns casos, a uniformização pode ser um aliado. Já em outras, como sempre, pode ser um exagero. Analise atentamente o perfil do seu público e o protocolo para o melhor atendimento, de modo de transparecer ao cliente a alma do negócio, nunca se esquecendo da abordagem e da comunicação clara aos clientes.

Nos grandes centros urbanos, é comum que o cliente busque também a sensação de segurança enquanto realiza suas compras, mas processos de segurança demais acabam por inibir a tranquilidade deles durante a operação. Portanto, aplique essa opção de forma quase imperceptível, sem chamar tanto a atenção dos clientes para algo que não é o seu objetivo ali na loja.

Entre todas essas dicas, não se pode esquecer de oferecer o principal: o que seu cliente quer. Ou seja, se ele busca preços competitivos, aposte nisso e deixe sempre essa informação aos olhos dele. Se ele busca qualidade, mostre a ele que seus produtos ou serviços contemplam essa característica embutida. Tudo de forma clara e sucinta, pois o que o consumidor mais almeja, hoje, chama-se transparência e, nada mais fácil do que fazer isso de forma simples, objetiva, concisa e direta, sem deixar de lado o propósito de qualquer marca: a função de satisfazer bem o cliente para, então, conseguir encantá-lo.

Fonte: Exame.com (25/09/2017)

RENDIMENTO DA POUPANÇA PODE SER MENOR A PARTIR DE SETEMBRO Caso as expectativas do mercado financeiro se confirmem, o re...
02/09/2017

RENDIMENTO DA POUPANÇA PODE SER MENOR A PARTIR DE SETEMBRO

Caso as expectativas do mercado financeiro se confirmem, o rendimento poupança pode ser menor a partir do próximo mês. Há uma regra que está em vigor desde maio de 2012, que prevê um corte no rendimento da poupança caso a taxa Selic seja inferior a 8,5%.

Neste caso, a correção anual da poupança ficará limitada a um percentual equivalente a 70% da taxa Selic mais a Taxa Referencial.

Se o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir a taxa de juros básico da economia brasileira em uma reunião que ocorrerá na próxima semana, estas expectativas podem se tornar realidade e a poupança passará a render menos a partir do dia 7 de setembro.

Atualmente, a taxa Selic está em 9,25% ao ano. Caso o Copom siga o ritmo de corte de 1 ponto percentual, como ocorreu nas reuniões anteriores, a taxa passará a ser de 8,25%, abaixo dos 8,5% que representam o limite da regra.

Só estarão sujeitos ao ajuste de rendimento os depósitos realizados a partir de 4 de maio de 2012.

Fonte: ToroRadar (31/08/2017)

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08/08/2017

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Tudo sobre tecnologia, internet e redes sociais

06/06/2017

SAIBA O QUE FAZER PARA APRIMORAR AS TÉCNICAS DE VENDAS DA SUA EMPRESA

Temos ouvido muitos gestores reclamando da queda das vendas nas suas empresas. Isso tem a sua razão de ser, já que estamos passando por um período difícil na economia nacional — o poder de compra do consumidor anda muito limitado, enquanto o nível de competitividade parece cada vez maior.

Mas como diz um antigo provérbio que eu gosto muito: “É melhor acender uma vela que praguejar contra a escuridão”. Por isso, neste post, vou dar algumas dicas de como aprimorar as técnicas de vendas da sua empresa e, consequentemente, otimizá-las. Vamos lá?

-->Capacite os seus vendedores

Todas profissões têm seus segredos. Com o vendedor, não é diferente. Ele precisa se capacitar para conseguir um número satisfatório de vendas mesmo que existam muitas empresas competindo no mercado. Para obter sucesso, ele terá que aplicar estratégias e técnicas valiosas, atualizadas e avançadas — ele precisa acompanhar a evolução, os recursos tecnológicos, as inovações, conhecer bem o mercado e o seu cliente-alvo.

Por essa razão, o gestor deve investir em treinamentos e capacitação para a sua equipe de vendas, a fim de torná-la apta para vender dentro e fora da empresa, aproveitando todas oportunidades. O setor de vendas precisa estar bem provido com ferramentas apropriadas de trabalho e conhecimentos suficientes na área para executar as tarefas com eficiência.

A seguir, listo algumas dicas de boas técnicas de vendas que a sua empresa poderá aplicar para crescer.

-->Características de um bom vendedor

Para começar, o bom vendedor precisa ser simpático, saber conversar com o consumidor, passar uma boa impressão. A verdade é que o vendedor é a ponte de ligação entre o consumidor e o produto. Isso significa que ele é fundamental para que o outro compre a sua mercadoria.

Para facilitar, vou fazer uma pequena comparação. Imagine uma ponte que liga um ponto a outro — ela é a única via de acesso entre dois extremos. Se essa ponte estiver em condições precárias, o que acontece? Ela se torna um meio de ligação não confiável e ninguém vai querer passar por ela. Com o tempo, ela pode até cair, rompendo definitivamente qualquer ligação entre os dois pontos. Pois essa ponte é o vendedor! E os pontos extremos são o consumidor, de um lado, e o produto, do outro.

O vendedor precisa ser agradável, oferecer uma boa imagem de si mesmo e estar apresentável na hora de vender. Quando o consumidor simpatiza com o vendedor, as possibilidades de comprar o produto aumentam.

Outra característica-chave do vendedor é ser atencioso com os consumidores. É preciso ter paciência para escutar o que ele fala, as suas dúvidas e histórias, envolver-se com ele a ponto de manter uma relação mais estreita e duradoura, que vá além do simples processo de vendas. Todas as 1pessoas gostam de ser ouvidas, e o vendedor precisa agir, em certas ocasiões, como uma espécie de psicólogo, que vai escutar histórias diferentes sobre compras que não deram certo e até sobre assuntos mais pessoais. Dentro do possível, responda a todas questões do consumidor e oriente-o da melhor forma possível, e não pensando somente em levar vantagem.

Também é necessário que o vendedor seja autoconfiante — ou seja, ele precisa saber detalhes, vantagens e desvantagens do seu produto para poder abordar o consumidor com um conteúdo embasado e sólido. A falta de autoconfiança gera dúvidas no consumidor e, mesmo que o produto seja de excelente qualidade, a insegurança do vendedor vai acabar impedindo que a venda se concretize — a não ser o que a pessoa já conheça bem o produto e esteja realmente interessada em comprá-lo.

-->Alerte os seus vendedores para a importância do atendimento personalizado

Esse é um dos pontos em que o homem se diferencia da máquina. Ele não pode estar “programado” para vender — precisa estar capacitado para realizar essa atividade. Ainda que existam características gerais entre os compradores, o vendedor sempre terá que se ajustar ao perfil único de cada consumidor com o qual entrar em contato.

Por esse motivo, os responsáveis pelo setor de vendas devem registrar todas informações importantes do cliente em um banco de dados: nome, endereço, e-mail, telefone, preferências, histórico de compras, pontualidade no pagamento, etc.

-->Pesquise formas de penetrar mais fundo no mercado

Quanto mais fundo a sua empresa penetrar no mercado, mais você terá chances de vender. Essa penetração pode acontecer de diversas formas. Você pode, por exemplo, oferecer outros produtos, adicionando inovação ao segmento em que já está inserido. As novidades costumam ser atrativas para os consumidores — o importante é que, passado o primeiro momento, o encanto não se perca e as pessoas continuem interessadas no produto.

Você também poderá investir em campanhas arrojadas, oferecendo descontos realmente relevantes e fazendo promoções que diferenciem a sua empresa das outras atuantes no mercado. Mesmo que isso implique em reduzir a sua margem de lucro, poderá ser vantajoso se obtiver mais vendas e conseguir captar e fidelizar mais clientes.

Ofereça bônus especiais, brindes para os compradores, serviços gratuitos, faça sorteios de produtos que são muito procurados pelos clientes, etc. Dessa forma, você estará conseguindo uma boa penetração de mercado, trazendo bons resultados para o setor de vendas.

-->Use a tecnologia a seu favor

A tecnologia é outro ponto fundamental sobre o qual eu não poderia deixar de falar. Existem muitos aplicativos úteis para otimizar o fluxo de vendas. São aplicativos que podem ser instalados no computador, no tablet, no celular, etc. Eles permitem a comunicação e integração entre o setor de vendas, o gestor e os vendedores. Permitem também o monitoramento do desempenho das vendas em tempo real, dando ao gestor e ao seu time a oportunidade de resolver conflitos de última hora, evitando a perda de vendas e de clientes.

É preciso, ainda, considerar as redes sociais, blogs, sites, plataformas, grupos digitais. Invista neles para divulgar a sua marca e estabelecer vínculos com o público consumidor. Caso seja viável, crie a sua loja virtual para dar suporte à sua loja física — o e-commerce é responsável por boa parte das vendas realizadas pelos consumidores.
Fonte: guiaempreendedor.com (07/03/2017)

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